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Category Archives: Escrita

!TEMPO!

06 Sexta-feira Abr 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Que não se deixe morrer o tempo…
As pessoas, essas, vêm e vão, sendo que, “na natureza nada se perde nada se ganha, tudo se transforma” ( Lavoisier), então, não se foque no passado, nem no futuro, não deprima com o presente, deixe o tempo ter tempo e com tempo, tudo de transforma…
Os legados são apenas legados, nada mais que isso, servem as circunstancias do momento, servem de barómetro para um possível futuro, contudo, deixemos que tudo se faça, apenas fazendo-se…

Albertina Correia

A ARTE DE PENSAR…

04 Quarta-feira Abr 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Pensar é uma arte…

Como arte sui generis que é , requer muito empenho nas diversas vertentes, tais como:

  • Dedicação, ilusão, frustração, acomodação, visão, atenção, sabedoria, ignorância, “autismo”, silêncio, entre tantas outras valências…

Acima de tudo, e, como qualquer arte que se prese,  é necessário ter o dom, todo o resto é simplesmente, técnica.

Como são tantas a valências que têm que se possuir, juntá-las todas, separá-las, isolar uma de outra e fazer muitas vezes de conta que nenhuma existe, é o clímax da Arte que por vezes faz parecer que quem a tem, não possui cérebro.

Contudo, muitas vezes, fazer de conta que não se possui cérebro, é uma virtude, que cabe bem dentro desta Arte, diria até que malabarismo…

A Arte de pensar, mais não é, do que se pensar em tudo, em nada,  e,  de tudo ou nada,  fazer de conta que o que se pensa, faz sentido para quem quer “ouvir” os nossos pensamentos.

Por vezes os pensamentos parecem loucos, parecem evasivos, parecem imbecis, parecem descabidos, parecem megalómanos, parecem insignificantes,  parecem tudo e não parecem nada, portanto,  chegados a este estado, a cortina baixa, o pensamento recolhe lá dentro, porque é tempo de arte adormecer para voltar de novo a renascer, pare esta Arte do pensar, que neste caso é a de viver…

ARTE

BASCULHANDO O MEU BAÚ…

27 Terça-feira Mar 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Seguro o rosto

Repouso cansada

Olho mas não vejo nada

Penso no que fazer

Se por acaso algo me apetecer…

No momento, não me apetece nada

Que não seja ficar cansada

Repousar na minha mão

O rosto da ilusão…

Ilusão de querer o que não quero

De fazer o que não faço

De pensar o que não penso

No fundo, a ilusão da ilusão

Com e sem qualquer razão…

E quando a razão, aparentemente não existir

Deixo cair o rosto

Seguro-o com a minha mão

Escrevo sobre a ilusão

Quer tenha ou não um qualquer razão…

SILÊNCIO

10/10/2014

FÚTIL …

18 Domingo Mar 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

≈ 2 comentários

 

Estamos plenos de tanta coisa fútil
Que a futilidade já virou normalidade.
E assim rumamos
Indignados e outros calados…
Querem lá saber
Porque saber implica fazer
E como fazer dá trabalho
Viva a futilidade
A rainha da normalidade…
Tantas coisas erradas
E outras tão poucas acertadas…
Tanta escrita bonita
Que nada diz e tudo que diz já ninguém acredita …

EU E OS OUTROS

E QUANDO NÃO HOUVER O DEPOIS?

11 Domingo Mar 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Hoje estamos aqui

E quando já não houver mais nada para acrescentar, iremos para outro lugar…

Mas, e quando não houver depois?

Ficaremos  com a  simples percepção, do que em nós sobreviver…

Não teremos mais razão, não queremos mais emoção

Na verdade não saberemos o que queremos…

Mas ainda estamos aqui

Pensamos no que já vivenciamos

Fazemos parte do passado,  do presente, sem pensar no futuro ausente…

Porque quando não houver depois,  logo se verá

Talvez o acordar seja então no tal lugar

Belas serão as paisagens, e as novas margens

Belos e intensos serão os tempos

As horas deixarão de o ser

Porque imperará uma melhor forma de viver

E mesmo que não haja depois

Alguma outra coisa haverá e viveremos para a vermos

E se tudo falhar, será porque chegou finalmente o vácuo,

O tal vazio sem fim

E um infinito interdito …

EU E O  MUNDO

 

EU E O MUNDO…

03 Sábado Mar 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Está  longe a calçada

Vejo-a por entre vielas e pessoas singelas…

Carrregam vidas enfadadas

Crentes que tudo podem

E com elas não podem mais nada…

Maquilham  a mente prodigiosa

Por entre traços marcados e outros mal desenhados

Pedem sonhos reais de coisas até fatais

E no final ficam apenas mais iguais…

Por  isso, cada vez mais a calçada amarelada

Se afaste de mim , e foge por outra estrada

Ignoro as pessoas, essas que andam às avessas

Faço de conta

Porque no final o que conta nãos são essas

Mas as outras que constroem verdades

Vidas, mundos e outros assuntos…

EU E O MUNDO

MÃOS…

01 Quinta-feira Mar 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

≈ 1 Comentário

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As mãos que acariciam

Que percorrem cada pedaço de ti

Que colhem aquela flor

Que transmitem aquele calor

Que seguram a vida

E que fazem parte de mim…

São as mesmas que trabalham

Que limpam as lágrimas

Que se fundem com o rosto

Encobrindo muitas vezes a dor

De não amar e de não sorrir …

E são as mesmas

Que tocam no teu olhar

Que por vezes te fazem sonhar

Esquecendo o tempo que têm…

São apenas mãos

Que carregam todo o sentir

E transmitem tudo que faz sorrir

E nem por isso deixam de ser mãos

Que aplaudem cada sucesso

E suportam cada fracasso

E que caiem sobre si mesmas

Quando cansadas de remar

Contra tudo que as faz sonhar

E assim são as mãos…

 

AC  08/12/2013

AINDA TENHO TEMPO…

27 Terça-feira Fev 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Tenho tempo
Mas não muito mais
E por mais que eu o quisesse, também já não me apetece…
Todo o tempo que tive e tenho
Fiz do melhor que pude e  soube
Nem sempre o soube bem, nem sempre o pude melhor
Mas o melhor que sou e pude
Reflecte o que tenho e sou….
E, sou assim deste jeito
Mas sem jeito algum
Confio desconfiando, crente  do que imagino acerca de…
E esta é a forma que eternizo, dentro do que penso e preciso
Mesmo por vezes não parecendo fazer sentido…
Gosto das pessoas como as imagino
E não, como elas de facto o são…
Estarei sempre condicionada pela minha mente 
crente
E crente em tudo que quer e pode
Sobre mim e sobre todos
Do jeito que mais me reconforta
Para seguir vivendo tal qual, como eu a compreendo…
A vida parece difícil,mas desta forma eu a descomplico
Porque, para viver não baste nascer e ser
Para viver, temos que ultrapassar os nossos limites
Fazer de conta que nem estamos tristes
Mesmo quando nos tentam roubar a alma…
E neste vai e vem de pessoas e de mim’s
Me farto, me encho, me esvazio
Ficando muitas vezes prostrada
Deitada sobre qualquer calçada
Buscando outras energias, para fazer frente a esta multidão de gente…

EU E O MUNDO

NUM INSTANTE…

19 Segunda-feira Fev 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

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O tempo, paulatinamente
Ou apressadamente vai passando
E se bem vivido, todo esse tempo fará sentido…
Não existe vontade que pare
Mas que avance, rumo ao que deve ser
Porque pelo meio, fica uma vida bem vivida
Sem saudade da que passou e passa
Nem com pressa de coisa alguma
Porque, entre uma e outra, existirá sempre o tempo certo
Deixando as certezas de que tudo vale a pena
Porque, quando o tempo é bem vivido
Todo ele, faz o nosso sentir e sentido…

EU E O MUNDO

AUSENTE, MAS PRESENTE…

16 Sexta-feira Fev 2018

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Ausente mas muito presente…

O mesmo que dizer, que muito assunto é para morrer…

Contar ou escrever, não daria para entender…

Fica-se em modo introspectivo e por isso nada digo…

Escrevo para o interior, ignorando  ao redor…

Então pareço ausente, mas estou muito presente…

Por vezes, é imperativo parar e deixar andar…

Descansar o cérebro,  das explicações e teorias das mentes vazias…

E é bom…

Ficamos apenas com a nossa, que dela, tudo sabemos e podemos…

Ganhamos outra  vida, nesta que é a nossa vida

Por isso, pareço ausente, mas nunca estive tão presente…

No silêncio me reencontro, me refaço, me fortaleço

Nunca esquecendo de onde vim, assim sigo em frente, rumo ao eternamente…

EU E OS OUTROS

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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