(…)

Sentou-se a contemplar a luzes brilhantes que reflectiam na água, apesar da visão magnífica, esta, agora se mostrava turva, devido às lágrimas que silenciosamente caiam pelo rosto, sem ordem expressa para o fazerem.

O vento soprava lento, acariciando o rosto, levando com ele pedaços de lágrimas, o cabelo desembaraçado colava-se ao rosto molhado e foi assim que esperou minutos infinitos, pelo João, que tanto queria que viesse depressa ou que não viesse de todo.

Não tardou muito que o seu telefone tocasse. (…)

AC

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