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Category Archives: Escrita

PESSOAS QUE PENSAM, PRECISA-SE…

08 Terça-feira Nov 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Gosto de pessoas que pensam, mais do que gostar, precisamos de pessoas que pensem, que questionem, não sejam repetidoras(es), nem tenham os dados como adquiridos…

Pensar, é uma característica de quem não se conforma com as coisas, tais como são numa primeira análise , sejam elas quais forem, e,é pensando que o mundo avança, numa direcção mais assertiva, ou se preferirmos, de uma forma mais abrangente…

Estamos num século, feito à medida, para que se faça precisamente o oposto, até porque pensar cansa,  dói, e hoje em dia, cansar e sofrer, não está na ordem do mesmo…

Contudo, os repetidores, instigam todos os dias, ao que acham  ser o mais adequado, sem  com isso, terem bem pensado no que dizer, e, como dizer, o mesmo que dizer fiquem calados…

Se não pensam, calem-se, se estão calados, resignem-se, porque não podemos aceitar como certa,  a famosa frase “a vida é assim mesmo, uma injustiça“, porque a vida, é tudo menos uma injustiça,  para quem se permite vivê-la no seu todo, claro está…

As energias (menos boas) andam no ar, e não são de agora, se um dia faz a diferença , imagine-se uma década, pois que, é precisamente este tempo (e mais algum) que levamos, a repetir a mesma coisa, sem sair do lugar, por isso, voltamos sempre ao inicio, permitindo-nos sempre, mais disto…

Como diz um Bloger brasileiro de seu nome Leonardo Veiga, ser sábio é ser tolo, eu acho que estamos com um tremendo deficit te tolos, aliás “precisa-se de tolos“, já que, desta forma, o mundo está estagnado pensando que anda, contudo , bem parado…

EU E O MUNDO

APROVADO O PERDÃO FISCAL 2016 (mais um)

03 Quinta-feira Nov 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Portugal e seus “comandantes”, somam e seguem, nas verborreias mentais…

Perdão fiscal, total ou parcial,  aprovado para todos os devedores ao fisco, e, os outros que sempre pagaram e pagam, com mais ou menos esforço,  ficam a olhar para esta merda toda, com rotulo nas trombas de burros…

Sim, escrevi  palavrões, porque existe uma falta de respeito por quem trabalha, e por quem tem as contas em dia, que até faz dó, diria mais, mete-me nojo…

Poderíamos optar todos, por não pagar porcaria nenhuma, assim a justiça seria transversal , acho justo, depois o perdão seria para todos, mas aí, estava-mo-nos a nivelar, pela  podridão da mediocridade, deste povo faltoso, que se esconde atrás de empresários grandes, e não de grandes empresários…

Nivelar pela mediocridade, não é boa opção, mas estar sempre a olhar a banda a passar, e as dividas serem arquivadas, gera um sentimento de revolta, provocando o vomito, em quem não está no alinhamento…

Com toda certeza, este perdão não foi inventado para beneficiar o zé pagode, este apenas serve de bode expiatório,  as dividas destes, ao fisco, devem ser parcas , e/ou inexistentes, mas claramente, que o alvo do mesmo perdão  está direccionado aos ABUTRES desta sociedade, pautada para ganância e  incompetência…

Inventam licenciaturas para justificar alguma credibilidade, mas as licenciaturas não fazem boas pessoas, as pessoas é que fazem boas licenciaturas, e , ainda que não as tivessem, o problema é a mentira desta gentalha, para se colocarem num patamar, que claramente não pertencem, e só fazem nojeira …

Estamos em tempo de “guerra“, e alguma coisa, deve poder ser feita, espero e acredito que sim, mas é preciso fazer, e não deixar andar, porque os rótulos de burros, devem estar nas trombas de quem o são, e, neste caso, dos nossos “comandantes” e empresários grandes, porque os grandes empresários, é que  pagam este forrobodó todo…

E assim vai Portugal, onde poleiro virou galinheiro, os ovos viraram omeletes, as galinhas só cacarejam, e os galos estão de quarentena, devido à bebedeira selectiva…

EU E O MUNDO

 

 

DUPLA PERSONALIDADE E/OU INCONSTÂNCIA ?!?

26 Quarta-feira Out 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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Dupla personalidade, doença psicológica, integrante do DSM, que caracteriza uma pessoa que é inconstante, e que actua  pelo menos de duas forma diferentes , daí o distúrbio, e, o palavrão  aplicado… (resumidamente é isto) …

Sendo assim, vivemos numa sociedade que invoca a “verdade”, age como “verdade”, impõem-se como “verdade”, mas em nada é verdadeira, apenas seguem o roteiro imposto pela sociedade do politicamente , socialmente correcto, fazendo crer, que apenas existe uma personalidade e uma verdade…

Todos sabemos que assim não é, cada pessoa tem a uma própria verdade, de acordo com as próprias circunstancias, e que, até quando estas mudam, a dita  verdade, muda também…

Não está certo nem errado, porque considero não haver nem uma nem outra, apenas ninguém se esforça para ser genuíno, ninguém se importa por entender o outro, porque cada um, é cada um, e um, não pode ser o outro.

Com isto inventa-se os politicante correcto, os socialmente correcto, que, mesmo assim, ao que parece não é credível, por haver consciência de que se está a ser duplo, com a conivência de todos…Sendo que, todos fazem parte de uma representação, cujo fim, nunca se sabe o desfecho, por tão ambíguo e moldável  que é…

Depois disto, existem mesmo as pessoas assumidamente com “dupla personalidade“, onde se podem encaixar muitas pessoas, e, que assenta que nem uma luva, porque preferem  não se desgastar , não guerrear, por estarem cientes que com o tempo, tudo muda, até mesmo o tempo…

Fazem de conta, quando os assuntos não contam, fazem de conta, quando as opiniões não são tidas em conta, fazem de conta, que tudo está bem, porque, estar bem para elas, é UM outro conceito, O DELAS…

E assim vivem com “dupla personalidade“, por perceberem  que não vale a pena outro modo…

Até lá, fazem, desfazem , opinão, viram os assuntos de “pernas para o ar”, e são apelidadas de pessoas arrogantes, prepotentes, sem educação, quiçá mal formadas, apenas por dizerem, o que todos sabem,e querem dizer mas….. não dizem…

Resumindo, cada naipe, ao seu melhor jeito, veste-se de outra personalidade,  por causa de normas inventadas, em que, ninguém faz fé, mas o fazem com fé, sabe-se lá em quê…!!!

EU E O MUNDO

Albertina Correia

 

 

 

 

 

 

HERANÇA MACHISTA OU FEMINISTA

19 Quarta-feira Out 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Muito do que se faz e diz, condiciona o que somos, e como somos…

A cultura tem um peso, que  descarregá-lo não é para todos, e demora tempo infinito, dependendo da ansiedade de cada uma(um)…

Assim, vamos vivendo, uma vezes lidando melhor com o facto outras nem tanto…

Muitas(os) nem sequer se importam com estas questões, até porque, o facto de nos assumirmos na integra, com o que consideramos nosso por direito,  acarreta consequências, para as quais temos que estar preparados , e,  isso não é para todas(os), e, nem todas(os) o querem, é que, por vezes até dá jeito…

Mas destas(es), não reza o meu artigo, escrevo para as (os) que se interessam mesmo, com estas “questões” do machismo e feminismo…

E, é assim , em simples comentários, podemos constatar , o quanto certas frases, de cariz machista,  têm o poder de irritar, quem delas não compactua, por exemplo:

Já quase todas(os), (se bem que a predominância, é mais no masculino)  ouviram aquela “maravilhosa“, frase, depois de apresentada a alguém:

-Tiveste muito bom gosto na escolha da amiga/ namorada/etc, ou

-Soubeste escolher bem, final tens bom gosto, ou

-Nunca pensei que conseguisses ter uma mulher desse calibre, ou etc etc etc…

E,  isto já é mau, imaginemos-nos a ouvir respostas do “dito sortudo(a)“tais como:

-Eu sei escolher, ou

-Tinhas duvidas das minhas capacidades?, ou

-Sei bem o que quero e do que gosto, ou etc etc etc

Estas frases, aparentemente ditas, sem qualquer significado de interpretação negativa, denota bem o quanto a nossa sociedade é machista, e limitada nas ideias, e ideais de pessoas, roça até o desrespeito pelo oposto…

Não ficaria melhor umas respostas do tipo:

-Ela de facto é uma grande mulher (ou homm), e, até bonita(o), ou o “pacote” completo, e eu (eles ou ela) até me  sinto um verdadeiro sortudo(a), pois que tive a sorte de um dia, ela ter olhado na minha direcção, e fiquei feliz por isso, ou

-Como sou uma pessoa de sorte, afinal pensei que não estaria ao meu alcance, mas de facto não é verdade, e o resultado está à vista, ter uma grande “pessoa” ao nosso lado…

Parece que esta forma de abordagem , fica melhor a todos, e, assim não nos fazem sentir como se fosse-mos animais para venda na feira, sendo que a compra parece que acontece apenas porque um assim decidiu ou assim quis, mas não é…

Como é machista a nossa sociedade, mas, quem sabe o que vale, sente, vive, ouve, está-se nas tintas , porque estas afirmações são afirmações de pessoas que se querem “impor” através de coisa nenhuma, mas pensado que são muita coisa…

EU E O MUNDO

Albertina Correia

QUANDO ACABA A RESERVA

11 Terça-feira Out 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Pois é, quando acaba a reserva, o que podemos fazer?

Se temos bomba de abastecimento ao pé de nós, de imediato abastecemos, mas,  e se não temos?

Ficamos parados na estrada, à mercê de quem nos encontrar,  e quiser ajudar…

Ficar à mercê, não é uma boa ideia, porque estamos  em posição inferior, e quase sempre optamos por fazer, o que algumas vezes não é suposto ser…

Em primeiro:

Não é suposto ficar na reserva…

Não é suposto ficar em posição inferior…

Não é suposto optar pelo que não se acha mais adequado…

Por fim:

Não é suposto fazer, o que não é suposto ser, mas, estamos ali parados, sozinhos, por vezes indefesos, com um problema em mãos, suplicando  por uma ajuda, venha ela de onde vier, e, aceitamos…

Então, não paramos para pensar direito, abastecemos de forma indevida, com doses maiores do que as que verdadeiramente necessitamos, ficamos zombies, e mal conseguimos fazer arrancar a viatura…

Então, lá vêm o que é suposto não vir, opiniões, tomadas de decisões com overdose de combustível, ouvidos que só se focam no imediato mais barato, e fica-se anestesiado, deixando que terceiros nos conduzam…

Quando finalmente aparece a dita bomba de abastecimento, já estamos para lá de pedrados, o que vemos está distorcido, o que ouvimos faz eco repetitivo, o que falamos já não é mais nada, que não sejam meras palavras que ecoam na nossa mente, para lá de doente, e crentes que estamos lúcidos, voltamos a atestar a viatura, provocando dupla overdose , e lá  seguimos em modo (in)consciente, por ruas que desconhecemos…

Quando a reserva acaba é assim, ficamos à mercê de quem nos quer conduzir, por meio de tráfego congestionado, em que, tudo que vemos está parado, e, na nossa mente em movimento descontrolado..

Por favor não deixe sua reserva acabar, tem sempre um inteligente por perto,  que se julga gente…

EU E O MUNDO

SILÊNCIO E DISTÂNCIA

10 Segunda-feira Out 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Entre o silêncio e a distância, não existe nada, uma é a outra …

Quando nos silenciamos é porque de algum modo, queremos estar distantes, e quando estamos distantes, ficamos em silêncio…

Quase que chega a ser um paradoxo, porém, os paradoxos, são como os iman’s de carga oposta,  eles se atraem, e um fica no outro, qual distância e qual silêncio…

Distância e Silêncio, não significam solidão, mas sim entrega a nós mesmos, sem out put’s, que fazem interferência…

E assim, podemos ficar  dentro dos nossos pensamentos, enrolar-mo -nos com eles, sem preocupação de tempo e distância, porque um é o outro, e são indissociáveis…

E como tudo que se faz, e/ou pratica, durante muito tempo, vicia, quanto mais distância, mais silêncio, e quanto mais silêncio , mais pensamento, até que um invariavelmente se mescla com o outro , ficando a sintonia com a vida, sem preocupação de mais pensar, porque o pensamento deixa de existir, pois o restante não faz sentido, se o sentido não for apenas o de sentir…

Vamos parecendo melancólicos, nostálgicos, quiçá até tristes, mas os nossos pensamentos, os que verdadeiramente moram lá dentro, que se esvaziam em lagos, esses, são mesmo nossos, são a nossa essência, são a nossa personalidade e a nossa força de vontade.

Não é para entender, é para sentir, para serenar, para distanciar, de tudo que nos rouba a tranquilidade…

Portanto, entre o silêncio e a distância não existe nada, UMA É A OUTRA, indubitavelmente…

EU E O MUNDO

DUALIDADES

06 Quinta-feira Out 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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É isso, o mundo é feito de dualidades, em tudo…

É o bem e o mal,  feio e  bonito, bem e mal sucedido, alto e baixo, rebelde e pacifista, bem ou mal casado, bem ou mal separado, bom ou mau filho, etc, etc, etc…

Quem elegeu tudo isto?

Ser isto ou aquilo, não depende de facto, do que se é, ou realmente é , mas da forma como nos vêm , ou querem ver, dependendo do lugar onde estejamos, e , cultura de onde estamos …

Hoje em dia, mede-se tudo pela mesma bitola, na maioria das vezes, esquecendo quem se é,  de onde se vem, e de onde se está…

Todos temos a nossa historia, que  teimam em julgar apenas pela rama, e  porque sim, apenas devido ao facto de  as pessoas serem vazias por dentro, e terem  que encher com mais do mesmo, ou seja ignorância , ignorância essa,  no sentido de nada saberem acerca do outro , mas sim de si mesmo, por isso falam o que são, por serem demais conhecedores, e não o que somos, porque ninguém é adivinho…

Já alguém provou aquele vinho bem caro, que é suposto ser muito bom, e todos dizem que sim, porque assim está feito  para ser? É,  afinal para atestar se ele é realmente bom, apenas temos que gostar do paladar dele, e, que hoje pode ser um e amanhã pode ser outro, as características técnicas, ficam por conta dos que supostamente sabem…

E isto, acontece em tudo que nos rodeia, aquele quadro, aquela dança, aquela mulher, aquele homem, o sucesso, o insucesso, tudo analisado e escrutinado, do ponto de vista pessoal de cada um…

E assim segue o mundo , cego,  surdo e mudo, do que vale a pena…

E o que vale a pena?

O que vale a pena, somos mesmo nós, cada um, cada célula nossa, cada pensamento nosso, cada vontade, cada desespero, cada lágrima de tristeza ou de alegria, de tudo e de nada, porque nada nem ninguém tem a ver com assuntos de cada um…

Mas, vivemos um Big Brother gigantesco, onde todos somos espionados, nos controlam, dizem o que que fazemos, e nos criticam pelo que é feito…

São as culturas diferentes, e a essência de cada um, que permite subtrair o que não interessa e somar o que vale a pena…

E o que vale a pena, somos mesmo nós, cada célula,  cada sinapse, cada sorriso e cada lágrima, seja de tristeza ou de alegria…

Quando quiserem saber da vida de cada um, calcem primeiro os sapatos dessa pessoa, caminhem por onde ela (pessoa) caminhou, e depois falem, argumente, digam algo que valha a pena, sendo certo, que chegado esse momento,  as palavras ganham outra tonalidade…

E, é assim, o mundo é feito de dualidades porque existem sempre os do contra , esses, que para eles  os tais sapatos nunca  lhes servem…

EU E O MUNDO

 

 

MEDIOCRIDADE PARADOXAL

22 Quinta-feira Set 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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li

 

 

 

Mediocridade é limiar da frustração, por não se conseguir o que os outros têm, em relação a estes…

Falar sobre os outros, e o que os outros têm, até parece fácil, pois que, sempre é visto com os olhos enevoados , já que, não se pode falar do que não se sabe.

Quando ouvimos e lemos, que vão ser aplicadas taxas, “taxinhas“, e “taxões”, a quem mais acumula riqueza, quase me apetece fugir, só que,  para lado nenhum, a somar a isso,  lá vem a mediocridade ao de cima, com o foco, de apenas ser mais igual , mas, para baixo, já que subir, não faz parte do dicionário destes, e, dá trabalho.

…

Claro que deve haver equidade, mas não é porque os outros têm mais , que devem pagar mais, se é para sermos mais iguais uns aos outros, então que façamos todos o mesmo, ou mais do mesmo, ser medíocre.

Fico perplexa, com determinados catedráticos (ainda bem que sou uma simples ignorante pensante), e pessoas comuns ressabiadas, quando começam a debitar verborreias mentais, sem saber do que falam, e como não sabem o que dizem, nem dizem o que sabem, trocam os “alhos com os bugalhos”.

E, o paradoxo da mediocridade começa aqui mesmo,  quando os medíocres têm a perfeita noção que se devem aplicar  taxas a quem tem um património superior a  500.000,00 €, por ser uma quantia exorbitante (dizem), e ao mesmo tempo, como são coitadinhos ( o mesmo que dizer medíocres) não saberem, e, não terem sequer noção de tamanha quantia porque nunca a tiveram (dizem) wtf…

Existe maior paradoxo do que este? Sim, aplicar, porque 500.000,00 € é uma exorbitância, mas por mediocridade opcional, ou não,   não se sabe  o que é essa exorbitância,  porque nunca se teve (em que ficamos?)….

Chegados a este ponto, é eficaz afirmar, que este paradoxo da  mediocridade , anda sempre paredes meias com aquela “coisa” chamada de INVEJA, e, quem é propenso à inveja é porque é propenso à prosperidade, e ainda bem…

Em fase final, convém ressalvar,  que os vigaristas, maltrapilhos, ladrões de gravata, e sugadores dos nossos impostos, são os tais, a quem se devem aplicar as referidas taxas “taxinhas” e “taxões“, sim , esses mesmos, que os medíocres confundem, com as pessoas que venceram na vida, apenas por fazerem de modo diferente,  e/ou,  se preferirem , tiveram outras ambições, portanto nada mais justos do que  gozar delas (ambições)…

Abram as palas dos olhos para os verdadeiros capitalistas, eles comandam o país, mandatados por cada voto nosso, e nos manobram como se de marionetas nos tratasse-mos …

EU E O MUNDO

Albertina Correia

 

CASAR, QUE MARAVILHAS/IMPLICAÇÕES!!??!!

16 Sexta-feira Set 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

≈ 1 Comentário

 

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Quem opta por se casar, tem que contar com todos os riscos inerentes, sejam eles bons ou menos bons.

Basta admirarmos uma camiseta, boa ou menos boa, o principio é sempre o mesmo, um botão que penetra na casa, para assim a deixar abotoada, ou não, mas confortável, está sempre em sintonia e harmonia, para o bem estar do todo.

A casa, é sempre do tamanho do botão ou vice versa, quando não o são, as pontas da camiseta nunca estão direitas, ora tomba para um lado, ora tomba para outro, muitas vezes deixando-nos até descompostos, provocando assim desequilíbrios …

Mas, partindo do principio que está tudo harmónico, seja inverno ou seja verão, ela está sempre casada, parte esquerda com a direita da camiseta, e vice versa, e se verificarmos, muitas vezes devido a posições, percebemos por exemplo que um lado pode transpirar mais que outro fazendo por vezes uma mancha incomoda na dita cuja, e não é por isso que se anda apenas com metade da camiseta, estão casadas , LEMBRAM-SE?

Estão ali para o que der e vier, mudam a posição, desabotoam-se se for o caso, mas não se deixam, isto é um casamento  perfeito.

Na vida real não é diferente, quem opta por casar, deve ter isto sempre presente, perceber que umas vezes vai haver “calor ” e ouras “frio” mas as duas partes estão sempre lá, e não podem nem devem contar com remendos, porque os remendos, que não façam parte de uma qualquer moda (goste-se ou não) ficam sempre mal…

Chegados a este ponto, temos que perceber que casar, é mais que voar, que viver, que “morrer“, que trabalhar, que ser e estar, que construir, que chorar, etc, CASAR, é tudo isto mas  no corpo de um só, tal camiseta com as suas casas e seus botões formando o uno …

E, quando as coisas não correm assim tão bem, é tal como a camiseta, não vale de nada estendê-la,  bem lavada ou menos bem lavada, no estendal do vizinho, porque o assunto, apenas diz respeito a  um corpo, só que, com duas almas “abotoadas”…

Em modo finalização, afirmo que, quando assim não for, ou não se pretenda que seja, então não se case, ou descase-se, não existe melhor sensação do que andar livre, de peito ao vento, ou abotoada de mão dada, não existe intermédio, não existe mesmo, esse, é o faz de conta, o tal politicamente e socialmente correcto…

Existe quem se queira enganar, mas como tudo, isso também tem um prazo de validade…há pois, claro que sim, as camisetas também se gastam e os botões partem !!!… (…)

EU E O MUNDO

Albertina Correia

LIDERANÇA NÃO TEM GÉNERO

12 Segunda-feira Set 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Ser lider, não se aprende, é-se por inerência.

Os métodos existem, porque vendem, ou para simples orientação, pois que, ainda que teoricamente, também acrescentam ou retiram, e, seja um ou seja outro, ambos são uma forma de aprendizado.

Quem  lidera, sabe que está sempre na linha da frente, sabe que contam consigo, sabe que não pode falhar, e/ou não deve falhar, ainda que por vezes, a falha tenha que ser  transformada em combustível motivador, para quem lidera.

Não sei muito bem, se em algumas vertentes da nossas vidas , como a empresarial,  compensa ser lider, mas, sendo que não se escolhe, entre o dever ser, e o que é inato,  existirá sempre o livre arbítrio, ainda que, tendencialmente , estes  sejam encaminhados intuitivamente/externamente,  para o comando.

Se juntarmos a tudo isto o facto de a  liderança ser no feminino, a coisa toma outra proporção, porque existe um equilibro que tem que ser feito , entre o “Eu” de cada uma, e os “Eu’s” de todos os outros, que, estão em grande maioria, no género oposto, e muito poucos sabem/entendem, o que é esta coisa de liderar no feminino, sendo que,  por vezes, (diria que muitas) é grandemente confundido com outros assuntos, que para este artigo não são chamados.

…

Não, não vou escrever, sobre o que o género feminino tem que fazer, depois de sair de sua empresa, essa matéria não interessa para este caso, e serve sempre de desculpa ou alavancagem,  para fazer crer que este género é quase super género, treta…

Todos somos super, se assim optarmos por ser, não podemos é confundir responsabilidades intrínsecas femininas, e masculinas, e o que cada uma tem que gerir ao seu melhor nível (ou pelo menos assim deveria ser), depois , claro está, temos o peso da cultura  machista, com tendências sempre iguais, apenas com alguns contornos diferentes, para assim a camuflar, mas também eles, muitas vezes, sofrem em silêncio por causa deste peso cultural…

Com tudo isto, não posso atribuir culpas a nenhum dos géneros, até porque cabe a cada um(a), ocupar o lugar que acha que deve, a fim de poder, de esta, ou daquela forma, alterar o estado das coisas, porque, a força nunca foi boa conselheira.

Posto isto,   posso também argumentar com este velho ditado “que quem quer vai, quem não quer fica”,  quem vai sabe para, e como vai, quem fica, sabe onde fica e porque fica, os lamentos, ficam por conta das inconstâncias circunstanciais,  que cada um queira exercer sobre si mesmo  …

Chegados a este ponto, devo dizer que, liderar seja qual for o género, seja qual for o lugar do planeta, tem sempre as suas vicissitudes, pelo que, cada um deve agir, interagir do seu melhor modo , neste caso em Modo  Lider, e, contra este facto, não existe qualquer argumento.

…

Sim, é verdade mulheres, que somos mais “escravizadas”, atenção que não escrevo sobre as esposas dos lider’s, mormente confundidas com lider’s, e, na maioria das vezes por  atribuição própria, escrevo sim, sobre as verdadeiras lider’s, as que estão sozinhas no comando, e, que silenciosamente fazem o seu percurso , caminhando como se andassem em telhados de vidro, e liderando como se não houvesse amanhã, muitas vezes, “esquecendo” os seus afazeres, inerentes à sua condição, resultantes da sua natureza  inata , fazendo-as até sofrer, e, culpar por serem assim, mas no outro dia passa, porque amanhã é sempre um novo dia, e, com os novos dias vem sempre a esperança e a bonança…

…

Esta coisa de liderar é simples, que de tão simples, complica quem não está no alinhamento, esses que normalmente falam sem conhecimento de causa, escrevem como se fossem juízes em  causa própria, não se importando minimamente em ouvir os reais testemunhos…

Mas o mundo é assim , existem os lider’s, e, os liderados, estes últimos tendem sempre a levar a si, o acto de bem saber liderar, os tais que se confundem com o Chico Espertismo…

EU E O MUNDO

Albertina Correia

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