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Category Archives: Escrita

UM PROPÓSITO!?!?…

31 Terça-feira Jan 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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O que são coisas boas?

São também, essas coisas de “mal” que nos acontecem…

São também, e possivelmente, os motivos que nos fazem estar felizes, ou pelo menos assim deveriam , teoricamente,  muitas vezes perece não ser,  mas na pratica é tal e qual…

As ditas coisas “más” são as que mais nos fazem crescer, e, colocam-nos  no nosso eixo de sintonia, porque, só assim evoluímos, mal aconteçam, quando estamos desconfortáveis, ou na falta de “sabedoria” ficamos estáticos a olhar para o passado, que já passou e nada mais resolve, apenas serve de experiência…

Quando estamos sempre bem, desenganem-e porque isso, é apenas anestesia geral, para nos turvar as medidas a tomar…

Quero dizer com isto, e de forma sucinta, que devemos valorizar, e, estar atentos ao menos bem, porque esse,  é um alerta para tomar novos rumos, novas direcções e novas directrizes…

Cansa, é um facto, mas até o ginásio nos cansa, uma caminhada matinal nos cansa, uma boa piscina nos cansa, e repare-se, são tudo coisas supostamente BOAS ;)…

Vamos lá, é só mais uma etapa, toca a virar o leme, içar as velas a favor do vento, para trás ficará outro tempo, para frente estão novos horizontes e novas  gentes…

EU E O MUNDO

Albertina Correia

 

 

 

SUFOCO!!!!

30 Segunda-feira Jan 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

≈ 1 Comentário

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Nada será como antes

Antes, estavam acorrentadas , sufocadas, estranguladas…

Cabiam dentro, num espaço sem tempo…

Percorriam altos e baixos

E estacionadas, afogam-se, ficando molhadas…

Mas, uma delas insatisfeita

Subiu mais alto e atirou-se cá para baixo

Esqueceu as que ficaram para trás…

Assim, libertada

Sem dar conta, escorregou pela face molhada

Desceu e foi engolida

Ficando de novo  acorrentada

Dentro da mente fechada…

Silenciosa baixou a guarda

Nada seria com antes

Ficaria para sempre presa

Com pequenas lembranças de um mundo

Que ansiosa por conhecer

O deslumbramento, lá dentro a fez morrer

Sem ter tempo de se arrepender…

SUFOCO!!!

Albertina Correia

AQUI E AGORA…

25 Quarta-feira Jan 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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O poder  do agora, é fenomenal.

Lemos  e relemos, frases e textos sem fim, falando de um futuro inexistente, ainda assim, gasta-se o tempo do aqui e agora, falando e escrevendo, como se isso fizesse a diferença, ou desse resultado…

Aqui e agora,  projectamos o amanhã baseados neste momento, esquecendo que quando lá chegarmos, o planeado deixou de ter sentido…

Quantas vezes não lemos,” 10 coisas que te vais arrepender de não ter feito, ou, só damos valor quando já não temos ” etc etc etc…

Como explicar, que isso, no agora não faz sentido, e se, tendo em conta, que estas premissas, baseadas em outras experiências,  fossem certas, meus Deus, como seria o nosso agora…Estaríamos a fazer coisas que não nos apetece, apenas por causa de uma amostra observada, que nada tem a ver com cada um, em prol de um futuro vazio…

As experiências dos outros, são mesmo deles, nada têm a ver com cada um, e cada um, é um caso diferente…

Que entediante forma de pensar, e de nos manipular…

Portanto, viva-se o agora, da forma que queremos, e, a percepcionamos, os arrependimentos ficam por conta das estatísticas, das frases bonitas, e de textos ocos…

Se as experiências dos outros, fossem as certas, não passávamos a vida a fazer diferente, cada um precisa da sua, com o seu cunho, os outros serão sempre os outros…

Viva o agora, onde tudo acontece da forma que apetece, e o que virá, ao universo pertencerá…

EU E O MUNDO

Albertina Correia

 

A QUAL PARTE PERTENCE?

19 Quinta-feira Jan 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Existem sempre duas partes, uma é a solução e outra é o problema.

Pertencemos sempre, à parte que mais combina connosco , com a nossa forma de ser e estar, de tal forma, que por vezes, parece que fazemos sempre parte do problema, e, nunca da solução.

Tanto uma como a outra, são a vice versa de cada uma , ora hoje pode ser assim, e, manhã logo se verá.

Ficamos cansados, quando percepcionamos, que as nossas soluções, são os problemas dos outros, e, a vice versa, volta a aplicar-se.

Pois é, mas o mundo é feito assim, de dualidades, onde a mentira e a verdade, se mesclam, e, uma e outra, em si mesmas.

Portanto, quando pensar que é a parte do problema, não se apoquente, porque na verdade, pode estar a fazer parte da grande solução, e, quando achar que faz parte da solução, acautele-se, porque, pode bem estar a fazer parte do grande problema…

Em que ficamos?

Ficamos mesmo assim, o problema e a solução, são a equação perfeita da sua resolução…. a nossa!!!

EU E O MUNDO

NÓS, TAMBÉM NÃO…

19 Quinta-feira Jan 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Estou deitada em casa confortávelmente, mas vocês não, mas eu não tenho culpa…

Moro num país, que apesar de tudo, me dá liberdade de escolha, trabalho, paz, harmonia, mas vocês não, mas eu  não tenho culpa…

Nasci neste cantinho do mundo, pequeno é certo, mas longe de olhares mais vorazes, sou privilegiada, mas vocês não, mas eu não tenho culpa…

Todas as noites penso, qual a razão de ser assim deste jeito? Eu não sei, e vocês também não…

Mas tudo isto, mais o que não foi dito, e que não é pouco, me dá arrepios, mal estar, e ao mesmo tempo gratidão, por ter nascido neste lugar, vocês nao têm culpa, mas eu também não…

Tudo poderia ser ao contrário, e eu continuaria sem culpa, e vocês também não…

Mas afinal de quem é a culpa?

Eu não sei, e é certo que vocês também não, e os verdadeiros culpados, nem fazem ideia que existem culpas, porque para esses, tudo decorre de forma normal, estão longe das nossas realidades, o foco é seus umbigos, e o limite, é não o ter…

E continuo sem culpa, e vocês também não, apesar de sermos todos culpados…

EU E O MUNDO

 

 

GESTÃO VS POLÍTICA

18 Quarta-feira Jan 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Reflectindo sobre a vida , a nossa vida, e sobre quem nos deveria gerir pelo menos , bem…

Somos submundos, dentro do universo, da sua casa, das empresas, etc, e da política…

Bem ou mal, gerimos a nossa casa, e para o bem ficamos contentes, para o mal, lá teremos que nos ajustar e tomar as devidas  medidas.

Nao temos que prestar contas aos que de nós dependem, porque como a palavra diz, são dependentes de, mas se todos os problemas fossem estes, estaríamos com eles resolvidos.

O mal está, porque o nosso submundo , depende de um outro submundo, e desse, apenas nos é imposto as contribuições, dependendo do gosto, da orientação política, a até da raiva que nutrem umas “cores” pelas outras…

Estraia tudo resolvido, se nas embrulhadas econômicas e políticas, os nossos submundos não sofressem com isso, acontece que, lá bem no topo, acham  que os submundos são imensos, que têm plantações de dinheiro, para com ele, pagar as vaidades, os desvarios, e a incompetência, que todos os dias morre e ressuscita solteira…

Pudera nós,  ter os nossos submundos de forma independente, e outros galos catariam no poleiro…

A gestão política, é feita de jogos, com os dados que são viciosamente lançados, onde nós, somos as moedas para eles jogarem, e ora estamos numas mãos , e ora estamos em outras, mas somos apenas peças substituíveis, para quem acumula riqueza  desmedida…

Perdi a esperança nestes “teres” humanos, já nada se pode fazer, os nossos mundos são  o alimento destes abutres, gerir para eles têm outra conotação, e justiça é subjectiva, ela não é cega, apenas é paga, para que fique cega…

O que não tem remédio, remediado está, e alguém se encarrega de administrar a dose certa no tempo certo, a isto se chama política de gestão individualista …

EU E MUNDO

 

DE FACTO…

14 Sábado Jan 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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O tempo vai passando, e nós com ele…

Relações interpessoais perfeitas, e, outras nem tanto…

Mas elas, as relações , as  que são “nem tanto”, são apenas o resultado do que não somos, não sabemos, acerca de nós e dos outros …

Com tal conclusão, inconscientemente arquivada, buscamos mil explicações para as “nem tanto”…

Viajamos por frases majestosas, e outras até pomposas, para dar força aos relacionemos interpessoais , que estão no tal modo “nem tanto”…

Precisariamos de frases, para justificar a incapacidade de perceber o outro?

Precisariamos de exemplos dos outros para justificar os nossos?

Não e não…Mas isso sou eu a dizer…

O foco não deveriam ser  os exemplos dos outros, as posturas dos outros, as opiniões dos outros e até as experiências dos outros, porque os outros não podem definir, o que vai em cada cabeça, muito menos na nossa…

Entao , acabamos a ler coisas de sentido, mas sem sentido…

Cada assunto teve um tempo, uma gente, uma época, e se algumas moram no tempo, outras há muito morreram…

As frases feitas, são apenas frases feitas, e quem as profere, não consegue ler mais além, porque está turvo de pensamentos , a emoção sobrepõe -se à razão, quando as duas deveriam andar de mão dada…

Até se entende, já que pensar dói, contudo, se fossemos ausentes de dor a vida seria dramática …

E  isto de facto, é o unico facto a ter em conta, porque o resultado fica por conta do acaso…

EU E O MUNDO

DEVER DE DOER…

12 Quinta-feira Jan 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Não contemos com ausência de dor, pois seria  dramático…

Imaginem o que seria , se não a sentíssemos, poderíamos ser esquartejados e nem dávamos por isso, cair aos pedaços sem darmos por isso, queimarmos-nos sem darmos por isso, uns zombies leprosos, sem darmos por isso…

A dor, serve para percebermos  o que nos acontece, e assim resolver, evitar ou guardar…

Mas é facto que outras dores sentimos, que são psicológicas, e não deixam de ser diferentes, ou até piores…

Acontece que, com tanta informação e contra informação, estamos a ficar imunes a essa dor, a de ver , anestesiados já nem queremos saber…

Pois claro, tudo que é em excesso mata, ou habitua, e neste caso, estamos habituados à dor dos outros,  e nem sequer tomamos consciência, nem  damos conta, até da nossa…

Habituamo-nos a ver , a ler, a ouvir verborreias, que ferem nossos ouvidos, e já nem retaliamos, andamos que meio alienados, feitos fantasmas,  transportando em nós pedaços de dor, adormecida, que já não faz mossa alguma…

Escrevemos , reescrevemos, transcrevemos estas dores, sem as sentir de facto, mas elas, vão-se acumulando no nosso organismo, sem darmos por isso…

Imaginemos só, se esta dor, a psicológica, desse para partir pernas, ficar paraplégico etc etc , estaríamos com toda a certeza, muito mais atentos …

Até lá, vivemos deste nosso jeito, cientes da dor que sentimos, pois que, a sua ausência seria dramática, nem daríamos valor ao bem estar…

Resta a psicológica, que está  lentamente a matar, até que de fartos com toda a certeza nos vamos fartar…

Mas, a dor tem que existir, sem ela seria dramática a vida…

EU E O MUNDO

Albertina Correia

PARA LÁ DO SOL NASCENTE!!!

11 Quarta-feira Jan 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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azul

 

 

 

 

 

 

 

 

Um dia imaginei o mundo , para lá do sol nascente…

Não havia tempo, nem vento

Nem lua, nem chuva nem gente

Tudo isto

Para lá do sol nascente …

Ainda assim fui caminhando

Debaixo do tórrido brilho solar

Debaixo da noite lunar

Estrelas cintilantes, num universo repleto

Para lá do sol descoberto

E depois do Sol nascente…

Albertina

“Silêncio” (2016)

 

 

 

PARA LÁ DO SOL POENTE…

11 Quarta-feira Jan 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

≈ 1 Comentário

azul

Sempre se pode imaginar o que estará, para lá do sol poente…

A imaginação percorre a mente, de cansada adormece, e não pára em busca do sentido, se é que ele existe…

Qual sentido esse, que nos consome, nos mobiliza e destranquiliza?

Seremos por acaso produtos imaginativos, que por tão grandiosos, não conseguimos acompanhar nossa mente a sonhar, e a conjecturar?

Sim, não ou talvez?

Por isso adormecemos, pensamos que descansamos, mas sonhamos, ou se quisermos, relembramos…

E, assim vivemos de  noite e de dia, duas realidades diferentes, mas não menos imponentes…

Uma culpa a outra, mas as duas se abstêm de se encontrarem, ou quiçá, andem mesmo juntinhas e nós, donos delas, com elas, baralhados …

Dormem lado a lado num corpo só, que se entrega ao manifesto, com pensamentos fusos e difusos, por tal, deixam-se sonhar com estes pensamentos reais, transformados em sonhos ou pesadelos, conforme a transmissão directa, de uma mente para a outra, constantemente aberta…

E nós, que somos os portadores, nunca sabemos o caminho de uma ou de outra, não sabemos o que está certo, ou mais certo , neste modo, imaginamos para lá do sol poente onde podemos bem encaixar o que aqui não conseguimos pensar…

E para lá desse sol poente terá por certo outra amplitude e outra gente?

Fica-se com este pensamento fuso e difuso, impresso no vácuo, que nada diz, nada é E nada tem…

E assim fica-se em modo mais além…

EU E O MUNDO

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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