Vivemos uma crise de valores sem precedentes.

Somos donos das nossas vidas, ou deveríamos ser, contudo, deixamos que outros o façam por nós.

Enquanto crianças, pouca ou nenhuma escolha temos, mas, depois de adultos já deveríamos poder fazer algumas escolhas.

Acontece que, ao longo da infância somos formatados de acordo com os padrões domésticos e sociais, que nos deixam programas enraizados na mente, que categoricamente nos limitam.

Aprender dá trabalho, é necessário empenho, muito empenho e gosto por ser feliz no que se escolhe, e/ou nos escolheram.

Qualquer anúncio de emprego, pede estudos académicos, até os empregos mais elementares (que de facto não o são), como um(a) simples doméstico(a), o que de certa forma, obriga a que cada vez mais sejamos polivalentes, o que não significa dizer que realmente sabemos acerca dos assuntos.

Aprender com verdade, tem um significado gigante, neste caso, quero dizer, aprender mesmo com verdade, não importando a média final, e/ou estar apenas focado na média final.

Toda esta pressão, que maioritariamente começa em casa, leva a que muitos adolescentes, optem pela via mais fácil, o chamado “copianço”, e, existe cada “copianço” que é de se lhe tirar o chapéu, no pior e melhor do sentido, como tive a oportunidade de verificar

Chegados ao mercado de trabalho, temos então, adolescentes com médias fantásticas, mas, que na prática nada significam, já que, a aprendizagem, não foi feita com verdade, e, quando assim é, o que mais sofre, é quem do trabalho necessita.

Precisamos urgentemente de educar, não para as médias, mas, para a valorização e realização pessoal, seja ela qual for…

EU E OS OUTROS

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