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Category Archives: Sem categoria

INVERNO

20 Quarta-feira Nov 2013

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Sopra o vento

Cai a chuva

Enchem os mares

Correm os rios

Abrigam-se os pássaros

Despem-se as árvores

Voam as folhas

E sopra o vento

Esconde-se o sol

Fica a neblina

Tudo é cinzento

E sopra o vento

Vai o calor

Fica o frio

Cai a chuva e

Sopra o vento

AC      09/11/2009

TU FARIAS DIFERENTE?

18 Segunda-feira Nov 2013

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Diz-se comummente que cada um faria diferente

O que fazer diferente, se não se  sabe exactamente?

Para fazer diferente, é necessário a vivência

Pois que é a circunstância que dita a intolerância…

Fazer por opinião, é simples , basta falar

Mas fazer, efectivamente

Não é para qualquer um realmente

Se todos fizéssemos de forma diferente

Aí viria mais alguém 

E trocaria tudo definitivamente

Tudo da forma que se ouve 

Mas não se faz nem se sente

Porque é assim automaticamente

O humano quer acreditar que tudo pode mudar

Se estivesse naquele lugar

Mas apenas precisa de acreditar

Que precisa de fazer, para tudo acontecer

E como sou um ser pensante

E dito inteligente

Com certeza que eu faria tudo 

De uma forma diferente

Desafio alguém a contrariar 

O que acabei de teclar…

AC

18/11/2013

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AMOR COM ALMA

18 Segunda-feira Nov 2013

AMOR COM ALMA

Hoje estive naquele lugar
Onde tudo é de encantar
Correr pradaria abaixo
Apanhar borboletas no ar

A noite chegou, e com ela
A brisa nocturna
A luz da lua e do mar
Das estrelas das árvores
Num cenário espectacular

Mas eu quis ir mais longe
Onde tudo começa
Onde tudo se sente
E onde tudo é mais presente…

Não fui, não pude
Fiquei por cá
Olhei o céu, a lua as e as estrelas
E aqueles pontos pequenos
Que escrevem o universo
Cada sinal uma palavra
Cada palavra um sonho
E cada sonho um presente
De tudo aquilo que se sente

Mesmo não tendo ido mais longe

Nem podia
Tinha que estar aqui
Escrever o que vivi
Então hoje não fui para ali

Quem sabe mais tarde
No meu castelo de encantar
Onde os pensamentos voam
Deste para outro lugar
Que um dia vou habitar

Por vezes parece louco
Lá alem para onde eu vou
Não me importa o que fica
Nem me importa explicar
É para la que eu quero ir
E é la que vou ficar…

Se vieres fico contente
Se ficares fico contente
Mas não vos convencerei
Que de la jamais voltarei

AC

18/11/2013

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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SER MULHER I / SER MULHER II

16 Sábado Nov 2013

SER MULHER I   / SER MULHER II

Ser mulher
É carregar a vida
É dar-lhe continuidade
É ficar de lado observando a obra
É ver tudo a enviesar
e de pouco poder fazer, para ver seu curso inverter
Ser mulher é ser dona da vida
É ser muito grande
e ser por muitos diminuida
É ter a força do mundo
Em um corpo de formiga

Ser mulher
É ser tudo que alguém quer
É o ser, sonhar e o ter
É muito mais do que se possa imaginar
Mas reduzida à menor parte
Nesta cultura milenar

Ser mulher
É ser muito mais, de tudo que aqui não está
Não é ser por ser
E não é estar por estar
Não é tudo por ter
É simplesmente ser Mulher
E neste mundo ter que vencer

…………………..

SER MULHER II

Ser mulher
É saber ocupar o lugar
É saber ser estar
Ser mulher é saber carregar as soluções para a vida´deixar que os outros a façam sentir perdida
E não adianta
As dores que possa carregar
A força que tem que inventar
E saber que ainda tem que dar
Ser mulher não é ser isto
Isto é o que fizeram crer á mulher
Que por ser tudo isto
Lhe faltaria o mais importante
Impor o seu lugar
Nesta cultura estonteante

Porque
Ser mulher
Também é os outros acharem
que ela está aqui para obedecer
Não obstante esta ter a força e a certeza
De que assim já não pode mais acontecer

AC

04/11/2013

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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QUASE PERFEITO…

15 Sexta-feira Nov 2013

 QUASE PERFEITO...

São pétalas que caiem
Em intervalos do nada
Ocultos e brancos
E pingam como cortinados
Que nos que fazem estar
Somente naquele lugar
Mas que faltam as palavras
para poder explicar…
Derramam-se no monte branco
Rendilhado em cada canto
Deito-me sobre o nada
O vento cobre o meu olhar
Naquele lugar que cria paz
E eu não consigo explicar
Só consigo dizer o quanto
É Maravilhoso  de lá estar…
Não existem borboletas
Nem aromas e nem ar
Mas estou naquele lugar
Mesmo com tantas palavras
Não tenho como explicar…
Só penso um dia ficar
Envolta naquele lugar
(…)
Porque não existe ninguém
A quem tenha que explicar
É meu aquele espaço
E eu não vos vou levar
Porque não o vão poder encontrar
E mesmo que vos dê a mão
O vento não  vos vai deixar
Vai cortar ao meio o espaço
E que somente seja eu a ficar…
(…) Sozinha naquele lugar
Com cortinados de flores
Vergando-se ao meu passar
Gostava de escrever o resto
Mas não tenho como fazer
A meditação prega partidas
E deixa-me o texto a meio
Gostaria de acabar
Mas não tenho como fazer
Só se eu for inventar
Prefiro então deixar
As reticencias em seu Lugar (…)
Era quase perfeito
Não fosse o escuro me tramar
E deixar o texto por acabar
Não que não o tenha acabado
Mas porque Ficou baralhado…
A foto pode mostrar
A confusão que foi no ar
(…)

AC

15/11/2013

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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ISSO

15 Sexta-feira Nov 2013

ISSO

Quero viajar de olhos cerrados
E com pensamento aberto
Voar até ao deserto
Não encontrar ninguém
Viajar para o alem
Onde de olhos fechados
Meus pensamentos voam mais
Encontram tudo o que querem
Respiram tranquilamente
Naquela paz que não é aparente
É la onde me quero esconder
De tudo que esta a acontecer
Neste mundo de olhos abertos
Com os pensamentos Fechados
Por isso residem aqui
E jamais vão até ao outro lado
Quero e vou viajar
Deste para o outro lugar
Onde tudo tem mais encanto
Onde tudo não é um pranto
Farta dos olhos abertos
E dos pensamentos fechados
Vou para onde não me roubam de mim
É la que quero ficar
Desde este momento até ao fim

AC

15/11/2013

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Sem categoria

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TRANSCENDENTE

13 Quarta-feira Nov 2013

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Um a dia sonhei a dormir que o mundo era a fingir

Foi tanta a emoção, que acordei sem qualquer razão

Meditei no sonho fingido, e nenhum significado lhe foi atribuído

Estava com percepção de que em nada teria razão

No entanto sonhar acordada ou a dormir

Tanto faz, para a realidade que vivi

Voei do meu quarto para o infinito

Foi um sonho, sonhado mas era muito bonito

Palavras reais não existem para a descrição

Esta para lá de qualquer imaginação

Mas eu sonhei esse sonho, era verdade a beleza

Em algum lugar estava registado

Para eu o buscar com tanta certeza

Voei da janela céu adentro

Foi como cair para cima

Dançar parada

Rir  e estar calada

Navegar em agua sossegada

Ter a capacidade de imaginar esta vida

Depois de estar acordada

Impossível, inimaginável

Ouso apenas dizer

Que o verde não era verde

mas o aroma era de relva fresca

Misturado com agua cristalina

Com segredos de uma manha de neblina

Tudo se esfumou em um sonho que pouco durou

O pouco foi o bastante

Para perceber o quanto sou insignificante

Tamanha foi a grandeza

Da realidade sonhada

Será que eu estaria a dormir?

Ou estava completamente acordada?

Agora não interessa saber

Foi muito bom apenas acontecer…

AC

13/11/2013

A vida não pode ser só isto

11 Segunda-feira Nov 2013

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Presumo que a vida não pode ser só isto a que estamos reduzidos, como comer, trabalhar, e viver… Será necessário muito mais para nos transcendermos e vencer

Diria que a vida deveria ser apenas respirar, todo o resto, são invenções para passar o tempo…de humanos que nada tem para dar

O homem que é tão inteligente, ainda não descobriu outra forma de viver, de estar e de ser…porque tudo LHE ultrapassa, mesmo na intensidade do querer

A única coisa que consegue é viver em função de outros ou de algo, e nunca em função de si mesmo…esta demasiado ocupado sempre a olhar para o lado

Porque simplesmente o homem não aprendeu e por conseguinte não ensinou…
E quando assim é, é sempre um deixa estar um dia se verá se vale a pena mudar…

Deveríamos conseguir viver sozinhos e Sermos felizes por isso, mas temos entranhado no corpo que existimos para os outros…isso acorrenta-nos, amordaça-nos, deixando-nos sós acompanhados e grande parte do tempo baralhados

Uma mãe existe para um filho, só enquanto está presa pelo cordão umbilical, depois de cortado deveria perceber que a sua função é apenas a de educar e ensinar a ser feliz, todo o resto corre por conta do próprio à medida que vai crescendo, e nunca em tempo algum deveremos cortar as asas…
para que o mundo mundo comece a mudar e tudo isto ultrapassar

Mas ninguém pensou como isto se faz, pelo simples facto que nunca ninguém pára para olhar à sua volta, e, para dentro de si mesmo…
por isso andamos perdidos em busca daquele momento que talvez resolva este tormento

Existe a natureza, e deveria ser nela que buscaríamos a nossa identidade, porque cada planta por mais feia ou bonita que seja tem sempre uma função de utilidade…
Pára, olha, respira, sente o aroma no ar, sonha contigo mesma e trabalha sempre a sonhar, talvez encontras a identidade que tanto custa a encontrar

Enfim escrever o quê e sobre o quê? Já está tudo escrito e dito, o resto alguém virá e escreverá, para a eternedidade, se é que ela existe…
Ou se é que resistirá

Pensar que somos únicos é surreal, somo todos exactamente iguais, espelhos uns dos outros, caras feias ou bonitas mas iguais, só que temos a ilusão de estar a olhar para algo de diferente, porque foi para isso que fomos treinados…mesmo sem querer ou sem estarmos preparados

Nunca ninguém nos treinou a olhar para o nosso interior, para a nossa essência, e buscar tudo do que sentimos falta, dentro do que temos, ou seja dentro de nós e ouvir a nossa voz

Bem como a maioria, não tenta aprender pelo próprio meio, pois, mas será necessário sempre saber o que se faz e como se faz, e, lá estamos nós a passar o que pensamos correcto para terceiros…

Somos mais ricos do que alguém possa imaginar, cada ser tem algo de diferente para ensinar, e para aprender, e por conseguinte deveríamos aprender uns com os outros, e, assim nos complementar, ao invés de tentar ser aquilo que não somos, imitando as tendências…Deixando este mundo arruinar

Mas quem sou eu para afirmar semelhante teoria, pois, não sou ninguém, sou apenas alguém que sente e que tem esta percepção, certa ou errada é a minha.
Luta pelo dinheiro, luta para ver quem consegue ter mais, luta luta luta e mais luta, e, voltamos nós a cair num novo ciclo de luxuria, ainda que de uma forma diferente

Se eu acredito em outro plano ou outra dimensão?
Não sei, umas vezes acredito cepticamente, outras vezes nem sequer acredito, precisaria de ter uma prova para fundamentar tudo isto, no fundo é o que todos precisamos para acreditar em algo com convicção e lutar sem medo por ela.
Existem um conjunto de evidencias, que me podem colocar numa outra estrada, mas para mim são insuficientes…
Porque tenho que acreditar nestas evidencias? Será que não são fruto das minhas circunstâncias? Das circunstâncias que eu crio, consciente ou inconsciente?
Quem ME vai responder a tudo isto de uma forma cabal para que entenda alguma coisa mais, que ME faça seguir um novo rumo…

Complicado muito complicado, eu não estou à altura disto, sou um simples ser humano, uma areiazinha , neste imenso areal, onde é muito difícil de encontrar alguém semelhante, ou Alguém ME encontrar a mim…

Mundo, terra, mar, universo, onde estamos nós? Quem somos nós? Que querem de nós?

Iluminar uns aos outros?, para quê? Para levar a cabo o que supostamente prometemos em outras vidas passadas? A ser assim porque tem que ser de uma forma que ninguém entende?será que faz algum sentido?
Evoluir para quê? Para onde? E com que finalidade?
Para sermos um dia únicos neste mundo, de uma forma única?
Qual a finalidade de tudo isso? Alcançar a perfeição? E depois disso que vem? A saturação da perfeição?

Tanta e tanta pergunta que nunca vou ver respondida…

Não é melhor aceitarmos o mundo da forma como ele é, aceitar as pessoas da forma que elas são, inventarmo-nos uns aos outros, e prendermo-nos uns aos outros, como se deuses nos tratasse-mos.
Qual é o sentido de tudo? O sentido não costuma,a ser em frente?
Porque temos que relevar o que ficou para trás ainda por cima, ter que cumprir algo de que não temos memórias?…

Não será mais uma forma de querer dar um sentido para a vida, que nos parece tão redutora? Daí a necessidade de procurar algo diferente que justifique pelo menos esta passagem tão rápida por este lado.
Enfim cansada para pensar, cansada de pensar, cansada de tudo isto, procuro respostas que não encontro, decerto porque não existem, digo eu…
Não vou por agora pensar neste assunto tão complexo para a minha simples mente…
Vou continuar a viver da forma que sei, ou da forma que as circunstâncias ME ensinaram, e um dia far-se-á luz ou mais luz…

———————-

As perguntas que se impõem são:

Porque me preocupo eu com tudo isto?
Que tenho eu que ver ou a ver com tudo isto?
Porque tenho necessidade de escrever sobre tudo isto?
Porque é que tento sempre procurar uma explicação até para a coisas mais simples?
Porque não aceitar tudo como é, assim como fazem os outros ou uma grande parte dos outros?

Pois perguntas e mais perguntas, que mais parece um interrogatórios, como se alguém fosse obrigado a responder ou a dar-ME respostas, e de todas as formas seriam sempre respostas de outros…
Logo, porque devo acreditar?

Pois uma grande complicação para mim e por vezes quase obsessão, ainda que uma obsessão bem controlada…

Que procuro eu a tal diferença, ou ser apenas a mais diferente de todos?

Grande pergunta, até sorrio para mim mesma da pergunta que me fiz …

Mas é assim mesmo, se não houver perguntas não existem respostas, e lá estamos nós de novo a trabalhar para nos ocuparmos.

Quem vai desmistificar tudo isto?

Ninguém o vai fazer, ou melhor, cada um o tenta fazer em seu tempo próprio
e, próprio da própria circunstância.

A vida, ou os grupos de vidas, vivem de acordo com as heranças deixadas, cada grupo de vidas tenta fazer melhor ou diferente, e o facto é que lá vai acontecendo, as décadas passam ou os grupos de vida e a própria se transforma ou vai transformando, mas nunca conformando as pessoas ou a maioria delas…

Umas deixam-se levar pelo tempo, outras onde ME incluo eu, pensam demais, pesam que poderiam fazer a diferença pensam pensam e não agem, tal como eu.

Eu apenas penso medito no que penso, faço balanços da minha vida, e não consigo encontrar as respostas, para as perguntas que nem eusei se são pertinentes…

A vida é muito pouco, nascer, viver (bem ou mal) e morrer, vimos cá fazer o quê? Esta porra tem algum sentido?
Vimos dar a continuidade para que o planeta morra também, porque no fundo e disso que se trata.

Depois virá um novo mundo, ou planeta habitável, sei lá, E tudo recomeça do zero.

Isto cansa, cansa muito, e nem eu sei porque não paro de pensar em tudo isto, até porque começa a não fazer sentido algum, pelo menos para mim.

Que gostaria eu de ser ou de fazer?
Qual o meu sonho irrealista?
Que gostaria que acontecesse?
Porque choro em silencio como se fosse responsável de tudo que ME aconteceu ?

Bem respostas complicadas de encontrar…
Eu gostaria de ser eu, de ser, como sou, mas sobretudo de poder estar conversar e ser compreendida na exacta medida das palavras que evoco.
Gostaria que não duvidassem de mim nunca, mas impossível já que não sou dona da verdade, mas sim apenas dona da minha verdade e a minha verdade por vezes incomoda, porque se trata da minha verdade.

Nunca tive um sonho, nem quando era pequena, nunca sonhei ser nada na vida, nunca sonhei ter uma profissão específica, apenas sonhei um dia poder estar tão ocupada, que não ME restasse tempo para mais nada.
Nunca sonhei ter isto ou aquilo, ir ali ou acolá , ter este ou aquela dinheiro, eu sou a ausência de sonhos…
Mas um sonho irrealista sempre se tem, e o meu é, saber em vida o que está para além da vida..
Gostaria que um dia acontecesse um despertar colectivo para a realidade, para a nossa realidade, gostaria que as pessoas entendem que cada um de nós é único, que cada um tem algo para ensinar e aprender até o mais limitado…

Porque choro eu no silencio o que ME acontece?
decerto, porque estou consciente daquilo que fiz do que fui e do que sou, daquilo que posso fazer e não faço, de tudo que por vezes a razão manda fazer e não faço…

O meu coração ou a minha pessoa não é dotada de muito amor, gosto de ver todos bem e se puder ajudar tanto melhor, mas não gosto de ser lamechas.
Não ME consigo dar no sentido real da palavra, um simples abraço para mim e muito difícil de dar (tirando os filhos, e uma outra pessoa).
Gosto de dar aquilo que acho que as pessoas aceitam bem de mim, mas contacto físico ao consigo****

Não sei se faço felizes os meus filhos, mas eu sou feliz por eles existirem…

Porque gostaria eu de fazer felizes os outros?
Grande contracenso. Não ME cabe a mim fazer felizes os outros, ao ME cabe a mim fazer com que os outros se sintam bem, não ME cabe nada a mim, mas porque teimo em pensar que posso dar muito aos outros…
Porque teimo em pensar que sou sempre responsável pelos outros (que ME rodeiam)…

Está na hora de mudar as minhas circunstâncias para assim mudar as minhas crenças e para assim ME mudar ou algo em mim que ME faça gostar de estar como os outros estão no fundo ser igual aos outros.
Não que não o seja, mas fazem-ME sentir que não …

Enfim verborreias da vida de uma pessoa que não tem nada mais útil para pensar ou fazer, o melhor é esquecer tudo isto, porque a confusão é tanta que até eu ME consigo baralhar a mim mesma…

Vou descansar por agora, quem sabe mais tarde ME ocorre algo diferente, algo diferente

28/09/2011

Pois e assim é, a vida continua, esta fadiga ou não, que nos leva de um lado para o outro, sempre com a mesm indefinição do saber do querer…

Porque assim é, e , temos que caminhar nada mais resta que fazer senão pensar… Pensar em tudo que nos rodeia, das pessoas que correm de um lado para o outro…Das que vão das que ficam, de nós que não sabemos onde vamos nem tão pouco onde estamos…

Vamos pelo menos tentar fazer com que a vida mude?

Mas o que devemos fazer?

Onde está a líder ou o líder ?

Decerto é isso mesmo, devíamos ser lider’s de nós próprios, pensarmos como queremos fazermos como queremos, sem pensar que alguém vai fazer ou criticar…
Impossível a comunidade social está à muito montada, bem ou mal, mas esta montada , digamos que bem para uns e mal para outros…
Será?

Não sei, só sei que sou eu, de onde vim, e, para onde vou, neste plano terreno claro, porque depois da vida não sei se existe mais vida ou outra forma de vida… Um dia verei…

Ou será esse o meu sonho? Saber em vida terrena o que existe para alem de tudo isto…
Grande pretensão a minha, mas eu gosto de ser pretensiosa, gosto de pensar no impossível e sonhar que o consigo…

Para onde caminhamos nós?
Decerto para lado nenhum, e esse lugar nenhum é precisamente aqui…

…
AC

2011

SONHO

10 Domingo Nov 2013

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Acordei neste momento
Pensando que estava a sonhar
Nem eu estava a dormir
Nem tão pouco a pensar
Estou de mente vazia
Para tudo colocar
So quero preencher de coisas
Das quais me possa orgulhar
Ainda que para o mundo
O significado seja elementar
Eu Quero andar curvada
Com peso de tanto sonhar
A curva será o sonho
Pois que a postura será
A de nunca me curvar
Mesmo que o peso seja
Apenas o de sonhar

AC
29/09/2013

20131110-094228.jpg

Quem?

09 Sábado Nov 2013

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Quem?
Quem me roubou de mim
Jamais me irá roubar
Encontrei-me aqui tão perto
Não sei se era mar ou o deserto
Mas resgatei-me a mim mesma
Neste meio abundante
De tudo que eu deixei
E que agora recuperei
Mas alguém me roubou de mim
E eu permiti desde então
Nao estaria lúcida
Ou não encontrava razão?
Agora que me encontrei
Ja não interessa a razão
Está tudo em mim mesma
Tal como tinha deixado
Não voltara a acontecer
Porque isso seria perder
Vou caminhando em frente
Acompanhada de mim
Abram alas abram ruas
Porque agora será assim
Nunca mais me roubam de MIM

AC Outubro de 2013

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