MULHER VS HOMEM !!

 

 

 

 

 

 

 

 

Tanto se escreve sobre a mulher, sobre os modelos, artimanhas e formas de estar, para que ele fique com ela, estratégias para não o deixar ir embora, etc, etc, etc.

Lixo e mais lixo escrito e, quase sempre estes escritos são escritos pela mão feminina, num mundo que se quer mais igualitário…

Já o homem, esse, raramente escreve, mas quando escreve, também é cada verborreia que nem ao diabo lembra…

Escrevem eles:

  • O corpo não é o mais importante, mas depois só querem as “manequins”!
  • Pedem-nas inteligentes, mas depois não têm paciência para elas!
  • Querem-nas cuidadoras, mas depois as acham umas chatas!
  • Querem-nas boas mães,  donas de casa e profissionais, mas depois queixam-se que não tem tempo para eles!
  • Querem-nas sempre muito especiais, mas depois querem-nas sempre mais iguais!
  • (…)

Escrevem elas:

  • Cuidar bem dele, mas depois esquecem-se de cuidar delas!
  • Cuidar do corpo, mas depois não têm tempo para eles!
  • Cuidar da casa, dos filhos e afazeres, depois estão cansadas para tudo!
  • São especiais, mas se fazem de menos especiais, para não irritar a outra espécie!
  • (…)

Estas, são algumas das aberrações que se lê,  por isso mesmo,  as relações e relacionamentos são pouco ou nada intensos, mas acima de tudo falsos.

Tanta gente mergulhada na frustração, por não  conseguir ter o que pretende ( serve para os dois géneros), pela simples razão  que nenhum é verdadeiro, naquilo que mais valoriza, depois, têm sempre mais do mesmo.

Ou será que somos sempre mais do mesmo?

Contudo, mulheres, valorizem-se em primeiro lugar…

Só o amor é válido , o dinheiro ajuda e a inteligência administra, o resto é resto, como tal, vai para o lixo…

EU E O MUNDO

Anúncios

VIOLÊNCIA (DOMÉSTICA)!!…

 

 

 

 

 

 

 

 

Qual o estado psicológico/emocional da  mulher, para que esta permita que alguém lhe bata?

Desde educação, dependência monetária, dependência emocional, baixa auto estima, medo, vergonha, entre outras, etc., todas são macabras.

Mas, no conjunto destas, considero o medo e a vergonha as principais de todas.

Fisiologicamente, o homem é mais forte, não mais inteligente (convém frisar) mas o mais forte , e exerce esse domínio sobre quem fisicamente considera mais “fraco”.

É preciso uma dose muito grande de coragem, para reverter esta situação que a maioria das vezes, acaba em suicídio ou homicídio, já que, as entidades que as deveriam defender/proteger, também estão abrangidas por uma grande dose, destes “seres” que se julgam mais “fortes”.

Depois vem a vergonha, de levar pancada, de achar que falhou na relação, outras (muitas) porque necessitam de dinheiro, etc,.

Este assunto, é por demais debatido, mas por mais que o seja, é de difícil resolução, porque mexe com muita emoção, seja no feminino seja no masculino.

Haverá provavelmente o contrário, também, mas aí, a vergonha ainda será maior, contudo, diferente.

Esta cultura ancestral que se carrega, pesa demais no que concerne ao género, dito mais “fraco”, mas ela (a cultura) deve ser desfeita e refeita, mas, em um país tendencialmente católico, e até machista (um pouco menos, mas é) a coisa piora substancialmente…

Por onde começar?

Não sei, cada caso é um caso, mas a solidariedade, o bom senso, uma boa dose de lei bem aplicada, acho que faria um grande progresso…

Digo eu que disto, pouco ou nada sei, e muita coisa nem posso escrever…
Porém, é um crime que tem andado impune…

EU E O MUNDO

O VIVER QUE NÃO É O MESMO QUE TER VIDA…

 

 

 

 

 

 

 

 

O viver é tramado, porque a vida é simples.

Deparámos-nos todos os anos, com mais um virar de ano, o que muda, é mesmo a idade cronológica da cada coisa e cada ser.

E, em cada ano que muda, inventa-se e reinventa-se de tudo e mais alguma coisa, para que as vivências tenham um objectivo e/ou sentido, neste caso e economicista, o tal que move as vivências e o mundo.

É este estado economicista da “coisa” que atrapalha a vida na sua essência, pois que formatados, já ninguém consegue fugir da forma e os que saem, “Deus me livre”, que apelidos levam eles.

Hoje, foi mais um dia de reflexão sobre tudo isto que é muito mais que isto tudo que aqui deixo, pessoas sem sentido , sentidos sem pessoas, emoções que vagueiam sozinhas pelas ruas, ruas vazias de pessoas e multidões solitárias.

Corrupção com e sem sentido, corrupção consentida, pessoas que nada fazem mas tudo querem, outras que nada querem e tudo têm e ainda assim se sentem sem nada, um sem fim de situações que nos remete para psicólogos e psiquiatras, também eles, completamente pertencentes à forma, e dar resposta formatada.

Somos vidas solitárias, num mundo repleto de vivências em grupos de multidões…

EU E O MUNDO

PENSANDO EM NÃO PENSAR…

 

 

 

 

 

 

 

 

Porque pensamos, se muitas vezes nem queremos pensar?

A mente, o cérebro, está em constante movimento, criando e recriado, formas e fórmulas para dar forma ao que pensamos, e por isso mesmo, pensamos tantas, mas tantas vezes que chegamos a levar  o pensamento até à exaustão.

E quando exaustos, neste caso o pensamento,  fica para trás todo o discernimento ou a falta dele.

Quando atolados em tantos atalhos, para tentar perceber qual o certo, ou o mais adequado, eis que ficamos sem norte e perdemos-nos no meio de tanta encruzilhada.

Mas creiamos que no meio de tanto pensar, em algum lugar ele se vai alojar, então percebemos (ou não), que a parte física é grandemente afectada, criando bloqueios que por mais que queiramos, nada podemos fazer enquanto o pensamento  continuar a doer.

Uma solução, é a meditação, essa prática de bem ser e estar que resolve de forma eficaz, todos estes pensamentos que muitas vezes, ficam engarrafados, não andam não desandam nem desaparecem…

EU E O MUNDO

 

CONTUDO, SIMPLES…

 

 

 

 

 

 

 

 

Creiamos, que tudo tem um sentido

Mesmo se ainda não o tivermos entendido

Planos, brigas, desculpas e culpas

São pensamentos e caminhos que traçamos

Para nos escondermos

De tudo que mais tarde, veremos ou teremos…

Nós próprios atrapalhamos a nossa engrenagem

E, sem sabermos muito bem

Acabamos por atribuir as nossas culpas a alguém…

E esse alguém que quase sempre é ninguém

Vai acumulando tudo que nele depositamos

Até que um dia, acordamos

Percebemos que o caminho longo que trilhamos

Foi culpa por tudo aquilo que pensamos

E disso os outros culpamos…

EU E O MUNDO

INCREDULIDADE DA NOSSA VERDADE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E, a vida não é difícil, difíceis são as regras que nos impuseram em nome dos bons costumes, não os nossos, mas os deles…

Hoje vivemos sufocados, acorrentados, manipulados, atordoados, com amores inventados, para cumprir regras a preceito, muitas delas sem qualquer jeito…

Fazemos e dizemos as verborreias mais incrédulas que ninguém acredita, mas,as ouvem como são, fazendo com que elas prevaleçam como verdades reactivas, sem qualquer expectativa se são verdade ou mentira….

Assim vamos caminhando, uns pensam que certos outros pensam que muito errado, porém, vão lado a lado…

O tempo vai passando, com ele, procura-se um sentido para a vida, e, a vida tal qual é não tem sentido neste mundo da “humanidade”, em que vomitam para cima de nós o que pensam ser a sua verdade…

Assim nos encharcam, tiram-nos o foco, e fazem-nos crer que o nossa vida e o nosso viver, são as regras que cada um deles quiser…

E, até se pode mudar de país, de religião,etc, mas as malditas regras continuam na nossa mente e sempre na nossa mão…

Queremos delas fugir, por estarmos certos que delas não mais queremos, mas somos prisioneiros consentidamente, sem sequer questionarmos nossa mente, e, assim acordamos sempre mais um dia, procurando novo sentido para a vida…

Esse sentido que é um só, viver e deixar viver, da forma que cada um quiser, sem julgamentos externos, de pessoas que nada sabem e o que sabem, nada é do que querem ou dizem…

Viver e deixar viver, é assim que deveria ser….

Albertina Correia

PENSAMENTO QUE ESTAVA NO BAÚ :)


 

 

 

 

 

 

 

Pensamos que achamos saber
tudo aquilo que vai em outra mente
por vezes achamos que sabemos
e nada sabemos concretamente

Fazemos castelos no ar
de tudo que gostaríamos, saber certo
mas tudo não passa de ilusão
do que gostaríamos  ter razão

Vamos pensando constantemente
em tudo muito e bastante
em coisa grande e pequena
e  tudo que pensamos valer a pena

Baralhamos os pensamentos
com tantas coisas sem fim
nada sabemos do outro
nem o outro sabe de mim

Cada um seu lugar
pensar forte e acreditar
não importa a outra mente
porque nada sabemos concretamente…

07/10/2013

PORQUE SE “VIAJA”?

 

 

 

 

 

 

 

 

Porque se viaja?

“Viajar”, é um privilégio de quem gosta e tem vontade, e, mesmo não podendo, se faz alguns esforços para que tal possa acontecer.

Não é um preciosismo, ou querer coleccionar viagens, é sede de cultura fora das portas, após ter devorado, o que existe dentro delas.

Viajar, é refrescar a memória e memórias, é encher a mente com lugares e assuntos que de outra forma não seria possível.

Ver em livros é bom, mas chegar aos locais e sentir o chão, sentir as pessoas, sentir o passado, apenas sentir, é algo que salta para fora da dimensão literária.

Depois, isso sim, depois, podemos de novo voltar a escrever, sobre assuntos, pessoas, culturas, e outras coisas que ninguém entende, porque escrever ultrapassa o viver.

Contudo, escrever e viajar, andam sempre de mãos dadas, porque quem viaja e escreve, vive de forma dupla, o sentido literal de vida única…

E porque assim é, e assim também sou, escrevo sempre mais um pouco, acerca de tudo e de nada, sendo que  a soma de tudo e nada, é igual a transcendente…

Por isso, apenas escrevo …

EU E O MUNDO

ESCREVER, PORQUÊ?

 

 

 

 

 

 

 

 

Porque alguns de nós têm a necessidade de escrever?

Muitas vezes me coloquei esta pergunta, mas, não tenho nenhuma resposta conclusiva.

No que a mim diz respeito, escrever é mais do que viver, é colocar em palavras, o que muitas vezes a realidade não acompanha.

Mas a realidade é subjectiva, e,  é essa subjectividade mutante que mora em mim, na súbita vontade de escrever o que entendo e o que não entendo, ou entendo de forma insatisfatória.

Uns, dirão que serão manias de intelectualidade (como já ouvi a propósito de quem escreve), outros apreciam porque gostam, por se reverem, e esperam sempre um pouco mais, outros não estão sequer “presentes” para esta temática, pois que,  nem todos podemos e devemos ser iguais, porque de facto não somos, por diversas circunstâncias, ou circunstâncias de cada um.

Gosto de escrever sobre tudo e sobre nada, porque apenas gosto de escrever, assim como gosto de ler, é indissociável…

Escrevendo clarifico e até complico ideias, as minhas sobre as dos outros, e vice versa, mas principalmente,  “entorno” as minhas palavras que se amontoam dentro do meu cérebro, e que esperam todos os dias na fila, para serem colocadas cá fora.

Este processo chama-se esvaziamento, só comparável (muito pouco) com a meditação, para dar espaço a outros assuntos…

Colocar em papel, é um efeito colateral que  me faz bem..

EU E O MUNDO