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Category Archives: Escrita

TEM DIAS ASSIM

07 Domingo Set 2014

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Estou preocupada
E de mente cansada
De tudo que vejo e não digo
De tudo que penso e não sei
De tudo que sonho acordada
E de tudo que preciso falar e fico calada

Estou assim deste jeito, acordada e desacordada
Das coisas que delas não sei, mais que não seja nada

Não escrevo porque sou
Nem escrevo porque quero
Escrevo porque tem que ser
A mente ordena
O olhos mal lêem
A mente acompanha
E tantas de tantas vezes não acredita
Em tudo que escreve e digita

Mas se tudo tem um proposito
E nada é ao acaso
Porque me preocupo eu
Ainda sem saber o que era
E tão pouco aquilo que sou?

O tempo urge
E eu com ele
Desespero e espero
De coisas tão simples
Como da aura da vida
Da mente talvez perdida
Que pensa que pensa, e não pensa
De tudo que em ela permanece e entra
Mesmo sem pedir licença

Desordena o sentido
Reverte revolve
Preocupa e não resolve
Ou resolve desordenamente
Sem permissão consciente…

(Tem dias assim)

Albertina correia
07/09/2014

TEMPO SEM TEMPO

01 Segunda-feira Set 2014

Posted by Albertina Correia in Escrita

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O tempo é sempre a melhor razão
Para valorizar
O que em tempos esteve a par e par

O tempo faz e desfaz ilusões
De tudo que pensamos ser razões
De pessoas vivências e sensações

Esse tempo que passa e não fica
Que desperta e ilude
Que se deixa viver
Aparentemente sem razão de ser

É um tempo sem tempo
Que nos consome a alma
Que nos desfaz em pedaços
Que nos une em outro tempo
Que nos deixa escorrer em abraços

Ai, esse tempo e suas razões
Que nos valoriza e oferece sensações
E por fim nos faz entender
Que para sempre não existe
Da forma que julgamos querer…

(Folhas soltas)
Albertina Correia
01/09/2014

INUSITADO

30 Sábado Ago 2014

Posted by Albertina Correia in Escrita

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imaginario

Vida que clama por frestas de janelas

Que olham  e resguardam nosso mundo

Do pára peito endurecido

Por dias  de displicência

Revoltosos por  não poder fazer

Outras vidas acontecer

Ali fica o peso da imortalidade

Que finge e esfinge

Estáctico movimentado

Pensando o mundo no avesso

De multi-sentidos cruzados

Em para peitos esvaziados

Agora que a hora é

Do pára peito ao declínio

Fica hirta e segura

O avesso do destino

São estes avessos trajados

De vidas escorregadias

Penduradas em ondas soltas

Que na  imortalidade

Contemplam nossa vaidade

Assim é vida

Que clama por frestas de janelas

Por dias  de displicência

Revoltosos por  não poder fazer

De uma  outra forma acontecer…
(Folhas soltas)

Albertina Correia

30/08/2014

GAIATA I

29 Sexta-feira Ago 2014

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Gaiata reguila Saltitante

Atitude positiva e um belo semblante

Pensava ser dona da decisão

Se o dia virava noite

Se noite virava dia

Apenas com a sua magia

Não raras vezes dizia

Que a noite sé era noite

Porque ela não ordenava o dia

De tão segura que estava

De que era mesmo assim

Assim foi vivendo seus dias

Esperando poder aplicar

A sua vontade e o querer

Que só ela podia fazer anoitecer….

Por fim chegou o momento

Em que lhe foi permitido

Ficar de olhos abertos até ver romper o dia

Pois que todos provaria que dela isso dependia…

Passaram as vinte e quatro horas

E por fim as seis da madrugada

O sol rompeu o céu, e nada aconteceu

Pois que ficou maravilhada

Com o cenário que contemplava

Que a fez esquecer de ordenar

Que a noite não era para ficar…

Dias e anos passaram

Até tomar consciência

Que as leis da natureza

Não dependiam do seu desejo

Mas de uma harmonia perfeita

Onde nem um sonho de criança

Teria a interversão

Para que o dia virasse noite

E a noite virasse dia

Com a simplicidade de sua magia…

(folhas soltas)

Albertina Correia

29/08/2014

DESASSOSSEGO

29 Terça-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Escrita

≈ 2 comentários

saudade

Recordo  sorrisos abertos e aflitos
Mergulhado na penumbra dos dias e noites
Pleno de aromas, de paz e de sossego
Desassossegados,  intensos e serenos…

Abraços eram por dentro
Que apertavam no peito
Invisível a intensidade que brotava
No abraço que não terminava…

Mãos que sempre se entregavam no silencio
De um som vindo de longe
Dedilhando  melodiosa musica
Na solitude da  vida
Onde a  alma ficou perdida…

E foi assim,
Quando pensamos que é o inicio
Apenas chegou o principio do fim…
Hoje dói pegar na esferográfica
Que sempre registou os momentos
Dos dias que não terminam
O sentimento que não acaba
Da mão que já está cansada…

Havia tanto para dizer
Do tanto que foi bem feito
Não havia fim à vista
Do que era a nossa vivência bem vivida…
Hoje falo sózinha
Escrevo para registar cada segundo
Danço para  amar
Escrevo como forma de  abraçar…
Tantas vezes a tinta se esbate
Mesclando-se com agua salgada
Turva-se a visão
Treme a mão
Baixo a cabeça
Não apetece mais nada
Que não seja ficar calada…

Adeus foi o que não pude dizer
Abraço foi o que não pude renovar
Fiquei apenas sentada a olhar
Gritando ao mundo
A forma como ele me abateu em um segundo…

Fico agora sempre mais só
Com lágrimas geladas
Folhas cheias de vida
De amor, paz e alegria fingida…

Acabaram os sorrisos, abertos e aflitos
Está cravado a ferro e fogo
Dentro das minhas entranhas
Quero agora descansar
Quero não pensar
E porque já não  posso ter
Quero apenas adormecer
E em cada sonho  rever

A vida que ficou por viver….

Albertina Correia

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PARIS TOUJOURS

31 Segunda-feira Mar 2014

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Paris tem recantos e encantos
Tem vida e cor
Tem jardins de muita flor
Tem magia
Tem brilho
Tem filosofia
Paris é um poema
Declamado a muitas vozes
É preciso conhecer o livro
Navegar nas suas folhas
Desaguar no Sena
Poder sentir a alma plena
É Paris toujours
De Bastillhe à la Concorde
De Eiffel até Pompidou
De Louvre jamais vu
E tantos outros sem fim
De quartier Latin até Monparnasse
Moulin Rouge até Notre Dame
Tudo tem cantos e recantos
Poemas derramados
De tempos idos e presente
E de saudade permanente
C’ést Paris toujours
Dans la réalité e sa réveille
Cada canto com encanto
Cada jardim um aroma
De tulipas e alfazema…
E tudo faz de Paris um poema…

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Escrita

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NINGUEM…

04 Terça-feira Mar 2014

Posted by Albertina Correia in Escrita

≈ 1 Comentário

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Ninguém pode sentir o que não viveu
Ninguém pode opinar sobre o que não sentiu
Ninguém faz nada, se nunca fez
Ninguém é uma multidão
Pensa, que cheia de razão
Por vidas que não experienciou
E por detalhes que nunca partilhou
Ninguém, tem mesmo muito peso
Em tudo que não vale a pena
Em opiniões formatadas
Por pessoas muito quadradas
Facil ficar na sua caixa
Opinando sobre suposições
De milhões sem escrúpulos
E outros sem intenções
Não existe pior ignorância
Do que dar por certo
Vidas de decisões e momentos de ilusões
Num mundo repleto de ninguém
Onde ninguém também pensa que pensa
E assim se constrói o mundo
Com Ninguém como cenário de fundo
Acordamos num universo cheio
De poeira, lixo, e vida
Fabricadas por “iluminados”
Que mais valia estivessem calados…

AC 23/01/2014

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VÍCIO DA REFLEXÃO

01 Sábado Mar 2014

VÍCIO DA REFLEXÃO

Por vezes, muitas, paro e reflicto ate sobre o ” inquestionável”, porque para tudo tem que haver um propósito nem que por vezes seja oculto…

O oculto na sua maioria esta guardado no nosso subconsciente, que nos leva na grande maioria ( para não dizer na totalidade), a grandes tomadas de posição que parecendo por vezes inquestionáveis , tem uma grande razão de ser…

Normalmente essa razão de ser esta associada à vivências passadas, projectadas para o futuro , e que nos leva muitas vezes a agir de forma que em outras situações julgaríamos impensável…

O impensável, não é nada mais que o que tem que ser, camuflado de impossível, para nos obrigar a colocar travões na tomada de decisão…

A decisão, quando tomada apenas tendo em conta o exterior, normalmente agrada a todos e a ninguém, dependendo do estado de espírito no tempo e no espaço de cada um, porque também estes sofrem dos estímulos exteriores…

estímulos exteriores são terríveis, porque faz com queiramos a gradar a gregos e a troianos, e isso é impossível, no entanto na maioria esquecêmo-nos de agradar a nós mesmos, porque esse “senhor” chamado EGO , é de uma interferência abismal…

Abismal é como nós estamos, cheios de medos, conceitos e pré conceitos, não arranjando espaço nas nossa “agenda” para reflectirmos livres de ruídos…

Esses ruídos, sou eu, és tu, são eles, que gostam de ser opinativos sobre tudo e todos, fazendo atribuições descabidas alheios ao fundamental…

Esse fundamental esta em ti, no que queres, no que achas certo, ainda que tenhas que sair do politicamente, socialmente correcto…

Correcto é o que esta gravado em ti, que depois de bem ouvido e entendido te faz caminhar em frente seguro do que queres mas sobretudo do que não queres…

Para mim eu quero que esta imagem do lado seja o meu mundo, onde tem de tudo que eu preciso, mar , ar , terra…o resto é secundario

-Para muitos faltarão as pessoas o movimento…
-Para muitos é uma questão de números para fazer um grande investimento que dê grandes resultados …
-Para muitos é uma tremenda pasmaceira…
-Para muitos é apenas uma imagem que alguém aqui postou e decidiu fazer com ela mais uma verborreia mental…

Mas não, aquele é o estado em que todos deveríamos estar, em paz com nós mesmos, mas não faltara muito e lá vêm os estímulos exteriores para estragar toda esta sedução…

Assim vão as pessoas e o mundo, ate que um dia deste se faça luz…

Albertina Correia 01/03/2014

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Escrita

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TOMAR DECISÕES PARA FICAR BEM, OU FICAR BEM PARA TOMAR DECISÕES?

11 Terça-feira Fev 2014

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Vou sair da rotina e escrever sobre este pensamento que ocorreu durante o dia de hoje…

Qual diferença entre tomar decisões para ficar bem, ou ficar bem para tomar decisões?

Comummente, pensamos que precisamos tomar certas e determinadas decisões, porque essa tomada de decisão nos fará ficar bem . errado!!!

Estamos a criar em nós, muitas vezes inconscientemente , a ilusão de que devemos mudar para ficar bem, ao ter esta atitude já estamos a assumir que estamos mal, ora nada pior para cada um de nós se tomamos decisões nestas condições…

A probabilidade de passado tempo, termos que estar de novo, a tomar mais uma decisão para ficar bem, é inevitável…

Assim se vai criando ilusões de que estamos bem, chamados os tais momentos de felicidade, que passa por breves momentos, e, que por estarem mal resolvidos e/ou mal calculados têm um prazo de validade, e, na maior parte dos casos bem curto…

Muitas vezes se diz que a felicidade não existe, ela é apenas somatório de pequenos momentos bons, criados por nós, e que tem um tempo de validade… Será mesmo assim? atendendo ao que escrevi em cima tudo indica que não, apesar desta ser apenas a minha opinião/reflexão sobre o tema…pois que estas decisões / atitudes são tomadas para ficar bem, e não o inverso…

Vamos dissertar sobre o inverso, já alguma vez ficou bem para decidir?

É disto que se trata fundamentalmente, FICAR BEM, neste estado podemos ter quase certeza 100%, de que o que vier a seguir é só felicidade/contentamento, porque a alma esta tratada, dai que bem fortalecida  para parar possíveis encontrões,e,  consciente desta realidade , não existe momentos de infelicidade que resistam…

Estar bem é um estado que devia ser cultivado, cada um terá o seu,pois que o estar bem depende de pessoas para pessoa, mas resumindo os dois estados convergem num ponto, ESTAR BEM e então decida à vontade e com vontade, pois toda a decisão que daí vier pode estar certo que será a mais acertada para si, ninguém o conhece melhor do que você mesmo,e, procurar o que falta naquilo que tem, faz milagres…

Complexo? pouco esclarecedor?sem sentido?

Não interessa, para mim faz sentido, e muito, todos os dias me cultivo mais um pouco sobre o meu bem ficar, para depois decidir ficar bem, e, quando isso acontecer vou ficar mesmo bem…

Tudo porque vou ficar bem para decidir e não decidir para ficar bem…

Confuso? talvez, mas quem escreve nunca escreve como quem lê, e quem lê normalmente nunca lê como quem escreveu…

Esteja bem para ter uma noite iluminada  e não espere uma noite iluminada para estar bem !!!!…

AC    11/fev/2014

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27 Segunda-feira Jan 2014

Por fim regressei
De onde nunca devia ter saído
A vida cá fora é bem diferente
Não apetece ficar nunca mais neste lugar
Regressar foi fantástico
Cruzei-me com meio mundo
Repleto de incerteza
Pessoas sem alma
Acalentadas por desespero
Ficam inertes
Com o passar da Madrugada
Aguardam a noite cerrada
É melhor do que a alvorada
Faz-se a festa
Sem mim, sem ti sem nós
Nem precisa
Pessoas vazias de vida
Cheias de amargura
Festejam o que não interessa
Escondem-se da realidade
E festejam por necessidade
Regressei daquele lugar
Que não mais quero encontrar
Mas se for de minha vontade
Lá irei novamente
Nem que seja para constatar
Que o regresso não é para ficar…
De volta a casa
Nem tento explicar
Porque ninguém acreditaria
Que eu estive lá um dia
Que vi, vivi, e venci
Mas por aqui me perdi…
Até quando eu quiser
Porque este é o caminho
Destinado ao topo
Nem sempre será bom
Mas nem sempre tão mau
Sou terrena aqui estou
Sabendo certo que sei onde vou…

AC 27/01/2014

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Escrita

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