ENTREVISTA “DIVULGA ESCRITOR”
22 Sexta-feira Abr 2016
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22 Sexta-feira Abr 2016
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18 Segunda-feira Abr 2016
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Quando faltam apenas 5 dias, para o lançamento, do que será o meu segundo, e quiçá, o ultimo livro, convido todos os que quiserem estar presentes, a assistir no dia 23 deste mês, na Alfandega Régia – Vila do Conde (frente à Nau)à sua apresentação.
Não será apenas um lançamento, será a materialização, do que nele (parte) está escrito, fazendo com que um lançamento seja também uma reflexão, e um bom momento de lazer.
Para tal, conto com a associação Patho
Para que o ambiente cénico, seja adequado e apropriado, contei também com o apoio incondicional da Câmara de Vila do Conde, e através deles, com o Museu da Póvoa de Varzim, para que nada fosse deixado ao acaso.
Para finalizar, não poderia faltar o Porto de Honra, onde espero poder conversar confraternizar com todos os presentes…
Tudo isto, se passará no espaço descrito acima, e que terá uma envolvência e glamour próprio para do momento.
Para tal foi imprescindível o patrocínio de RD Atelier de Vila do conde, e, da I-Sensis de Vila Nova De Gaia.
Espero assim, estarem reunidas as condições, para que possamos passar um bom final de noite, na companhia de “todos” com um som vindo de longe…

Nos veremos Lá…em “Silêncio”
Albertina Correia
07 Quinta-feira Abr 2016
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Por vezes, muitas, temos que ir buscar forças onde as forças já não habitam, mas, eis que a coisa piora, então as ditas forças, regressam ou vão-se embora…
Não tem como entender estes estados, supostamente deveríamos ficar caídos por terra, mas essa energia vital, que vem não sei de onde, nem sei bem, sempre me surpreende, deixando-me perplexa ou então em vice versa…
Depois, hó, depois…Vem o que precisamos, palavras, gestos, glórias, pessoas, de tudo um pouco, e do pouco, fazemos a festa, esquecendo para sempre a energia que faltou, bem como outra gente que já passou…
E quando damos por ela, somos Ela e nós, essa que ninguém substitui, por ser mesmo intrínseca, e, é ela, essa danada, que nos enche, nos farta, e, por vezes faz nossa vida cara ou barata…
Mas, o que realmente conta, não é o valor , porque barata ou cara, a vida que temos, é exactamente a que escolhemos…
E não adianta culpar ninguém, porque esses habitam no além, onde pensam que são, e na verdade é apenas nossa mente, que mente para nós, inconscientemente…
Temos que fazer a triagem, revirar uma qualquer margem, desfazer as montanhas, derramar rios, lágrimas e gargalhadas, e no final ficar calma, porque o que verdadeiramente conta é o sossego da nossa alma…
O que dizem sobre nós, a mim nada me importa, porque palavras quando ditas, apenas falam do que sabem, e, como de mim não sabem nada, então tudo que falam com conhecimento de causa, nada mais é que a própria imagem, que com vergonha de se aceitarem, atiram opiniões para o ar, pensando que dos outros se trata, e em verdade, nada sabem do que dizem, mas o dizem com tal convicção, depois queixam-se até sem razão …
Portanto, vou continuar a caminhar, gastar forças e forças ganhar, porque a ninguém tenho que me explicar, pois que as explicações, muitas vezes, em vez de explicarem apenas causam mais confusão, aos outros porque a mim não…
Eu e o Mundo
Albertina Correia
07 Quinta-feira Abr 2016
06 Quarta-feira Abr 2016
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05 Terça-feira Abr 2016
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01 Sexta-feira Abr 2016
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30 Quarta-feira Mar 2016
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29 Terça-feira Mar 2016
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Esta, é aparentemente uma questão simples, como simples deveria ser viver.
Mas, normalmente, não nos apaixonamos pelos motivos certos, achamos que gostamos, mas quando verificamos, ficamos muito aquém…
Basta ver o panorama das relações, sejam elas de amizade, amor ou paixão.
Sempre em desalinho, porque o que se pensava amizade , amor ou paixão, nada mais é do que um conjunto circunstancial, para rematar um momento, quiçá épico, ditado pelas normas humanas.
Se alguém me souber explicar o que é estar apaixonado de verdade, mas sem adereços humanos justificativos, serei toda ouvidos.
Por tudo isto, que não é pouco, quero me apaixonar às escuras, onde só terei acesso ao toque, ao som, às palavras da noite despidas de holofotes diurnos, que o transformam em coisas, que não são as reais.
Quero me apaixonar, de forma calada, sem visão, e sem audição, quero sentir apenas o vibrar dos pensamento, para sentir que fazem sentido dentro de mim, e quando clarear o dia, não me quero sentir arrependida.
Quando mais intima, mais energia vital, aquela que não tropeça na sociedade, e se transforma em outra realidade.
Mas, mesmo que consiga me apaixonar ás escuras, tem sempre o dia seguinte, o sol que se levanta, as pessoas que passam, e em mim “tropeçam” , essas que na claridade dizem e fazem as coisas, de acordo com o pré estabelecido, e que de si nada têm, porque atē a opinião interna é roubada com seu consentimento.
E eu, serei mais uma delas, colocarei em causa a minha noite, os meus pensamentos e sentimentos, a minha loucura de amar de forma apaixonada, porque eu, como a grande maioria, vivo mais de dia que de noite, e a nova claridade turva a minha paixão às escuras, que supostamente consegui, ou então, não consegui nada de nada…
Quando apagar o mundo, talvez sejamos mais nós, sem adereços, e conversas fiadas, para alimentar sistemas que ninguém já controla, contudo estamos totalmente manietados, por conceitos e pré conceitos, que nos arruinam enlouquecem e não nos deixam margem real para nos apaixonarmos de verdade, então às escuras apenas verei e sentirei o que for verdadeiro, e quando acordar espero que já seja em outro lugar.
Até lá, quero me apaixonar às escuras…
Eu e o Mundo
Albertina Correia
28 Segunda-feira Mar 2016
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Os sentimentos são emoções abstractas, subjectivas, e, impulsionadoras do nosso estado de espírito, ou o nosso estado de espírito é que faz com sejam tudo isto, talvez sim ou talvez não, é abstracto e subjectivo…
Estou em crer, que elas são apenas o nosso estado interior, e de como nos sentimos no momento, e como quem dita o momento, são as nossas circunstâncias, então agimos de acordo com o segundo que pensamos e imaginamos estar mais correctos…
As nossas circunstâncias, são fruto do que o após exteriormente analisado, interiormente criamos, muitas vezes sem noção, mas elas que tudo podem , vão fazendo suposições do que achamos e queremos, e que nunca é igual em momento algum, porém, acredito haver dentro de nós, um estado maior, cravado algures na mente ou alma, que conduz a nossa essência, o nosso Eu interior, e que de certa forma repreende os sentimentos intrínsecos e nos atira com os abstractos que formulamos, e por isso mesmo, penamos por desconhecimento mas sem que percamos a chancela, apenas e só não sabemos como …
Tudo que se passa fora de nós, não tem a ver connosco , mas com o que percepcionamos dos outros e eles de nós, e por isso agimos de acordo com o tal suposto ser, dado como certo nesse momento, sem nos darmos conta, que o que efectivamente contava ficou por fazer ou dizer.
Isto acontece porque somos seres domesticados, para agir em grupo, de acordo com crenças estabelecidas, que nada tem a ver com o que somos e queremos, mas sim com o querem que sejamos, e assim, estamos todos certos e todos errados, será ou não? É subjectivo e abstracto…
Portanto em que ficamos?
Ficamos com a nossa consciência, e se alguns não se importam minimamente com as convenções, e vão contra maré, a maioria se importa e muito, por isso os sentimentos são abstractos e subjectivos dependo da circunstâncias que cada um cria e atravessa, e também por outros criada, mas, com o nosso aval conscientemente inconsciente.
E, vivemos assim, paredes meias com supostas verdades, supostos sentimentos, supostas emoções, supostas razões, supostas ilusões de tudo o que não queremos , sabemos todos que sim, mas ainda assim,guiámos-nos pelas nossas circunstâncias momentâneas, que não estão certas nem erradas apenas subjectivas e abstractas, até que um dia acordemos deste coma profundo e consigamos ver o que efectivamente é…
Até lá, vivemos muitos turbilhões de sentimentos e emoções, por não nos focarmos nesse tal que está cravado bem dentro, e que facilmente se cala, para agradar às nossas circunstâncias….
Eu e o Mundo
Albertina Correia