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Category Archives: Sem categoria

FEVEREIRO 21

22 Domingo Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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2015/02/img_0437.png

Hoje amanheci cedo
Vislumbrei ao longe o sem fim
Da planície e o ceu sobre mim
Corro para separar a terra e o ar
Tropeço , caio
Fico abraçada a assim
Soltando risos sem fim
E de joelhos esmurrados
Me levando lentamente
Sacudo as mãos e sigo em frente
Quero alcançar o que separa a terra e o ar
Que tonta que és
A terra te fez tropeçar
O ar te permitiu respirar
Só assim podes caminhar
Em direção ao por do sol
Onde talvez possas perceber
Que universo
Se alimenta do teu prazer

Albertina Correia
21/02/2015

SINFONIA

20 Sexta-feira Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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violino

E assim caiu uma lágrima

Escorregou pela corda do violino

Formou uma colcheia

Encheu a sala inteira

Entrou a harpa, espantou-se

Pois a nota andava à solta

Eis que o trombone a quis colocar no lugar

Estava enganado

As flautas juntaram-se e afogaram-no

A Lágrima disfarçada de colcheia

Correu a sala inteira

Mas não estava lá

Rumou para o jardim e ali ficou

Ninguém a interrompeu

Regou as flores

Deu-se ao universo

E desapareceu por completo

In: Poemas

Abertina Correia

SOBRE O AMAR

18 Quarta-feira Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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poemas12

VI

E de amar fala o poema

Esse que tantas vezes é deixado ao acaso

Ou por não ser correspondido

Ou por não saber ser vivido…

Amam-se com palavras

Sentidas e pesadas

Fundem-se e confundem-se

Laçam-se e entrelaçam-se

Fazendo esquecer o tempo

A verdade e a vaidade

Unem-se sem preconceitos

Amam-se sem “respeito”

Beijam-se tocam-se

Fundem-se e confortam-se

Ai esse amor de poema

Que dilacera o coração

Por não saber ou não ter

Como a ele chegar sem se magoar

Mas amor de poemas é assim mesmo

Pode amar sem magoar

Ouvir sem perdoar

Amar amar amar

Ate virar o mundo de pernas para o ar…

(In: Poemas)

Albertina Correia

PORQUÊ?

18 Quarta-feira Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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vintage

PORQUÊ?
III
Mas porque se escrevem poemas?
Para viver vidas supremas?
Para viajar no tempo em busca de silêncio?
Para amar sem ser amado?
Desprezar amor oferecido que não é correspondido?
Deixar-se amar com palavras de encantar?
Ou uma forma de estar acordado
Eternizando o presente o futuro e o passado?
Não sim ou talvez?
Poemas serão poemas
Escritos no silêncio do tempo
No barulho do vento
No infinito da vida
Na inquietude da mente
Essa que está sempre ausente
Infernizando a mão
Colocando-lhes uma caneta
Para registar esta vida de treta…

(In: Poemas)

Albertina Correia

IN:POEMAS

17 Terça-feira Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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meu

Os poemas são as nossas verdades

As nossas vaidades

A nossa petulância

De amar até com arrogância

Fazer de conta que acredita em palavras bonitas

Trazendo o passado ao presente

Fazer o futuro ausente

Esquecer o que não interessa

Escrever e eternizar

O que a vida melhor tem para dar…

Poemas são cantos

Onde nos escondemos

Fugimos e choramos

Rimos e cantamos

Escrevemos verborreias

Essas que nos fazem sentir vivos

Enquanto a vida moribunda

Se esquece que já é defunta…

In: Poemas

Albertina Correia

TONALIDADES

16 Segunda-feira Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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tonalidades

O tempo passa
Em cada ano novas cores
Nada demais
Apenas tonalidades amenas , ditas normais
Colorir palavras com cores variadas
Construir frases em formato arco íris
Para lembrar que o tempo e o espaço
Não é dono do que com elas faço
Mas apenas me orienta para uma vida menos cinzenta
Por isso meu mundo
Tem a cor que eu quiser pôr
Escrevo em formato colorido
E imprimo no vento que se encarregará de as levar no tempo…


Por: Albertina Correia

16/02/2015

SIMPLESMENTE

15 Domingo Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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images (2)

Pegaste-me na mão

Deitaste-me no chão

Cobriste-me com calor

Abraçaste-me com amor

Beijaste-me intensamento

Afagaste-me com gosto

Fundiste-te no meu corpo

Ficamos deitados

Ali enrolados

Já não havia tempo

Pois o tempo  tinha parado…

(In: Poemas)

Albertina Correia

A COR DO MEU MAR

10 Terça-feira Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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A cor do meu mar

Tem a cor que eu lhe quiser dar

Pode ser esverdeado ou acinzentado

Por ondas e marés

Derrama-se sempre a meus pés

Vem de longe, até mim

Enrolando na areia, a cores de sua odisseia

Por vezes são prata e outras mata

Guarda segredos da lua

Reflecte o sol com ternura

Por isso  maior parte do tempo é ouro

E da cor que eu quiser que seja

Afinal a cor do mar

Terá sempre a cor que eu lhe quiser dar

E pode ser mesmo a dele

Ou apenas a do meu olhar

E são assim as cores do meu MAR

Mar-à-tona

Albertina Correia

QUE DIZER!?

08 Domingo Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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ser1

Todo  dia esperamos a noite

E cada noite esperamos o dia

Sempre se espera que o sol brilhe

E que a lua não desiluda

Sempre esperamos o que é suposto ser

E o que queremos não é suposto acontecer?

Que de noite fique dia

E

Quando a  lua se inspira

Que vá dar seu luar apenas ao nosso olhar!!!

Coisas do universo

Onde vemos o que queremos

E acontece como apetece

Não a nós,

Que  sempre esperamos o que é suposto ser

E o que queremos ficará por acontecer?

(In: Poemas)

08/02/2015

RESPOSTA CARLA

07 Sábado Fev 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Como sempre, muito concisa com o que acredita e /ou vai acreditando cada vez mais…. mas, de facto quando nascemos, nascemos já com uma carga genética em nós, e pode condicionar todo o futuro sem que nos apercebamos… À parte de tudo isto, importa também pensar,e muito, no já estabelecido, no porquê de ser assim , afinal não nascemos tábuas rasas, como acreditava o filósofo, John Locke, é certo que vamos ganhando ou acumulando experiências, que claro tem a ver com o meio/cultura, onde estamos inseridos, e à forma que pertencemos, afinal não viemos ao mundo sozinhos, alguém no se fez cá estar, logo, é normal que tenhamos os mesmo ensinamentos… Como se resolve isto tudo é outro assunto, como eu digo num dos meus textos “só pertence à forma quem a ela quer pertencer” (in. Folhas Soltas -Formatados), mas , para deixar de pertencer à forma, é necessário ter consciência, de que a forma foi fabricada por gente que mais valia estivesse calada, será?, acho que não, temos falado muito sobre estes temas, aprofundado cada um, e cada uma à sua maneira vai dizendo o que acha, e nenhuma esta certa e nenhuma está errada..considero assuntos que se complementam…. Devemos fazer o que queremos é certo, sem pensar no vizinho, na vizinha, no pai,na mãe, nos antepassados etc…mas, a bagagem é tanta, que a maioria não sabe o que fazer com ela…onde eu me incluo…atirar tudo para o ar, e depois? pois, dirá a Carla Francisco, mas é precisamente isso que cada um deveria fazer, mas como disse uma vez, e bem ” é preciso ficar bem para tomar decisões, e não tomar decisões para ficar bem”, e onde fica a fronteira de tudo isto? é a busca incessante pelo saber, pelo estar, pela comunhão do Universo com cada um… mas seremos unos? ou um todo? eu acredito que temos que ser ou pouco dos dois…”sermos nós mesmo , pertencendo ao todo, e no todo cada um fazer a diferença”…mas para isto deveremos estar na mesma frequência, e estamos tão distantes uns dos outros…Se perguntar a alguém o que gostaria mesmo de ser, decerto ninguém o sabe em concreto, porque os condicionalismos pesam tanto que o errado fica certo e o certo fica errado… mas atendendo tudo isto, e se todos fizessem e fossem o que bem entendem, a sociedade não seria o que é e em vez de 7 bilhões teríamos uma realidade bem diferente, que nem me atrevo a especular… mas vale a pena o “trabalho” de me mudar a mim mesma, pena que as pessoas faltem aos seus eventos, estão adormecidas “para o real sentido da vida” (in: Folhas Soltas)…venha o próximo pensamento/reflexão
Não é possível publicar comentário no face, em seu nem meu, consegui dar um nó cego no FACE rsrsrrsrs

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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