
Este Natal não vai ser igual…
Não fiz árvore, porque tenho o jardim repleto delas…
Não vou ter luzes, de múltiplas cores
Mas vou ter estrelas em meu redor
(…)
AC 23/22/2014
Escrito por: Albertina Correia | Filed under Escrita
23 Segunda-feira Dez 2013

Este Natal não vai ser igual…
Não fiz árvore, porque tenho o jardim repleto delas…
Não vou ter luzes, de múltiplas cores
Mas vou ter estrelas em meu redor
(…)
AC 23/22/2014
Escrito por: Albertina Correia | Filed under Escrita
16 Segunda-feira Dez 2013

Neste Natal
Dispa-se de preconceitos
Encha-se de vaidade interior
Atire-a para o universo
Doe-se, abrace, dance, contagie
Sempre com grande sorriso
Não importa se faz frio
“Dispa-se” até onde for preciso
Contagie este paraíso
Não deixe nada ao acaso
Não julgue para não ser julgado
Apenas abrace, mesmo sem ser abraçado
Atire estrelas para o ar
Apanhe-as com risos, e amplifique
Engrandeça-se
Seja único
Não se fixe no resultado
Fixe-se apenas em Si
O universo agradece e retribui
A todos Feliz Natal
Seja agora ou no Carnaval
Na Páscoa ou ano novo
Não importa a data nem o local
Para quem quer, será sempre NATAL…
AC 16/12/2013
Escrito por: Albertina Correia | Filed under Escrita, Sem categoria
08 Sexta-feira Nov 2013
Posted in Escrita
“Cai a tarde e põe-se o sol
Dia em que mais nada prometia
De passos largos caminho em frente
Neste mar
Que não é só de água mas também de gente…
Alheia a tudo, penso
Agora no sol que se vai
Admiro entretanto o luar
Que começou a ficar…
Mar de água salgada
Plena de emoções
De todos aqueles que teimam
Em lá fazer suas lamentações…
Mergulho no escuro
É belo de lá estar
Corro pradaria abaixo
Apanho borboletas no ar
Vivi uma grande emoção
Plena de satisfação
Como vou explicar
Esta nova forma de estar?
Ninguém vai perceber
Não vale a pena divulgar
Assim quero ser
Assim quero estar
Assim consigo sorrir
Assim consigo amar
E seja com sol e mar
E seja escuro ou luar
Vou sempre caminhar em frente
Neste grande mar
Que não é só de agua mas também de gente
19/04/2010
12 Sábado Jan 2013
Posted in Escrita
É um tempo sem mais tempo
Com tudo que não dá alento
Como se faz?
Vive-se por fora?
Ou morres-se por dentro?
Não pensemos em fazer, façamos
Não vivamos só por fora
Nem morramos por dentro
São tempos sem mais tempo
Vamos mergulhar em nós mesmos
Verão que não somos tão pequenos
Adormeci com tempo
Dormir com todo o ele
Sonhei que não queria tempo
Mas aqui estou e neste momento
Com todo o tempo que quiser
Faça eu o que fizer
Afinal existe tempo
Tempo talvez sem alento
A mim ME cabe mudar
Este tempo sem mais tempo
Que nunca vai acabar
Albertina Correia