Só se ama uma vez de cada vez
Enquanto um não acabar, um outro não pode começar
E no caminho, entre um e outro
Existe um aprender, entre o que se tem, e o que “deveria” ser
No fundo, sempre se ama
Antes durante e depois
Amar é um acto de se ser, de se viver
Amar, é fora do lugar, são sentimentos a extravasar
Uma vezes domados, outras descontrolados
É como respirar, ou aprender a andar
É um verbo presente
Que para ser substituído
Este tem que ficar ausente…
E assim se ama eternamente…

Silêncio

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