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Category Archives: Sem categoria

CANSAÇO…

20 Domingo Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Vencida pelo cansaço, mas nunca rendida…
Cansaço que vai longo com intervalos de oitavas
E muitas vezes com pausas de silêncio…
Outras com andamentos allegro ou prestissimo

Pode ser uma bela sonata
Ou uma marcha mais triste
Mas é a vida, tal qual uma valsa
Que nos remete para o belo indescritível
Ou nos atira para uma nostalgia
De vivências próprias da vida…

Mas, a vida é como uma pauta
Que cada oitava apenas tem um dó ou um sol
Mas essa oitava
Tem muito mais que um dó ou um sol
Tem um leque de notas
Que com elas podemos fazer a nossa mais bela melodia…

Por tudo isto,que não é pouco
Tenho utilizado todas as notas da oitava
E quando o cansaço bate, vou sempre buscar outra oitava
Vou acrescentando, mais mais ou menos colcheias
Fusas e semifusas
Assim vou dando o andamento à vida
Para lhe atribuir a alegria mais que merecida…

Toda esta partitura
Não poderá nunca ficar , apenas pelo sol ou pelo dó
Muito menos com uma só oitava
Porque, apesar de o “sol” brilhar
Muitas vezes o brilho tem “dó”
E no final da partitura
Convém sempre colocar :II (mais ou menos isto)
Para quem não souber vale a pena pesquisar…

ENGRAÇADO…

19 Sábado Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Engraçado ,

Em cada momento tenho um novo pensamento, e, 

De pensamentos se fazem os meus melhores momentos

Engraçado observar as flores, e atribuir-lhe risos de cores

Em cada gargalhada múltiplos arco-irís

Passar sob eles, deixam-nos pintados

Com os tons mais variados

 

Engraçado,

Ter que pensar pela rama

Não aprofundar o pensamento

Inalar o que me for dado

Aproveitando o momento

 

Engraçado,

Não preciso aprofundar, 

O que não necessito explicar

Quero a mente calada

De olhar em direção do nada

De estar , não tendo que me desculpar

 

Assim sigo sorrindo

Ao passar de cada cada flor

Retribuindo-lhes pensamentos

Feitos de bons momentos

Que ficam por desflorar

Mesmo ao meu passar

 

Engraçado este pensar

Que ninguém quer entender

Nem eu quero explicar…

 

17/07/2014

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

INDIGNAÇÃO

18 Sexta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Errantes seres, que vagueiam pela estrada do pensamento
Formulando equações e pretensões
Incessantemente buscando conclusões

Agudizam as frases feitas,
Em busca da perfeição, do que pensam ser viver
Sózinho ou sem nenhum Ser

Não raras vezes ficam pelo caminho
Procurando explicações
De tantas que tanto existem
Alteradas pelo decorrer, que é o de cada viver

Ó errantes seres,
Disso estareis certos
Que da vida louca que fizemos
Mais dela não queremos

Mas buscamos incessantemente
Respostas para a indignação
Desta caminhada infrutífera
Pensamos que cheios de razão….

AC

Discernimento

13 Domingo Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Fundo-me com a brisa

Em busca de nova vida
Viajo para além do universo
Contemplando a perplexidade das coisas
É inútil a pequenez do espaço
Onde também me fundo
Com o abraçar de um Abraço

Mesclo-me com o tempo
Em busca de outro tempo
Viajo para o interior
Arranjando desculpas a cada dobrar de esquina
Somos a pequenez
Que habita no nosso ser
E não vale de nada buscar
Pois que, o tempo
Já deu o que tinha para  dar

Quero ser parida novamente
Sair do mundo e do seu ventre
Não pensar em tempo algum
Nem viajar para lugar nenhum

Esta pequenez
Que mormente produz insensatez
Há muito devia estar enterrada
Nem que fosse naquela calçada
Onde todos pisam sem tempo
Em busca de um sentido
Neste universo  perdido…
(…)

AC

 

 

 

 

RIR

11 Sexta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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O rir que parece ser tão simples,
Não deixa de ser confuso
Rir, são palavras soltas com vontade
Que dizem toda a verdade
De uma forma tão estridente
Que nos fazem sentir contente

Um contentamento desnorteado
Com palavras travestidas de sonoridade
Que acabam com qualquer vaidade
Quando soltas com grande vontade

Sao os risos que soltam amarras
De dias acorrentados
Tão saturados de anemia
Que só de pensar arrepia

Faz falta injectar vontade
Nas veias da sonoridade
Para poder gargalhar
Sem ter que se preocupar

Quem as ouve faz de nós loucos
Por não entenderem a dialética
Não procuram sequer saber
Como tudo é simples de acontecer

São gargalhadas contagiantes
De verborreias incessantes
Que nos fazem aliviar a alma
Sem dicionário para tradução
Pois que a veia vem do coração

(…)

AC. 12/07/2014

SABEDORIA?

11 Sexta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Todos os sábios são sábios

Do que pensam ser sua sabedoria

Aplicam-na muitas vezes

Pensando estarem certos

Que alguém admitirá como se fosse certeza

Mas,certezas ninguém tem

Pensam que pensam

Usam porque é

Mas na vida nada é como deve ser

Talvez em  um qualquer momento

Ate se adopte à ocasião

Mas maior parte das vezes sem razão

E nada tem a ver com a certeza sábia

Apenas com as circunstâncias de cada um

Porque no ontem era verdade

E no hoje outra realidade…

 

AMAR

11 Sexta-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Sofro por não saber amar
Da mesmo forma que todos sabem gostar
Sofro por me entregar, muitas vezes com dor
E não perceberem que tudo isso é mesmo amor
Sofro por amar demais
De um jeito que é só meu
Que eu não inventei, mas é a forma como sei
Não quero mais sofrer
Porque não conseguir compreender
Esta minha forma de gostar
Mas sou eu e deste meu jeito
Não quero mais sofrer
Por não ser compreendida
Se é culpa que trago em mim
Não quero que seja mais assim
Mas não consigo mudar esta forma de estar
Quero um mundo só meu
Onde não tenha que inventar
Porque as Palavras que levam o vento
Atitudes de desalento
Decepções sem qualquer jeito
Não fazem parte do meu momento
Quero voar sem ter que explicar
Quero sorrir sem ter que me despedir
Quero chorar sem ter que parar
Quero amar sem ter que me desculpar
E quero ser e estar
Este é meu jeito de amar
Simples na singularidade
Confuso na pluralidade
Eu sou assim
Nada posso fazer
E se tiver que alterar
Prefiro então nem amar

11/07/2014

NADA SEI

08 Terça-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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“Não sei escrever tudo que sinto
Mas sei sentir
Não sei amar de morrer
Porque Amar é viver
Não sei sonhar todos os meus sonhos
Mas sei sonhar tudo o que o meu coração pede
Não sei dar tudo de mim
Mas me esforço par dar tudo o que posso
Não sei quase nada da vida
O pouco que sei é
Que a vida tal qual ela é
É bom vivê-la
E enquanto eu tiver
Nem que seja um minuto de ternura para oferecer
Então só por isso, a vida vale a pena viver…”

DC/AC

2009

LUCIDEZ?

07 Segunda-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Existem dias em que, quanto mais se somam mais se subtraem
São dias infinitos que não chegam para escrever tudo aquilo que se quer ler
São dias infinitos que não chegam para ler tudo aquilo que se quer escrever

São dias que quanto mais se somam mais os subtraímos

São dias que nos controlam e nós os descontrolamos
Permitem-nos fazer tudo e não conseguimos fazer nada
Porque paramos para pensar, mas os dias continuam a passar

Corremos atrás dos tempos para somar momentos
Ficamos cheios de momentos sem tempo
Tempo, é que mais temos
Perdemos muito dele, a dividi-lo, a somar e a subtraí-lo

Esta vida danada
De tempo já não tem nada
De momentos que fazem os tempos
Estão arquivados, na plataforma neurótica
Da mente do cada um
E de cada dia que passa
Sem tempo e sem momento
Fica a bipolaridade
Numa esquizofrenia colectiva
Que já ninguém sabe a saída
Viva a insanidade num momento de veleidade

EU

07 Segunda-feira Jul 2014

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Sonhei acordada
Que estava parada
A olhar para mim
E não conseguia fazer nada
Deitei-me ao meu lado
Sosseguei minha mente
E compreendi
O que me afligia definitivamente
Dei-me paz e consolo
Neste meu sonho acordada
Tranquilizei-me em cada segundo
Para que meu sono fosse profundo
Por fim acordei
Com lembranças de mim
Se foi sonho
Se foi real
Já não interessa
Pois que
Acompanhada de mim
Tudo que aflige desaparece
E
Até mesmo em sonhoS tudo acontece…
AC
09/10/2013

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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