E no dia 23/ Abril / 2016, que não sendo por acaso é o dia mundial do livro, o meu 2º  começava  deste meu  jeito;
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Era apenas o começo de um retorno no tempo, e estava preparado cenário exterior, num tempo quase medieval, onde tudo era mais essência do que propriamente matéria, e a matéria não se sobrepunha tanto à essência, ou se quisermos, tudo é proposicional ao tempo que se vive…

Era importante que nada ficasse por conta do acaso, até porque, os convidados não poderiam ficar defraudados, nem com o tema do livro nem com todo o cenário para já o de entrada…

E assim caminharam expectantes, para a parte de dentro Da Alfandega, que foi “pequena”, para as os convidado, conhecidos e desconhecidos, que ali se fizeram aparecer… Afinal estávamos num tempo Medieval, paredes meias com Sec XV…

A entrada foi faustosa, com pompa e circunstância, que deixava antever o que dentro provavelmente iria acontecer, mas, comecemos pelo segundo patamar, o all de entrada;

 

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Pois é, prometia, mesmo a avaliar pelo cenário, os olhares estavam estáticos olhando ao redor, tudo era tão,  mas tão glamour, e aquele som vindo de longe? Não era o futuro, não,   era mesmo o nosso presente disfarçado de passado ausente,  e o som não era do além , mas sim daquela Harpa que ainda ninguém a sabia parte do cenário do 3º espaço… mas, eis que passados segundos, do tamanho de horas são presentados apenas do lado oposto, com o que viria a ser o nosso belíssimo Porto de Honra ;

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Nada, mas nada foi sem querer, tudo foi elaborado ao mais ínfimo pormenor, desde a decoração (RD Atelier), até aos doces conventuais decorados à época…E, claro está, o Vinho do nosso Porto, os candelabros, que se foram acendendo à medida que tudo acontecia…

(continua)

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