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Category Archives: Escrita

SEM DEFINIÇÃO …

25 Quinta-feira Maio 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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O amor é cego surdo e mudo, diz-se por aí, mas isso não quer dizer que é parvo ou burro…
Quem sabe o que é amar, vai perceber facilmente que ser cego, não quer dizer que não vê, ou que tudo o que vê , sendo mau, ao seus olhos é bom , não, não é nada disso.

É cego, porque o que sente com o olhar, está em sintonia, com o que quer receber, e do outro, só receberá, o que sabe que quer colher…
Quem pensa que  ele é surdo, porque releva por vezes palavras estúpidas , desengana-se, porque quem sabe o que é amar de verdade, as palavras estúpidas não fazem parte das pessoas de eleição, do coração, a surdez tem a ver com o que os ouvidos sentem, sem que as palavras necessitem de (não) ser ditas.
Por fim, quem acha que o amor é mudo, porque ele tudo consente, está enganado, porque quem sabe o que é amar de verdade, as palavras são acessórios superfulos,  para não usar…
O amor vê sem olhar, ouve sem escutar, e fala sem nada dizer, apenas, porque o amor e amar, está acima de tudo isso, e muito mais, amar e amor, é sentir com todos os poros, não tem princípio, não tem fim e nem género, amar é sentir na plenitude, todas as energias alinhadas na direcção certa, amar é ignorar o que não interessa…
Na falta de palavras grandes para expressar o amor e o amar, fico-me pela minha máxima:
Amar, é o estado avançado da nossa existência…

EU E O MEU MUNDO 🌎

“QUAL O RUMO DOS NOSSOS SILÊNCIOS?”

23 Terça-feira Maio 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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“Para onde vão os nossos silêncios?” carton da Mafalda

Boa observação da Mafalda, para onde será que vão mesmo os nossos silêncios?

Silêncios são bons, porque são respostas (não) dadas a tolos, respostas contidas , vivências bem vividas,e tudo lá quisermos arquivar…

São pausas de música, são intervalos para respirar, encontros com a nosso Eu, e, são o que pretendermos que seja, perante o que acharmos melhor, (não) responder…

Os silêncios, não vão para nenhum lado, ficam estacionados dentro de nós, esperando que nos acalme, e não nos faça mal, até que o sinal verde se abra…

Muitos silêncios guardados, leva ao isolamento, e, certo ou errado, será porventura a tendência natural…

Falamos dos silêncios consentidos, os que queremos mesmo fazer, por termos a certeza de onde se encaixa cada um deles…

Depois, temos esse silêncio a que somos obrigados, e esses ficam mesmo no ar, a fazer grande barulho, ainda que silenciosamente…

Têm a potência de enormes bombas atómicas, quando explodem, arrasam tudo que está por perto, e nem está errado nem certo…

Depois da explosão, vem sempre a ilusão, ou desilusão, dos eu achávamos ter, ou não ter razão…

Os silêncios são mesmo assim, enigmáticos, mas também, simples, resolventes e práticos …

EU E O MUNDO 🌎

TABUS SÃO PARA SE USAR…

18 Quinta-feira Maio 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Não me peças para contar

Sobre assuntos que não pretendo falar, mas se insistes, aqui vai:

Estado de loucura, será porventura um estado normal, dentro da anormalidade da sociedade…
Ninguém sabe verdadeiramente o que é loucura, mas, todos em alguma vez das nossas vidas, já nos intitulamos de loucos…
Então, estar louco, é como estar fora do controlo, ou do estereótipo criado pela sociedade, da qual fazemos parte, e também ditamos regras, mas, se proferimos a palavra, e a assumimos, quiçá possamos não parecer tão loucos…
Ser louco, é assumir exactamente o que se é, e quer, tendo consciência, que não o pode e/ou não deve ser, devido a juízos de valor.
Sendo assim, ou se está nas tintas, para o não assunto, ou representa-se a cada minuto…
Todos queremos parecer muito sãos, quando na verdade, loucos estaríamos bem melhor…
Coisas de loucura, e de pensamentos desencontrados, nesta sociedade afundada , escorrendo todos os dias mais um pouco para o abismo, em que a subida, vai ter mesmo que ser com a ajuda de um “anormal” qualquer, precisamente por ele achar, que tudo é possível…
E assim vivem os loucos…

EU E O MUNDO 🌎

O TEMPO ESGOTA-SE !?!?!?

17 Quarta-feira Maio 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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O tempo está a contar
Não se esgota, mas vai para outro lugar
E nós vivemos à pressa
Atrás do que não interessa
Esquecendo que o tempo não pára
E, atrapalhados nem pensamos…

Voa num corrupio
Carregando energias de outras vidas
Não as devolve, soma e segue para outras bandas
Rodopiando em torno de nós
E nós, aparvalhados fingimos que acreditamos…

Coisas do tempo
Que cria emoções, sensações, energias
Que utilizamos sem saber
Quando esgotados
Pensamos que o tempo está parado…

Só que, ele avança sem pedir permissão
E, ou nos deixamos ficar
Ou subimos nele
E com ele nos deixamos voar…

Silêncio (2016)

COMO SE AMA?

14 Domingo Maio 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Só se ama uma vez de cada vez
Enquanto um não acabar, um outro não pode começar
E no caminho, entre um e outro
Existe um aprender, entre o que se tem, e o que “deveria” ser
No fundo, sempre se ama
Antes durante e depois
Amar é um acto de se ser, de se viver
Amar, é fora do lugar, são sentimentos a extravasar
Uma vezes domados, outras descontrolados
É como respirar, ou aprender a andar
É um verbo presente
Que para ser substituído
Este tem que ficar ausente…
E assim se ama eternamente…

Silêncio

MAS QUE VIDA ESTA!!!!

13 Sábado Maio 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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A vida brinca todos os dias, e todas as estações
Faz de mim gato sapato, no bom e no mau sentido
Mas não é por mal, é apenas para me testar
Até onde pretendo ir, e onde pretendo ficar…
Prega partidas a torto e a direito
Faz-me crer que ela é ingrata
Mas não é assim
Ela apenas se quer rir de mim
Me maltrata, coloca pessoas no meu caminho
Faz-me tropeçar nelas
A fim de eu me erguer e continuar a crescer
A vida é assim mesmo
Não somos nós que a vivemos
Mas sim ela que vive em nós
É potente e imponente
Só podia viver mesmo na gente…

E quando estiver satisfeita
De tanto brincar comigo
Me vai envelhecendo
Até à entrada do paraíso

Até que um dia regressarei
Para reviver o que ficou por viver…

Silêncio

AMAR É…

03 Quarta-feira Maio 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Amar não é para qualquer um, amar é para os que se atrevem…

Amar não é sofrer, amar é apenas ser, deixar ser, seja qual for o resultado…

Amar não é apego, amar é liberdade, é deixar o outro à vontade…

Amar não é controlar, amar é deixar andar…

Amar é viver livre, e gostar

É fazer o que apetece e gostar

É amar sem condição, onde a única condição é a libertação…

Amar é deixar partir

Amar é mesmo amar, sobre a terra e debaixo do mar…

Amar é um estado de graça, que não se quebra nem pelo cansaço…

Amar é tudo que podemos ser , dar e  obter, em medidas iguais…

Amar é assim, podes até partir para outros mundos,  pois o que fica, é mais aprendizado de amor substancialmente amado…

Amar é isso mesmo, sem medo, nem segredo …

EU E O MUNDO

STOP …

02 Terça-feira Maio 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Eu senti os cheiros, de crianças de jovens e até dos velhos…

Eu ouvi os gritos de mães e de pais, impotentes segurando os rostos dos filhos inocentes…

Eu senti o medo deles, e por eles chorei…

Eu vi  aqueles sapatitos, rotos de tanto andar, rumo ao rio que desaguava no mar…

Os corpos se transformaram, deram lugar a outras gentes, que deambulam entre nós, e nós pensamos que acompanhados, carregamos heranças tristes e sós…

Eu estive lá, não pude fazer nada, porque nada, já lá não estava…

Apenas aqueles pares de sapatos, grandes, pequenos, de homem ou mulher, para nos lembrar eternamente, que eles também eram apenas gente…

Gente como cada um de nós, só não tiveram a sorte de viver, e ter uma melhor morte…

Sim, eu estive lá, e lá, tem o testemunho das vidas perdidas, lançadas ao rio , agora moldadas em ferro, para que quem ali passe, para sempre se lembre deles…

Escrevo sobre as vítimas de holocausto, nas margens do rio Moldava,  e sim, eu estive lá, e todos deviam lá ir, para sentir o que é nao pertencer , a todos  que lá tiveram que morrer, acompanhados, em grupos, mas para sempre tristes e sós, impotentes a um regime, que dele não queremos mais…

Mas o mundo não aprende, e está a repetir tudo novamente…

EU E MUNDO

VIVER DA FRENTE PARA TRÁS

01 Segunda-feira Maio 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Viajar é viver em vários mundos, mas sempre no mesmo lugar…

É querer ir por aí fora , tentando agarrar tudo, como se tudo fossemos perder e de pensar até faz doer…

Viajar é como que viver ao contrário ou da frente para trás, imaginando outras realidades como se delas fizéssemos parte…

São histórias, são imaginações, são vidas em trambolhões, por vezes até se fica confuso, com o estado dos pensamentos que temos …

Depois, e, para além de viver ao contrário, ainda mergulhamos em filmes que passaram, ora por aqui, ora por ali e então tudo se funde numa só irrealidade …

Concluímos que ainda assim é muito bom, pena que não aprendamos nada com o passado ou se quisermos, nós, as massas, aprendemos sim, quem governa o mundo é que não …

Um dia quando acordarmos , estará tudo desfeito, ficam os sonhos de outras realidades e de muitas vidas passadas…

Entre todas as opções, eu opto por viajar, ver o mundo do avesso, da frente para trás e até de pernas para o ar…

Amanhã tudo passa e o meu presente, será também o passado de muita gente, mas o futuro, esse, será sempre eternamente ausente…

 

VIAGENS

 

 

 

PEMAS ( II )

21 Sexta-feira Abr 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Quero ficar calada, mas

Amores e desamores não querem dizer mesmo nada…

Poetas contaram, contam e encantam

Com palavras e frases majestosas

Os encontros e desencontros

 

Que deles não sobra mais

E muitas vezes o mais

 

É exatamente mais nada…

 

Esta forma de expressar

Tudo o que passou e possa passar

Não é mais que a vida a desenrolar …

De tão cheia e vazia que está

Atrapalham-se nas palavras

Caiem nas armadilhas, dos escritos e escritas

Muitas vezes um pouco contidas

Por demais conter

Os amores e desamores

De outras vidas vividas…

 

 

Correia, A (2016); Silêncio da Chiado Editora

Deposito legal n 405888/16

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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