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Category Archives: Escrita

LIBERDADE COM AMARRAS

24 Sexta-feira Mar 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

≈ 1 Comentário

Pensamos que somos livres

Num mundo feito de prisões

Cada qual olha seu umbigo

Como se os outros fizessem parte ou não…

Nunca fomos tão globais

E Teoricamente tão iguais

Adoramos as nossas ilhas

Cada uma com sua especificidade

Não queremos saber dos outros

Nem da sua realidade…

E pensamos que somos livres

Porem acorrentados à sociedade

Essa que inventa de tudo

Para a ela nos prender

Fazendo-nos crer quer somos livres

E apenas somos livres para morrer…!!!

EU E O MUNDO

A PROPÓSITO DA TUA FELICIDADE…

23 Quinta-feira Mar 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Nunca tanto se falou na busca da  felicidade, da Felicidade de cada um e da nossa própria .

A tua Felicidade não é igual à minha, nem poderia ser, eu sou diferente de ti,e tu diferente de mim, na essência quiçá somos  iguais, nas crenças diferentes, nas circunstâncias também, e, nem é bom nem mau, apenas diferente.

Então, a Felicidade veste-se de múltiplas facetas, somos todos felizes apenas não damos por isso, pois que, gastamos imenso tempo a olhar pela felicidade dos outros, e de como ela funciona, como se essa a nós se aplicasse.

Nada mais errado, a minha Felicidade é apenas minha, sei como se comporta, sei como a fazer para a por feliz, sei o que ela precisa, e ela sabe o que eu preciso, porque vivemos no presente e na minha realidade.

Já a tua Felicidade, a mim nada me diz, não enquadra no meu ser, não me apela, não me move, resumindo não me serve de nada, e não é por isso que deixa de ser a tua Felicidade.

Eu gosto da minha, tu gostas da tua, a assim estamos todos felizes, convivemos porque as energias delas estão bem circunscritas, é isso é óptimo, a minha não rouba a tua, e,  a tua não rouba a minha, são felicidades diferentes e felizes.

Quando tu não estás feliz, é porque estás centrado na Felicidade que  não te serve, que não serve o teu proprosito, e invejas porque não sabes como lá chegar, ela coitada, está dentro de ti, esperando que a ponhas para fora, e que não metas algo lá para dentro, que não lhe pertence, ainda por cima nada bom.

Resumindo, ser feliz é simples, basta ser com aquilo que temos e precisamos, sem fazer grandes ondas, com o que não faz parte da nossa vivência.

Simples, simples, e dá pelo nome de FELICIDADE em causa própria…

EU E O MUNDO

 

PENSEM COMIGO 😕😳

15 Quarta-feira Mar 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Estando em modo pensamento, a mente resolve pensar em cada coisa, que não lembra  mesmo a ninguém.

Existe para aí uma palavra que se designa por felicidade, ao que parece, todos, ou a grande maioria, buscam o seu sentido, mais até do que isso, buscam a fórmula para a alcançar.

E dei comigo a pensar, e a questionar-me:

Quando é que foi, que o ser humano se deu conta, que não tinha a felicidade?
Será que existem registos das primeiras pessoas infelizes?
De que será que sentiam falta?
Será que buscavam um sentido para a vida?

Etc etc etc …

Poderia estar aqui a enumerar um cem número de coisas, mas o que me interessa, é saber como toda a infelicidade começou, e quem foi o autor deprimido.

Hoje em dia, vemos a pessoas dizerem, estou feliz porque tenho isto, porque tenho aquilo, porque fiz uma viagem de sonho, porque comprei aquela casa de sonho, etc etc etc…

Será que quem inventou a infelicidade/felicidade, está directamente ligado com as catedrais de consumo em massa?

De uma forma bem comum, se ouve dizer, que primeiro cria-se a necessidade , posteriormente apresenta-se a solução, será que se aplica também a este assunto?

Não imagino um pré histórico a “mímicar” sobre infelicidade…😂
Não imagino Homo sapiens reclamar por peças de roupa, um mesmo um sofá 😂…
Não imagino uma “australopitecas” a pensar em viagens e roupas de sonho 😂…

Estou a ver esta “gente” toda, apenas focada na sobrevivência, de tudo o que a natureza lhes dá, e ao que parece, tudo ia bem…

Um belo dia, alguém resolveu que tudo isto haveria de mudar, e, mudou, ficamos dependentes do consumo desenfreado, como se isso fizesse parte do processo da felicidade…

Vou assumir que a infelicidade foi inventada, sem noção da invenção, para dar lugar à felicidade das coisas, e de como as coisas a manipulam…

Mas isto sou só eu a pensar, e a escrever as minhas verborreias…

EU E O MUNDO

O PODER MORA SOZINHO

11 Sábado Mar 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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De uma ou outra forma o poder mora sempre sozinho.

Vive dia a dia, fingindo um mundo em sua volta, mas na volta, depara-se com a sua solitude .

Vive solitariamente, e a grande maioria, no meio de muita gente.

Ninguem espera, que o poder fracasse, que se gaste, que mude de mãos…

Ninguem espera, que o poder seja solitário, que viva pânico, que viva com medo…

Ninguem espera nada disto, porque disto ninguém quer, então, depositam no poder, o que não possuem, nem querem ter…

E lá fica o poder sozinho, disfarçado com muita gente, mas na hora de decisão, tudo se esfuma, e ele fica como sempre….Sózinho no meio de muita gente…

EU E O MUNDO

PAREDE DE PEDRA…

24 Sexta-feira Fev 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Cansada olho pela janela

Não   sei se é vidro ou se uma parede de pedra

Sentada penetro no infinito

Deste  nosso maravilhosos sítio

Consigo imaginar as árvores a abanar

O vento fora do lugar

O Sol a arder sem queimar

A lua adormecida sem estar perdida

Isto tudo através da minha janela

Que não sei se é vidro

Ou se é uma parede de pedra…

O que temos não é o que vemos

E o que vemos é produto da nossa imaginação

Onde uma parede de pedra

Pode ser bem uma janela de vidro

Tudo é uma questão de ilusão

Do que vemos com a nossa imaginação…

EU E O MUNDO

ESSENCIA VERSUS CIENCIA

19 Domingo Fev 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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magnolia

Acredito que antes da ciência éramos apenas essência.

Nosso corpo agia que que por magia

Tudo estava em sintonia

Porque a ciência não existia…

Mas quisera o universo

Que o ser humano falasse ouvisse e pensasse

Desde então tudo se baralhou

Os pensamentos passaram a morar dentro

Criando-nos problemas intensos

A partir desse ponto

A nossa essencia foi devorada pela própria ciência

Nao sei se foi bom ou mau

Apenas sei que foi

Agora que estamos atolados

Por teorias e mentes vazias

A ciência virou economia

E a nossa essência para sempre perdida

EU E O MUNDO

COISAS SEM PÉS NEM CABEÇA ….

15 Quarta-feira Fev 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Tenho sido sempre observadora de forma quase compulsiva…

Tenho escrito muito, desde sempre, de forma quase compulsiva…

Tudo isto, de tal forma, que por vezes, muitas, esbarro em papéis meus deixados aqui e ali, que de forma observadora desinteressada os encontro…

E assim, este me chegou de novo às mãos , e, quase  não conseguia decifrar  o que tinha escrito , papel amassado e letra atropelada, mas dizia o seguinte:

“O possível futuro, pode mudar decisões do possível passado”

É um pensamento arrasador, e para o decifrar é quase avassalador, pois senão vejamos:

Um possível futuro, porque desde logo não existe, mudar decisões de possível passado, também não existe porque já passou, e no presente escrevo coisas deste género, sem pés nem cabeça ….

Ou será que tem, afinal a vida não é um ciclo? Onde deveríamos apreender com o passado para não repetir no futuro?

Então  eu não posso imaginar um futuro? Tendo como base coisas do passado, assim mudar o depois, e ter opinião diferente sobre o que passou, para dar outro sentido à decisão tomada?

Pois, coisas sem pés nem cabeça, mas que na minha fazem todo o sentido …

EU E MUNDO

NOVO PARADIGMA

07 Terça-feira Fev 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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desalinho

Estamos mais que nunca, solitariamente acompanhados.

A panóplia de oferta , sejam de bens de consumo, ou mesmo de intelecto, são tantos e tão exagerados, que nos divide de tal forma, que é quase impossível , haverem tantas pessoas que gostem das mesmas coisas.
Dizem, que estamos vocacionados para viver em grupo, acontece, que nos dias de hoje, os grupos são tão efêmeros, que pouco ou nada existe para partilhar, tal a diversidade, com isso, parece que cada ser individual, cria um mundo próprio, e com ele, tenta agir, inter agir, e até impor-se, contudo, existe uma inveja/infelicidade, difícil de ultrapassar, pois que, o ser humano vive estes tempos, em permanente frustração: diz Gilles Lipovetsky “as frustrações e as comparações invejosas propagam-se (…),os prazeres materiais, são numerosos, mas os homens ficam mais frequentemente infelizes, com o prazer dos outros” do livro (A Sociedade da Decepção).
Estamos na era do mundialismo individual, em que, cada um vive da forma que lhe apetece , quase sem regras sociais, porque, ao que parece, tudo é, ou deve ser permitido.
Seria perfeito se assim fosse, acontece que, individualmente e em mundos próprios , aceitam-se mal o mundo dos outros.
Nunca vivemos tão mal e com tanto, mas esta premissa, só se aplica aos que tem conhecimento dela, pois que, os que nascem neste individualismo, não têm noção do que se trata, e também não estão para gastar, ou perder esse tempo, com assuntos de outros séculos, assim crêem.
Um dia, irá ser necessário desenterrar os séculos passados, para perceberem de onde vieram, tal como fazemos hoje com os séculos longínquos, chamada a tal Historia.
Não se pode apontar o dedo , corremos o risco de ficar sem ele, mas, os dias conturbados de hoje, devem-se sobretudo, e no meu entender, à falta de uma profissão que há muito deixou de existir, a bela “profissão” de Pais, mais propriamente a de Mãe.
Alguém tem que colocar a ordem, e educar, e isso deixou de existir, como tal, os rebentos nascem e desenvolvem-se quase de forma selvagem e sós, nós todos, só podemos lamentar, não ter ido a tempo de reverter a situação.
Com a expansão da igualdade género, do direitos da mulher, o mundo virou do avesso, nada foi devidamente acautelado.
Ja ninguém está mais, no comando do ensino de valores , temos assistido a este ensino, por via remota e individualmente, pelos próprios filhos, salve-se quem puder, porque normalmente “vencem” os mais destemidos, e os que menos tem a perder, se é que possuem algo, para além de um ecran, com janelas para um mundo podre, alimentado pelas nossas bactériaa e vírus…

EU E O MUNDO

O VOTO NÃO VOLTA ATRÁS…

05 Domingo Fev 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Caminhamos por um mundo, repleto de mentira e falsas promessas, essas, que  sempre as fazem, para alcançarem os objectivos, e quase sempre os alcançam …

Depois de eleitos,  nada fazem do que disseram, mas o povo, o que votou massivamente, reclama, mas vota de novo, as promessas nunca se cumprem…

Até que um dia, apareceu do nada, um famoso laranja, de seu nome Donald, prometendo  as coisas mais “bizarras”, por parecerem impossíveis de fazer, e o povo , decerto, achou-lhe piada ao atrevimento, e lá votou, afinal nunca cumprem as promessas!!!

Mas, o laranjinha do Donald, não tem falhado uma, e, ao que parece todos estão incrédulos e furiosos, pois que, e,  quer se queira ou não, o homem está a cumprir o que prometeu, e isso, deveria ser no país dele, motivo de glória, acontece que está tudo em estado de sitio…

Então em que ficamos?

Parece que há que admitir, que o homem pelo menos é cumpridor, pena que não tenha feito promessas daquelas que ninguém cumpre mesmo, como melhores salários, melhores empregos e condições, rigor empresarial, lutar contra aquecimento global, parar o nuclear, stop aos paraísos fiscais, etc etc ,  e por aí vai…

Mas essas, são uma  utopia, o que vale mesmo são as que ele prometeu, e está a cumprir, as outras, as que verdadeiramente acabam com as desigualdades abismais entre humanos, essas, não se aplicam…

Talvez esteja para chegar um novo profeta, que as coloque em prática, mas isso só la para depois da guerra nuclear, quando  forem apenas meia dúzia de caminhantes, por meio de destroços, onde estas promessas já não tem aplicabilidade…

EU E O MUNDO…

AGORA EU…

05 Domingo Fev 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Maravilhoso mundo, repleto de coisas tantas

Que tantas são as coisas que  me inquietam…

Preciso rumar em frente, ultrapassar gente

Porque  o que fica para trás , não me acrescenta nem me satisfaz…

Preciso de ir buscar forças onde elas habitam

Por isso carrego comigo o meu mundo

Onde me retempero e não desespero

Onde serenamente aguardo que  me ilumine e não me desanime…

Maravilhoso mundo

Feito de alma e serenidade, onde não tem lugar a vaidade

Onde vento namora o tempo

O sol aquece a Lua

E a noite sai correndo feito louca

Como se não houvesse  madrugada ou alvorada…

De novo chega o pôr do sol

E eu, e ele, navegamos sem medo

Pelos trilhos lunares

Sem tempo, sem vento, sem dia nem noite

Sem segredos e sem pressa

Porque a pressa pode ficar estacionada

Numa qualquer estrada

Pois que,

Não preciso dela para nada…

EU E O MEU MUNDO

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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