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Category Archives: Sem categoria

NINGUEM…

08 Domingo Out 2017

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Sempre actual… não mudo nada escreveria igual…

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Ninguém pode sentir o que não viveu
Ninguém pode opinar sobre o que não sentiu
Ninguém faz nada, se nunca fez
Ninguém é uma multidão
Pensa, que cheia de razão
Por vidas que não experienciou
E por detalhes que nunca partilhou
Ninguém, tem mesmo muito peso
Em tudo que não vale a pena
Em opiniões formatadas
Por pessoas muito quadradas
Facil ficar na sua caixa
Opinando sobre suposições
De milhões sem escrúpulos
E outros sem intenções
Não existe pior ignorância
Do que dar por certo
Vidas de decisões e momentos de ilusões
Num mundo repleto de ninguém
Onde ninguém também pensa que pensa
E assim se constrói o mundo
Com Ninguém como cenário de fundo
Acordamos num universo cheio
De poeira, lixo, e vida
Fabricadas por “iluminados”
Que mais valia estivessem calados…

AC 23/01/2014

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CHUVA

29 Terça-feira Ago 2017

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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“Finalmente regressou,após uma longa ausência”…

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chuva

Nem sempre o Sol me aquece
Me irradia ou me dá alegria…

Anseio pela chuva
Que me lava e me acalma
E se dissolve ate na alma

Saboreio cada gota
Que passeia pelo meu rosto
Salga os meus pensamentos
Purifica os meus momentos

Saio estrada fora
Saboreando a corrente
De tantas e tantas gotas
Que guardei dentro de mim
Que com ela faço lagos
E rego imensos jardins…

Albertina Correia

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TEMPO INFINITO

17 Quinta-feira Ago 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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O nosso subconsciente conhece portanto um mecanismo cientifico, para se deslocar no tempo, ao passo que a ciência experimental, no estado de vigília, só conhece um outro mecanismo, longe de ser tão dinâmico. Mas o mecanismo do subconsciente, a viagem no tempo do sonho, não pode ser realizada por encomenda, ela é fortuita (…) Robert Charroux

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Gosto e gostarei de ter o tempo

Esse,

Que nos leva e acrescenta

Cada minuto que ele representa

Tempo somado ao infinito

Tirando  todos os dias

Mais um pedacito

Que tempo é este

Que somando se subtrai?

E nos ilude que dele é o que há mais!!!

Tempo sem fim, dia a dia ditando

Que ele está acabando

Vivemos apressadamente

Em busca de mais à frente

E, mais à frente é o vazio

De tempo ainda não vivido

Tempo e mais tempo

Que nos desfaz em sensações

De mundos de ilusões

Vivendo apressadamente

O que deveria ser

Pausadamente

Saborear cada bocadinho

De tudo  que se travessa

No  nosso longo caminho

Não deixar à mercê da mente

Que raciocina levianamente

Sobre o tempo que desconhece

E

Pensar mais intensamente

Na mente do inconsciente

Lá,

Tem tanto tempo arquivado

Do presente do futuro e do passado…

(estados de alma)

Albertina Correia

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REGRESSO AO PASSADO!!!

16 Quarta-feira Ago 2017

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Nos dias de hoje, o que é menos bom está sempre na ordem do dia…

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paz

Não podemos ficar indiferentes ao que se está a passar…

Eu não percebo nada de nada, até porque, opinar, é sempre redutor impreciso, nada se diz, e do que se diz nada se sabe…

Regressamos ao passado, mas  agora com mais “requinte”…

Tudo é mais evoluído, as armas, as pessoas, e o mundo…

O medo , esse é igual, mas generalizado, e o mundo se rende parado…

Não sei  quem está a fazer a “festa”, mas o requinte é a “arma” do dia…

Qual a próxima? Onde? Como?

Século XXI, o  século dos quebra cabeças !!!…

Nunca tanta tecnologia favoreceu o lado menos bom…

Albertina Correia

EU E O MUNDO, enquanto  ele ainda é….

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SOLIDARIEDADE ?!?!?!?!!?

05 Quarta-feira Jul 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

≈ 1 Comentário

 

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É um facto , que e de facto devemos ser solidários, não só em Portugal mas em todo o canto do planeta…

Porém, quem mais deveria ser “solidário”, por serem portadores dos nossos impostos, “demitem-se” das funções, e ficam a assistir de camarote à solidariedade alheia, que, para além de contribuírem para todos que dela necessitam, ainda contribuem para engordar  o nosso  (des)governo  que  por eles nada fazem, mas fazem muito bem, a gestão do que lá cai…

Todos os dias assistimos  aos nossos “ilustres”, a serem constituídos arguidos, por isto ou aquilo, de algo que fizeram para  beneficio próprio ou do compadrio, mas,  sentenças ficam na gaveta, tal a complexidade de provar o que quer que seja, nestas situações…

Mas Portugal, é sui generis  neste aspecto, porque contribui como nenhum outro, e, quem está no “palanque” sabe perfeitamente como tudo isto funciona, e vale-se dessa emotividade e disponibilidade…

Os que nos (des)governam deveriam ter vergonha nas trombas, sem desprimor para os Elefantes…

Isto tudo para dizer o quê?

Que quando abordados, até telefonicamente, quem está do lado de lá da linha, fazem-nos sentir culpados porque não contribuímos como pedem, e fica a deixa para contribuir como podemos, como se isso fosse uma obrigação, deveras obrigatória,  por força de imensos pedidos de  solidariedade esquizofrénica, e,  nestes casos convenhamos, basta ver as noticias, e nem está certo nem errado, pois é o resultado de pessoas que sentem e vêm,  mas quem (co)manda, vale-se disto mesmo, afinal o Povo Português é de brandos costumes, e de solidariedade assolapada, quando a isso são “chamados”, portanto a tarefa para (des)governantes, está por demais facilitada, podendo assim fazer mais um encaixe financeiro…

Assim  segue Portugal, onde todos roubam e ninguém leva a mal, até que um dia se zanguem as comadres , se saibam as parcas verdades, a culpa morra solteira, num Portugal, para alguns, feito à maneira…

EU E O MUNDO

 

 

IDIOTA…

28 Quarta-feira Jun 2017

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Perguntaram-me de onde eu venho
Respondi que venho de longínquas paragens
Onde os rios não têm margens
O sol descobre o vento, senta-se no tempo
Espera pela lua, e saiem lado a lado
Deixando tudo descontrolado…
É de lá que eu venho
Onde as coisas raras acontecem
Mas eu sou assim
Vejo e digo parvoíces sem fim
Não tem qualquer problema
A vida é um pequeno esquema
Onde todos nos enquadramos
Como se fizéssemos parte de nada
Pois que os rios com margens
Tempo contado
Sol enevoado
Lua cheia, vazia ou minguante
São realidades formatadas
Por mentes quadradas
Que só vem o que é suposto ver
E não o que está acontecer…
Mas, nem está certo, nem está errado
Eu é que moro em modo desenquadrado
Portanto não me perguntem de onde venho
Porque a resposta é idiota
É apenas mais um facto

Do que nem está certo nem está errado…

VERBORREIAS MENTAIS

28/06/2017

 

VIDA INTELIGENTE

23 Sexta-feira Jun 2017

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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Estava voltada

Parecia que não via nada

Mas, apenas olhava o outro lado da vida

Talvez a que importa mais

A que está em silêncio

Por não necessitar de falar…

De costas voltadas, olhamos o que mais nos aquieta

O que não nos aflige

O que nos permite seguir em frente

Ocultando outra gente

Essa que nos enche e nos farta

E nos faz perceber que dessa forma a vida é barata…

Dessa que não quero,

Prefiro ficar ao vento, sentada no tempo

Olhando o outro lado que importa

Não me interessando se a outra está viva ou morta…

É outra espécie de vida

É inteligente, não inquieta e não vive com pressa…

 

EU E A NATUREZA

 

EM BUSCA DO NADA…

25 Quarta-feira Jan 2017

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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“Ansiedade, é pressa que o ontem regresse, e que o amanhã se apresse”

É exactamente isto, vivemos apressadamente em busca de mais à frente, para fugir do presente, e no presente, vivemos angustiados, a pensar nos momentos passados.

As nossas vidas são assim mesmo, em modo ansiedade, esquecendo o agora, e de o viver intensamente, ao mesmo tempo, trabalhando um futuro enixistente…

Quando damos por ela, estamos no futuro, aquele e que tínhamos inventado no presente, e que agora é passado…

A vida é tramada, está sempre desencontrada, ficamos desnorteados, em busca de nada, pois que nada, não existe em tempo algum, nem no presente , nem no passado e nem no futuro, nada, é mesmo nada, esse vácuo onde vivemos, inventando formas de lá estar, para poder seguir em frente, neste mundo repleto de iditotas e de gente, de teorias e mentes vazias , fazendo crer a nós mesmos, que temos o poder de idealizar o futuro, partindo das circunstâncias do agora…

Agora , é onde estamos, onde nos encontramos, onde tudo acontece da forma que nos apetece, e se nos distrairmos, com coisas e assuntos que não existem, corremos o risco de nunca aprendermos  com o passado, nem de como, bem, chegar ao futuro, por isso viva o presente em modo, INTENSAMENTE…

EU E O MUNDO

Albertina Correia

A negrito, passagem de livros meus, “Folhas Soltas” e “Silêncio ”

 

 

 

VÊM -NOS COMO SÃO…

07 Segunda-feira Nov 2016

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Tudo que em nós vêm, é tudo aquilo que os próprios   são…

Ninguém pode ver o que desconhece, ninguém pode saber o que não é dito, ninguém não pode saber nada , se nada sair da nossa boca…

Ainda assim, gastam imenso tempo, a falar acerca do outro, de tudo que não  sabem…

Conjectura-se, “inventa-se”, simula-se, sobre tudo o que o são,  como sendo aquilo que somos…

Mas, as “invenções” simulações, conjecturas, tem uma razão de ser, quem as profere , sabe bem porque o faz, ou melhor pensam que sabem, na verdade estão a falar de si mesmos, e ,se não o for na totalidade, os acrescentos são sempre por conta de quem “debita“…

Verdadeiramente, é difícil encontramos alguém que fale bem do outro , e se o fizerem, fica aquela duvida, sobre o que virá a seguir, ou a famosa frase “vais pedir alguma coisa“, pois é , as pessoas, não estão habituadas a falar bem, a dizer bem, a fazer bem, a falar a verdade, a fazer a verdade, porque anda tudo tão intoxicado, que, apenas vêm o que é menos bom (para não fizer a palavra pior)…

Quanto aos outros, os que se remetem ao silêncio, por estarem em alinhamentos diferentes, são apelidados de tudo e mais alguma coisa, e, como sempre,  coisas das próprias mentes, que por serem mentirosas, mentem até para elas próprias , fazendo crer a quem  os vê e ouve, que somos os donos daquilo que pensam e/ou fazem…

EU E O MUNDO

DUPLA PERSONALIDADE E/OU INCONSTÂNCIA ?!?

26 Quarta-feira Out 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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Dupla personalidade, doença psicológica, integrante do DSM, que caracteriza uma pessoa que é inconstante, e que actua  pelo menos de duas forma diferentes , daí o distúrbio, e, o palavrão  aplicado… (resumidamente é isto) …

Sendo assim, vivemos numa sociedade que invoca a “verdade”, age como “verdade”, impõem-se como “verdade”, mas em nada é verdadeira, apenas seguem o roteiro imposto pela sociedade do politicamente , socialmente correcto, fazendo crer, que apenas existe uma personalidade e uma verdade…

Todos sabemos que assim não é, cada pessoa tem a uma própria verdade, de acordo com as próprias circunstancias, e que, até quando estas mudam, a dita  verdade, muda também…

Não está certo nem errado, porque considero não haver nem uma nem outra, apenas ninguém se esforça para ser genuíno, ninguém se importa por entender o outro, porque cada um, é cada um, e um, não pode ser o outro.

Com isto inventa-se os politicante correcto, os socialmente correcto, que, mesmo assim, ao que parece não é credível, por haver consciência de que se está a ser duplo, com a conivência de todos…Sendo que, todos fazem parte de uma representação, cujo fim, nunca se sabe o desfecho, por tão ambíguo e moldável  que é…

Depois disto, existem mesmo as pessoas assumidamente com “dupla personalidade“, onde se podem encaixar muitas pessoas, e, que assenta que nem uma luva, porque preferem  não se desgastar , não guerrear, por estarem cientes que com o tempo, tudo muda, até mesmo o tempo…

Fazem de conta, quando os assuntos não contam, fazem de conta, quando as opiniões não são tidas em conta, fazem de conta, que tudo está bem, porque, estar bem para elas, é UM outro conceito, O DELAS…

E assim vivem com “dupla personalidade“, por perceberem  que não vale a pena outro modo…

Até lá, fazem, desfazem , opinão, viram os assuntos de “pernas para o ar”, e são apelidadas de pessoas arrogantes, prepotentes, sem educação, quiçá mal formadas, apenas por dizerem, o que todos sabem,e querem dizer mas….. não dizem…

Resumindo, cada naipe, ao seu melhor jeito, veste-se de outra personalidade,  por causa de normas inventadas, em que, ninguém faz fé, mas o fazem com fé, sabe-se lá em quê…!!!

EU E O MUNDO

Albertina Correia

 

 

 

 

 

 

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