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Category Archives: Sem categoria

ESPERANDO POR MIM…

04 Segunda-feira Ago 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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duas flores

ESPERANDO POR MIM

Esperando nesse imenso jardim
Rodeada de flores, todas elas com múltiplas cores
Algumas especiais, de tão únicas que são
Fico sentada
Esperando pelo nada
Não, não me esqueci de as regar…
Não, não me esqui de as olhar…
E, Não, não me esqueci de as tratar…
Quando muito, fiquei tempo demais
Pensando que não morriam
Pensando que sempre me alegrariam
Pois, esqueci-me que são flores
As minhas flores
Que plantei no meu jardim
Com um banco como cenário de fundo
Onde agora me refugio, esperando por mim
Esperando por mais uma primavera
Ate que umas voltem a rebentar
E a outras não se esqueçam de me alegrar…
Esperarei o tempo que for necessário
Sentada no banco relembrando o passado
Saboreando os aromas, e as cores
Cansada de mim
Espero naquele banco sem fim
Dias que teimam em não voltar
Desespero que começa a preocupar…
Vou tentar não pensar
Folhear este livro que é vida
Aguardar ate ao dia, e que nesse dia não seja
Um grupo de todos vocês
Que fartas de esperar por mim
Resolvam cobrir aquele banco de jardim
Esquecendo que estava ocupado
Comigo esperando por mim
Relembrando momentos sem fim…

(Folhas Soltas)
Albertina Correia
04/08/2014

ILUSÃO

27 Domingo Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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ilusão

Sim, é ilusão
Tudo que que pensamos ter razão

Ilusão de ver e não ter
De falar e não transmitir
De ouvir e não sentir

Sim, é ilusão
Quando penso que com a minha razão
Mudo ideias e ideais de pessoas ditas normais

Sim , sou uma ilusão
Agora mais que nunca perdida nesta pretensão

Não, não vou mais dar murros em pontas de facas
Não me vou iludir que este mundo é a fingir
Onde a ilusão impera sobre a razão
Dos que  pensam que têm noção

Sim, sou uma ilusão
De tudo que não fui capaz
Por tempo demais que corri atrás
Iludida que conseguia

Chega, ilusão mais não
Tu, com ou sem razão será a tua opção

Não, não vou mais dizer que  sim
Ilusões tem prazo de validade
O meu expirou para la do prescrito
Chega,  está tudo dito

Ilusão, mais NÃO…

CHUVA

25 Sexta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

≈ 3 comentários

chuva

Nem sempre o Sol me aquece
Me irradia ou me dá alegria…

Anseio pela chuva
Que me lava e me acalma
E se dissolve ate na alma

Saboreio cada gota
Que passeia pelo meu rosto
Salga os meus pensamentos
Purifica os meus momentos

Saio estrada fora
Saboreando a corrente
De tantas e tantas gotas
Que guardei dentro de mim
Que com ela faço lagos
E rego imensos jardins…

 

Albertina Correia

PRINCESA

23 Quarta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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imagesPara ti, Princesa do meu ventre
Que foges do medo de ti
Da verdade de mim
De encontro aos teus sonhos
Vivendo sem amanhã
Apavorada com o passado
Em busca da liberdade…

Para ti, Princesa do meu ventre
Para sempre o lugar está guardado
O espaço é único
Sem substituição
Pois que nele habita
A princesa do meu coração..

Serei sempre o lugar
Onde tu, a minha princesa
Podes sempre descansar
Da busca incessante dos teus sonhos
Que jamais podes abandonar…

Quando se aspira altos sonhos
O voo é sempre superior
E Se falhar, a dor é sempre maior…
De ti depende só o teu reino
Voa o mais alto que souberes
Mas não caias no vazio
De pensar que foi tempo perdido…

AC/ P/ AC

PSIU

23 Quarta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

≈ 1 Comentário

images (3)

“Neste chão das palavras,
escrevo o teu nome
em silêncio.
E há um brilho permanente
nesta ânsia de ti.
Neste tempo dilatado
de saudades íntimas,
sabe-me a sol vermelho
a tua persistente imagem
vestida de musa.
Mas apenas te encontro
no relicário suspenso
das emoções castigadas.
E perco-me no desvario
de te encontrar
no sôfrego abraço das perdas…”
Neste chão das palavras
Onde são escritos nomes
Impressos em silencio e dor…
Que faz o tempo se dilatar
Na ânsia de me encontrar…
E, Para lá do sol vermelho
Onde passeiam as musas
Serei apenas uma do relicário
Não de emoções castigadas
Mas de sentimentos desencontrados
Vestidos com marcas de tempo
Onde em desvario para encontrar
Esquecemos  como lá chegar…
Temos que deixar partir
Em abraços despegados
Unidos pelo silencio
Que deveria ser de paz
E nunca de desalento…

AV/AC

22/07/2014

ESSE PÁSSARO SOU EU…

22 Terça-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

≈ 3 comentários

20140723-002324-1404100.jpg

Quero continuar pássaro
Livre como o vento
Vento que leva a chuva que lava
Pássaro que voa e cansado poisa

Mas quero continuar pássaro
Voar ate desaparecer
Numa alvorada
Ou em qualquer amanhecer

Ser frágil, e poder pernoitar
Naquela arvore bem longe
De tudo que me faz esmorecer
Desde a noite ate ao entardecer

Ser pássaro é ser rei dos céus
É ir e vir, e não ter quer fugir
Nem ter que desistir

Ir com o inverno
Regressar com a primavera
Olhar em volta
Ser livre para ficar ou partir
Para cantar ou para chorar
Em pranto ou em silencio
No sussurro do vento
No brilho do sol
Na suavidade do luar
E ai poder descansar até um novo acordar

Voar madrugada dentro
Guardar e dar o que tenho dentro
Sem perder nunca as asas do meu tempo
De ser um pássaro
E voar ate me cansar…

Do alto da montanha
Onde chuva chega primeiro
Onde a brisa me abraça
Onde o tempo não tem tempo
Do meu tempo de todos vós
Cada um tem seu cantinho
Neste meu mundo que é o meu ninho

Ó chuva lava-me e leva-me
Para bem longe daqui
Esbate na doce cachoeira
Cada pedacinho de mim
Que guarda cada um de vocês
Num amanhecer sem fim

Sou esse animal livre
Que precisa de voar
Não quer desaparecer
E não quer aqui ficar
Mas Este pássaro rebelde e carente
Precisa mesmo de descansar…

Albertina Correia 24/07/2014

CONSCIÊNCIA DOS SENTIDOS

22 Terça-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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images (1)

Um dia li em um qualquer lugar para darmos valor aos momentos,
porque de lembranças, o passado está cheio…

O passado é o pilar do mundo, por onde nos regemos…

O passado nunca passa, e nunca esvazia…

O passado enche, guarda , leva e trás…

O passado é o presente do ontem e o futuro do amanhã…

O passado são os momentos para construção futura…

E por isso mesmo, e que não é pouco,

O passado jamais passará…

O passado será sempre Hoje, vestido de amanhã

O passado jamais passará…

Albertina Correia

CANSAÇO…

20 Domingo Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Vencida pelo cansaço, mas nunca rendida…
Cansaço que vai longo com intervalos de oitavas
E muitas vezes com pausas de silêncio…
Outras com andamentos allegro ou prestissimo

Pode ser uma bela sonata
Ou uma marcha mais triste
Mas é a vida, tal qual uma valsa
Que nos remete para o belo indescritível
Ou nos atira para uma nostalgia
De vivências próprias da vida…

Mas, a vida é como uma pauta
Que cada oitava apenas tem um dó ou um sol
Mas essa oitava
Tem muito mais que um dó ou um sol
Tem um leque de notas
Que com elas podemos fazer a nossa mais bela melodia…

Por tudo isto,que não é pouco
Tenho utilizado todas as notas da oitava
E quando o cansaço bate, vou sempre buscar outra oitava
Vou acrescentando, mais mais ou menos colcheias
Fusas e semifusas
Assim vou dando o andamento à vida
Para lhe atribuir a alegria mais que merecida…

Toda esta partitura
Não poderá nunca ficar , apenas pelo sol ou pelo dó
Muito menos com uma só oitava
Porque, apesar de o “sol” brilhar
Muitas vezes o brilho tem “dó”
E no final da partitura
Convém sempre colocar :II (mais ou menos isto)
Para quem não souber vale a pena pesquisar…

ENGRAÇADO…

19 Sábado Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Engraçado ,

Em cada momento tenho um novo pensamento, e, 

De pensamentos se fazem os meus melhores momentos

Engraçado observar as flores, e atribuir-lhe risos de cores

Em cada gargalhada múltiplos arco-irís

Passar sob eles, deixam-nos pintados

Com os tons mais variados

 

Engraçado,

Ter que pensar pela rama

Não aprofundar o pensamento

Inalar o que me for dado

Aproveitando o momento

 

Engraçado,

Não preciso aprofundar, 

O que não necessito explicar

Quero a mente calada

De olhar em direção do nada

De estar , não tendo que me desculpar

 

Assim sigo sorrindo

Ao passar de cada cada flor

Retribuindo-lhes pensamentos

Feitos de bons momentos

Que ficam por desflorar

Mesmo ao meu passar

 

Engraçado este pensar

Que ninguém quer entender

Nem eu quero explicar…

 

17/07/2014

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

INDIGNAÇÃO

18 Sexta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Errantes seres, que vagueiam pela estrada do pensamento
Formulando equações e pretensões
Incessantemente buscando conclusões

Agudizam as frases feitas,
Em busca da perfeição, do que pensam ser viver
Sózinho ou sem nenhum Ser

Não raras vezes ficam pelo caminho
Procurando explicações
De tantas que tanto existem
Alteradas pelo decorrer, que é o de cada viver

Ó errantes seres,
Disso estareis certos
Que da vida louca que fizemos
Mais dela não queremos

Mas buscamos incessantemente
Respostas para a indignação
Desta caminhada infrutífera
Pensamos que cheios de razão….

AC

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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