Pensar é uma arte…

Como arte sui generis que é , requer muito empenho nas diversas vertentes, tais como:

  • Dedicação, ilusão, frustração, acomodação, visão, atenção, sabedoria, ignorância, “autismo”, silêncio, entre tantas outras valências…

Acima de tudo, e, como qualquer arte que se prese,  é necessário ter o dom, todo o resto é simplesmente, técnica.

Como são tantas a valências que têm que se possuir, juntá-las todas, separá-las, isolar uma de outra e fazer muitas vezes de conta que nenhuma existe, é o clímax da Arte que por vezes faz parecer que quem a tem, não possui cérebro.

Contudo, muitas vezes, fazer de conta que não se possui cérebro, é uma virtude, que cabe bem dentro desta Arte, diria até que malabarismo…

A Arte de pensar, mais não é, do que se pensar em tudo, em nada,  e,  de tudo ou nada,  fazer de conta que o que se pensa, faz sentido para quem quer “ouvir” os nossos pensamentos.

Por vezes os pensamentos parecem loucos, parecem evasivos, parecem imbecis, parecem descabidos, parecem megalómanos, parecem insignificantes,  parecem tudo e não parecem nada, portanto,  chegados a este estado, a cortina baixa, o pensamento recolhe lá dentro, porque é tempo de arte adormecer para voltar de novo a renascer, pare esta Arte do pensar, que neste caso é a de viver…

ARTE
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