O amor é tão simples, ou se preferirmos, é uma simplicidade singular…

De facto, não se deve jogar fora amor, porque dele, não existe muito ao Deus dará , ou é raro,  como comummente se diz por aí fora, contudo, não se pode aceitar esse mesmo amor , por esse mesmo motivo…

Porque se escreve tanto sobre amor, e quase ninguém  sabe amar?

Talvez porque se tenta encontrar uma fórmula  tão especial de amar, só que, não existem formas especiais, pois amar, é apenas amar, ser feliz, apenas por saber que o outro é feliz, mesmo se estiver do outro lado do mundo, ou não estiver presente, o amor é transcendente, não sente ciúme de gente, mesmo quando está noutro alinhamento…

O amor, não grita, não esperneia, não se impõe, não se implora, não se gasta, nas faz birra, não sente ciúme, não acorrenta, não questiona, não escolhe género, não controla,   o amor é livre, o amor é liberdade, o amor é o estado avançado da nossa existência, por isso mesmo, tão poucos o sentiram ou sentem, e,  tão poucos o compreendem, ou o explicam na sua forma tão própria…
Sempre iremos amar, e se não houver mais ninguém, nos teremos sempre a nós, porque, mais que amar o próximo, temos a obrigação de nos amarmos em primeiro lugar, e não , isso não é egoísmo, isso é saber amar, mas, em estado avançado…
O amor é assim mesmo , é expontâneo , não se aceita e não se dá, apenas porque sim, o amor merece o melhor,  para de facto poder amar…

 

EU E O MUNDO

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