“Shakespeare, ao escolher tal frase, “ser ou não ser eis a questão”, talvez ele não imaginasse tantas interpretações dessa frase longe daquele contexto.”

Pois é, ser ou não ser, a grande questão desde sempre, que foi eternizada pelo Shakespeare,  o que hoje podemos perceber desta questão?

Podemos bem, ser ou não ser, a grande questão está na interpretação que cada um fará, de acordo com a suas circunstâncias de vida, e abertura de mente.

Ser ou não ser, tanto seja homem ou mulher, a questão reside em apenas ser, sem se importar com distinção de género, afinal, a vida e na vida, tudo se resume  apenas, a ser ou não ser, como aceitar ou desprezar, ser rico ou pobre, ser feliz ou infeliz, ser rei ou plebeu, ser inteligente ou não inteligente, ser dono ou empregado, ser velho ou novo, mandar ou ser mandado, etc, no intervalo disto fica a semântica…

Contudo, seja qual for a dualidade, a questão  a cada um pertence,   questão não é mais que a escolha, seja ou não, de forma livre ou acorrentada, depois de tomada, fará parte da conclusão,  de se ser ou não ser, que bem pode ficar sem questão…

Ainda assim, ser ou não ser, deveria ter sempre, só e apenas, a conclusão de cada um, sem julgamento de terceiros, mas,  como vivemos em sociedade, interventiva demais pela negativa, este Ser ou não Ser, e a sua questão, sobe para patamares difíceis de digerir e de decifrar, mas sempre se pode tentar …

EU E O MUNDO

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