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Category Archives: Sem categoria

SUBVERSÃO

26 Terça-feira Ago 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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caminhos

 Um caminho

Um destino

Um horizonte

Pegadas gastas pelo tempo

Por um destino traçado

Sobre um horizonte manchado

De tudo que não faz sentido

Num caminho subvertido

Ao encontro de um imaginário

Para alem deste mal fadado

E que esta mais que ultrapassado

Seja no tempo ou no espaço

Mas que não morre , nem pelo cansaço…

 

(folhas soltas)

Albertina Correia

26/08/2014

 

 

 

 

 

 

 

OCULTO

26 Terça-feira Ago 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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oculto

Hoje entrou “alguém”
Pela minha mente dentro
Não tinha rosto nem corpo
Baralhou-me o pensamento…
Mesmo achando estar “certa”
De tudo que cá tenho dentro…

Não pude argumentar…
Não pude questionar…
Apenas pude reflectir
Em tudo o que estava a sentir…

Deixou tudo em estado de sítio
Para eu recolocar
Terei que me transcender
Catalogar e,
Arquivar o que tem que ficar…

Usar a imaginação
Recriar argumentação
E nada questionar
Porque
“Alguém” entrou mente dentro
Sem rosto nem corpo
E não pretendia mais nada
Que não fosse, a minha vida
Muito mais simplificada…

“Alguém” entrou e tinha razão
A vida não é mais que um sopro de vento
Sem tempo
Sem memoria
Que não seja o presente
Do mais importante que se sente…

(Folhas soltas)
Albertina correia

26/08/2014

AMANHECER?

25 Segunda-feira Ago 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

≈ 3 comentários

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Amanhecer é:

Acordar para mais um dia

De uma noite em que tudo acontecia…

Vontade dos avessos

De não ser e de não ter

Mais que não seja a existência

Daquilo que é a sua permanência

Tem dias e tempos intermináveis

Onde cada segundo tem a longevidade de horas 

Onde a vivência é mais intensa

Seja na felicidade e muitas vezes na irrealidade

Não, nada é irreal

A mente só pode sonhar

O que consegue visualizar

Mas nada é tão louco e existente

como a vontade de estar presente

Assim pode acontecer

Em cada amanhecer, na extensão do anoitecer

Pois não  existe divisão do que achamos ter razão

Por isso mesmo, nem noite nem dia

Mas sim, cada momento vivido intensamente

De tudo que esta arquivado

No presente , no futuro e no passado…

(folhas soltas)

Albertina Correia

25/08/2014

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ILUSÃO

23 Sábado Ago 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Não, não vás

Já não existe caminho para caminhar

Todo ele ficou para trás

Terás que o reinventar  …

Não, não estejas aqui

Não tem espaço para respirar

Está estrangulado

E acorrentado ao passado…

Vai, vai de uma só vez

Não trilhes caminhos cruzados

Vai apenas pela tua rua

Ignora que ela é só tua…

Não, não pises o risco

Ele separa a verdade da irrealidade

Não confundas o ser com o ter

O passado com o presente

O ir com o voltar

E o adormecer com o despertar…

Definitivamente não venhas

Não existem sequer as pegadas

Impressas no tal caminho

Tu já não as podes ver

Porque já não estas desperto 

Terás  que as reinventar 

Seja em outro caminho

E num futuro despertar…

 

Albertina Correia

(folhas soltas)

23/08/2014

 

 

 

 

CADA UM

20 Quarta-feira Ago 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Cada um, caminha pela estrada de um jeito que só ele sabe…

Cada um, age e reage da forma que consegue e julga saber, por não saber muito mais…

Cada um, faz parte de um todo, que anda convencido da própria razão , sem se abstrair, não conseguindo assim alcançar a  razão do outro…

Comumente, vão dando murros em pontas de facas, como se de uma parede maleável se tratasse… 

Cada um , deveria socar-se a si mesmo, por achar que pode mudar o outro, pois que, ninguém muda por intervenção   alheia, a menos que seja interesseira, o que faz dessa mudança apenas passageira…

E, quando casualmente muda, engana-se,  enganando também o próximo, quando objectivo esta atingido, socorro porque as pessoas são falsas….

As pessoas são todas falsas, ao seu jeito, umas lesam, outras nem tanto, depois fica o vazio, por acharem que todos estavam correctos…

Pois é, a vida  ou vivência é assim mesmo, não passamos de animais (mal)domesticados, para camuflar a  podridão,   coberto de ego …

Ego esse que todos temos, uns mais que outros, dependendo do estado evolutivo, mas, nunca a zero, a sociedade é tramada…. Ela faz seu ego se superpor, mesmo quando o julgava (quase) extinto….

Mas cada pessoa caminha do um jeito que é só seu, pena que não caminhe apenas pela sua rua, e queira atravessar-se nas ruas dos outros…

Mas cada um é um ser único, unicamente à deriva…

Albertina Correia

20/08/2014

(Retalhos)

SER MÃE

19 Terça-feira Ago 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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mae

Ser Mãe, é ter a tarefa mais difícil da vida…
Fazemos o que achamos melhor para e pelas suas vidas, e para que se machuquem o menos possível…
Ser Mãe , é fazer o melhor que se sabe, pois que não se tem um manual de instruções, é estar atento a agir em conformidade, para que os seus percursos sejam o menos atribulado…
Ser mãe é querer ficar doente em vez do filho, é querer abrir o mundo ao meio para passar as pessoas mais importantes (filhos), é fazer tanta coisa, que no meio de tanto, sai tanta verborreia desnecessária…Ser Mãe é anular-se vezes sem fim, mas com satisfação…
É chamar a atenção, tantas quantas as vezes necessárias, para que os danos se minimizem, é dar incondicionalmente, é querer receber na mesma medida se puder ser, porque quando não é, mãe fica do mesmo jeito, com mágoa mas no mesmo foco…
Ser mãe é ser e ter o mundo aos seus pés, sem norte, mas confiante de onde está o sul…
Ser mãe, é se alegrar com as escolhas dos filhos, partilhar as escolhas dos filhos, mesmo quando essas escolhas e partilhas não eram exactamente o que as mães haviam idealizado…
Pois é, mas ser mãe é deixar ser filho também,…
Mas quando se é mãe, com a sobrecarga de se ser pai também, tudo se complica a quadruplicar quintuplicar e por aí vai…
É fazer tudo que uma mãe faz, acumulando as tarefas o que o pai deveria fazer, e ter o discernimento de saber separar as águas, tarefa super difícil…
Esforço emocional descomunal, por vezes (muitas) mal compreendido, mas mães não têm manuais de instruções, muito menos o manual de pai…
Ficamos então com a nossa intuição feminina, maternal, humana, o restante deixamos também na nossa intuição que deveria ser a masculina, mas não se tem tudo, então faz-se o melhor que se sabe…
O resultado é fascinante, mas não em todos o filhos, por isso as mães sempre se penalizam pensando que nunca fizerem o seu melhor, que poderiam ter feito sempre mais qualquer coisa, ou chegar à conclusão que deveriam ter feito muito menos…
Mas. os filhos são dispares, temos que aceitar que fizemos sempre o melhor a pensar no melhor, e os filhos têm que aceitar como sendo o melhor, mas este melhor apenas será valorizado (por alguns) quando eles também, tiverem filhos…
Para valorizar Mães, em muitos casos só é possível, quando se for mais uma…
Assim é ser Mãe…

Albertina Correia
19/08/2014

DUALIDADES

15 Sexta-feira Ago 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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DUALIDADES

As verdades que separam
A altivez da sensibilidade
Têm cunho cravado
De anos passados…

Devemos assumir a diferença
Porque ela é também nossa pertença
E
Rouba a nossa liberdade
Tal como a nossa genuinidade…

Essa que se infiltra em nós
Que não nos deixa ser como somos
Faz com que nos sintamos
À margem da nossa verdade

Verdade que só cada um pode alterar
Mas que não lhes é permitido sonhar

Quando caímos na tentação
De ser nós mesmos com todos a nossa pretensão
Mormente somos confundidos com hipocrisia
Da verdade que anda contida…

Albertina Correia
15/08/2014

FIM

08 Sexta-feira Ago 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Quero despir a carne
Que me cobre a essência
Que não deixa passar
A luz de um breve olhar…

Quero não ter que vestir
Palavras ocas
Olhares fugazes
Para que possam entender
Palavras que não quero dizer…

Está tudo intrínseco
Forrado a carne e sangue
Enganando o super ego
Sobrevivendo a este degredo…

Esta tudo gasto
Dias que não terminam
Madrugadas que não chegam
Mente e corpo em desvario
Ansiosas por terminar
Tudo que acabou de chegar…

Quero despir a carne
E não mais me preocupar…

(Folhas Soltas)

Albertina Correia

MAGIA…

06 Quarta-feira Ago 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

≈ 1 Comentário

caracoisTanto anos fechada num espaço tão minúsculo…
Dobrada sobre si mesma, esperando a liberdade…
Foram anos na escuridão, mesmo assim a camisola rosa não perdeu a cor…

Os curtos caracóis do cabelo, graciosamente desarranjados
Olhos de quem quer quer entrar no mundo das cores
Ansiedade para sair em liberdade
Descalça como sempre e, como sempre com os calções pretos
Levemente se levanta, levada em mãos de seda para o paraíso…

E nada ficou ao acaso…
As Lágrimas ficaram nos poucos metros quadrados

Agora de caracóis ao vento
De pés na agua cristalina
De mãos atarefadas, com tantas cores para tactear
E Sobretudo e, liberdade após grande cativeiro…

Foi uma longa viagem
Mas a mão que a puxou, era branca e macia
A blusa ou vestido era sedoso
Com múltiplos folhos rendilhados

Soltou-a para o arco íris
Não mais voltará à escuridão

Menina traquina
De caracóis graciosos
De risos e sorrisos contagiantes
E de pezinhos saltitantes

Já passou
O universo é teu
Vai para ele sem mais demora
Estraga a tua camisola rosa
Esquece o que aconteceu
Porque a tua vida ainda não viveu…

Sê feliz e sorri
O teu universo agradece e retribui…

(pequenos retalhos de vida)

Albertina Correia
06/08/2014

FADAS….?

06 Quarta-feira Ago 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

≈ 1 Comentário

fada

Pois, começo com esta pequena descrição de fada, criaturas que aparecem e desaparecem, conforme suas vontades, ou vontades de quem diz que as vê…

Mas será que elas existem?
Nem seu sei, pelo menos nunca vi nenhuma, no entanto existem historias de encantar para todos os gostos, escritas por alguém…

Mas convém reflectir numa coisa; porque será que alguém se lembrou de inventar estas criaturas, e mais, dar-lhes formas belas?
Alguém com imaginação fértil, dirão muitas pessoas, eu digo que, alguém as viu em algum lugar, nem que fosse em sonhos…

Mas dizem os entendidos, que nós só conseguimos sonhar, o que a nossa mente conhece, então porque se sonha (neste exemplo) com Fadas se à partida não existem e/ou não se conhecem, Ou será que existem???

Tenho que acreditar em cientistas que dizem que só podemos sonhar com coisas que conhecemos, mas não posso deixar de acreditar nestes contadores de historias, que escrevem sobre algo que parecem ter conhecimento…

Gostos dos contadores de historias, e acredito nos cientistas também…

Em que ficamos?

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