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Palavra magnifica para a usarmos quando queremos ser delicados, porque esta usa-se, quando a vontade é bem outra…

Nunca os “Moinhos de vento” de D. Quixote  de Miguel de Cervantes, foram tão actuais, lutar contra eles é o que fazemos todos os dias, e eles nem se mexem, pois, não são pessoas, são moinhos apenas, por isso dizemos PORRA

Nunca D .Quixote esteve tão certo na sua loucura, pois que, o que hoje em dia vivemos, não é mais do que isso mesmo, moinhos de vento, e cavaleiros/pessoas imaginárias, contra as quais se luta, a única diferença, é que não há diferença nenhuma ha ha ha…

Nada é por acaso, e Cervantes estaria certo no personagem que criou, uma luta desigual por um aparente anormal…

Mas hoje em dia é isso mesmo, valha-nos o trocadilho, uma luta desigual contra o  aparentemente  normal…

Tantos moinhos, moendo a nossa cabeça, que só apetece dizer PORRA, e bastava que fosse apenas um moinho, o trabalho é o mesmo, a palavra ganha mais força, ora PORRA

Está a chover, finalmente, talvez os moinhos já estejam desfeitos, e não me impeçam de mais nada, porque com mais nada eu já posso, e já só tenho forças para gritar PORRA

EU E O MUNDO

 

 

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