O TEMPO QUE NÃO PÁRA…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A vivência, mede-se pelas horas de um relógio, inventado…

Somos escravos dele mesmo, esperamos cada hora, cada minuto, para podermos fazer o que é suposto fazer…

Estamos controlados por pequenas e grandes máquinas, das quais, o ser humano há muito já perdeu o controlo de grande parte…

Somamos e seguimos em frente, com invenções do passado, invenções do presente e assim vamos…

Não tem como reverter, ou fazer diferente, porque a máquina foi preparada há muitos anos, aperfeiçoada constantemente, envolvendo toda a espécie de gente…

Então, a nossa vivência resume-se a horas, inventadas por qualquer relógio, que nunca pára…

EU E O MUNDO

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PARAÍSO…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje estive contigo, no paraíso…

Construi a tua vida, em cima da minha

Pura utopia,  contudo  criei mais  vida…

Os montes e montanhas

As árvores e a relva molhada

As flores, muito de todas

E, de todas não  vi mais nada…

O paraíso, supostamente é um lugar perdido

De pessoas e de quem não o entende

Mas eu estive contigo, no paraíso

Nao me viste, nem eu te toquei

Fiquei com a ilusão, que me puxaste a mão

Mas não…

Imaginamos  esse lugar perdido

Que fica no fim do nosso pensamento

Funde-se com a alma lágrima e sorriso

E isso, se chama o paraíso…

EU E O MUNDO

QUAL MEDO?


 

 

 

 

 

 

 

Vivemos na era do medo…
Medo que o tempo se gaste
Medo de ficar só, mesmo estando acompanhado
Medo, que o medo se transforme, para outro medo que nos consome
Tanto e tanto medo, sinal deste tempo, por isso até temos medo que o medo acabe…
Mesmo assim, não saímos deste impasse para perceber que o medo se pode e deve vencer.
Mesmo assim, temos tempo de sobra, para acabar com o medo e que o medo se vá embora.
Mesmo assim, estamos sós, e mesmo acompanhados estamos tristes e desamparados, mas não tem que ser …
Mesmo assim, existem outros medos, que nos sufocam, mas não tem que ser assim
E mesmo assim, parece que o medo não tem fim…
Sinais destes tempos, onde o medo é arma mortífera para viver aparentemente sem ele, e de tudo se faz para evitar o que o medo faz…
Enquanto isso, anestesiados, nada fazemos e com mais medo, mais inventamos…
Nós somos assim…
“Doidos” o suficiente, para andarmos no meio de gente louca, com medo de coisa tanta, que tanta, é coisa pouca…

EU E O MUNDO

QUAL SENTIDO?

 

 

 

 

 

 

 

 

Somos mais que a soma de todas as partes, somos o fim e o inicio, somos a guerra e a paz, somos os maus e os bons, somos tudo o que somos, mas não a soma de tudo, somos muito mais que isso.

Falamos do que não percebemos, guerreamos por causas perdidas, para que outros as ganhem,  causas suas, desde sempre vencidas.

Somos milhões, subdivididos em raças, cor, país, continentes, buscando coisas que não existem em lugar algum, para dar um sentido imaginado, ao que não possuímos de verdade, nem em nenhum lado.

O sentido da vida, é uma invenção de meia dúzia, para dar continuidade a uma raça sem rei nem roque e que se esqueceu de onde veio e para onde quer ir, se é que alguma vez soube.

Somos milhões de doidos, fazendo tantas porcarias contra nós, crendo que é certo, e certo, apenas é o resultado de tudo e a quem realmente é direcionado.

Em busca da felicidade fora, é uma aberração da natureza do homem.

Estamos chegados quase ao virar de um ciclo, onde Reis, ministros, plebeus, nobres, burgueses, terão que se reinventar para tudo recomeçar.

Salve-se quem puder, mas com toda a certeza a “casa” não será esta, a quem chamamos Terra.
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OS DOIS LADOS DE NÓS …

 

 

 

 

 

 

 

Somos feitos da mesma matéria, mas não somos todos iguais.
A nossa matéria , apenas cobre a essência que cada um é.
As nossas diferenças, residem na nossa alma, aquela que não se vê que é intocável pelos outros e que cresce dentro de nós, da forma que a direcionarmos.
Essa alma, essência , espírito, ou algo que lhe queiram mais chamar, somos verdadeiramente nós , mas, ainda assim, ela não faz de nós boas ou más pessoas, apenas faz o que os outros em nós despertarem.
Somos feitos da mesma matéria, mas não somos todos iguais, contudo, todos temos 2 pontos vitais, que quando acionados,  fazem verdadeiras catástrofes.
Todos somos bons e todos somos maus, mas, somos sobretudo o “botão” que for accionado.
Tem certas pessoas que podem despertar em nós, o pior que temos dentro da nosso âmago, fazem-nos ser e dizer aquilo que verdadeiramente não somos, mas que fazem com que o sejamos.
Depois reflectimos, não queríamos dizer, mas ficamos satisfeitos por o ter feito, já que, o botão foi accionado e não havia mais a fazer.
Ficamos fora de nós, essas pessoas, que “primem esse botão”, fazem-nos  pensar e agir, da forma que não queremos pensar e fazer, nem queremos para a nossa vida.
Depois, existem as  pessoas que “primem o botão “ do amor, da compaixão, da solidariedade etc, que nos tocam verdadeiramente pelo lado positivo, que alimentam a nossa alma, que nos dão prazer até de sabermos que apenas existem, elas, são essência para o nosso alinhamento o que nos permite continuar a ser e ver, a nossa verdade.
A nossa alma, espírito, essência,  agradece pessoas assim, já as outras, andam a gastar oxigênio, essencial para quem a ele, verdadeiramente tem direito.
Temos que lidar com os dois é certo, mas podemos mandar a parte que menos  interessa, bogiar…
Permitam-nos sermos nós, deixem-nos derramar paz, harmonia e alegria, vão-se embora, as trevas é o vosso lugar, até a luz da vossa alma se acender, se isso acontecer…

EU E O MUNDO

EUTANÁSIA!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

A história,  é feita agora e agora, é a historia de outrora…

Ao longo do tempo se constrói e destrói, em prol do suposto bem estar actual (dizem).

Tantas leis que se fazem, tantos analistas que tudo prevêem, mas não prevêem as ditas leis e impacto no futuro.

Não acredito nas boas intenções,  de leis desta natureza, contudo, constato que as reacções entre a eutanásia e aborto, são completamente diferentes.

Uma não deixa nascer e a outra promete morrer, ainda me dizem que eu não sei do que falo…Provavelmente não, mas é valido da mesma forma…

Gostaria mesmo de saber, qual o real objectivo de legislar a eutanásia, mesmo não tendo eu uma opinião formada, seja a favor ou contra, por achar que mãe natureza  sabe o que faz.

Sabemos existirem doenças bastante limitadoras ou completamente limitadoras, mas, com elas, o nosso estado supostamente de direito, pouco ou nada se importa, basta estarmos atentos ao que se passa no nosso serviço nacional de saúde.

Por este motivo, se criaram e criam tantas instituições sem fins lucrativos, para as pessoas supostamente se ajudarem umas às outras, já que, o estado que quer “matar”,  não pretende também curar, provavelmente existirá uma correlação, ou não, quem sabe!!!

Assim sendo, se o estado não quer investir na cura e bem estar das pessoas, porque quer gastar para “matar”?

  • Os médicos, ou os profissionais que vão aplicar a “sentença” não têm voz?
  • É esta a civilização que queremos?

A esperança de vida aumentou (entre 78 a 80 anos ultima actualização DN), onde estão as estruturas para salvaguardar tanta gente idosa?

Por este andar, daqui a uns anos seremos todos muito “velhos” e daremos muito trabalho e despesa ao nosso  “querido” estado, supostamente de direito…

Será que a eutanásia, está directamente proporcional ao estado a que chegaremos?

Acredito que nada que vem do ser humano é assim tão linear…

A historia, mais uma vez se faz agora e agora,  também é a historia de outrora.

Nada se aprendeu, nada se aprende,  nada se aprenderá e assim continuará!!!…

EU E O MUNDO

ESTRADAS E ENCRUZILHADAS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Existem tantos caminhos traçados

Com muitos destinos cruzados…

Entre o caminho e o destino

Estamos nós

Uns sozinhos, outros acompanhados 

Aguardando nas encruzilhadas…

Se uns têm essa noção, outros não

Ainda assim, permanecemos em nós

Crentes de vós

De caminhadas, sobre calçadas amareladas

De rotinas gastas

Aguardando destinos Cruzados

Nos caminhos já traçados

Então, não fiquemos parados…

EU E O MUNDO

EXCREMENTOS DA SOCIEDADE

 

 

 

 

 

 

 

 

Somos seres “inúteis” porque vivemos numa teia mais rebuscada que o pior novelo de lã que serve de brinquedo para um qualquer gato, até ele, nele se consegue perder.

Temos deveres e mais deveres, que deveriam ser apenas deveres e não imposições que acontecem quando alguém resolve ser incompetente e/ou idiota.

Vivemos num estado de “direito”, que de direito apenas têm as pessoas de bem, todo o resto, é uma máquina que trabalha a favor de meia dúzia de cretinos sem escrúpulos, sem formação (note-se que, a formação académica não é para aqui chamada, escrevo sobre formação mesmo, em casa), uns imbecis, que nos sugam até não haver mais.

Vivo numa aldeia em Vila do Conde, que em pleno seculo XXI, não tem saneamento básico.

Contudo, no ano passado, ficaram terminadas as acessibilidades, para que cada utente tenha a sua própria água (canalizada/pública) e esgotos.

Por opção e antecipadamente, comecei a pagar um plano de 60 prestações para pagar o “investimento” que INDAQUA fez, que se vangloria, como se o dinheiro fosse deles, contudo ainda faltam as obras de dentro, para fora da casa.

Estamos a falar de custos na ordem dos 2.500,00 € por casa, só para INDAQUA são na ordem dos 1.600,00 €, conforme o número de assoalhadas (no meu caso 3), depois o valor sobe gradualmente.

Hoje, sou confrontada com uma carta registada, cujo teor,  passo a citar, mas  apenas o que mais importa/interessa :

“ A INDAQUA, fez um investimento bastante considerável para fazer chegar a sua casa agua potável e saneamento básico bla bla bla bla bla bla bla bla bla, (…) recordamos que o não cumprimento da obrigatoriedade de ligação ao sistema predial publico, constitui, nos termos do artigo 72.ª nº 2 do já referido decreto lei, uma contra ordenação punível com coima que varia entre 1.500.00 € e 3.740,00€ , no caso de pessoas coletivas  uma coima entre 7.500,00 € a 44.890,00 € (…) tratando-se de questões relacionadas com a  saúde publica (…) está  notificado para no prazo de 30 dias proceder ao cumprimento do aqui exposto (…)”

As minhas perguntas são:

– Numa aldeia, em que maioritariamente as pessoas têm rendimentos pequenos, onde vão buscar dinheiro para fazer as obras, para assim receber a água?

– Só agora passou a ser uma questão de saúde pública?

– Antes cada pessoa tinha o dever de retirar da fossa e despejar em lugar indicado pelos organismos, com custos próprios, agora vem mais uma PPP, dizer que é uma questão de saúde pública, então e quem paga o que ficou para trás?

– Não deveria ser o estado a arcar com estas despesas, já que vai lucrar muito com elas?

– Porque será que administrador da referia PPP foi presidente de camara?

Este estado que me mete NOJO, em si mesmo e nas pessoas que o representem, mais-valia que todos, os que moramos nestas condições, despejássemos os excrementos nas trombas deles.

É apenas mais um desabafo, porque não posso fazer mais nada do que contribuir para estes excrementos da sociedade.

PS: Agua que todos tínhamos, de poços, de furos, etc, e, que alguns também os querem roubar e usar em benefício próprio, agora só servem para regar, caso contrário também fica exposto a multas!!!!

Mas que merda de “justiça/estado” estes que tem olhos de lince para extorquir dinheiro aos contribuintes e são cegos para todo o resto…

Como diz o outro imbecil, bardamerda para todos

Paga Zé povinho, se não tiveres pede emprestado ao Salgado

 

EU E O MUNDINHO

 

 

NOVA ERA QUE, TAMBÉM JÁ ERA…

 

 

 

 

 

 

 

 

Nunca o mundo foi tão global

Nunca, tão o percebemos como ele é tão desigual

As tecnologias nos aproximam e nos mostram que estamos tão distantes uns dos outros

A realidade virou uma completa banalidade:

– Banalidade de interiorização

– Banalidade na interação física

– Distância quilométrica,  mesmo ao seu lado

– Viagens reais e outras que tais

– Instigação à inveja

– Fazer crer o que não se é, não se pode, mas se quer

– Conexão em tempo real, dentro da virtualidade

– (…)

Tudo  isto que não é pouco, foi criando um vazio e uma falsa imagem do que somos, temos e achamos.

As tecnologias vieram fazer mais mal que bem, basta olhar ao redor, para percebermos que somo autênticos zombies, disfarçados de humanos.

Todos querem ser celebridades e com isso, se propagam programas de TV, que são uma autêntica aberração, em nada nos acrescenta, mas nos mostra o quanto baixo bateu o “ser” humano.

E,

Vale tudo, até tirar olhos, se o objectivo for ter aqueles milhões de visualizações.

O mais lamentável, é que as referidas visualizações são maiores, quanto maior for o absurdo filmado, caso para dizer, que somos carentes de coisas absurdas e estapafúrdias.

Neste momento, já não nos estamos a tornar em seres vazios, nós já o somos, que procuramos numa qualquer tela, algo que nos distraia desta apatia perante a vida.

Coisas deste século, daqui a uns anos tudo isto será normal e outras anormalidades se inventarão…

EU E O MUNDO

BANDEIRAS POR TODO O LADO…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Viajar é ter e saber um bocadinho mais de cada recanto que é visitado…

Já tinha estado nos estados  Unidos, precisamente ha onze anos atrás, embora esteja eu agora de visita na parte oeste, Califórnia, a dita zona mais rica deste grande país, a verdade é que nada mudou…

O “patriotismo” é visto também pela quantidade de bandeiras que vemos em qualquer lugar, particular ou privado, foi e é um conceito que não entendo, nem eles ( depois de alguma conversa sobre o tema), mas que é realidade, a mim não me choca, decerto até gosto, provavelmente também tenho um je ne sais quoi de “pirosa”, mas quem não o tem ?

Por outro lado, o país das bandeiras, tem por todos os cantos e esquinas, gente no limiar da pobreza que chocaria qualquer bom Português, pobre ou rico de consciência…

Mas, viajar também é isto, valorizar o que temos, o que somos, sem desprezar o que os outros  têm e são…

Por terras de USA…

“Viagens”