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Nao foi num banco qualquer
Nem em qualquer estação
Foi num banco de Paris
E na estação que eu mais quis…
Os outonos são sempre iguais
Dizem os entendidos
Para mim só tem um outono
Mergulhado no meus sono…
Pode até ser um verão
O nome da estação
Mas na minha memória
Ficou para sempre gravado
Aquele outono passado…
E, não foi em um banco qualquer
Foi num banco em Paris
Onde tudo é luzente
E mesmo com o cair da folha
Tudo é tão transparente…
Foi na cidade da luz
Que meu outono brilhou
Naquele banco com folhas
Naquela calçada alaranjada
Aquela conversa gravada
Para sempre eternizada…

(Estados de alma)

06/11/2014
AC

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