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Category Archives: Escrita

UMA HISTÓRIA SEM FIM OU UM FIM SEM HISTÓRIA!!!!

20 Sexta-feira Nov 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Estavam parados

Uns de pé, outros sentados!!!

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Riem porque não sabem chorar

E assim ficam apáticos a olhar!!!

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Põem-se de pé

Empunham as amas

Não sabem bem porquê

Mas o fazem repetidamente

Como forma de aliviar cada mente!!!

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Mas o que lhes passará pela cabeça

Quando incessantemente

Matam quase toda a gente?

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E gargalham sobre o vermelho

Escondem-se sobre o preto

Não têm pena nem perdão

E com raiva vão matando

Enquanto outros vão esperando!!!

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Infiltram-se até nos esgotos

Rastejam como ratos mortos

Fedem, enraivecem-se, e nem  estremecem!!!

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Viram as vidas de pernas para o ar

E ninguém os pode parar

Contaminam assim o universo

Esse, que faz sempre tudo certo…

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Já não nos revemos em ninguém

Andamos ou vagueamos

E quase sempre desconfiamos…

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São essas mentes mortas

Por se pensarem imortais

Querem-nos a nós mais iguais!!!

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Sem pranto nem lamento

Olham sem ver

Atiram sem pensar

E festejam cada gota vermelha

Como se de um elixir se tratasse

Para viverem a vida inteira!!!

sem imagem

 

 

 

 

 

E nós,os outros, que pensamos ser diferentes

Os olhamos, recriminamos não entendemos

Buscando mil explicações

Onde a razão já não mora,

E vazios vamos para casa

Tentar sossegar a mente

Pensando que amanhã poderá ser diferente!!!

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É a vontade dos loucos

Contra a vontade de poucos

Dos que pensam com a essência

Enfatizando a razão

Dos que pensam que a têm

Mas não a têm , não…

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Mas isso sou eu a escrever

Porque a falar ninguém vai entender

Penso, observo, reflicto

E nem sequer sai um grito!!!

sem imagem

 

 

 

 

Não me vou preocupar

Porque nada posso fazer

Nesta vida do viver…

sem imagem

 

 

 

 

Há muito que escrevo meu universo

E sei que ele está sempre certo

Talvez seja esta a solução

Para acabar de uma vez

Com tamanha aberração…

sem imagem

E, sozinha penso

Que o mundo é belo

Vida me inebria

A musica me acalma

A pintura me retrata

A chuva me molha, lava e leva

Quiçá para outros mundos

Liberta de arruaceiros e vagabundos!!!!

sem imagem

 

 

 

 

Vou adormecer

Pensar a apenas que estou a sonhar

Um sonho mau e de verdade

Que dá cabo da minha sanidade

Mas não me rendo

Serei sempre Eu

Seja aqui ou no dito “céu”!!!!

DC

 

 

Albertina Correia

Uma “história sem fim,

Ou um fim sem história

 

PARA SEMPRE

12 Quinta-feira Nov 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita

≈ 2 comentários

DC

No inicio foi simplicidade

Fiquei envolta na tua vaidade

Colocaste-me em ti

Ainda não sabias que havia nós

E nós éramos muitos

Não em quantidade mas em qualidade

Assim nos abraçaste

Tiveste-nos sempre em ti

Levavas-nos sempre contigo

No silêncio ou no vazio

Fazíamos o mundo feliz

Derramava-mos orgulho e vontade

De viver aqui e na eternidade

Não nos condicionaste

E com sabedoria nos deixaste

Escorreste de nós

E seguiste outro rumo

Mas não por outro mundo

Tiveste-nos sempre presentes

E quando ausentes não éramos diferentes

Agora somos ar, mar

Paz, dor , amor

Folhas soltas, rios e céu

Pontos no infinito dando voz ao meu grito

Neste que é nosso sitio…

AC/DC

FELICIDADE

24 Sábado Out 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita

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FELICIDADE

Não quero ser feliz por ti
Quero apenas ser feliz por mim
Assim quando te fores embora
Nao levas a minha felicidade contigo
E não deixas em mim um vazio…

A felicidade que tenho
É a felicidade que ensino
Pode nem ser teu caminho
Mas é meu ponto perfeito
Cabe tudo dentro do meu peito…

E quando te fores embora
Vais carregado de emoção
A tua porque a minha não
Comigo fica o que estava
Mais um pouco
Ou talvez mais nada…

Apenas o que possuía
Enquanto tua vida morria
Disfarçada de paixão
A tua porque a minha não
Portanto podes ir embora
Porque sou feliz assim
E a minha felicidade
Morrerá juntinho a mim…

Retalhos

EMOÇÕES

19 Segunda-feira Out 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita

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As emoções são vulcões em erupção

Que afervescem borbulham e caiem

Queimam tudo ao seu passar

E Ninguém as pode parar

Podemos até pensar que as podemos eliminar

Mas vão ficando os flasch’s

Na retina do coração

Porque os olhos mal vêm

O que verdadeiramente vê coração

Atiram para o espaço estilhaços

Que caiem em cima de nós

Borbulham com intensidade

Encharcam-nos da realidade

Lavam-nos até a vaidade

Deixando cair por terra e mar

Gotas a borbulhar

E assim oceanos formar

Esse que ninguém nos ensinou como nele saber nadar

“Retalhos”

 

Albertina Correia

 

Tempo perdido

06 Terça-feira Out 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Faz tanto tempo que o tempo passou

Levou-te com ele, e nunca mais voltou…

De vez em quando faz que regressa

Simula que o faz sem pressa

Para me dar ilusão de compensação

Dos dias e noites que não são em vão…

Mas é tudo fingimento

Deste maldito tempo

Que passa a correr para mais dele  não ter…

Vou ficando esgotada

Deste tempo

E do tempo em que não se passa nada

Soma-se  e leva sumiço

Regressa para algum sitio

Roubando cada dia bocados de tempo

Deste que tenho

De outros que não aconteceram

E que em algum lado permanece

Enquanto esta vida desaparece…

Retalhos

Albertina Correia

 

 

POR ESTES DIAS

12 Sábado Set 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Somos assim,

Humanos com caminhos sem  fim

Fomos e somos, pensantes, idiotas

Com ideias direitas  e tortas

Construímos, matamos, roubamos, amamos

Chegados a este ponto

Já nem espaço tem para o  final

Claro que era tudo normal

Apenas  esquecido que o normal seria dividido

Fazendo do certo errado

Do errado a certeza

Dependendo de sua  natureza

Então,  eramos mesmo todos iguais

E transformamo-nos em anormais

Cada um seguindo uma ideologia

Achando a mesma estar correta

Esquecendo que uma delas  não é

Nem nunca será a mais certa

Pois somos todos diferentes

Pensamos que nós , muito inteligentes…

Por estes dias

Albertina Correia

É SEMPRE EM SETEMBRO…

31 Segunda-feira Ago 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita

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setembro

 

 

 

 

 

É sempre em  Setembro, que começa

É sempre em Setembro , que se ama

É sempre em Setembro, que se viaja

É sempre em Setembro, que o tempo não passa

De Setembro se faz saudades

Espera-se que ele regresse mas não se apresse

Vontade de ir mais longe

Que Setembro fique e não implique

Que se faça sol sem escaldar

Que se faça dia mesmo sem brilhar

Que a lua acorde

Desperte em Setembro fazendo-o  lembrar o ano inteiro

Ainda não chegou a viagem já começou

Esperando amar se o tempo puder parar

Vou aguardar  o amanhã

Um novo Setembro começará

Sei que nada será como antes

Com Setembros escaldantes

Mas, agora mais ameno Setembro se fará sereno

Abrirei as portas da vida para que possa entrar mais brisa

Esperarei então até amanhã e amanhã logo se verá!!!…

Albertina Correia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANTES DO PÔR DO SOL…

26 Quarta-feira Ago 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita

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livros

Cai a tarde, ou chega a noite

Encostados se aconchegam

Falam palavras bonitas e azedas

Ficam de pé ou deitados

Com os números e letras,  misturados

Os poemas se fundem e confundem

As prosas se emproam

Ficam amarelados brancos ou caiados

São os livros da minha estante

Que gritam palavras em surdina

Fechados ou em descampados

Esperando que alguém os oiça

Faça sentido

Pegue em um deles, mergulhe de cabeça

Ou então por opção

Saborear cada bocado

Para beber paz e não ficar cansado…

Albertina Correia

O VENTO QUE TUDO LEVA É O MESMO QUE TUDO TRÁS…

24 Segunda-feira Ago 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita

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O vento que tudo leva, é o mesmo que tudo trás.

Imagens que se repetem que não sendo iguais são sobretudo originais.

E nelas me revejo, refaço, penso e sobretudo as tomo como exemplo.

Devagar se leva longe, e de longe vem o vaguear, com histórias que preduram sendo mesmo de encantar.

Coisas da mente, e da originalidade presente, buscando no passado outros assuntos e os mesmos fados.

Por isso mesmo e tudo o vento levou,  mas trouxe  algo de novo  quando até mim chegou.

Tudo que ele leva, um dia ele tudo trás, esperar é a virtude  que carrega a tempestade de um vento que trás saudade….

Albertina Correia

111 vento

PODEMOS TUDO

20 Quinta-feira Ago 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Julgam-nos pelo que são, como se isso fosse o que somos, mas o que na verdade somos, é exactamente tudo o que os outros não são.

Albertina Correia

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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