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Como se percebe que algo não vale a pena?

E porque se desiste?

Normalmente desiste-se porque não vale a pena (digo eu)…

Mas, valer a pena ou não valer, não tem a ver com o outro mas apenas com quem decide.

Somos todos iguais e todos diferentes, no querer, como querer,  como manter etc, no intervalo de tudo isto, existe a grande questão, que para mim não chega a ser questão.

Para perceber que não vale a pena, insiste-se e depois desiste-se?

Ou simplesmente se desiste… E, se simplesmente se desiste, é porque não valia a pena. Para quê maltratar a alma, apenas para alimentar questões terrenas, de frases majestosas , que por não dizerem grande coisa, apenas laçam discussão “ideologicamente filosófica”…

E, quando entramos nas questões e ordem ideológica e filosófica, não se chega a lugar algum, pois que, a  argumentação, de tão rica que é, justifica até o injustificável, e se juntarmos um leitor de mentalidade fertil, então ninguém mais pára o tema , seja ele qual for.

Mas seja como seja, desiste-se porque não vale a pena, e,  passa por não ter a percepção se poderia ou não tentar, por isso,  é que existem arrependimentos e alegramentos.

O que mais tarde se acha, sobre tudo e sobre nada do que se passou, já não tem a ver com o momento passado, mas sim, com o que na altura de ponderar sobre o assunto, a circunstancia já seja  outra, e,então tudo volta de novo a mudar.

Portanto, se acha que vale a pena,  não desista, e se acha que não vale a pena nem tente perceber os porquês, pois que isso seria apenas para tentar arranjar uma resposta para si, justificando outrem.

Valendo ou não a pena fica a dica confusa e difusa

A mulher e o Mundo

Albertina Correia

 

 

 

 

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