Foi quando demos poder ao tempo, que o tempo se apoderou de nós…

Sim, nunca devemos dar o poder, ao que quer que seja, pois que, a probabilidade de perdermos as rédeas, são muitas.

Ainda assim, lutamos para que ele não nos comande, entre a luta e a exaustão, encontra-se a paciência, a nossa paciência, para tentar perceber, o que foi que fizemos, com o tempo que temos e tivemos.

Esse, quiçá maldito tempo, que nos engole de forma avassaladora, como se dele dependesse cada segundo do que nos acontece.

Somos seres, ditos pensantes, mas por vezes, muitas, iludimo-nos com o que fazemos e da forma como fazemos, pensamos nós que temos o controlo de tudo e de todos, por isso mesmo, somos arrastados em correntes, que não o sendo, nos fazem ir na enxurrada, não restando tempo para mais nada…

Mas, mesmo cansados, lá vamos lutando contra o tempo e horas inventadas, a maioria delas, paradas.

O tempo urge, e nós com ele, lúcidos queremos que abrande, mas ele nos ignora, usa o que lhe demos, sai solto por aí, esquecendo que estamos aqui.

E, foi quando lhe demos o poder, que o tempo se apoderou de nós, agora o tempo, faz o que ele bem entender, onde e quando ele quiser!!!

EU E O MUNDO

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