mar

Em frente ao mar

Onde tudo começa e acaba

E me leva para outros horizontes

Onde a água que purifica

E também me simplifica…

Quando a mente está atribulada

Com muito de  tudo e outras com nada

Muitas vezes esse nada satura

Por ser demais

Ou em demasia errada…

Preciso de  olhar o mar

Mergulhar nele até me afogar

Calmamente vir à tona e respirar

Para poder continuar a caminhar…

Eu sou assim,

O que me tiram de mim

Eu vou buscar em outro lugar

Que podia bem ser na terra

Mas neste caso foi no mar…

(estados de alma)

Albertina Correia

30/09/2014

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