CONTRADIÇÕES ?

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Só se ama uma vez…. de cada vez…
É sempre desigual, mas não menos normal…
O coração pede, a cabeça decide e ama-se de novo, diferente mas pode ser de novo imponente…
O problema do amor é que nem sempre se conecta com a pessoa (dita) certa…
Por isso se maltrata essa emoção pois que, perece nunca haver ou encontrar razão…
Mas ela é sábia e se não se conecta é porque não tem que ser e nem por isso é suposto doer…
Mas quem sofre, normalmente não sofre de amor, mas sofre por falta dele…
E não tem que se sentir culpado , se o seu amor foi para outro lado…
O amor é imenso, estável, mas busca sempre pessoas intensas para o compreender como tem e deve ser …
Quando mais precisamos de amor e compreensão, eis que derramam sobre nós, lágrimas da própria emoção , nos inundam e se deixarmos, até nos afundam…

(VIAGENS)

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CONTRASTES…

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Viajar é absorver sabedoria e realidade diferente da nossa…

É tão díspar o mundo e as pessoas que nele habitam…

Pensam ser os maiores, depois comparamos e verificamos que o mundo, do outro lado, o suposto primeiro mundo, fica tão aquém do que vemos temos no nosso…

A disparidade social é gritante, a arquitectura é desenho disso mesmo, cada humano encaixa na sua degradada casa, ou na sua majestosa rua, onde os primeiros nem sequer podem entrar…

É sofucante ver dentro deste mesmo reino, tantos pequenos reinos sem reino…

Cada um por si, ao ponto de nos sentirmos culpados…

É mais uma experiência, mais uma vivência, para fundamentar que o meu, é um melhor lugar…

No meio de tudo isto, lá encontrei  um pequeno oásis, onde me pude encontrar de novo, ganhar um pouco de energias para seguir em frente …

Embora seja Japonês, o jardim, é mais uma amostra, dentro do tal dito grande reino ou até dono do mundo…

Prefiro o lado de cá, o meu, onde me refugio  e iludo que o outro mundo não existe, existindo…

(VIAGENS)

 

VOLTAR ATRÁS PARA?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Penso que todos já lemos ou ouvimos a historia de pessoas idosas por exemplo, que e no fim da vida o seu maior arrependimento é não ter dado atenção a isto ou aquilo, ter valorizado mais isto ou aquilo, não ter feito esta ou aquela viagem, não ter dado um murro na mesa quando necessário, como se pudessem ou quisessem voltar atrás e fazer diferente.

Achamos mesmo que as pessoas se arrependem do que fizeram ou não fizeram?

Claro que não, fizeram porque as circunstâncias ditaram para fazer, da forma que foi feito, nem mais nem menos, apenas isso.

Acredito piamente que em cada passado, tudo foi decido em consciência, em detrimento de outras coisas e/ou pessoas e não é por estarem a morrer ou no final de vida que tudo seria diferente, nada disso, estes arrependimentos acontecem porque o que na verdade se quer, é viver mais um pouco, crentes de que fariam diferente, mas em verdade, fariam mais igual, afinal o que muda é a vontade de não morrer, como se deles isso dependesse e não de ultrapassar as normas e regras impostas, até porque, apesar de sozinhos, as normas e regras serão sempre a nossa companhia.

“AGORA É O MOMENTO”

AGORA É O MOMENTO…

 

 

 

 

 

 

 

 

A vida nem sempre é como queremos ou pensamos que queremos, mas, é sobretudo como a construímos e o resultado dela, é a construção que foi feita ao longo do percurso.

Por vezes, pensamos de nós para nós, mas que porra de vida a minha, sem ter a noção da vida que consciente ou inconscientemente foi escolhida.

Não obstante tantos chavões, tantas teorias, tanta informação do que é supostamente certo, nada, mas mesmo nada, resolve, justifica, ou simplifica o que vai em cada ser humano.

(…)

Somente nós, enquanto seres individuais que somos, podemos gerir o que nos vai dentro e fora do corpo físico e psicológico, ninguém pode ou sabe opinar, porque, ninguém mora dentro de nós, apenas creem com verdades e experiências próprias, que são mesmo isso, as próprias, nada mais.

Se todas as teorias, quando aplicadas surtissem efeito efectivo e longitudinal, como o mundo seria descomplicado, mas depois, lá vem a outra teoria do: ainda não está preparada(o), ainda não evoluiu o suficiente, para assim se justificar a falha de cada uma delas.

(…)

Por toda esta temática que tende a gravar-se e com isso também a proliferação de “entendidos” nas matérias que se multiplicarem, cada vez mais as pessoas ouvem dos outros, o que é melhor para si, mas não se ouvem a si mesmos, aos seus problemas e alegrias, porque vivem focados no exterior e por assim pensarem que lá reside a solução.

Tanta tinta está gasta, tanto livro vendido, tanto autor dito profissional e amador, tanto e tanto derrame de conversa para cima de nós, que já estamos afogados e ainda não o percebemos (ou já).

E, anestesiados lá vamos fazendo de conta que acreditamos, para assim seguirmos em frente sozinhos ou acompanhados, de teorias alheias que não sabem o que dizem e o que dizem resume-se a nada que nos acrescente.

(…)

As opiniões e soluções se multiplicam, e, é de mais facilidade a sua aplicação quando a pessoa “bate no fundo”, dizem os entendidos, pois está claro que sim, depois que se bate no fundo, só resta morrer ou subir, simples assim.

A natureza é tão, mas tão magnífica e sábia que se encarrega de colocar tudo no devido lugar, a opção, essa, é apenas a de cada um, seja a de pedir ajuda alheia, ou de naturalmente fazer a subida ou assumir a morte.

(…)

Qual profissional, também não tem problemas e recorre aos outros métodos ou aos mesmos, para se ajudar a si próprio, e/ou pedir ajuda?

Tantos, mas tantos, que é caso para dizer que a nossa saúde também está doente e assim a (des) compreensão até é mútua.

Sim eu sei, por vezes é necessária ajuda, dizem que profissional, nada mais incorreto, toda a ajuda “profissional” apenas serve para acalmar momentaneamente os nossos estados mais emocionais sejam de ordem positiva ou negativa, pensamos nós que de nenhuma resolução, como se pessoas externas as pudessem resolver, nada mais errado.

(…)

Fica a pergunta de quem me lê, quem sou eu para escrever sobre este tema?

Fica a resposta:

Sou um ser individual, com uma experiência própria, com uma visão da vida e vivência que abrange o que sou o que observo e que é tão ou mais valida que qualquer outra, afinal tudo são caminhos e se quisermos, este pode ser mais um, neste caso o meu.

(…)

Albertina Martins Correia

CABEÇA PESADA…

 

 

 

 

 

 

 

 

Tenho a cabeça pesada, talvez de pensamentos, dos quais não posso, nem consigo fazer nada…

Vão-se acomulando paulatinamente, sem querer estravazam, querem saltar para fora do tempo, portanto é hora de ficarem dentro…

Até lá, a cabeça pesa, as sinapses desaceleram, faz-se silêncio e o pensamento adormece…

Para já estão deste modo, sempre a lembrarem que estão a ocupar espaço, pedindo impiedosamente que os leve daqui para outro lugar…

Esta  cabeça pesada de tudo e de nada, onde tudo e nada é bastante, numa mente acelarada por vezes até desesperada…

Talvez pela noite, eles fujam por entre sonhos e ilusões e quem sabe pela manhã tudo esteja mais leve e a mente finalmente sossegue…

Hoje foi assim, amanhã logo se verá…

”PALAVRAS”

TANTO PARA DIZER…

Percorrendo o meu blog, percebi que tudo é sempre actual e é tal e qual…
Este artigo veio mesmo a calhar, no tempo certo, para não dar lugar a incerteza…

Por vezes é complicado gerir uma forte emoção, porque ela raramente provém da razão.

E quando não vem da razão, mas da especulação própria, fica difícil manter o alinhamento, então, é normal que se navegue à vista, e se umas vezes a coisa até sai bem, por ordem do destino, já na maioria das vezes, acaba sempre em náufrago.

Entao, naufragamos sem noção do perigo a que nos expusemos , tal a vontade de rasgar o vento, derrubar o tempo, ultrapassar barreiras e limites, em busca de um pouco de sol, e, com isso, acaba-se queimado, ensopado, e arrasado…

As emoções são mesmo assim, quanto mais fortes, mais descontroladas, pensa-se o que não se quer, diz-se o que é suposto não dizer, contradiz-se sem jeito, porque a tramada da emoção quase nunca tem razão…

Quando não somos donos de fortes emoções,  corremos o risco de ser rotulados de frios, calculistas…

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ANTES E AGORA…

Quanto tudo era simples, o tempo  pedia-nos permissão para avançar…

Passar mais ou menos devagar, dependia exclusivamente de nós…

Entretanto, baralhamos o tudo, porque lhe demos mais do que ele suporta, para fazer em pouco tempo, ou no tempo que necessita…

Resultado, o nosso tempo anda exausto, frustrado, por não ter tempo para coisa nenhuma, como se não fosse bastante, embrulha-nos nele, inventa mais tempo, que acaba por nunca dar para mais nada…

Ele e nós,  nós e ele, já não nos sintonizamos, empurramos para o tempo, culpa que o tempo não tem…

Antes era simples, o tempo pedia-nos permissão para a avançar, hoje somos nós que pedimos  para ele abrandar…

Albertina Correia

  1. 24/04/2018

 

SOU EGOÍSTA…

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Porque o mundo morre e eu estou aqui sem fazer nada para ajudar…

Os grandes roubam e eu não faço nada para os deter…

As crianças definham em certos lugares e eu aqui parada, sem fazer nada…

Os idosos, são entregues a si mesmos, ou a alguém que não os tratam bem e eu aqui…

Ao mesmo tempo, o universo faz sol, faz chuva, faz neve e eu a recebo da melhor forma que sei, que posso e até gosto…

Sou uma alienada deste mundanismo cretino, não faço nada de nada, contemplo o que me é dado todos os dias pelo universo, porque ele sabe  fazer certo…

Trabalho, pago e pago e pago, e trabalho, trabalho, trabalho e pago pago pago, no final regresso a casa, e não quero saber de mais nada…

Sou assim egoísta, já não quero saber de nada, mesmo sabendo…

Escolhi, o que mais me importa, apenas viver, porque tenho a certeza de que nada mais posso fazer..

Ainda assim, sou uma privilegiada, porque vou tendo trabalho, para também pagar pelos que não fazem nada…

E egoísta deste jeito, vou contribuindo para uma metade de sociedade morta de cansaço, a outra metade mata, esfola sem se dar conta, porque o que para eles conta, não é mais que não seja a realidade que conhecem…

Exigem de meio mundo (pelo menos), o que ele não querem , não podem, não conseguem, mas nos afundam, nos fazem egoístas, por nos atarem as mãos e pés, deixando o nosso chão sem fundo…

E, desta forma continuo egoísta, porque o cansaço me levou para esse espaço…

EU E O MUNDO

UMA QUESTÃO DE RELIGIÃO OU “ANALFABETISMO” PESSOAL? AS DUAS, OU TALVEZ NENHUMA…..

 

 

 

 

 

 

 

  1. “O Farmnews atualiza seus leitores para os dados que revelam os maiores produtores mundiais de carne bovina em 2017.”

“A vaca é um animal sagrado para o hinduísmo, religião de 80% da população da Índia. Seus adeptos acreditam que o bicho encarna valores como o altruísmo e a não-violência. Afinal, a vaca dá muito de si, como o leite e o couro. Em troca, recebe muito pouco: capim e água.”

maiores produtores mundiais de carne bovina

http://www.farmnews.com.br/mercado/maiores-produtores-mundiais-de-carne-bovina/

Uma questão de religião ou de alfabetismo pessoal?

Hoje em dia, não se pensa com a própria cabeça, mas apenas com/pela cabeça dos outros, até porque, pensar dá trabalho na medida em que não se fazem raciocínios lógicos.

É tal como dizerem por aí “sou católico não praticante”, que é isto?

Ou se é ou não se é ponto.

Dá para ver no gráfico em cima, que a Índia é o 5º exportador de carne bovina, a tal que deveria ser sagrada, e por isso não se pode comer, mas pode-se exportar, afinal é sagrada, porquê mesmo?

Deixa-me pensar, é que sendo  sagrada dentro de portas, sempre sobra mais e  a custo muito baixo, para engordar os bolsos dos 1% que dominam o mundo…

Curiosidade (mais uma):

Porque andam muitas  vacas à solta na Índia e que  passam por nós como se nada fosse?

Por serem sagradas dizem, ou diz-se por lá, mas, o que  não dizem, é que se alguma vaca morrer, o dono dela tem que pagar um alto imposto ao estado e por isso mesmo, as soltam para rua,  assim não são vacas de ninguém , como tal não da lugar a imposto…

Religião será porventura uma forma eficaz de controlar pessoas…

EU E O MUNDO

 

 

!TEMPO!

 

 

 

 

 

 

 

 

Que não se deixe morrer o tempo…
As pessoas, essas, vêm e vão, sendo que, “na natureza nada se perde nada se ganha, tudo se transforma” ( Lavoisier), então, não se foque no passado, nem no futuro, não deprima com o presente, deixe o tempo ter tempo e com tempo, tudo de transforma…
Os legados são apenas legados, nada mais que isso, servem as circunstancias do momento, servem de barómetro para um possível futuro, contudo, deixemos que tudo se faça, apenas fazendo-se…

Albertina Correia