(…)

Assim continuou, envolvida num turbilhão de pensamentos, ao mesmo tempo que sorria para o filho e o acariciava, enquanto ele se alimentava, no seu peito tapado, e ela pensava de, como era tão bom ser pequenino.

 

O Manuel,  esse, estava esparramado no banco, como se tudo fosse dele, de pernas abertas, cabelo escangalhado, desfraldado, de quando em vez coçava as partes, mudava de posição, e lá continuava ressonar como um porco, perante o desconforto de quem com ele Compartilhava a carruagem. (…)

 

UM CAMINHO

 

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