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Category Archives: Sem categoria

TEM QUE SER ;)

05 Domingo Abr 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Escrever sobre Ama2

AQUELE ABRAÇO

03 Sexta-feira Abr 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

≈ 1 Comentário

abraço

Respiro fundo

E me fundo num abraço

Esse gesto que une num só

Duas almas que se esquecem do mundo

E se abraçam bem junto

Nunca “aquele abraço”

Que nos mescla com o espaço

Fez tanto sentido

Por unir emoções sensações

Que parecendo não fazer sentido

Para o real sentido contido

De verdade e em verdade

São o selar de um “amor” exemplar

E respiro de novo bem fundo

Me entrego no mundo

Em surdina lhe segredo

Que aquele momento mágico, é belo..

Nunca “aquele abraço”

Foi tão dono do que  eu fiz ou  faço…

Albertina Correia

02/04/2015

(3)

VÉUS

03 Sexta-feira Abr 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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veus1

Deixei que os véus voassem

O meu corpo destapassem

Para me enrolar no vento

Ficar  livre de um tempo

Procurando  esse  momento

Que me libertasse e me deixasse

Envolta em mil ideias

Sem véus sem mar e sem céus…

Albertina Correia

(3)

FASCÍNIOS DA LUA

24 Terça-feira Mar 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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ser1

Uns dizem que a lua tem um lado obscuro
Outros que tem um fascínio noturno
Eu acho que é apenas a LUA
Ela, que vive no silencio da noite
Que nos envolve no seu luar
Acompanhada com estrelas
Que nos fazem confidenciar
Falamos para ela, porque guarda segredos
Porque nos toma em si mesma
Fazendo com que o nosso mundo
Fique mais perto de nós
Sem reclamar
Porque chega de nos saturar
De noite e ao luar,
As vozes não se ouvem
O vento sopra a preceito
E o que não se ouve
Entra directo em nosso peito

Albertina Correia
04/03/2015

VALE A PENA

23 Segunda-feira Mar 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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2015/03/img_4734.jpg

Que serventia terá a poesia?
Provavelmente nenhuma, para os ditos realistas
Mas de realidade vive o mundo?
Não, a realidade é uma ilusão
Criada em nossa mente
Pensamos que consciente
Nos amamos, odiamos, matámos e roubámos
Num mundo real
Realmente estupidificado
Por teorias e mentes vazias
Crêem que com razão, a nossa
Mas a do outro não
Portanto que serventia terá a poesia?
Terá a serventia que cada um quiser que tenha
Pode poetizar amor, mentira verdade
Pode até amar, roubar, matar
Até fazer a primavera saltar
Pode fazer um cem numero de coisas
Sem prejudicar ninguém
Expelir sentimentos contidos
Roubados, estagnados
Para gritar ao mundo
Que o mundo muitas vezes é um fardo
Por isso se escreve poesia
Para harmonizar a vida
Para sentir vibrar o melhor e pior de cada um
Sendo que o melhor será sempre uma utopia
Pois que quem escreve poesia
Não esta preocupado
Se ela faz sentido neste mundo desprovido
Onde todos fazem de conta
Mas apenas alguns colocam em palavras
Verdades que não podem nem devem ser contadas
Mas fica estatuto de artista
A quem nada parece mal
E é tratado como “anormal”
Ainda assim, viva a poesia
Essa que fundamenta a vida
Da real forma que é percebida
Não por pessoas ditas “normais”
Mas pelo oposto
Aqueles que escrevem e não escondem o rosto…

Albertina Correia
23/03/2015

VERBORREIA MENTAL

10 Terça-feira Mar 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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verborreia

Poderíamos até ser todos iguais!!!!

Cor de pele, cor politica, religião, do mesmo género, e até amigos dos mesmos amigos, mas, isso é impossível, a natureza quis que fossemos todos diferentes, nos credos e fisionomia.

Eis que veio alguém “inteligente” e achou que deveria dar nomes a estas coisas, os negros, amarelos, os de esquerda, direita, centro, os extremistas de um lado e de outro, os altos, os baixos, os loiros, os escuros etc etc etc…

No entanto, por dentro somos todos iguais, emoções, mente, cor de sangue, e à primeira vista até queremos todos o melhor, mas não é para o outro,  mas sim para nós mesmos…

Então, com estes ingredientes todos e que não são poucos, há que criar desordem na “coisa”, a fim de alguns imperarem, e,  até imperam, mas morrem e vão para o mesmo lugar, TERRA, interior dela, e os menos afortunados  até ficam ao relento…

Isto para dizer o quê?

Que estamos em  um ponto de chegada, que nem sabemos qual foi o ponto de partida…

Guerreamos pelas mesmas coisas, matamos pelas mesmas coisas, violamos pelas mesmas coisas, roubamos  pelas mesmas coisas, traímos pelas mesmas coisas, e trabalhamos pelas mesmas coisas…

Pensamos nós que as mesmas coisas,  é para o bem de cada um…

Vejamos só como está o mundo, por queremos apenas o melhor para nós…

Seria bem diferente que quiséssemos o melhor para todos, pois, mas isso é utópico,  dá trabalho mental pensar de outra forma, e assim vamos indo, vindo de um ponto de partida sem saber o ponto de chegada…

(continua)

Por: Albertina Correia

TEMPO SEM HORAS

09 Segunda-feira Mar 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

≈ 1 Comentário

horas

Os dias passam a correr

As horas deixaram de o ser

Tudo, é mesmo nada

E nada, é onde nos afogamos

Por falta do que desejamos

Não vale a pena exaltar a mente

Ela precisa ficar quieta

Tem o direito de poder estar certa

E certa, é uma sintonia com o corpo

Esse que está cansado

Com tantas lembranças do passado.

Paramos, olhamos e perdemos o horizonte

Está diferente, mas não menos imponente

Não é hora de nada

E o quase precisa ficar estagnado

É urgente reviver o passado

Até que ele de cansado

Se volte para outro lado

Deixando livre o presente

Para o viver intensamente

Por: Albertina Correia

SOBRE EMOÇÕES

08 Domingo Mar 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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2015/03/img_0002.jpg

Sobre as emoções

DEPRESSÃO

Vontade do sim e do não, tudo na contramão
Esse estado pleno de tudo sem vontade de nada
Que nos arrasa, esquarteja, e nos trama
Não nos dando sequer uma ideia
Mostrando somente um caminho
Para nos fazer sair devagarinho…

Mas depressão cerra-nos a visão
Confunde-nos o tempo
Inunda-nos o cérebro
Atira-nos para o pântano
Esperando que do nada
Sejamos capazes de florir
Como se o nosso estado fosse a fingir…

Não, depressão não dá trégua
Alimenta-se do teu sorriso
Conforta-se com o teu vazio
Fortalece-se do teu tudo
Deixando-te até saudade
De como respirar com vontade…

Fica a vontade dos avessos
De partir e não ficar
Seja neste ou em outro lugar
Diluindo-te a alma
Não te permitindo alinhar ideias
Essas que estão acorrentadas
Esmagadas, atraiçoadas
Por uma qualquer depressão
Que te tira até a vontade
De explicares a tua razão…

Por fim deixas cair os braços
Atiras a toalha ao chão
Escondes o rosto na mão
Ficas prostrada
Porque da vida já não esperas nada…

Ē assim a depressão
Não deixando alternativa
Para procurar uma saída…

Por: Albertina Correia
08/03/2015

03 Terça-feira Mar 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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VIAGEM

22 Domingo Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Vim de longe mas cheguei
Nada trouxe e nada levei
Foi um caminho feito de cor
Com amor e sem rancor
Cheguei
Vazia de momentos
Plena de sentimentos
Uns apertados
E outros descompassados
Querendo voltar para tras
Para viver outra vez
A minha vida
E não a que cada um me fez
Mas estou na última estação
Carregando comigo o vazio
De pessoas sem sentido
Essas que nos consomem
Não nos entendem
Mas nos julgam pelo que são
Ignorando como sempre
Se em verdade o somos ou não…

22/02/2015
AC

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Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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