Porque andam os humanos, a discutir o seu território, a falar de valores e/ou a destruição deles?
Porque querem circunscrever a sua posição geográfica?
Porque não sabemos lidar uns com os outros? Porque, porque, porque?
O planeta terra, foi dividido em partes, onde habitam modos diferentes de vida e de valores, de pessoas, estamos a querer misturar tudo, pensado que o resultado é um ser humano perfeito, não, não é, porque o ser humano está longe de ser perfeito, mas, pode ser mais do que aquilo que é, não fosse o facto de ser tão influenciável, e pouco ou nada pensante.
Que me interessa que o meu vizinho seja católico, budista, evangélico, negro, asiático, muçulmano, branco, etc, ?
Interessa e muito “ cada macaco no seu galho”, como diz o velho ditado, misturar azeite com água é impossível, andamos todos a fazer de conta que nos aceitamos, quando na verdade nos abominamos.
Não vale a pena viver o faz de conta, porque o que que conta, tem medo de viver.
Somos todos formatados para pertencer a uma qualquer forma, então que nos deixem nas nossas formas, não nos imponham outras, desformatadas.
Eu sei viver com a diferença, desde que a diferença não tenha a mania que o é, na falta de bom senso, que se limite de uma vez os territórios geográficos, e a “César o que é de César” com tudo de bom e menos bom que cada “império” tenha…
Irra…
EU E O MUNDO
Belíssimo e sucinto texto que escrevestes, Albertina…! Precisamos, urgentemente, do amor. Só assim poderemos con-viver de forma mais harmoniosa. Seu post clareou alguns pensamentos meio apocalípticos meus. Mais uma vez, o meu muito obrigado!
Obrigada pela apreciação
“Meio apocalípticos” assim estamos, ainda que anestesiados com o socialmente correto