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Author Archives: Albertina Correia

TONALIDADES

16 Segunda-feira Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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tonalidades

O tempo passa
Em cada ano novas cores
Nada demais
Apenas tonalidades amenas , ditas normais
Colorir palavras com cores variadas
Construir frases em formato arco íris
Para lembrar que o tempo e o espaço
Não é dono do que com elas faço
Mas apenas me orienta para uma vida menos cinzenta
Por isso meu mundo
Tem a cor que eu quiser pôr
Escrevo em formato colorido
E imprimo no vento que se encarregará de as levar no tempo…


Por: Albertina Correia

16/02/2015

SIMPLESMENTE

15 Domingo Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Pegaste-me na mão

Deitaste-me no chão

Cobriste-me com calor

Abraçaste-me com amor

Beijaste-me intensamento

Afagaste-me com gosto

Fundiste-te no meu corpo

Ficamos deitados

Ali enrolados

Já não havia tempo

Pois o tempo  tinha parado…

(In: Poemas)

Albertina Correia

A COR DO MEU MAR

10 Terça-feira Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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A cor do meu mar

Tem a cor que eu lhe quiser dar

Pode ser esverdeado ou acinzentado

Por ondas e marés

Derrama-se sempre a meus pés

Vem de longe, até mim

Enrolando na areia, a cores de sua odisseia

Por vezes são prata e outras mata

Guarda segredos da lua

Reflecte o sol com ternura

Por isso  maior parte do tempo é ouro

E da cor que eu quiser que seja

Afinal a cor do mar

Terá sempre a cor que eu lhe quiser dar

E pode ser mesmo a dele

Ou apenas a do meu olhar

E são assim as cores do meu MAR

Mar-à-tona

Albertina Correia

31/01/2015 … Sala ainda meia composta, esperando o encontro com a minha poesia

10 Terça-feira Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Eventos

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QUE DIZER!?

08 Domingo Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Todo  dia esperamos a noite

E cada noite esperamos o dia

Sempre se espera que o sol brilhe

E que a lua não desiluda

Sempre esperamos o que é suposto ser

E o que queremos não é suposto acontecer?

Que de noite fique dia

E

Quando a  lua se inspira

Que vá dar seu luar apenas ao nosso olhar!!!

Coisas do universo

Onde vemos o que queremos

E acontece como apetece

Não a nós,

Que  sempre esperamos o que é suposto ser

E o que queremos ficará por acontecer?

(In: Poemas)

08/02/2015

RESPOSTA CARLA

07 Sábado Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Como sempre, muito concisa com o que acredita e /ou vai acreditando cada vez mais…. mas, de facto quando nascemos, nascemos já com uma carga genética em nós, e pode condicionar todo o futuro sem que nos apercebamos… À parte de tudo isto, importa também pensar,e muito, no já estabelecido, no porquê de ser assim , afinal não nascemos tábuas rasas, como acreditava o filósofo, John Locke, é certo que vamos ganhando ou acumulando experiências, que claro tem a ver com o meio/cultura, onde estamos inseridos, e à forma que pertencemos, afinal não viemos ao mundo sozinhos, alguém no se fez cá estar, logo, é normal que tenhamos os mesmo ensinamentos… Como se resolve isto tudo é outro assunto, como eu digo num dos meus textos “só pertence à forma quem a ela quer pertencer” (in. Folhas Soltas -Formatados), mas , para deixar de pertencer à forma, é necessário ter consciência, de que a forma foi fabricada por gente que mais valia estivesse calada, será?, acho que não, temos falado muito sobre estes temas, aprofundado cada um, e cada uma à sua maneira vai dizendo o que acha, e nenhuma esta certa e nenhuma está errada..considero assuntos que se complementam…. Devemos fazer o que queremos é certo, sem pensar no vizinho, na vizinha, no pai,na mãe, nos antepassados etc…mas, a bagagem é tanta, que a maioria não sabe o que fazer com ela…onde eu me incluo…atirar tudo para o ar, e depois? pois, dirá a Carla Francisco, mas é precisamente isso que cada um deveria fazer, mas como disse uma vez, e bem ” é preciso ficar bem para tomar decisões, e não tomar decisões para ficar bem”, e onde fica a fronteira de tudo isto? é a busca incessante pelo saber, pelo estar, pela comunhão do Universo com cada um… mas seremos unos? ou um todo? eu acredito que temos que ser ou pouco dos dois…”sermos nós mesmo , pertencendo ao todo, e no todo cada um fazer a diferença”…mas para isto deveremos estar na mesma frequência, e estamos tão distantes uns dos outros…Se perguntar a alguém o que gostaria mesmo de ser, decerto ninguém o sabe em concreto, porque os condicionalismos pesam tanto que o errado fica certo e o certo fica errado… mas atendendo tudo isto, e se todos fizessem e fossem o que bem entendem, a sociedade não seria o que é e em vez de 7 bilhões teríamos uma realidade bem diferente, que nem me atrevo a especular… mas vale a pena o “trabalho” de me mudar a mim mesma, pena que as pessoas faltem aos seus eventos, estão adormecidas “para o real sentido da vida” (in: Folhas Soltas)…venha o próximo pensamento/reflexão
Não é possível publicar comentário no face, em seu nem meu, consegui dar um nó cego no FACE rsrsrrsrs

SATURAÇÃO

06 Sexta-feira Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Quero rasgar o mundo
Olhar o que tem no fundo
Respirar
Abafar palavras mortas
Coisas sem sentido
Enterrá-las onde não existo
Reinventar o luar
Talvez a lua no meu olhar
O sol fora do lugar
O tempo sem contagem
O rio sem margem
O deserto em céu aberto
As montanhas derramadas
Em planícies esverdeadas
Palavras que nada digam
Impressas na imaginação
Digitadas com a mão
Recitadas com ou sem coração
Olhar no espelho
Parti-lo ou deixa-lo inteiro
Ver mil caras de mim
Em pedaços de marfim
Estilhaçados quebrados
Sem ponta por onde se pegar
Para reinventar outro novo mundo
E outra forma de estar
Por isso quero rasgar o mundo
E pegar o que tem no fundo
Estou certa que é diferente
E vou começar novamente…

(Estados de alma)
06/02/2915

direitos de autor reservados

SEM FUNDO

05 Quinta-feira Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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SEM

Vou continuar minha caminhada

Por certo em terra molhada

Em socalcos sombrios

Onde podem nascer até lirios

Enfrentar cada segundo

Da terra molhada do meu mundo

Nunca se sabe quem chega primeiro

O pensamento a acção ou desilusão

Vou continuar com este andar

Porque o mundo

É um poço sem fundo

Onde teimamos mergulhar

Mesmo não sabendo o que tem para dar

Por vezes muitas

Até nos afogamos

Nesses poços que inventamos

Mas continuamos hirtos e convencidos

Que caminhar em terra molhada

É apenas vazamento de mente cansada

Que atira para um poço

E se afunda até ao pescoço

(in: Poemas)

POEMAS

03 Terça-feira Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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POEMAS

XX

Podemos até chorar

Pensar que é a brincar

Que a poesia não faz sentido

Para o real sentido da vida

Mas, poetizar

É uma forma de amar

Viver  em volta do mundo

De vós

De todos nós

Sem sair do lugar

Sem vergonhas nem lamentos

Porque à poesia

Tudo é permitido

Mesmo encontrar palavras sem sentido

Para puder expressar

A vida fora do lugar

O amor a extravasar

Mas isso depende

Da forma como é lido

A interpretação é de quem a faz

Dependendo do que quer e pode

Do que acha e sente

Não envolvendo gente

Que não seja apenas o seu Eu

Idiota idealizado

Inocente desesperado

Mas com leveza se lê o poema

E os poemas são assim

Escrevem mundos sem fim…

Albertina Correia

(in :POEMAS )

reservados direitos de autor

dep legal nº 387342/15

01 Domingo Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Eventos

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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