O viver é tramado, porque a vida é simples.

Deparámos-nos todos os anos, com mais um virar de ano, o que muda, é mesmo a idade cronológica da cada coisa e cada ser.

E, em cada ano que muda, inventa-se e reinventa-se de tudo e mais alguma coisa, para que as vivências tenham um objectivo e/ou sentido, neste caso e economicista, o tal que move as vivências e o mundo.

É este estado economicista da “coisa” que atrapalha a vida na sua essência, pois que formatados, já ninguém consegue fugir da forma e os que saem, “Deus me livre”, que apelidos levam eles.

Hoje, foi mais um dia de reflexão sobre tudo isto que é muito mais que isto tudo que aqui deixo, pessoas sem sentido , sentidos sem pessoas, emoções que vagueiam sozinhas pelas ruas, ruas vazias de pessoas e multidões solitárias.

Corrupção com e sem sentido, corrupção consentida, pessoas que nada fazem mas tudo querem, outras que nada querem e tudo têm e ainda assim se sentem sem nada, um sem fim de situações que nos remete para psicólogos e psiquiatras, também eles, completamente pertencentes à forma, e dar resposta formatada.

Somos vidas solitárias, num mundo repleto de vivências em grupos de multidões…

EU E O MUNDO

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