O tempo está a contar
Não se esgota, mas vai para outro lugar
E nós vivemos à pressa
Atrás do que não interessa
Esquecendo que o tempo não pára
E, atrapalhados nem pensamos…

Voa num corrupio
Carregando energias de outras vidas
Não as devolve, soma e segue para outras bandas
Rodopiando em torno de nós
E nós, aparvalhados fingimos que acreditamos…

Coisas do tempo
Que cria emoções, sensações, energias
Que utilizamos sem saber
Quando esgotados
Pensamos que o tempo está parado…

Só que, ele avança sem pedir permissão
E, ou nos deixamos ficar
Ou subimos nele
E com ele nos deixamos voar…

Silêncio (2016)

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