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Category Archives: Sem categoria

EFÉMERO

19 Terça-feira Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Tudo é tão efémero, mas efémero é tudo o que temos

Temos muito de tudo ainda que tudo seja nada

Vivemos à pressa e apressadamente em busca de mais à frente

Deixando para trás tudo que vale a pena e que melhor se faz

Mas é assim o mundo que construímos

Vivemos ou apenas sobrevivemos?

Quero acreditar que vivemos com tudo o que temos

Que por ser tão efémero nos deixa tão vazios

E de cabeça perdida buscamos mil explicações

Do que pensamos serem as nossas razões

Qual razão qual explicação

O mundo é tal e qual, por ser demais desigual

De nada vale pensar que poderia ser de outra forma ou até em outro lugar

Porque isso só de pensar dói

Principalmente quando não vemos mais à frente

Então ficamos doridos, esvaziados, sem sentido

Em um mundo por nós criado ou quem sabe até mesmo inventado

Para colmatar as falhas que a nossa mente não sabe

O  nosso subconsciente não admite

E a razão vai solta como um furacão sem saber a direcção

Atropelando tudo e todos fazendo crer que dela depende o nosso viver..

(teorias)

Albertina Correia

13 MAIO

13 Quarta-feira Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Em tempos idos, e ao abrigo desse teu Deus

Algo aconteceu, seja como viram

Ou seja como alguém assim previu

Não se pode ficar indiferente

Até porque move muita gente

Basta olhar estradas

Pessoas elegantes e pessoas quadradas

Cabem todas nas mesmas ruas

Repletas de pessoas “vestidas” e  “nuas”

Buscando fundamento para tanta fé

E lá vão elas nem que seja mesmo a pé

Buscam incessantemente explicações

Para esta fé que move multidões

Eu, não fico indiferente

Observo e penso

Como seria maravilhoso

Se tanto empenho fosse aplicado

Neste mundo vazio e saturado

Mesmo com bolhas nos pés, e,  coração a sangrar

A esta gente ninguém os pode parar

São movidos por uma Fé maior

Que não vem de lado nenhum

Que não seja do seu interior

E observo,  e,  até acho belo

Como se podem exortar as massas

Mexendo apenas os cordelinhos dos cérebros

Fazendo crer que tudo acontece

Quando na verdade o que acontece

Tem sua assinatura

Da forma que você quer e merece

Mas observo cada pedacinho de caminho

De pessoas e suas convicções

E quando existe motivação

As pedras da calçada viram relva

E a relva vira algodão

É uma questão de mentalizar

Até onde a fé os pode levar

Não sou do contra, nem a favor

Sou apenas uma pecadora

Que peca tanto quantas as pedras do caminho

Assumo minha responsabilidade

E até no pecar tenho vaidade

Coisas de ti  de mim e de nós

Porque tudo se simplifica

Não importa no que se acredita…

Albertina Correia

REFLEXO

12 Terça-feira Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Olho para ti
E
Apesar de seres eu
Não consigo te tocar
Foste ou estás em outro lugar
Crente que em ti me tens
Mas sou apenas um corpo
Que cobre a alma desnuda de alguém
Essa que me olha, me grita
Discutimos, escrevemos e iludimos
Estamos em mundos diferentes
E apesar de tudo estás aqui
Escreves o que faz parte de ti
E que eu nunca li
Afinal somos uma só
Já vivemos e morremos
Cem mil vezes pelo menos
Mas sempre nos encontramos
Quando menos esperamos
Fundimo-nos uma na outra
Viajamos pelo além
Na cauda de um cometa
Espalhando energia
Envolta em amargura e alegria
Para doar a nós mesmos
Cem mil vezes pelo menos

Albertina Correi
25/04/2015

SILENCIO

11 Segunda-feira Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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Vesti-me com o  silêncio

Nas asas do meu tempo

Fui por aí, gritando em surdina

Esta vida bruta, por uma vida tranquila

E neste silencio me abraço

Me deixo derreter por entre laços

Amarrados silenciados

Por um tempo já arrumado

Ainda assim

Me visto com silêncio

Viajo no tempo

A fim de me encontrar

E que seja num melhor lugar

Este onde viajo só, medito e penso

Olhando fora e dentro este meu silêncio

(Silêncio)

A. Correia

DE PERNAS PARA O AR

05 Terça-feira Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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De pernas para o ar

Vejo o mundo de forma diferente

Se me colocar “normal”

Vejo o mundo tal e qual

E tal e qual é o quê?

É tudo que a gente vê

De forma ou não enviesada

Por cérebro ou mente quadrada

Portanto experimenta

Colocar-te de pernas para o ar

A chuva vai cair em outro lugar

O vento vai soprar e talvez

Nem te vá derrubar

A neve pode ou não cair

Mas nunca cairá no teu lugar

E, é tudo uma questão de olhar

O mundo de pernas para o ar

AC

05/025/2015

ESTADOS DE LOUCURA

05 Terça-feira Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Podem me chamar de depravada e até de parva
Mas e parva e depravada eu não tenho nada
Sou insolente?
Quiçá irreverente?
Não, apenas abomino o politicamente correcto
E por isso me manifesto
Gosto de chamar os temas pelos nomes e não poemas
Há….. também sei falar bonito
Muitas vezes para fazer de conta
Que até acredito no que me é dito
Quero e consigo viver de outra forma
Independentemente da “norma”
Que está por demais “normalizada”
Por gente deveras tarada
Mas aceito que eles estejam certos
E eu até muito errada
Mas,
Não quero saber disso para nada
podem me chamar de louca
Mas jamais de depravada

Albertina Correia

05/05/2015

INTERVALO

04 Segunda-feira Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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2015/05/img_5827.jpg

Entre teu Deus e a terra
Existirá sempre o intervalo
Da singularidade de ti
Essa que sempre interpreta
Para que melhor faça sentido
Nesta nossa vida de treta
Nunca devemos dar por certo
Certezas , ideias , teorias e verborreias
Sem que tenhamos vontade
De as contestar com a nossa verdade
A esse não querer se chama acomodação
Por  não se querer ter a certeza da nossa própria razão
Pois que todas estão certas
E certamente faríamos mais sentido
Se todos permanecesse-mos em uníssono
E mesmo em pólos opostos
As razões convergiriam
Sem que  para tal fizesse falta
Abafar a tua confiança
Mas na falta de singularidade
E neste intervalo da tua vontade
Caminhamos repletos de vaidade
Pensando cada um que pensa
O mesmo que já alguém  havia pensado
E assim permanecemos neste intervalo
Crentes que as nossas verdades
Estão repletas de irregularidades…

Albertina Correia
03/05/2015

O TEU DEUS II

02 Sábado Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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2015/05/img_0609.png

E em verdade não a minha
Mas a do teu criador
O mundo foi ordenado uma farsa
Pois que ele não criou nada
E o que recriou
Estava pensado e manipulado
Para que, e para sempre , tudo certo desse errado
Não aos olhos do homem
Mas aos olhos desse manipulador
Que ao invés de criar paz
Criou ódio e desamor
Lançou sobre a terra
Homens e mulheres,
Fez e desfez, usou e abusou
Apenas para testar o que ele em sua verdade conseguia dominar
E dominou cada pedacinho de tudo
Pensou cada pormenor
Para se poder infiltrar e infligir dor
E sair devagarinho
Como se ele fosse um santo e não um qualquer mesquinho
Ordenou que homem mentisse
Ordenou que animais rastejassem
Que os sol e a lua se separassem
Dividiu as trevas do dia
Fez tudo de caso pensado
Para que do certo tudo saísse errado
E saiu, mas foi tudo como ele previu
Ainda assim
Se julga perfeito, por achar que o homem saiu do seu jeito
Agora que ele é, o que o teu Deus dele fez
Arrumou-se num céu qualquer
Culpando todos os dias o homem
Por se ter entregue ao pecado
Levando a sua intenção por uma Eva
Que afinal também foi sua invenção
Afinal de que se queixa esse teu Deus?
Tudo saiu como ele previu
Se existem culpados
Por tais fados tão mal fadados
Ao teu Deus se devem
Porque a terra antes de ser recriada
Não precisava de um Deus imperfeito
Para espalhar desordem e caus
E reinar como se fosse um Deus…

(Genesis)
In : Bíblias

Por : Albertina Correia

O TEU DEUS

20 Segunda-feira Abr 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

≈ 1 Comentário

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E disse o teu Deus

Faça-se dia porque a noite não inebria

Separe-se a terra e o mar

Porque juntos não podem estar

Que nasçam flores

Muitas, e de múltiplas cores

E disse mais

Faça-se sol brilhar para não confundir o luar

E faça-se o Homem para gerir a natureza

Mas em verdade o teu Deus disse

Que faltava a maior beleza

E ordenou, faça-se a mulher

E a mulher se fez, da costela do Adão?

Não sei, mas assim disse o teu Deus

Colocou a mulher em outro patamar

Mas o seu homem tinha quea  adorar

Mas esse teu Deus já sabia o que a mulher faria

Bastou um pouco de curiosidade a mulher matou a vontade

Foi por ai de cabelos ao vento

Comeu a maçã, e deu a provar e nem teve que se esforçar

O seu Homem obedeceu

E diz teu Deus que por isto o paraíso desapareceu

Culpa da mulher?

Ou culpa de quem ordenou que a mulher teria o que queria?

Pois é, Este teu Deus é assim

Pensava que era uma obra ao acaso?

Mas o acaso estava mais que pensado

Para que o resultado fosse mesmo o esperado

Sem lamurias nem lamentos

A mulher arcou com as responsabilidades

Mas não se importou

Comeu satisfeita a maçã

Porque sabia ser isso o que devia

Agora esse teu Deus

Pintou assim  a mulher

Terão que a aguentar porque Ela veio para ficar…

(heresias?)
Albertina Correia
20/04/2015

MAIS ALĒM

17 Sexta-feira Abr 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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2015/04/img_5445.jpg

MAIS ALÉM

Mais além
Fica aquilo que todos querem
E que pensam que aqui não tem

Mais além, é o devir
Do que imaginamos aqui não conseguir

Mais além
Fica ao dobrar da tua vontade
Essa que se esgota pensando que a vida está morta

Mais além
Ē mesmo aqui ao lado
Vira o rosto, não ē complicado
Olha para dentro e por fora do teu tempo
Esse que está saturado
Por coisas do passado
E precisa ser renovado
Que trava o teu caminhar e o teu pensar
Fazendo-te crer
Qua uma nova vida não pode acontecer

Mais além és tu agora
Apenas cansada para te envolveres
Na nova vida que pretendes ser

Não fales, não confidencies
Entrega-te a ti
Fica pelo que és, saboreia o que tens
Porque o além
É o futuro passado
De um ou outro assunto quiçá mal arrumado…

Albertina Correia
15/04/2015

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