VIAGENS…
04 Sábado Jun 2016
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04 Sábado Jun 2016
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03 Sexta-feira Jun 2016
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As viagens sempre nos enriquecem mais um pouco, seja pela cultura, pelas pessoas, pelas paisagens, ou mesmo por reencontro com amigos distantes.
França está sempre comigo, e desta vez não seria diferente, foi um voltar atrás no tempo
Pequena Cidade, mas tão cheia de história e beleza…
Sé dá mesmo para contemplar…
Depois de um dia de voo, nada longo, descansar para os dias seguintes era imperativo…
As acomodações são aquelas onde nos sentimos bem, e à vontade, neste caso Châteu Clarion Hotel…
Comecemos pelo Inicio então 😉
…
01 Quarta-feira Jun 2016
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Hoje passei pela tua rua
Estava vazia e nua
Vazia e nua fiquei, porque lá não te encontrei
Afinal por onde andas?
Oiço-te no silêncio
Mas não me disseste nada
Talvez estejas a descansar…
E seja qual for o lugar
Dentro do tempo ou no imenso jardim
E apesar de tudo que ainda te lembres de mim…
(Silêncio)
25 Quarta-feira Maio 2016
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Existem viagens, que por este ou aquele motivo ainda não foram feitas…
Mas não é por isso que deixam de ser menos viagens, do que as que fazemos fisicamente…
Por vezes, sonhamos com elas de uma forma tão real, que quase parece que estivemos lá,
Outras vivê-mo-las através amigos que viajam, e, nunca se esquecem de quem fica por cá…
Então, é delicioso quando abrimos a caixa do correio e somos presenteados por quem foi fisicamente, com imagens como estas…
Por isso a vontade de ir um dia fica mais presente, e se não der, não tem mal, a ilusão é algo que nos transcende e nos faz sentir o melhor que podemos querer…
Japão na minha mira, para já ficam as fotos reais que quem la esteve (Antonieta Queiroz)…
Albertina Correia
13 Sexta-feira Maio 2016
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E no dia 23/ Abril / 2016, que não sendo por acaso é o dia mundial do livro, o meu 2º começava deste meu jeito;

Era apenas o começo de um retorno no tempo, e estava preparado cenário exterior, num tempo quase medieval, onde tudo era mais essência do que propriamente matéria, e a matéria não se sobrepunha tanto à essência, ou se quisermos, tudo é proposicional ao tempo que se vive…
Era importante que nada ficasse por conta do acaso, até porque, os convidados não poderiam ficar defraudados, nem com o tema do livro nem com todo o cenário para já o de entrada…
E assim caminharam expectantes, para a parte de dentro Da Alfandega, que foi “pequena”, para as os convidado, conhecidos e desconhecidos, que ali se fizeram aparecer… Afinal estávamos num tempo Medieval, paredes meias com Sec XV…
A entrada foi faustosa, com pompa e circunstância, que deixava antever o que dentro provavelmente iria acontecer, mas, comecemos pelo segundo patamar, o all de entrada;
Pois é, prometia, mesmo a avaliar pelo cenário, os olhares estavam estáticos olhando ao redor, tudo era tão, mas tão glamour, e aquele som vindo de longe? Não era o futuro, não, era mesmo o nosso presente disfarçado de passado ausente, e o som não era do além , mas sim daquela Harpa que ainda ninguém a sabia parte do cenário do 3º espaço… mas, eis que passados segundos, do tamanho de horas são presentados apenas do lado oposto, com o que viria a ser o nosso belíssimo Porto de Honra ;
Nada, mas nada foi sem querer, tudo foi elaborado ao mais ínfimo pormenor, desde a decoração (RD Atelier), até aos doces conventuais decorados à época…E, claro está, o Vinho do nosso Porto, os candelabros, que se foram acendendo à medida que tudo acontecia…
(continua)
13 Sexta-feira Maio 2016
Posted in Eventos
Fez um ano em Janeiro, mais precisamente em 31 de Janeiro de 2015, que lancei o meu primeiro livro “Folhas Soltas”;
Foi bom, foi gratificante, pelo menos para mim…
Não esperava que tivesse um Bum de vendas, como é normal, pois que , para tal acontecer, nada como uma boa máquina de Marketing atrás, ou pessoas “famosas” a promover… como tal não sucedeu, ainda assim foi da forma que foi, eu mesma, com a minha escrita peculiar que eu não chamo poesia, por não cumprir as suas regras, mas que, é o meu acto pensante de dizer as minhas coisas, e, as que me rodeiam da forma que quero e entendo que seja(m)…
Não, ninguém é obrigado a gostar, a comprar, muitos menos a ler nos meios onde se encontra disponível, pois que, o que eu escrevo, e porque escrevo apenas tem grande serventia para mim, e, para o meu equilíbrio mental, se o outro se identificar e gostar tanto melhor…
De resto, devo salientar que o feedback foi muito bom, ainda bem que algumas pessoas, do meu circulo de círculos que não conheço, o admiraram pela sua frontalidade, pelo conteúdo introspectivo, e principalmente por ser um livro que faz pensar a quem o lê, roçando quase um discurso filosófico… Lá no fundo, todos o somos um pouco…
Afinal, não podemos nem devemos “Dar por certo teorias e ideias, sem que tenhamos vontade de as contestar com a nossa verdade” (Folhas Soltas)…E, foi e é isto, que sempre me proponho a escrever sobre tudo que penso, que me encanta, que me equilibra e que me desnorteia…
Posto isto, e devido também ao meu entusiasmo, de resto em tudo que faço, foi convidada nesse mesmo ano, pela Chiado Editora, a editar um segundo livro, agora de seu nome “Silêncio”;
Ora aqui está um bom exemplar de tudo que nos rodeia, e sobretudo o porquê de se escreverem “poemas” , ou se quisermos, apenas e só de se escrever o que quer que seja…
Um livro, ou a apresentação de um livro, no caso o meu, não é apenas a sua leitura, porque essa fica a cargo de quem a lê, e, pode ter mais ou menos jeito, mas, neste caso, não seria de todo assim, não não, e não, eu queria do meu jeito, teria que ser apresentação do seu conteúdo, de tal forma, que envolvesse as pessoas presentes na sala, numa atmosfera relaxante e pensante, fazendo-as recuar no tempo… E sim, sim e sim, isso foi conseguido e até ultrapassado pena tenho, de não ter tirado a partir do meu lugar fotos para registar os semblantes… Foi Lindo de se ver…
A sala estava cheia, lugares sentados 75, depois houve quem ficasse de pé, ou seja, a sala que era uma “grande” sala, acabou por ficar pequena, ou se quisermos, à mediada de quem lá esteve, porque afinal estiveram as pessoas que de facto lá deveriam estar…
Eu poderia pagar para ter esta ou aquela figura publica presente, e assim potenciar o livro, podia fazer um cem numero de coisas que se fazem hoje em dia, para se alcançar vendas, mas eu prefiro alcançar as pessoas do meu alinhamento , e ter delas a notoriedade correspondente de quem me lê com os olhos e sente com a essência …
A câmara Municipal de Vila do Conde foi incansável, todos quiseram de ou ou de outro jeito intervir neste lançamento, e depois, hó, depois foi o que se viu, desde a decoração da entrada da mesa, ao Porto de honra, ao cenário, aos figurantes, aos actores e actrizes, ao guarda roupa, ao aroma do ar, à maravilhosa harpa que tocou do inicio ao fim sem parar, ao desenhos do livro, ao calçado da época um misto de medieval e séc XV, foi tanto que por mais que escreva será apenas uma um grão de areia de tudo o que se viu…E por Fim a minha amiga Ivone, que alavancou todo este “sonho”…
Há, esqueci-me da fotografia………Pois, não, não me esqueci, como no no anterior livro, acabei por ficar de novo sem as fotos (estas eram maravilhosas) profissionais do teatro e de todo o evento, salvaram-se algumas tiradas com telemóveis, e uma gravação minha, sem grande qualidade, que tudo estou a fazer para recuperar e arranjar, de modo a que possamos de novo nos privilegiar, com as grandiosas interpretações…
Pois é, e se nada é por acaso e se o universo faz sempre tudo certo, então fica a pergunta “QUAL O PROPÓSITO?”
Tenho a certeza, de que ele comigo faz sempre tudo certo, portanto, tenho a certeza que uma dia mais à frente, vou perceber o porquê de não as ter, nem no primeiro livro nem no segundo, estes registos profissionais fotográficos…
Contudo e para finalizar, esteve presente um fotografo “mistério” que fotografou tudo de inicio ao fim, e ninguém sabe quem ele é, eu pensava que era da Câmara , a câmara pensava que era meu, e assim desapareceu…
“Qual o propósito?”
Albertina Correia
03 Terça-feira Maio 2016
Posted in Escrita
E, a vida não é difícil, difíceis são as regras que nos impuseram, em nome dos bons costumes, não os nossos, mas os deles…
Hoje vivemos sufocados, acorrentados, manipulados, atordoados, com amores inventados, para cumprir regras a preceito muitas delas sem qualquer jeito…
Fazemos e dizemos as verborreias mais incrédulas que ninguém acredita, mas as ouvem como são, fazendo com que elas prevaleçam como verdades reactivas, sem qualquer expectativa se são verdade ou mentira….
Assim vamos caminhando, uns pensam que certos outros pensam que muito errado, porem, vão lado a lado…
O tempo vai passando, e com ele procura-se um sentido para a vida, e a vida tal qual é, não tem sentido neste mundo da “humanidade”, em que vomitam para cima de nós, o que pensam ser sua verdade…
Assim nos encharcam, tiram-nos o foco, e fazem-nos crer que o nossa vida e o nosso viver, são as regras que cada um deles quiser…
E até se pode mudar de país, de religião, mas as malditas regras continuam na nossa mente e sempre na nossa mão…
Queremos delas fugir, por estarmos certos que delas não mais queremos, mas somos prisioneiros consentidamente, sem sequer questionarmos nossa mente, e assim acordamos sempre mais um dia, procurando novo sentido para a vida…
Esse sentido que é um só, viver e deixar viver, da forma que a cada um quiser, sem julgamentos externos, de pessoas que nada sabem, e o que sabem, nada é, do que querem que seja até…
Então, Viver e deixar Viver é assim que deveria ser….
Albertina Correia
Eu e o Mundo, Lisboa: Chiado Editora
01 Domingo Maio 2016
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Poderia dizer muita coisa, mas não vale a pena, ninguém ia ler ou ouvir…
Muita coisa se diz através desta potente ferramenta, onde todos sabem exactamente o que fazer, o que querem , como querem,dão dicas, mas quase ninguém está mesmo interessado em fazer nada…
A nossa realidade não mais será a realidade de outrora, nem a outra que aqui estará depois de 150 anos, o que queremos nesse tempo, lá ja não faz sequer sentido…
Porém, e provavelmente nem ē por acaso, tem ficado ao longos destes anos todos, tanta informação deste tempo, e de outros idos, fotos, afectos, formas de vida, o que gostamos , como gostamos, o mundo e como ele é, as plantas as árvores que tanto sentido fazem agora (mas já não tanto), São imagens inolvidáveis, que para sempre vão ficar guardadas em server’s, na cloud, entre outros…
Quando passar 150 anos, o mundo será bem outro, onde eu não farei parte, nem quero, mas quando esse tempo chegar, será igual ao que se está agora aqui a passar, então, voltará a busca se um novo propósito para , e penso que as maquinas meias humanas meias tecnologia, vão com toda a certeza activar os ficheiros com mais de 150 anos, para tentarem perceber onde erraram, e se de alguma forma podem ou não fazer voltar o tempo….
Só que, já não haverá mais tempo deste, deverão então , passar mais outros tantos , para começarem a colocar no terreno , fazer colónias, entregar os ditos ficheiros, para que os chefes possam colocar em pratica no mundo novo , o nosso mundo “velho” é uma questão de tempo, para isso vão precisar de todas estas fotos que tiramos, novos manuais para ensinar a velha forma do mundo, para o o novo passar também a fazer sentido…
Eu contribui grandemente para estas fotos do universo, até em livros coloquei esta minha e nossa forma de vida, então minha tarefa está cumprida…Plantei uma árvore que agora está enorme, tive filhos, e escrevi livros, todo resto foi por pura sobrevivência, com mais ou menos Ego…
Estarei pronta a qualquer momento…
E sem lágrimas nem lamentos, um dia partirei em busca de outras vidas e de outros conhecimentos …
Eu e O Mundo
Albertina Correia : Chiado Editora
27 Quarta-feira Abr 2016
Posted in Diversos
Os mundos que somos, são aqueles que inventamos…
Como se não bastasse o que temos, ainda fazemos nascer outros.
O mundo do virtual está a avançar de uma forma avassaladora e assustadora, e ninguém, pelo menos os mais velhos, estão a dar por isso.
É o mundo dos likes e das selfies, dos canais youtube etc, para tudo e mais alguma coisa, e, para eles mais que normal, aliás quem não o faz é retrograda, dizem….tem o valor que tem…
O paradigma há muito que mudou, mas ainda ninguém o está a estudar de verdade, para tomar medidas , se é que vão dar tempo de as aplicar…
Não me refiro ao facebook, porque esse, há muito está ultrapassado, só serve de passerelle , embora já ninguém veja o desfile, e lá vão dando likes ou pontos , mas ninguém ganha nada…
Tenho tanto para dizer e não me apetece dizer mais nada
Vagueio sozinha pelo pensamento que me vai dentro
Faço acrobacias para perceber esta nova forma de viver
Apenas porque não gosto, mas como estou aqui aqui tenho que Ser
Os pensamentos são só nossos
Ninguém nos pode ajudar a entender, até porque pensar faz doer
E hoje já anda tudo doente, e nem sequer é por pensar intensamente
Vive-se um tempo tão autista, que já ninguém sente nem mente
Por já nem sequer saber a diferença entre falar e pensar…
E assim o pensamento fica arquivado lá dentro
Lá dentro é um poço sem fundo
Onde nos afogamos por coisas parvas que inventamos…
Eu e o mundo
Correia, A (2016), Eu e o Mundo. Lisboa:Chiado Editora
25 Segunda-feira Abr 2016
Posted in Eventos

Silênco jà à venda…
É assim, passamos uma noite mágica, plena de vida “vivendo em papéis pintado em telas tintas e pincéis ” (Silêncio)…
A sala nobre da Alfandega esteve repleta, e que não sendo grande, foi e é uma grande sala , para receber que me presenteou com a presença…Afinal tudo o que arquitectei foi a pensar nos que apareceram…
É inevitável não mencionar os faltosos confirmados, para esses envio também a minha mensagem de agradecimento por terem dado mais espaço a quem veio sem confirmar, porque no final apenas contam os que estão…
Espero que tenham gostado tanto, como eu gostei de ter o ter feito, com a ajuda sempre preciosa de Ivone Lopes Sameiro…
Quanto à reportagem que tanto me foi solicitada, em breve estará disponível neste blog…
Meus agradecimentos à Câmara de Vila do Conde na pessoa da Dra Ivone, ao Museu Etnográfico da Póvoa de Varzim pela cedência dos figurinos, aos patrocinadores Rd Atelier que montou uma mesa de recepção aos convidados magnífica , bem como toda a parte cénica exterior, a HandmadeMachado pela cedência do calçado dos figurinos que representaram o meu livro, à I-Sensis pela aromatização da sala com aroma a figos , Thevintagewoel na pessoa de Cláudia ,que foi quem fez as gravuras do livro, às maravilhosas meninas que pertencem à companhia de teatro Mala D’arte de Braga , e que estiveram na recepção aos convidados, e, que tão bem encarnaram a época (Séc. XVIII) e por fim à LPL que teve a cargo todo o desenho gráfico do livro convites e afins, na pessoa/colaborador da empresa Bruno Oliveira…
Para os restantes participantes o meu bem haja pelo profissionalismo , começo pela associação Pathos que foram os actores da peça , o Harpista que tocou “sem rede” e que fez as delícias musicais , à D Carolina pelos maravilhosos bolos artesanais …
Penso não ter esquecido ninguém …
E agora que se faça “Silêncio” Albertina Correia edição de Chiado Editora
Grata
Albertina Correia