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Category Archives: Sem categoria

SER

06 Domingo Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

≈ 1 Comentário

Que procuras em mim, que te possa faltar?
Sou mais que humana , sou mulher
Sou mais que mulher sou essência
Sou mais do que possas imaginar
Mas não sabes como encontrar

Corres dentro de de ti
Buscando mil explicações
De vivências de mulheres…
De estudos de essências…
Deste género, humanizadas
Feitas a uma qualquer medida
Que não sabes o seu termino
Nem tão pouco a partida…

Que buscas em mim, que te possa faltar?
O nada que te falta complementar?
O muito que me queres acrescentar?
Ou será simplesmente a partilha
Dos lados opostos da vida
Onde tu foste muito alem
Quiçá eu andei meio perdida?

Que buscas em mim que possa faltar em ti?
Vivências amenizadas
Envoltas em ebulição
Neste sexto sentido, que sempre tem razão ?

Muito mais que mulher, sou humana
Muito mais que essência sou mulher
Sou tudo o que quiser, esteja eu onde estiver
E busca em mim apenas o que tiver quer ser…
Muitas vezes o que tem que ser
É tudo que precisamos não ter…

06/07/2014

SOLITUDE

04 Sexta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Caminhar na solitude
Em direcção à penumbra
Pausar em cada maré
Envolvida em pensamento
Assaz própria deste momento

Distraída me sento
Debruçando-me sobre mim
Absorvendo tudo o que é meu

Cansada me deito
Esperando a maré alta
Talvez me lave a alma
Do intrínseco que tenho dentro

Esta endoestesia
Transporta-me à nostalgia
Própria do cair do dia

Este tempo sem fim
Tende sempre a piorar
E não sei se sorrir de mim
Ou se me deixe chorar…

É uma solitude
Que não me deixa sossegar
Apetece sair correndo
Em busca do que não entendo…

Mas, e se for eu a complicada?
Então mais vale ficar sossegada…

04/07/2014

INSÂNIA

04 Sexta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Carregas contigo
Vontade de ter alguém
Mas vai para alem de ti
Não pertencer a ninguém

Está escrito na vida
Que ter não tem saída
Mas vai para lá do teu ser
Jamais a ninguém pertencer

É um estado nostálgico
De uma vivência global
Só vais querer para ti
Alguém que não te queira mal

Difícil de entender
A ninguém quereres pertencer
E muito fácil pensar
Que  tudo está à mão de semear…

02/07/2014

SATURAÇÃO

04 Sexta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Estou mergulhada
Nesta tarde calada
Esperando o anoitecer
Neste insólito entardecer

Está aparentemente calmo
Este silencio ensurdecedor
Oiço o sussurrar do vento
E os gritos que estão cá dentro

Quero adormecer
Neste entardecer
Silenciar o mundo se puder ser
Neste que é o meu fado
onde tudo é desencontrado…

03/07/2014

ESSA LUZ

03 Quinta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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A Brilhar?
Pode ate ser uma estrela
Pode ate ser o luar

Mas brilhar ate ofuscar
Nem é sol nem é luar
É o olhar penetrante
De uma luz própria a gritar

Ninguém a pode apagar
Nem de dia nem ao luar

É uma luz que sempre brilha
E continuará a brilhar
Não vem de fora vem da alma
Contagia e não acalma…

22/05/2014

SURDINA

03 Quinta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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É enternecedor
O barulho ao meu redor

E não se ouve
E nem esta presente
E oiço constantemente
É o barulho calado
De quem esta cansado

Indisponível para ouvir
Mudo para falar
Olhar para entender
O que não quer perceber

Apenas quero ficar
Quieta neste lugar
Sem ouvir e sem falar
Tentando apenas entender
Tudo aquilo que vai no ar

23/05/2014

AQUELE LUGAR

03 Quinta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Sabes aquele lugar, que dizes difícil de encontrar?
Esta mesmo ao teu lado , vira apenas o rosto
Não olhes mas vê, não fales mas diz
Não chores mas grita
Afinal aquele lugar que dizes difícil de encontrar
Esta mesmo aqui, ali, acolá, alem mar
E Não tem a ver com lugar
Mas sim com o queres encontrar
Por vezes estamos tão cegos
Que sentimos tão longe e tão perto
As nossas vidas como um deserto
Apenas temos que olhar para cada areia
Como se fosse a cidade inteira
Com rios lagos e jardins
E cores que não tem mais fim
Castelos feitos no ar
Com historias de encantar
Vidas cruzadas em frente
Por vezes triste
Outras alegremente
Afinal aquele lugar tão difícil de encontrar
Não esta em nenhum castelo
Em nenhuma época
Este dentro de nos mesmos
Olha e vê
E em tudo que vês,
Apenas cre

23/06/2014

VONTADE

03 Quinta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Tenho vontade de adormecer e não mais acordar
Tenho vontade de nem sequer falar
Tenho vontade de não me ter em mim mesma
Tenho vontade que esta vontade desapareça

Mas uma vontade vincada Motivada pelo quase nada
Ē plena de considerações e de algumas confusões
Somadas ao longo de tempos sem tempo
De pessoas de momentos que não sei que fazem ca dentro

Arrumar tudo em seu lugar numa vontade peculiar
Colocar cada pedacinho naquele que é seu cantinho
Vontade de estar calada e que ninguém me diga mais nada
Eu sou assim , fiz-me de mim, e penso sem fim

Esta vontade de tudo e tão pouco, De falar e de ficar calada
De partir sem ter que justificar ,Tudo o que ficou por falar
Esta vontade é tramada porque é tudo e resume-se em nada….

(…)

Imagem

ESSA SAUDADE

30 Segunda-feira Jun 2014

Cai o tempo
Sem mais demora
Corro atrás
Sem saber como se faz
Fujo de ti e de mim
Quero parar
Sem saber como ficar
Quero partir
Para não ouvir o que aqui fica
Que não me faz sorrir
O tempo urge
Para resolver a saudade
Saudade de sentir e ouvir
Saudade de estar e partir
O tempo urge
E eu não voo com ele
Estou parada
Sem fazer nada de nada
Esperando tempo perdido
Que não me será devolvido
Mas há que caminhar em frente
Com esta saudade presente
Do que o tempo levou
E que não me devolveu…

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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INVASÃO

30 Segunda-feira Jun 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Devagar te deixei entrar
A passo lento para aquele lugar
Devagar comecei a pensar
Que não era teu o lugar
Mesmo assim entraste
Ocupando o que não era teu
Eu permiti que assim fosse
E, mergulhada fiquei
Em pensamentos que nem eu sei…
O pensamento invalida a acção
Maior parte das vezes sem razão
Vou deixar seguir a invasão
Seja com ou sem razão
Devagar te vou deixar entrar
A passo lento para aquele lugar
Já não depende de mim
A permanência em mim mesma
Vou deixar fluir 
E sentir o que estou a sentir..

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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