ESTAR NA MODA, ESSA FATALIDADE…

Estar na moda, tanto pode ser bom, como uma fatalidade, depende de quem nela quer estar e permanecer…

Essa maldita moda que diariamente dita a nossa imagem.

Dita quanto devemos pesar, como deve estar a nossa pele, mesmo se já temos idade suficiente para ter  rugas, dita a roupa que vestimos, as cores, as mobílias, as discotecas, os restaurantes, etc, é uma poluição constante.

Não obstante, para alavancar, temos os críticos de bancada, os estilistas, os formadores em imagem, os personal  shopper’s etc, que nos encharcam com teorias e mais teorias, a fim de melhorarmos em cada dia, dizem, em cada ocasião, mas, com visão completamente distorcida da nossa essência…

Fica em segundo plano, aquilo que verdadeiramente somos, a espontaneidade,  a essência, e tudo que nos apetece ser e fazer, em nome de uma indústria que nos dá a volta à cabeça, à cabeça dos que dela gravitam e que nada mais são, do que joguetes nas mãos de meia dúzia.

É imperativo sair da corrente que nos amarra, mas, nem isso é para  todos, porque significa morar fora da caixa, para tal, é necessária uma força hercúlea  que está apenas ao alcance de meia dúzia, os ditos “anormais”…

Ainda assim,  lá vamos sobrevivendo,  crentes que vivemos …

Estar na moda é mesmo fatal…

EU E O MUNDO

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APRENDER COM VERDADE…

 

Vivemos uma crise de valores sem precedentes.

Somos donos das nossas vidas, ou deveríamos ser, contudo, deixamos que outros o façam por nós.

Enquanto crianças, pouca ou nenhuma escolha temos, mas, depois de adultos já deveríamos poder fazer algumas escolhas.

Acontece que, ao longo da infância somos formatados de acordo com os padrões domésticos e sociais, que nos deixam programas enraizados na mente, que categoricamente nos limitam.

Aprender dá trabalho, é necessário empenho, muito empenho e gosto por ser feliz no que se escolhe, e/ou nos escolheram.

Qualquer anúncio de emprego, pede estudos académicos, até os empregos mais elementares (que de facto não o são), como um(a) simples doméstico(a), o que de certa forma, obriga a que cada vez mais sejamos polivalentes, o que não significa dizer que realmente sabemos acerca dos assuntos.

Aprender com verdade, tem um significado gigante, neste caso, quero dizer, aprender mesmo com verdade, não importando a média final, e/ou estar apenas focado na média final.

Toda esta pressão, que maioritariamente começa em casa, leva a que muitos adolescentes, optem pela via mais fácil, o chamado “copianço”, e, existe cada “copianço” que é de se lhe tirar o chapéu, no pior e melhor do sentido, como tive a oportunidade de verificar

Chegados ao mercado de trabalho, temos então, adolescentes com médias fantásticas, mas, que na prática nada significam, já que, a aprendizagem, não foi feita com verdade, e, quando assim é, o que mais sofre, é quem do trabalho necessita.

Precisamos urgentemente de educar, não para as médias, mas, para a valorização e realização pessoal, seja ela qual for…

EU E OS OUTROS

SER HOMEM…

Eu não sou homem, é facto, mas atrevo-me a escrever sobre o que ele  é.

Ser homem, é carregar o peso de uma cultura machista que se por um lado, o coloca  na frente do mundo, por outro, tambem o obriga a reprimir emoções, por conta desse peso, não o deixando ser genuíno…

Ser homem, é fingir que é forte, quando na verdade o que lhe apetece fugir…

Ser homem e Pai, é sê-lo da forma que muitos não querem que o seja, mas o é, em nome de uma tradição…

Ser homem, é fingir que muito quer o género oposto, mesmo que muitas vezes, o queira bem longe  de si…

Ser homem, é tramado, não pode nunca ficar calado, é ter a última palavra, mesmo sabendo estar errado, é dar murro na mesa, quando apetecia sentar em cima dela, é tomar aquela atitude aquela decisão, sem qualquer vontade de o fazer, mas, tem o dever de ter que ser…

Ser homem, é carregar um fardo do tamanho do mundo, por conta da cultura que ele mesmo inventou…

Mas ser homem, e encontrar uma mulher idêntica, é o cumulo dos cúmulos, por não saber como estar, como reagir, como interagir, como se fazer notar, apenas por estar do outro lado, uma mulher com a mesma posição, e o peso cultural não o deixar agir num patamar diferente…

E assim, as mulheres se subjugam, se anulam, em prol de uma cultura enquanto os homens, somam e seguem…

Nem contra nem a favor, apenas constatação …

EU E O MUNDO

 

SER EMPRESÁRIO…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ser empresário, é carregar o mundo nas costas, o nosso e o dos outros.

Temos outras regalias, mas, também temos outras preocupações (muitas).

Ninguém se compadece, nem estado, nem ninguém, mas sabe-se apontar-lhe o dedo, se algo não correr bem.

Ser empresário, honesto, é como ser funcionário, só que, com responsabilidades acrescidas, essas que  ninguém  quer saber para nada, desde que ao final do mês esteja sempre tudo certo.

Muitas vezes, dorme-se acordado, para ver se o tempo não escapa, par arranjar soluções, quando elas, não se vislumbram.

Ainda assim, uns optam por ser donos de si mesmos, outros nem tanto, e está tudo certo, não fosse o facto de estarem sempre a atirar “pedradas” sem qualquer conhecimento de causa.

Um estágio em cada um dos lados resolveria muito, mas, provavelmente está-se melhor assim, porque assim, existirá sempre o argumento para falar menos bem de quem sempre assegura o fim do mês…

EU E OS OUTROS

NÃO Á MARTERIZAÇÃO

Empresária há 22 anos, numa área dita, nada feminina…

De facto não sou o que sonhei ser, mas, sei ser o que o destino me entregou.

Caí como qualquer outra pessoa que vive , trabalha e tenta, contudo, sempre me levantei e levanto com mais garra ainda, por vezes não apetece, então, para-se, respira-se fundo, e lá se vai de novo…

O que conta na vida,  não é gostar ou deixar de gostar do que se faz, o que verdadeiramente conta, é  sentir que vencemos, mesmo  se não era a nossa zona de conforto.

Recorrer a mentores para nos ajudarem é um risco tremendo, porque a dependência pode ser total.

Na verdade, nem todos nascemos para estar na “frente do touro”,  mas todos nascemos para ser felizes e realizados.

E, se o destino nos entrega algo que nem sequer escolhemos, pelo menos de forma consciente , então, procura-se o equilíbrio em outras “coisas”, no fim bate tudo certo, afinal, não temos que estar satisfeitos e felizes 24/07, seria aborrecido.

Portanto, se está a fazer algo que não escolheu, molde-o a si, siga em frente e busque o equilíbrio em outros afazeres .

Afinal, estamos aqui para viver,  façamos o que fizermos …

Albertina Correia 

EU E O MUNDO

 

OS MEUS DIREITOS …

 

 

 

 

 

 

 

 

Os meus direitos e deveres,  são básicos e basilares.

Tenho o direito de escolher quem quero ser, com quero privar, com quem não quero falar, com quem quero estar, direito de me zangar, de me alegrar, de cantar, até de chorar e gritar…

Tenho o direito à vida bem vivida, esses direitos tão fundamentais, como uma boa cama, uma boa mesa, um  trabalho, uma boa paz interior/exterior, direito a contemplar o belo, o bom, de descansar e de sonhar…

Sonhar com tudo e com nada, apenas sonhar, esse direito tão profundo…

Tenho o direito de acordar e de ver o mundo no mesmo lugar, tal como deixo sempre  nos dias anteriores.

São os meus direitos, que tanto prezo,  tão básicos, e que todos os dias me deito pensando no encontro com eles no dia seguinte…

Durante o intervalo, sonho a dormir, um direito inconsciente, mas tão presente, esse intervalo que nos retempera, e nos oferece sempre um dia novo pela manhã…

Gratidão por estes direitos, que deles não abdico, são a minha companhia, a minha harmonização, o meu Eu….

EU E OS OUTROS

SERÁ QUE JÁ ESTÁ TUDO DITO E ESCRITO?

 

 

 

 

 

 

 

 

Sim, já está tudo dito e escrito, não falta dizer mais nada, nem acrescentar mais nada, sobre temas da actualidade, que não sejam os científicos, e mesmo esses, olhem lá.

Hoje, o mundo  está saturado de teorias, do sobre tudo e do sobre nada, quase que se debate o inexistente, deixando tudo pouco consistente.

Queremos escrever sobre assuntos diferentes, mas de facto, eles já não existem, apenas existem circunstâncias e pessoas diferentes, que dão outra tonalidade aos mesmos temas e ainda bem.

Por isso e por isto mesmo, ainda  se escreve, sobre tudo e sobre nada, eu sou um caso desses, porque escrever alivia a alma, purifica os pensamentos, trás lucidez, combate a apatia, etc., um cem número de benefícios que de outra forma seriam impossíveis.

Escrever é libertador, ter quem nos leia, é reconfortante, quando mais não seja pela diferenciação das circunstâncias e do país.

EU E O MUNDO

DIREITOS DOS HOMENS… 😬😏

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Numa altura em que tanto se fala na igualdade de género e na defesa dos direitos pela igualdade feminina, eu começo a ter pena dos homens, portanto, quero juntar-me a todos eles, para que também eles, lutem pelos direitos iguais aos das mulheres 😆

Prometo que os ajudo nessa terrível tarefa, pela igualdade de direitos 🤓

Nao é fácil ser Homem hoje em dia, é muita pressão laboral, dias e dias arrasadores entre empresa/trabalho e a casa, para o tão merecido descanso 😩

Homens, estou do vosso lado, para me juntar à vossa causa, pela igualdade integral,  seja de salário ou de tarefas, está na hora de pôr mãos  à obra 😌

Slogan pode ser :

“ Nós Homens, também queremos os nossos direitos iguais aos das Mulheres”

Estamos fartos de tanta descriminação pela igualdade de género, queremos os nossos direitos iguais aos delas 🤗

Assim, a minha luta agora passou a ser a vossa luta 😏 🤔

EU E O MUNDO

HOJE…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje, é onde eu estou presente, onde sinto tudo na hora certa, bom e menos bom.

Amanhã, não sei como será, portanto é um mistério, que só serve para abrilhantar filmes.

Agora, estou aqui e sou suficiente, só preciso do que está presente.

Por vezes criam-se “raivas”, por causa do passado, e não se caminha certo para o futuro misterioso.

Eu não gosto de mistérios, nem de surpresas, nem do passado nem do futuro, gosto apenas do que simboliza esses estados, do e no  tempo, todo o resto é fumo sem chama.

Estou aqui, daqui a pouco não sei, mas agora é isto, deixo aqui escrito, porque este é o momento certo, a hora H, vamos ver o que me reserva daqui a um segundo, um minuto ou uma hora, prometo estar presente, e ser de novo suficiente…

EU E O MUNDO