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Author Archives: Albertina Correia

GUERRA

19 Quarta-feira Nov 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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algodão

Sou mesmo parva

Tenho andado a vida toda

A lutar com armas de algodão

Quando tenho na oposição

Valentes bombas  na minha direcção

E nunca em  contra mão…

Não   posso continuar com algodão

Nem para limpar as borradas

Dos que me atiram  granadas

Me aguardem

Parvoíce tem prazo de validade

A minha já passou do prescrito

Fiz stock até de mísseis e bombas

Vou disparar a quem se intrometer

Depois peço para os virem socorrer

Isto é o mínimo que posso fazer

(que estado)

AC

AQUI ESTÁ ELE

17 Segunda-feira Nov 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

≈ 2 comentários

DIVULGA ESCRITOR

O PRIMEIRO LIVRO A PUBLICAR,  COM DATA A ANUNCIAR BREVEMENTE…

PELA MADRUGADA

14 Sexta-feira Nov 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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VENTO2

Saí pela madrugada molhada

Cansada resolvi partir

Enrolei-me no vento

Segredei ao tempo

Que o tempo me levasse dali…

Levou-me sem mais demora

Desde logo, dali para fora

Saí voando

Nas asas da madrugada

Enrolada e acarinhada

Conversando com o meu tempo

Este que já acabou

Me tomou em suas asas

Me enrolou e

Resgatou…

(estados de alma)

14/11/2014

AGRADAR?

08 Sábado Nov 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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P1050978

Já fui tudo que me foi possível ser

Não soube ser mais, porque mais para mim, era mais nada

Tentei dar o que não era, para agradar

Tentei agradar com o que era, e não agradei

Agradei sem querer agradar

Com tudo isto esqueci de me agradar

Agora é só por mim

Ainda bem

Que o meu agradar ganhou outro patamar…

(estados de alma)

Albertina Correia

CHORAR

07 Sexta-feira Nov 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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IMG_0359.JPG

É assim,
O céu também chorou
E ninguém se interessou
Ou sequer perguntou
O que foi que lhe doeu!!!
Então, deixem minhas lágrimas
Delas sei eu tratar
Logo, não carece perguntar
Porque estão elas a chorar…
Sim , lágrimas, também choram
Muitas vezes sem motivo
E não devem explicações
Pois são donas de suas razões…
O céu também chora
Mais vezes dos que as que queríamos
E quando o choro delas é mais necessário
Ignoram-nos e vão para outro lado…
Já meus olhos,
Não, nada ignoram, e choram
Mesmo sem doer
Lágrimas sinto correr
A ninguém tenho que explicar
Que quero ou não estar a chorar
Nada precisa me doer
Já que lágrimas não quero conter!!!
Portanto céu, a ti te entendo bem
E as minhas lagrimas também…

(Estados de alma)
07/11/2014
AC

NÃO FOI POR ACASO

06 Quinta-feira Nov 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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IMG_0346.PNG

Nao foi num banco qualquer
Nem em qualquer estação
Foi num banco de Paris
E na estação que eu mais quis…
Os outonos são sempre iguais
Dizem os entendidos
Para mim só tem um outono
Mergulhado no meus sono…
Pode até ser um verão
O nome da estação
Mas na minha memória
Ficou para sempre gravado
Aquele outono passado…
E, não foi em um banco qualquer
Foi num banco em Paris
Onde tudo é luzente
E mesmo com o cair da folha
Tudo é tão transparente…
Foi na cidade da luz
Que meu outono brilhou
Naquele banco com folhas
Naquela calçada alaranjada
Aquela conversa gravada
Para sempre eternizada…

(Estados de alma)

06/11/2014
AC

QUESTÃO DE SEGUNDOS

05 Quarta-feira Nov 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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20140428-223341.jpg

Hoje me levantei, e como costume

fui passear à beira mar…

Resolvi cumprimentar

quem cruzou meu caminhar…

Com caras sonâmbulas me olharam

não foi retribuído

com certeza  pensaram  que eu havia mal dormido…

preferi me virar para as gaivotas

voar junto com elas

saborear a maresia

e esquecer que pessoas estavam adormecidas

para o importante sentido  da vida

Quero lá saber

com as gaivotas me estive a entreter

as pessoas , essas

que vão para casa dormir

em vez de colocarem caras amassadas

Quiçá por conversas estragadas…

(estados)

ac

UM JARDIM SÓ PARA MIM

05 Quarta-feira Nov 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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jardim

Quero um jardim só para mim
É um jardim imaginario
Feitos de letras e letrinhas
E se me querem encontrar
Basta em palavras me procurar
Onde elas existirem
Por certo la estarei
Ē um jardim de letrinhas
Igualzinho ao que sonhei…

Este jardim reservado

Repletos de letras e de mim

São  lá nossos encontros

E conversamos, conversamos

Quem me quiser encontrar

É mesmo no meio da confusão

De todas as letras que ficam

E de todas as que se vão

(estados de alma)

AC

?? AMAR ??

03 Segunda-feira Nov 2014

Posted by Albertina Correia in Escrita

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IMG_0342.PNG
O amar trivial do comum mortal
Não ama, possui
Não olha , vê
Não diz, fala
Não sente, toca

Assim é o amar trivial do comum mortal
Mas,
Amar é olhar sem ver
É amar sem possuir
É dizer sem falar
É sentir sem tocar
É também deixar partir
Se este tiver que ir

Amar é arte é sedução
Pelas grandes e pequenas coisas
Por homens e mulheres
Não importando o sexo que és!!!

II
Amar, é amar e ponto final
Todos os adjectivos circundantes
São justificações
Sobre o que se pensa que é amar
E da forma que conseguimos expressar
E não tendo outro comparativo
Que se possa equiparar
Então fica mesmo assim
A forma deste bem ou mal amar…

Por tudo isto, e que não é pouco
O amar trivial do comum mortal
Entrega-se sem se dar
Tira-se para outro lugar
Chora-se
Errita-se
Deprime-se e oprimi-se
E quando não se tem, faz sentir mal
E, é assim o amar trivial do comum mortal

III

Eu prefiro o outro amar
Que está em qualquer lugar
Que posso ter e largar
E não ter que explicar
Por explicado estar
Sentir sem tocar
Inalar por toda a parte
Pois que, está presente
Mesmo quando o pensamos ausente…

Ausente, é o que vem de fora para nós
E não é nosso, nem pode
Ausente quando está, sem estar presente
É presente, solitariamente acompanhado
Disfarçado de “amar” vivo
Quando está na verdade
Todo ele em outro sentido…
Flores e palavras leva-as o vento
Uma hora ou minuto de prazer
É facil de obter
Mas amar como deve ser
É certamente o que não se pretende ter

IV

Vivemos num mundo de posse
Em que alguém tem que pertencer a ninguém
E, acompanhado de ninguém
É uma forma de disfarçar
Que se possa estar a amar

Não, não, não,
Amar é também poder imaginar
Que te estou a abraçar
Mesmo sabendo-te em outro lugar
Amar é segredar
O que de mais intimo temos e queremos
E sem ter que explicar

São olhares no mesmo sentido
São toques de sedução
São palavras de ternura
E muitas vezes é nada
Este nada que nada tem, e tudo é
É muito mais do que palavras soltas
Frases bonitas
Flores encantadas
E tudo para disfarçar
A forma trivial do comum mortal amar

(Que estado de alma ufa)

Albertina Correia

PORTO DE ABRIGO

03 Segunda-feira Nov 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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IMG_0341.PNG

Guardo comigo
Meu porto de abrigo
Onde nagevo
Reclamo
Odeio e
Amo…
Ele quase tudo pode
E mesmo não podendo
Me vai abrigando dentro
É um porto pequeno
De uma grandiosidade
Só cabe minha embarcação
Não vale pena reclamar
Ninguém vai lá entrar
É meu porto de abrigo
Onde rio e grito
Faço e desfaço
Sem tempo e sem espaço
Que não seja apenas
A permanência do meu barco

(Estados de alma)
03/11/2014
Albertina Correia

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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