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DANÇA DA VIDA

24 Terça-feira Jun 2014

DANÇA DA VIDA

A vida pediu-me para dançar
A valsa que só ela sabia tocar
Nem teve o cuidado de me ensinar
Atirou-me para a pista
E ali me deixou ficar

Deixou que levasse encontroes
Deste e daquele canto
Não se importou nem um minuto
Se eu dançaria com algum bruto

A vida pouco me olhava
Estava desinteressada
Percebi porque ela ali estava
Afinal levou-me para dançar
A valsa que nem sabia tocar
Arrumou-se para um canto
E observou o meu pranto

Ora vida danada
Da valsa não sobrou nada
Dos encontroes não saí magoada
Afinal estava ensaiada
E a musica saiu-te trocada

Agora vais ter que dançar para mim
Uma musica que não tenha fim
Vou estar bem preparada
Para te ver empurrada
E eu não fazer nada de nada

É vida, é assim
Agora já não te ris de mim
Pensaste em me atrapalhar
Numa valsa qualquer
Que nem sequer pude escolher

Mas me sai na perfeição
Agora olhas sem razão
A canção que escolheste
A melodia que não tocaste
E o baile que eu te dei
Arrasei-te e ai fiquei

Ate que te levantaste
Para mim olhaste
Mandaste-me embora
Eu fui sem mais demora
Dançar em outras paradas
Porque de vidas se trata o mundo
E não de valsas desencontradas

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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IMERSÃO

18 Quarta-feira Jun 2014

É obrigatório emergir
Conhecer o que desconhecia
Fazer e deixar fazer
Sem que tenha que me arrepender
Por vezes é necessário
Correr e não ficar parado
Emergir e sentir
Que o caminho era ou não para seguir
Mas só fará sentido
Se for absorvido
Pois que o mundo é para ser vivido
Da forma que é percebido
E dar a volta se for imperativo
Mas nada fará sentido
Se não emergir no mundo
Em busca do que necessita
Mesmo que o resultado
Não seja o esperado

coisas da vida

AC

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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CAIR? DA TARDE

18 Domingo Maio 2014

CAIR? DA TARDE

Cai a tarde, prepara-se mais um noite
Mas como dizer cair para algo que esta sempre a sorrir?

A tarde nunca cai, a tarde deita-se, espraia-se na areia
Esperando a lua cheia

Adormece até ao amanhecer
Cúmplice de muitas conversas
Umas adormecidas e outras mais despertas

É a tarde que se põe
Aqui e em qualquer lugar
Hajam olhos para ver ou
Simplesmente para contemplar
E ouvidos de mercador
Se o tema não for amor…

(…)

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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AINDA BEM…

17 Sábado Maio 2014

AINDA BEM...

Ainda bem que o mundo é redondo
Ainda bem que gira sempre para o mesmo lado
Ainda bem nem não está parado
Ainda bem que não esta terminado

Redondo para voltar ao mesmo lugar
Sempre para o mesmo lado, para não repetir o passado
Sempre que a girar, porque a vida não pode parar
Ainda bem que não acabou, porque a vida agora começou

Queremos voltar ao mesmo lugar
Crescer com o que se prendeu
Recomeçar de forma independente
Dar nova partida, e seguir sempre em frente

Ainda bem que tudo é cíclico
Ainda bem que aprendemos
Ainda bem que não paramos
E, ainda bem que apesar de tudo
CONTINUAMOS…

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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NOITE DENTRO

04 Domingo Maio 2014

NOITE DENTRO

Viajei pela noite dentro
Rumo ao conhecimento
Deixei-me cair e apenas sentir
Olhando a lua e o luar
Por certo naquele lugar

Viajei pela noite dentro
Era só desapontamento
Mentes perturbadas pela surdina
De salas repletas de nostalgia
Num vai e vem desenfreado
Procurando o inesperado

Mas viajar pela noite dentro
Tem muito de descontentamento
Não fora a lua e o luar
E nem saberia como estar
É tão pouco o conhecimento
Não existindo espaço para aprofundar
O que cada um quer demonstrar

Caiem para um ou para outro lado
E assim ficam noite dentro A recapitular
o não mais vão encontrar…

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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É O VIVER…

01 Quinta-feira Maio 2014

É O VIVER...

Assim se passou tanto tempo
Recheado de tudo que não dá alento
Por vezes tão leve como as nuvens
Por vezes tão forte como o vento

É o viver…
Deixar o tempo passar
Construir castelos na areia
E deixá-los levar pelo mar
Sorrir porque já foram
Felizes por recomeçar

É o viver…
E em cada dia um renascer
Quem sabe com castelos de areia
Que levados pelas ondas do mar
Nos farão reflectir e parar

E É o viver…
Intenso quanto possível
Mas sem nunca esmorecer
E é assim , o nosso viver…

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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HOJE…

29 Terça-feira Abr 2014

HOJE...

HOJE FUI POR AÍ
APANHANDO E GUARDANDO A BRISA DO AR
ENVOLVENTE AO MEU PASSAR

AO DE LEVE RASPOU MEU ROSTO
DANDO-ME ENERGIA PARA CONTINUAR

FUI POR AÍ COM O PENSAMENTO APRESSADO
COM O OLHAR LENTO E MOLHADO
SABOREANDO CADA SEGUNDO
DESTE CAMINHO PROFUNDO

E NÃO FOI ASSIM TÃO POUCO
E NEM ERA DE ESPERAR
HOJE FUI POR AÍ OUTRA VEZ
ESPALHANDO A BRISA MOLHADA
PENSAMENTOS APRESSADOS
E OLHARES ESVAZIADOS

(…)

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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SEM MEDIDA

27 Domingo Abr 2014

SEM MEDIDA

Foi tanto que te dei
Que esse tanto tem a medida de tão pouco…

Esse tão pouco
Foi tão intenso
Que não imagino como seria bastante…

Tão pouco é agora, é a vida , sou eu
Com a intensidade de muito…

Posso bem imaginar
Como seria o tanto e o muito…

Mas agora
Fico com a intensidade do bastante

E bastante é sem medida…

escrito em   01/10/2009

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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LIBERDADE SEM NEXO

25 Sexta-feira Abr 2014

LIBERDADE SEM NEXO

Pois é, e vao 40 anos de uma liberdade sem nexo
Era na altura em que tudo parecia que ia florir
A liberdade foi entregue, so para te fazer sorrir

Nunca nada vai ser como antes
Liberdade assassina
O que gerou de bom
Ficou aquem da maldade que cosquistou

Ninguem pode ter liberdade sem estar liberto
Nao podemos ir por aí destribuido uma flor
Como se nao houvesse dor

Mais liberdade, mais respnsabilidade
Assim deveria ter sido e nao foi
Cada um virou-se para si mesmo
Os mais bem posicionados
Trataram de nos por calados

Fizeram e desfizeram
Deram e tiram
Estavas distraido e ficaste calado
Agora somos flores e cravos sem vasos
Sem eira nem beira

Mas com uma liberdade camuflada
Disfarçada de revolucao
Cujo motivo era fazer evoluir a naçao

O “ensaio sobre a cegueira” nunca teve tanto sentido
Num portugal para la de perdido
Onde cada um um andou distraido
A brincar de liberdade
Enquanto poderosos contruiam a sua grade

Agora todos querem libertar-se da liberdade
Ate apagar historias se possivel fosse
Nao, a liberdade esta dentro de ti e dos teus valores
Vai por ai e colhe a tal flor
Mas nao entregues ao teu redor
Planta no teu jardim
Trata com urgulho e amor
E ai sim, terás uma nova flor
A tua flor
A tua liberdade
A tua vontade
Sem atropelar o vizinho
Pois que “o mal vem sempre pelo mesmo caminho”

Nao queiras plantar nos jardins alheios
Isso é invadir a liberdade do outro
Olha para ti
Olha por ti
Olha a tua flor
Arranca o odio
E rega com amor

A liberdade é um direito
Faz dela teu predicado e teu sujeito
E nao te sujeites À liberdade implantada
Por uma corja que deveria estar arrasada

Mas mesmo assim
Vivam as flores
E viva o teu jardim
Planta mais responsabilidade
E teras a tua liberdade…

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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AQUELE OLHAR

23 Quarta-feira Abr 2014

AQUELE OLHAR

Foi naquele olhar, com um brilho de encantar
Que por mim me encontrei e até lá regressei

Era no tempo em que os muros eram altos
As árvores gigantes, e as flores do tamanho do sol

E não era ilusão, era apenas a minha pequenez
Longe estava de saber como era o meu crescer
E ter que tudo desenvolver

Nem as árvores eram gigantes,
Nem os muros eram altos
Nem as flores eram do tamanho do sol

Era tudo como tinha que ser à passagem do meu viver
E vivi intensamente momentos ate então
Agora o que parecia gigante, nem sequer existe
O que era alto desapareceu
E as flores eram apenas elas
O sol ainda brilha
Com as mesmas cores do passado
Alheio ao meu olhar
Que o admira com outro ar

Já não mais o ar franzino e rebelde
De quem segura no mundo
Mas com o olhar mais profundo
De quem vive cada minuto

Aquele olhar será sempre o de encantar
Seja aqui ou em outro lugar
Mesmo a dormir ou a sonhar
Aquele será para sempre o OLHAR…

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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