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Category Archives: Escrita

ANTES DE TUDO…

15 Terça-feira Jan 2019

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Antes de tudo acontecer

Caminharei até me certificar

Que está tudo no mesmo lugar

Que a noite resolverá o que o dia não entendeu

Na noite vaguearei até ao limite do universo

Ele que faz sempre tudo certo…

E de cansada,

Até de não encontrar nada

Me deitarei com calma e serenidade

Não querendo saber de vaidade

De conversas fiadas

De dias repletos de verborreias

De pessoas e de asneiras…

De contos e ditos

De gentes sem imaginação

De outras com muita presunção

De estados desalmados

Que bem  poderiam ficar calados…

NOITE VADIA

“CAMINHOS”….

14 Segunda-feira Jan 2019

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Caminhando pelo jardim
Rompendo a noite silenciosa
Chegando à madrugada inesperada
Pelo meio da noite calada…
Não havia princípio nem fim
Nem havia estrelas no meu jardim
O luar adormeceu
Nem o vi, apaguei a luz e adormeci…
Pelo sonho dormido
Caminhei até ao meu abrigo
Encontrando pelo caminho
Pedaços de vento
Flechas de luz
Neve em camadas finas…
E com passadas refinadas
Pelas ruas desencontradas
Cheguei ao meu sonho final
Onde tudo está como deve ser
Em mais um novo despertar
E de novo no mesmo lugar…

NOITE VADIA

 

TEMPO SEM CONTAGEM

11 Sexta-feira Jan 2019

Posted by Albertina Correia in Escrita

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O tempo faz-se e desfaz-se, para se voltar a fazer.

É um vai e vem de horas desenfreadas, dando cabo de muitas delas, que na maior parte do tempo estão paradas.

Dão voltas e mais voltas, voltando sempre ao mesmo ponto, dando a ilusão que ficam estacionadas…

Reencontram-se de hora em hora, minuto a minuto, e abatem-se num segundo….

São horas pré fabricadas,  para marcar o tempo, de um tempo que não precisa de horas contadas…

Assim caminhamos, crentes do tempo que gastamos, como se dele não houvesse mais, num tempo infinito que não necessita de mais nada que não seja dia e noite e alvorada…

E nós sozinhos pela noite calada …

NOITE VADIA

CAÍR DA TARDE

09 Quarta-feira Jan 2019

Posted by Albertina Correia in Escrita

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O dia caía

Lentamente a noite aparecia

Não lhes é permitido cruzar

São opostos

Nem sequer se podem olhar

No limiar entre um e o outro

Existe a penumbra e a madrugada

No intervalo não existe mais nada…

Ainda assim, para que um possa existir

O outro tem que consentir…

Caminham de costas voltadas

Trazendo pela manhã Belas Madrugadas

Prenúncio de dias intensos

Com o Sol que pode ou não brilhar

Para mais uma noite nos entregar…

Adormecemos, sonhamos

E por fim lá acordamos…

NOITE VADIA

 

NOITE VADIA

08 Terça-feira Jan 2019

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Hoje foi diferente
Substitui a lua, pelo Sol poente…
Não que seja diferente, ou menos imponente
O que conta, é momento que trazemos dentro
Desta vez ele ditou
Que seria no cair do dia
Ao invés da noite fugidia …
E foi bom do mesmo jeito
Estava tudo a preceito
Os pensamentos mudaram de lugar
Tiveram outro alinhamento
Pois tanto o sol poente como a noite tranquila
Carregaram em mim camadas infindáveis de energia…
E foi bom,
Bom, de forma singular
Ouvi outros “cantos” no mesmo lugar
Os recados foram mais iguais
Harmonia, paz e tranquilidade
É assim que se veste a minha vaidade
Enquanto desfila pelo sol poente
Enchendo de brilho incandescente
A calçada alaranjada e omnipresente
Dando assim espaço à Lua ausente…

NOITE VADIA

COISAS DO MEU DIA-A-DIA

02 Quarta-feira Jan 2019

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Um manto branco, cobria o pequeno ribeiro…

Esse que sempre corre para  o mar, depressa ou devagar…

Hoje, não foi diferente, mas o manto levantou-se até ao firmamento…

Não pude registar em fotografia porque atrás de mim, tem sempre alguém com pressa para passar…

Ficou registado apenas na minha mente, este cenário imponente

Da separação da neblina, no ribeiro que levemente corria…

Talvez amanhã o cenário se repita e,

Atrás de mim não esteja ninguém apressado

Com a pressa,  de ir a nenhum lado…

EU E O MUNDO

 

 

2019

28 Sexta-feira Dez 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Ainda não foste embora e já sinto a saudade em mim

De tantos dias que me ofereceste

Nada me pediste e nunca me deixaste triste…

Faltam poucas horas para ficares mais perto do fim

E nada posso fazer para te deter

Esse universo tardou

Mas com ele me vai trazer um presente

Talvez um 2019, mais imponente

A fasquia está alta, e não adianta reclamar

Se quiseres um conselho

Aprende com 2018, e não te armes em coquete…

Vou ficar por aqui, sempre de olho em ti

Não penses que me enganas

Pois tenho a experiência de um ano dourado

Esforça-te muito mais que um  simples bocado

Assim talvez para o ano que vem

Faças parte do meu mais além

Como tal, talvez  tenhas direito a honras de “estado”

Mas para isso não podes deixar nada ao acaso…

Vou adormecer o meu 2018

2019 será meu  dia seguinte

Depois de estar lá, logo se verá…

Albertina Correia

FELIZ NATAL

21 Sexta-feira Dez 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Olho através da vidraça,

O tempo que corre e que passa

A gente que fica e que vai

As horas que se  somam e que se subtrai

Dias cansados atribulados

Que não levam a nenhum dos lados…

São assim os dias antes Natal

Que ninguém leva a mal

Mas eu não corroboro

Então aguardo pacientemente

Que a passagem se faça rapidamente

Feliz Natal

E SE PUDESSE VOLTAR ATRÁS?

22 Quinta-feira Nov 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

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(…)

– Penso que todos já lemos ou ouvimos a história de pessoas idosas, por exemplo, que e no fim da vida, o seu maior arrependimento é não ter dado atenção a isto ou aquilo, ter valorizado mais isto ou aquilo, não ter feito esta ou aquela viagem, não ter dado um murro na mesa quando necessário, como se pudessem ou quisessem voltar atrás e fazer diferente.

E a maravilhosa frase:

– Se eu soubesse o que sei hoje o que não teria feito?

Ou

– Quem me dera voltar atrás e saber o que sei hoje …

Enfim, tanta e tanta frase de pessoas e estudos, com o intuito de justificar o autismo profundo, em que cada um se afundou, com ou sem consentimento.

Achamos mesmo que as pessoas se arrependem do que fizeram ou não fizeram?

Claro que não, fizeram porque as circunstâncias ditaram para fazer, da forma que foi feito, nem mais nem menos, apenas isso.

Acredito piamente que em cada passado, tudo foi decido em consciência, em detrimento de outras coisas e/ou pessoas e, não é por estarem a morrer ou no final de vida que tudo seria diferente, nada disso, estes arrependimentos acontecem porque o que na verdade se quer, é viver mais um pouco, crentes de que fariam diferente, mas em verdade, fariam mais igual, afinal o que muda é a vontade de não morrer, como se deles isso dependesse e não de ultrapassar as normas e regras impostas, até porque, apesar de sozinhos, as normas e regras serão sempre a nossa companhia.

E se eu pudesse voltar atrás e saber o que sei hoje, o que não faria?

Faria exactamente o mesmo, porque o que aqui está representado, não é o que mudaria, mas sim a tremenda vontade de ter feito diferente, como se as circunstâncias fossem as mesmas…

E assim sucessivamente, com outras situações.

(…)

AGORA É O MOMENTO

APENAS VIDA

19 Segunda-feira Nov 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Sento-me debaixo daquela árvore

Que parecendo  morta 

Vive uma vida inteira

Suportando a vida de outra maneira

Já não é a vida dela

 Nem raízes deve ter

São quem nela se pendura

Lhe susurra

A cobrem de outra verdura 

E a fazem parecer ter vida pura

Continua fantástica

Como fantástica é a natureza

Que se envolve , revolve, cresce e floresce

Cumprindo cada ciclo 

A árvore permanece intacta 

Coberta em cada primavera 

De ramos que não lhe pertencem

Mas que ela acolhe livremente

Do livro Silêncio

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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