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Author Archives: Albertina Correia

Encantos

26 Sexta-feira Set 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Ao encontro de encantos
Nos encantos me perdi
Não sei se vivo porque estou viva
Ou se vivo porque já vivi…
Foram encantos encantados
Outros mais descontrolados
Que serviram de experiencia
Para os encantos desta vivência….
Que raio de pensamentos são estes
Que até a mim me baralham
Encantos de outras vidas?
Encantos de outros mundos?
Psiu, acorda
O tempo é aqui e agora
Tudo que imaginas para trás
Sao os encantos que a vida te trás
Que por serem demais encantados
Procuras explicações no passado
Esse passado que já passou
Encantos são tu, nós e mais eu
Mais vida e cor
Canções desse tal amor
Que por não saber amar
Atira com as palavras para o ar
Esperando de novo encontrar
Os encantos de encantar…

(Estados de alma)
Albertina correia
26/09/2014 / 02h30

CAIR DA FOLHA

24 Quarta-feira Set 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Verão já vai longe
Mesmo ao dobrar da esquina
Levou consigo amores quentes
Escondidos na neblina
Com o cair da folha
Na Folhagem se põem escondidos
Os corpos entrelaçados
Em abraços abraçados
Fazendo esquecer o Verão,
Vivendo Outono por antecipação
Pois que ao virar da esquina
Se encontra qualquer estação,
Mais difícil é encontrar
Um amor de quem se possa gostar
Não tem mal fico assim
O Outono Fica no meu jardim…
Que não é ao virar da esquina
Muito menos numa qualquer neblina…

Albertina Correia

(estados de alma)
24/09/2014

QUERO LÁ SABER

24 Quarta-feira Set 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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É isso,
Quero lá saber se as pessoas não querem viver…
Enquanto o mundo se apresentar da forma que se apresenta
Quero estar sóbria e contemplar o que o universo tem para me presentear…
As pessoas vão e vêm, discutem e amam, deprimem e oprimem…
Estão e vão, muitas vezes com e sem razão…
Eu quero la saber…
Este universo é para viver, e não sobreviver
É para estar , amar, ser e fazer
E admirar sempre que puder ser..
Portanto,
Quero lá saber que as pessoas não queiram viver
Enquanto houver um por do sol, uma noite de luar
Uma enxurrada, e um sol a brilhar
Eu vou preferir sempre observar e registar
O que gosto de ver, e deixar simplesmente
Acontecer…Porque

Eu quero lá saber!!!!

Albertina Correia

(estados de alma)

24/09/2014

NA VOLTA DO TEMPO

21 Domingo Set 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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INDEFINIÇÃO

Tempo que passa e não volta

Nesta que é a volta dos tempos

Talvez numa outra volta

Se voltem a repetir os momentos…

Do tempo que está para vir

Tudo é uma questão de espera

Medindo de trás para a frente

Delineando um futuro

De tudo que esteve ausente

Pois que o tempo que passa não volta

Na volta de cada tempo

Onde tudo bem arquivado

Servirá ,quiçá par um futuro

E jamais para um novo passado…

Esta é a volta da vida

Sem passado nem futuro

É aqui neste momento

O auge do nosso presente

Que não se volta a repetir

Num qualquer futuro incerto

Que poderá nem sequer existir

E se tudo for  fingir?…

(folhas soltas)

20/09/2014

Albertina Correia

DEAMBULANDO

21 Domingo Set 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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pedra calçada

Desci a calçada

Como qualquer alma penada

Pisei pedras e relva

Em busca de intervalos

Onde está tudo escrito

Impresso como foi dito

Para quem a quiser ler  interpretar

Que uma calçada

Apenas serve para caminhar…

No caminho se faz dia

De tudo que carregamos

Caminhar calçada fora

Antes que o dia vire noite

E a noite se vá embora…

É caminhando sobre as pedras

Em intervalos de relva

Que veremos tudo escrito

Que levado pelo vento

Deixará a calçada vazia

Nem que a tarde vire noite

Nem que a noite vire dia…

Caminhar calçada fora

Antes que tudo se vá embora

A Alma fique vazia

E não consigamos ler mais nada

Naquela que é nossa calçada…

(apenas)

Albertina Correia

20/09/2014

SETEMBRO

17 Quarta-feira Set 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

≈ 2 comentários

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Setembro de saudades
De tempos no tempo
Tempestivamente calculados
Por desvarios desvairados

Ai setembro setembro
Que de ti já pouco lembro
Esse pouco que transborda
E sai pela estrada fora

Encontra-se com a chuva
Que a medo e de rompante
Manda entrar o outono
Que carrega consigo
Quantidades de folhas soltas
Escritas de uma só vez
Num verão que teve tudo
E de tudo nada fez…

Ai setembro dos amores
Dos encontros e desencontros
Das folhas tu nada sabes
Agora estão arquivadas
Ate a um próximo verão
Que bem pode ser este Outono
Disfarçado de sedução …

(Folhas soltas)

17/09/2014

SEM SENTIDO

15 Segunda-feira Set 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Quando se lêem palavras

Que parecem não fazer sentido

Fica atento como convém

Porque essas são as que mais sentido tem…

A mão apenas escreve

O que a consciência por si só não consegue

É uma cumplicidade

Da mão com a minha verdade

Tentando colocar em palavras

Pensamentos

Que não parecendo exactos

Sao exactamente abstractos

Não que o sejam realmente

Mas porque ao serem lidos

De tão desconectados

Podem não ser compreendidos…

Eis a razão de uma ilusão

A mão escreve com coração

A razão resulta na imperfeição

Por não poder encontrar

Melhor forma de se expressar

Entao, quando lerem textos

Que parecem não ter sentido

Fica desperto e mentaliza tambem

Porque esses são os que mais sentido tem…

(Mais folhas soltas)

Albertina correia
15/09/2014

IRRA

15 Segunda-feira Set 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Sinto chegar ao fim

O que nunca teve princípio

Mas como posso explicar

Esta minha forma de pensar?

É um sentimento de chegada

Em uma linha imaginaria traçada

Que define com sublimação

O que não consigo expressar com razão

Nada parece tão irracional e explicativo

Como a duplicidade do sentido

De quem não quer ou não tem

Palavras que definam

A ilusão de sentir imaginariamente

A verdade que não esta presente

Irra, vida danada

Que de ti não sei mais nada

Vivo e revolvo as palavras

Esperando orientação

Para tudo que está subentendido

Em uma mente atribulada

Quem desta vida, não sabe mesmo nada…

(Mais folhas soltas)
Albertina Correia

13/09/2014

LOUCURA TOTAL

13 Sábado Set 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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LOUCURA

Como eu gostaria de entender a vida

Adormecer  e viajar para trás

Será que irei perceber , como então tudo se faz?

Fico sentada na estrada

Apanhando a chuva gelada

Pois que tudo posso fazer

Mesmo quando é suposto não ser..

A água lava-me e leva

A alma para bem longe

Não preciso tão pouco sonhar

Como é que tudo  deveria se processar?

Será que necessito adormecer

Viajar da frente para trás

Para tentar entender

Tudo que para a frente

Está sempre a acontecer?

E se à frente for o passado

Da viagem feita ao revés?

Então o revés só pode ser

O futuro da vida a acontecer…

Será?

E  se não for

Um dia se saberá

Só não sei se estarei aqui

Mas mais de mim estará….

(mais folhas soltas)

Albertina Correia

13/11/2014

INEXISTÊNCIA PERMANENTE

13 Sábado Set 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Acordar para mais um dia
De uma noite que tudo ou nada acontecia
Vontade dos avessos
De não ser e de não ter
Mais que não seja a existência
Na sua permanência…
Permanecer existindo
É caminhar para a sabedoria
Dos que nada querem e nada têm
Na ausência da existencia
De dias contados…

E

Tem dias e tempo interminaveis
Onde cada segundo tem a longevidade de horas
Onde a vivência é mais intensa
Seja na felicidade, ou mesmo
No que possa parecer irrealidade…
Mas nada ē irreal
Pois que a mente só pode alcançar
O que consegue visualizar
Nada é tão louco e permanente
Como a vontade de estar presente
Essa presença louca, da existência vivida
Passo a passo , dia a dia..

E,

Ē assim nesta manhã
Que nada nem nunca promete
Porque ela apenas está e
Que Ilusoriamente a vivemos
E nos fundimos com ela…
Bom dia, ou dia bom
Depende da vontade de cada um
Pois que não existem
Nem dias bons nem dias menos bons
Existem apenas pessoas
Que fazem de cada dia
Um novo alvorecer ….

E,

São estas que fazem de cada amanhecer
A extensão do anoitecer
Ja que não existe a divisao
Do que achamos ou não ter razao
Nem noite nem dia
Apenas cada um de nos
Que em cada momento
Vivendo intrinsecamente…

Tudo que esta arquivado
No ADN, do presente futuro e passado

(Mais folhas)

Albertina Correia
25/08/2014

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