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Category Archives: Escrita

“A VIDA SOCIAL EXIGE UMA BOA QUANTIDADE DE FINGIMENTO” (Simon Blackburn)

11 Domingo Set 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Pudera os que desta premissa não compactuam, tudo fazerem e serem, sem que por isso fossem sujeitos a julgamento, também ele, baseado em realidades do falseamento social, que exige que todos sejamos actores de filmes de segunda categoria, onde os protagonistas já nem distinguem  o que é cena, ensaio ou verdade, mas de facto,  isto  se passa na sua totalidade …

Ainda assim, alguns se recusam a ser mais iguais, e delegam os papeis atribuídos, a quem deles fizer melhor serventia, contudo,  e porque assim esta construído de forma basilar a  falsidade que se impõem, existem sempre os resistentes, que, ao se assumirem como tal, lhes  acarreta, aos olhos dos outros, doses de debilidade, de falta de credibilidade, de irresponsabilidade de doidice incurável,  e por ai vai….

Por certo, não  é fácil, mas, ou se escondem dentro de 4 paredes, e esquecem que existe um mundo diferente fora de seus cérebros, ou se soltam para arena, tentando fazer o seu melhor, que na maioria das vezes resulta muito mal para o equilíbrio mental de quem não ama o fingimento, e tem consciência de que ele existe…

Chegados aqui, a debilidade mental colectiva  que se impõem, levando a extremos de fingimento social,  passa a ser a derradeira verdade do nosso construto ético deste Sec. XXI, paredes meias com tudo o que não deveria ser…

Como se resolve esta situação, aparentemente  sem solução?

Pois não se sabe, até porque, somos circunstanciais e não estanques, mas, talvez caiba dentro desta sociedade mais que um mundo, em que, cada um escolhe em qual coabitar, e  assim criar uma rede de pessoas que digam apenas o que pensam e sentem, sem se importarem com as convenções protocolares, produto do fingimento social, esse, que já não faz  parte da sua realidade circunstancial …

EU E O MUNDO

Albertina Correia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MAIS DE MEIO MUNDO CEGO, SURDO E MUDO!!!!!

09 Sexta-feira Set 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Pois é, após algumas leituras matinais, que sempre faço, seja nas redes sociais seja em “papeis”, verifico que o mundo ,tal como se apresenta, deveria ser quase perfeito, atendendo a tudo que se diz e escreve, e sobre tudo que se opina, é só catedráticos, chego a me sentir minúscula com a minha ignorância …

Já nem vou “falar”dos maravilhosos post’s que se fazem, sobre como bem viver, como bem fazer, como ser solidário, como ser  bom marido e esposa, como ser bom  amante, como ser bom pai e mãe, como ser bonito, magro,  como ser ,como ser, como ser, e como espevitar a espionagem, num mundo em que ninguém é NADA…

Estou em crer que, se em vez de se escrever, se se actuasse sem nada dizer, o impacto seria, esse sim, quase perfeito, contudo, vamos criando uns nos outros, a ilusão de que estamos a fazer tudo que supostamente é correcto, só que, ficamos-nos pelas palavras escritas, que nada servem…

“Vigiamos-nos” uns aos outros, tentando cada um dar o seu “melhor”, para saber quem ganha esta coisa de, melhores férias, melhores “amigos”, melhores destinos, melhor performance, melhor vida social etc etc etc, só que, a vida social, passa-se nuns escassos minutos da realidade geográfica (os que se passam), o restante tempo, é a competição de quem se expõem em maior quantidade de fotos , sendo que, o que em verdade deveria contar, fica por dizer e  fazer…

Também é facto, que uma imagem diz mais que mil palavras, mas as imagens de hoje em dia, são tóxicas, quer pela selecção, quer  pela quantidade em que são (re)produzidas, não dando espaço a ninguém para a devida reciclagem, juntando a este cocktail, as maravilhosas e fantásticas memorias destas máquinas…

Chegados a este ponto, vemos-nos forçados nós mesmos (quem entender assim) a fazer a dita reciclagem, e, é nessa hora que percebemos, que existe mais mundo, mais rede social, mais conteúdo formativo e informativo, dentro e fora deste espaço…

Falo, e escrevo mais sobre este espaço “social”, porque de facto aqui tudo se passa, e, fora dele não se passa nada…

Inversão de valores e alteração de paradigmas, que, a grande maioria já percebeu, mas está ocupado demais a actualizar as  noticias sobre noticias, as fotos sobre as fotos, comentários sobre comentários … do que a inverter o estado das “coisas”…

Eu já fiz a minha “limpeza” , para poder ver mais claro o que quero, sendo-o forçada a fazer, devido à overdose de assuntos e fotos, a que todos os dias somos sujeitos…

Nem certa nem errada, apenas num outro alinhamento, O MEU…

EU E O MUNDO

Albertina Correia

 

 

LIDER É SILENCIOSAMENTE SENTIMENTAL

02 Sexta-feira Set 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Um lider, é alguém que está sempre em frente ao touro, esperando cada dia mais uma investida.

Ele, se posiciona no comando por intuição,  paixão e convicção,  chamando a si toda a equipe, e, se coloca de um jeito que com a embatida, sempre será ele a abrandar  o embate.

Quando as coisas correm bem, o triunfo é sempre de todos, e quando corre menos bem,  assume a responsabilidade sem medo ou culpa, afinal, é dotado de uma consciência e forma de estar, que aos olhos de quem o vê, transparece apenas tranquilidade, como se os embates fossem sempre coisa pouca…

Muitas vezes, este parece nem ter sentimentos, porque sentimentos e emoções são coisas de pessoas sensíveis, que a Lider’s não é permitido, afinal todos contam com ele, sem se darem conta, com quem ele pode contar nas horas menos boas…

Por tudo isto, que não é pouco, um lider, é por norma um solitário, que se  afunda em silêncio, dentro de uma mente barulhenta…

Mormente se deixa abater, mas nunca em frente de quem Dele apenas espera sempre o melhor, o que faz com que na maioria da vezes, pareça uma  pessoa (aparentemente) fria, que nunca tem problemas, e se eles existirem facilmente se resolvem, assim pensam, e assim é…

Silenciosamente um lider se afasta de confusão, das pessoas, e de problemas menores…

Silenciosamente um lider procura se integrar em um mundo social, onde a socialização é fogo de vista,  das coisas/assuntos menores e  do politicamente correcto, em que o perfil não se enquadra, e assim, silenciosamente se afasta…

Ser Lider não é uma questão de escolha, ou de trabalhar a competência, ser Lider é inato, vem no ADN.

Se vale a pena ou não, é outra questão, mas o ADN, quer se queira ou não, sempre se impõem…

EU E O MUNDO

Albertina Correia

 

 

 

 

 

POR VEZES, MUITAS…

14 Terça-feira Jun 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Por vezes , muitas, é preciso começar de início…

Nos culpamos por passagens  que não controlamos…

Ainda assim, seguimos em frente, enfrentamos gente, nos explicámos de supostos acontecimentos que nos foram demolidores, nos atiraram ao chão, mas, no nosso silêncio revoltamos os pensamentos,  seguimos pelo caminho que trilhamos, e de tudo fazemos para arquivar o passado…

Por vezes, muitas, lá regressa, umas devagar e outras com muita pressa…

E, devagar somos mesmo nós, que cansados, queremos  andar e não ficar apressados, porque  o futuro mora em nós, e dele depende a nossa circunstância presente…

E, outras vezes regressa com pressa, essa que nos fazem lembrar cada dia, como se a culpa ou culpados em nos morasse, e  fossemos os  sobreviventes das catástrofes de muita gente…

Então, entregámos-nos  em meditação, tentando controlar a nossa pressa que prefere andar devagar,  e jamais acelerar…

Todos os dias voltamos ao passado, não das coisas menos boas, mas das que nos fazem sorrir, e perceber que muitas  presentes, são resultados de assuntos mal arrumados, não nossos, mas de quem os cometeu,  a nós  nos envolveu, e que  são os verdadeiros culpados…

Avançamos, uma vezes mais fortes, outras mais derrotados, ainda assim, prometemos que tudo tem sentido, e o  buscamos, onde menos  esperamos, então o encontramos…

Estas batalhas são sempre feitas na solidão, para não termos que explicar cada uma que temos que travar.

Bem sabemos que quem nos vê  e quem nos quer ouvir, apenas ouve o barulho que vem do exterior e não da sensatez que mora dentro, e não fora…

Mas  que vida mais danada, onde todos fazem de conta mas ninguém sabe fazer mais nada.

Inventam teorias, as remodelam e voltam a inventar como se de algo novo se tratasse, quando apenas se trata de teorias desfundamentadas,  por pessoas  deveras quadradas…

Não mais nos iremos culpar, por assuntos que a nós não cabia solucionar, mas, parecendo fácil, se torna invencível , já que,  a teoria e mente vazia, se alimenta de assuntos que não sendo deles, os fazem viver,  e os vivem,  por não terem vida própria, e o palco ser suas luzes de ribalta, onde impera o Ego desmedido num mundo fuso, difuso e confuso, por isso andamos sempre nisto…

Queremos nos matar, sim, isso também acontece, não por vontade própria, mas para agradar a quem não sabe mais, do que seja de nós mal falar, incutem-nos ansiedade, essa pressa que o ontem regresse e que o amanhã se apresse, que nunca, seja jamais , mas entre este danado agora e nunca, tem um caminho bem guarnecido, que nos atira para o vazio, chamado de agora que caminha sempre certo pela nossa rua fora…

Retomamos o foco, e morrer por vontade própria jamais, esta dádiva é sublime, temos que a guardar bem dentro, e dela sempre nos lembrarmos quando com os pensamentos da morte nos encontrarmos…

Por tudo isto que não é pouco, muitas vezes precisamos começar de início, porque afinal , em vida, morremos cem mil vezes pelo menos, onde a última sempre lembra à primeira , que a primeira deve demorar a vida inteira…

Eu e o Mundo (2016)

Albertina Correia

12/06/2016

QUE TEMPO !!!!

08 Quarta-feira Jun 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Tours - France - Maio 2016 Rio Loire

Tours – France – Maio 2016 Rio Loire

 

 

 

 

 

 

O tempo ficou caído no rio

Voltei atrás o olhava e peguei o que restava

Dele não pude fazer mais

Porque mais ele já não aguentava

Então guardei-o para mim

Queria que ele parasse

Mas foge sempre

Mesmo o prendendo intensamente

Eu também não o queria parado

Apenas não gostei de o ver ali

Onde todos por ele passavam

Sem darem conta que estava cansado

Ficará um pouco mais comigo

Dele farei o que entender

Mas muito mais deste eu ainda quero ter

Ficará então guardado

Quando estiver mais forte

Atira-lo-ei para o espaço

E ele poderoso e liberto

Voará para sempre este céu aberto…

Albertina Correia

(Silêncio) 2016

COMEÇO DE RUA

01 Quarta-feira Jun 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Hoje passei pela tua rua

Estava vazia e nua

Vazia e nua fiquei, porque lá não te encontrei

Afinal por onde andas?

Oiço-te no silêncio

Mas não me disseste nada

Talvez estejas a descansar…

E seja qual for o lugar

Dentro do tempo ou no imenso jardim

E  apesar de tudo que ainda te lembres de mim…

(Silêncio)

 

 

INCREDULIDADE DA NOSSA VERDADE

03 Terça-feira Maio 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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E, a vida não é difícil, difíceis são as regras que nos impuseram, em nome dos bons costumes, não os nossos, mas os deles…

Hoje vivemos sufocados, acorrentados, manipulados, atordoados, com amores inventados, para cumprir regras a preceito muitas delas sem qualquer jeito…

Fazemos e dizemos as verborreias mais incrédulas que ninguém acredita, mas as ouvem como são, fazendo com que elas prevaleçam como verdades reactivas, sem qualquer expectativa se são verdade ou mentira….

Assim vamos caminhando, uns pensam que certos outros pensam que muito errado, porem, vão lado a lado…

O tempo vai passando, e com ele procura-se um sentido para a vida, e a vida tal qual é, não tem sentido neste mundo da “humanidade”, em que vomitam para cima de nós, o que pensam ser sua verdade…

Assim nos encharcam, tiram-nos o foco, e fazem-nos crer que o nossa vida e o nosso viver, são as regras que cada um deles quiser…

E até se pode mudar de país, de religião, mas as malditas regras continuam na nossa mente e sempre na nossa mão…

Queremos delas fugir, por estarmos certos que delas não mais queremos, mas somos prisioneiros consentidamente, sem sequer questionarmos nossa mente, e assim acordamos sempre mais um dia, procurando novo sentido para a vida…

Esse sentido que é um só, viver e deixar viver, da forma que a cada um quiser, sem julgamentos externos, de pessoas que nada sabem, e o que sabem, nada é, do que querem que seja até…

Então, Viver e deixar Viver  é assim que deveria ser….

 

Albertina Correia

Eu e o Mundo, Lisboa: Chiado Editora

#World #Peace #Universe

27 Domingo Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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A CHUVA DA VIDA

26 Sábado Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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Era hora de deitar
Olhava-se o céu por debaixo do plástico

Estava escuro,

Mas as estrelas, ainda assim, conseguiam romper a noite

As pessoas passavam, ora de um, ora de outro lado…

E ela ria e sorria, enquanto a morrinha caía…
O barulho dos transeuntes ia-se esfumando

À medida que a noite ia avançando…

De cansada, lá adormeceu, debaixo do céu

Onde o que as separava era apenas um plástico

Encharcado com  gotas de múltiplas cores

Cores essas, que reflectiam alimentavam a sua imaginação

De uma presumível cama montada em cima do chão…
Era suposto ser infeliz, a petiz

Pois que quem dorme no chão

Possivelmente não deveria estar contente…

Mas ela não estava, porque ela era

E até a noite cretina, debaixo da neblina

Fazia parte do seu universo

Onde ela se sentia em casa , mesmo que a casa

Fosse em céu aberto…
Pela manhã não havia a tal rotina

Mas havia sorrisos, cevada e pão quentinho

Havia também a Avó que a abraçava com o olhar

E dentro das suas possibilidades nada lhe deixava faltar…
Os bens materiais não se colocavam

Porque o rei do pedaço , era o céu e o espaço

Esse, onde tudo  acontecia, enquanto a noite também dormia…

E quando o Sol acordava

Outra vida regressava

Tempos de outros tempos, enquanto este tempo tardava…
Eu e o Mundo

Albertina Correia

#SILENCE

20 Domingo Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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No silêncio que trago dentro

Caminho em segredo e sem medo…

Pensando que estar só é uma fatalidade

Na verdade é alivio por não ter que fazer de conta

Que o que conta é um vazio…

Então levo e trago meu silêncio

Que grita muitas vezes lá dentro

E em surdina me alegra a alma,

Então viajo universo fora pausando em cada maré

Descanso, repenso e sigo em frente

Ou então fico ali, admirando o mais além

Porque dentro do silêncio e do maravilhoso tempo

Sobra sempre mais espaço para abraçar o meu mundo

Que na verdade é pura vida,  e não defunto…

Vocês que tudo sabeis, dele não mais tereis…

Então aproveito cada momento

Sozinha ou acompanhada mas de alma reconfortada

E , sim sou feliz

E não vale a pena olhar de lado nem trocer o nariz…
Eu e Mundo

Albertina Correia

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Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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