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Category Archives: Sem categoria

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NOITE DENTRO

04 Domingo Maio 2014

NOITE DENTRO

Viajei pela noite dentro
Rumo ao conhecimento
Deixei-me cair e apenas sentir
Olhando a lua e o luar
Por certo naquele lugar

Viajei pela noite dentro
Era só desapontamento
Mentes perturbadas pela surdina
De salas repletas de nostalgia
Num vai e vem desenfreado
Procurando o inesperado

Mas viajar pela noite dentro
Tem muito de descontentamento
Não fora a lua e o luar
E nem saberia como estar
É tão pouco o conhecimento
Não existindo espaço para aprofundar
O que cada um quer demonstrar

Caiem para um ou para outro lado
E assim ficam noite dentro A recapitular
o não mais vão encontrar…

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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É O VIVER…

01 Quinta-feira Maio 2014

É O VIVER...

Assim se passou tanto tempo
Recheado de tudo que não dá alento
Por vezes tão leve como as nuvens
Por vezes tão forte como o vento

É o viver…
Deixar o tempo passar
Construir castelos na areia
E deixá-los levar pelo mar
Sorrir porque já foram
Felizes por recomeçar

É o viver…
E em cada dia um renascer
Quem sabe com castelos de areia
Que levados pelas ondas do mar
Nos farão reflectir e parar

E É o viver…
Intenso quanto possível
Mas sem nunca esmorecer
E é assim , o nosso viver…

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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HOJE…

29 Terça-feira Abr 2014

HOJE...

HOJE FUI POR AÍ
APANHANDO E GUARDANDO A BRISA DO AR
ENVOLVENTE AO MEU PASSAR

AO DE LEVE RASPOU MEU ROSTO
DANDO-ME ENERGIA PARA CONTINUAR

FUI POR AÍ COM O PENSAMENTO APRESSADO
COM O OLHAR LENTO E MOLHADO
SABOREANDO CADA SEGUNDO
DESTE CAMINHO PROFUNDO

E NÃO FOI ASSIM TÃO POUCO
E NEM ERA DE ESPERAR
HOJE FUI POR AÍ OUTRA VEZ
ESPALHANDO A BRISA MOLHADA
PENSAMENTOS APRESSADOS
E OLHARES ESVAZIADOS

(…)

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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POR AÍ…

28 Segunda-feira Abr 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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20140428-223341.jpg

Fui por aí, ao encontro de tempo
Despida de conceitos e preconceitos
Nua de ideias e de momentos

Carregando na mente turbulência
De dias intensos atras dos outros
Carregados de tudo e de pouco

Não estava para ouvir
O que havia para dizer
Não fui atras nem fiquei
Fui caminhando e acalmei

Fui penetrando na noite
Ao encontro das sombras do vento
Não ouvi nem estive presente
E Tudo passou de rrepente

Estive por ai ao encontro do nada
Não fui nem fiquei parada
Caminhei de encontro de tempo
Ouvindo o sussurrar do momento

Estive perto e tão longe
Do nada e do imenso
Não ouvi nem falei, apenas caminhei

De regresso ao meu castelo
Onde de tudo acontece
Fechei-me no imaginario
De um mundo que esta fechado

Amanha é outro dia
Irei de novo ter com vento
Susurrar-lhe o aqui vai dentro
Nem que seja por breve momento

Hoje é para ficar
Quieta neste lugar
Relembrando mais este dia
Onde estive meio perdida…

MEDO IRREAL, OU IRREAL MENTE MEDONHO

28 Segunda-feira Abr 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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20140204-133846.jpgDecorridos que estão estes anos, não podia deixar de  fazer uma breve reflexão sobre tudo que Andreia agora com 35 anos, representou na minha carreia…

Seu principal problema, foi, e   é, o medo que ela sente de ter medo, parece um paradoxo, mas de facto não tenho outra explicação, já       que,  não tem medo de nada especifico que não seja o próprio medo.

A ausência da perceção do medo, de tudo e de nada, deixa sua mente completamente desnorteada…

Este estado, que aparentemente não é medo de coisa nenhuma, na realidade é o maior medo que alguém pode ter, pois que o mesmo é abstrato.

Corre parada, sonha acordada, constrói sua própria “masmorra”, e dela não quer sair…

Complicado demais para explicar, mas de facto o medo não se explica, sente-se, e seja de forma abstrata  ou de forma real, ate hoje ainda não foi possível colocar em palavras o que é de facto sentir medo, não o medo que faz o coração acelerar, as mãos gelarem, mas sim o medo emocional do nada e do tudo, por falta de ocorrência de um medo real.

É desse Medo que eu falo…

Mas de facto esta lá, o que o causou ainda esta por descobrir, pois que só de pensar em colocar em palavras, Adreia fica alucinada,  deixando-a por isso completamente indefesa na emoção e na razão.

Poderíamos dar muitos nomes, como esquizofrenia, ou fobia social ou outro nome pomposo da psicologia para justificar o injustificável, mas  tudo isto vai para lá do entendível, e não será um rotulo ou um medicamento que resolverá o problema…

Andreia está ciente que este sentimento a penaliza, mas é forte demais para lutar contra ele sozinha. Talvez ainda não estejamos preparados para perceber, o que é ter medo, do medo que ainda não existiu, e agir de acordo como se existisse…

Coisas da vida natural, ou não , que podem ter uma explicação para lá a ciência, da forma como a concebemos e conhecemos.

Ainda existe muito para estudar,  sobre a ultima fronteira do conhecimento humano e cientifico, que é a nossa mente e tudo que ele cria ou  recria,  e na sombra da recriação se esconde por trás o que podemos entender, mesmo aparentemente não sendo entendível.

Um dia far-se-á  o click para esta problemática toda, e então, Andreia se libertará, como se a ausência de seu medo real e explicito, fosse a única razão do seu medo de ter medo…

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SEM MEDIDA

27 Domingo Abr 2014

SEM MEDIDA

Foi tanto que te dei
Que esse tanto tem a medida de tão pouco…

Esse tão pouco
Foi tão intenso
Que não imagino como seria bastante…

Tão pouco é agora, é a vida , sou eu
Com a intensidade de muito…

Posso bem imaginar
Como seria o tanto e o muito…

Mas agora
Fico com a intensidade do bastante

E bastante é sem medida…

escrito em   01/10/2009

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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LIBERDADE SEM NEXO

25 Sexta-feira Abr 2014

LIBERDADE SEM NEXO

Pois é, e vao 40 anos de uma liberdade sem nexo
Era na altura em que tudo parecia que ia florir
A liberdade foi entregue, so para te fazer sorrir

Nunca nada vai ser como antes
Liberdade assassina
O que gerou de bom
Ficou aquem da maldade que cosquistou

Ninguem pode ter liberdade sem estar liberto
Nao podemos ir por aí destribuido uma flor
Como se nao houvesse dor

Mais liberdade, mais respnsabilidade
Assim deveria ter sido e nao foi
Cada um virou-se para si mesmo
Os mais bem posicionados
Trataram de nos por calados

Fizeram e desfizeram
Deram e tiram
Estavas distraido e ficaste calado
Agora somos flores e cravos sem vasos
Sem eira nem beira

Mas com uma liberdade camuflada
Disfarçada de revolucao
Cujo motivo era fazer evoluir a naçao

O “ensaio sobre a cegueira” nunca teve tanto sentido
Num portugal para la de perdido
Onde cada um um andou distraido
A brincar de liberdade
Enquanto poderosos contruiam a sua grade

Agora todos querem libertar-se da liberdade
Ate apagar historias se possivel fosse
Nao, a liberdade esta dentro de ti e dos teus valores
Vai por ai e colhe a tal flor
Mas nao entregues ao teu redor
Planta no teu jardim
Trata com urgulho e amor
E ai sim, terás uma nova flor
A tua flor
A tua liberdade
A tua vontade
Sem atropelar o vizinho
Pois que “o mal vem sempre pelo mesmo caminho”

Nao queiras plantar nos jardins alheios
Isso é invadir a liberdade do outro
Olha para ti
Olha por ti
Olha a tua flor
Arranca o odio
E rega com amor

A liberdade é um direito
Faz dela teu predicado e teu sujeito
E nao te sujeites À liberdade implantada
Por uma corja que deveria estar arrasada

Mas mesmo assim
Vivam as flores
E viva o teu jardim
Planta mais responsabilidade
E teras a tua liberdade…

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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AQUELE OLHAR

23 Quarta-feira Abr 2014

AQUELE OLHAR

Foi naquele olhar, com um brilho de encantar
Que por mim me encontrei e até lá regressei

Era no tempo em que os muros eram altos
As árvores gigantes, e as flores do tamanho do sol

E não era ilusão, era apenas a minha pequenez
Longe estava de saber como era o meu crescer
E ter que tudo desenvolver

Nem as árvores eram gigantes,
Nem os muros eram altos
Nem as flores eram do tamanho do sol

Era tudo como tinha que ser à passagem do meu viver
E vivi intensamente momentos ate então
Agora o que parecia gigante, nem sequer existe
O que era alto desapareceu
E as flores eram apenas elas
O sol ainda brilha
Com as mesmas cores do passado
Alheio ao meu olhar
Que o admira com outro ar

Já não mais o ar franzino e rebelde
De quem segura no mundo
Mas com o olhar mais profundo
De quem vive cada minuto

Aquele olhar será sempre o de encantar
Seja aqui ou em outro lugar
Mesmo a dormir ou a sonhar
Aquele será para sempre o OLHAR…

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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ENIGMA

23 Quarta-feira Abr 2014

ENIGMA

Existe um enigma que nos funde e confunde
Que nos turva os pensamentos
Que não nos deixa ser claros
Por opção ou por razão
Ficamos descontrolados
Não dizemos o que queremos
Nem tão pouco o que pensamos

Falo enigmaticamente
Para turvar a realidade
Não posso falar para os outros
Da minha sensibilidade
Colocar a nu o que não deve ser dito
Deixar à mercê de quem me quiser ler

Sou assim enigmática
Que fundo e confundo
Mas sou simples de ler,
Para quem quiser entender

Sou assim deste jeito
Falando para ninguém
Escrevendo todos os dias o meu mundo
De forma enigmática
Esperando que cada um entenda
E da melhor forma o compreenda

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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SIM É TUDO VERDADE…

21 Segunda-feira Abr 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Sim, sei que foi ontem ou no pssado
Sei que não estive nem estarei
Não retorno, nem caminharei

Sim, é verdade a vida é um caminho
Que encontramos quando nascemos
Não tendo consciência do que trazemos
Então vivemos como ninguem
Neste terra que pode bem ser o agora
Como pode ser do alem

Sim, depois de ca estar é uma opção
Mas foi tomada com a razao
Ainda que não entendamos
O que realmente necessitamos

Mas, também é verdade
Que de nada precisamos
Trazemos uma grande herança
Inscrita no ADN
So precisamos filtrar
Tudo o que queremos vivenciar

Sim, é verdade, não é facil
Se fosse facil, já ca não estariamos
Provavelmente nem saberíamos onde iriamos
É uma metodologia do inconsciente
Transportada para o racional
Não ao alcance de quem quer, mas de quem pode
E quem pode e quer, faz acontecer

Mas sim é verdade , que o mundo não é de cobarde
Nem tão pouco do esperto
O mundo é de quem é inteligente
Que pensa com a mente…e busca o inconsciente

entendamos

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