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Author Archives: Albertina Correia

13 MAIO

13 Quarta-feira Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Em tempos idos, e ao abrigo desse teu Deus

Algo aconteceu, seja como viram

Ou seja como alguém assim previu

Não se pode ficar indiferente

Até porque move muita gente

Basta olhar estradas

Pessoas elegantes e pessoas quadradas

Cabem todas nas mesmas ruas

Repletas de pessoas “vestidas” e  “nuas”

Buscando fundamento para tanta fé

E lá vão elas nem que seja mesmo a pé

Buscam incessantemente explicações

Para esta fé que move multidões

Eu, não fico indiferente

Observo e penso

Como seria maravilhoso

Se tanto empenho fosse aplicado

Neste mundo vazio e saturado

Mesmo com bolhas nos pés, e,  coração a sangrar

A esta gente ninguém os pode parar

São movidos por uma Fé maior

Que não vem de lado nenhum

Que não seja do seu interior

E observo,  e,  até acho belo

Como se podem exortar as massas

Mexendo apenas os cordelinhos dos cérebros

Fazendo crer que tudo acontece

Quando na verdade o que acontece

Tem sua assinatura

Da forma que você quer e merece

Mas observo cada pedacinho de caminho

De pessoas e suas convicções

E quando existe motivação

As pedras da calçada viram relva

E a relva vira algodão

É uma questão de mentalizar

Até onde a fé os pode levar

Não sou do contra, nem a favor

Sou apenas uma pecadora

Que peca tanto quantas as pedras do caminho

Assumo minha responsabilidade

E até no pecar tenho vaidade

Coisas de ti  de mim e de nós

Porque tudo se simplifica

Não importa no que se acredita…

Albertina Correia

REFLEXO

12 Terça-feira Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Olho para ti
E
Apesar de seres eu
Não consigo te tocar
Foste ou estás em outro lugar
Crente que em ti me tens
Mas sou apenas um corpo
Que cobre a alma desnuda de alguém
Essa que me olha, me grita
Discutimos, escrevemos e iludimos
Estamos em mundos diferentes
E apesar de tudo estás aqui
Escreves o que faz parte de ti
E que eu nunca li
Afinal somos uma só
Já vivemos e morremos
Cem mil vezes pelo menos
Mas sempre nos encontramos
Quando menos esperamos
Fundimo-nos uma na outra
Viajamos pelo além
Na cauda de um cometa
Espalhando energia
Envolta em amargura e alegria
Para doar a nós mesmos
Cem mil vezes pelo menos

Albertina Correi
25/04/2015

SILENCIO

11 Segunda-feira Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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Vesti-me com o  silêncio

Nas asas do meu tempo

Fui por aí, gritando em surdina

Esta vida bruta, por uma vida tranquila

E neste silencio me abraço

Me deixo derreter por entre laços

Amarrados silenciados

Por um tempo já arrumado

Ainda assim

Me visto com silêncio

Viajo no tempo

A fim de me encontrar

E que seja num melhor lugar

Este onde viajo só, medito e penso

Olhando fora e dentro este meu silêncio

(Silêncio)

A. Correia

DE PERNAS PARA O AR

05 Terça-feira Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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De pernas para o ar

Vejo o mundo de forma diferente

Se me colocar “normal”

Vejo o mundo tal e qual

E tal e qual é o quê?

É tudo que a gente vê

De forma ou não enviesada

Por cérebro ou mente quadrada

Portanto experimenta

Colocar-te de pernas para o ar

A chuva vai cair em outro lugar

O vento vai soprar e talvez

Nem te vá derrubar

A neve pode ou não cair

Mas nunca cairá no teu lugar

E, é tudo uma questão de olhar

O mundo de pernas para o ar

AC

05/025/2015

ESTADOS DE LOUCURA

05 Terça-feira Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Podem me chamar de depravada e até de parva
Mas e parva e depravada eu não tenho nada
Sou insolente?
Quiçá irreverente?
Não, apenas abomino o politicamente correcto
E por isso me manifesto
Gosto de chamar os temas pelos nomes e não poemas
Há….. também sei falar bonito
Muitas vezes para fazer de conta
Que até acredito no que me é dito
Quero e consigo viver de outra forma
Independentemente da “norma”
Que está por demais “normalizada”
Por gente deveras tarada
Mas aceito que eles estejam certos
E eu até muito errada
Mas,
Não quero saber disso para nada
podem me chamar de louca
Mas jamais de depravada

Albertina Correia

05/05/2015

INTERVALO

04 Segunda-feira Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Entre teu Deus e a terra
Existirá sempre o intervalo
Da singularidade de ti
Essa que sempre interpreta
Para que melhor faça sentido
Nesta nossa vida de treta
Nunca devemos dar por certo
Certezas , ideias , teorias e verborreias
Sem que tenhamos vontade
De as contestar com a nossa verdade
A esse não querer se chama acomodação
Por  não se querer ter a certeza da nossa própria razão
Pois que todas estão certas
E certamente faríamos mais sentido
Se todos permanecesse-mos em uníssono
E mesmo em pólos opostos
As razões convergiriam
Sem que  para tal fizesse falta
Abafar a tua confiança
Mas na falta de singularidade
E neste intervalo da tua vontade
Caminhamos repletos de vaidade
Pensando cada um que pensa
O mesmo que já alguém  havia pensado
E assim permanecemos neste intervalo
Crentes que as nossas verdades
Estão repletas de irregularidades…

Albertina Correia
03/05/2015

O TEU DEUS II

02 Sábado Maio 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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E em verdade não a minha
Mas a do teu criador
O mundo foi ordenado uma farsa
Pois que ele não criou nada
E o que recriou
Estava pensado e manipulado
Para que, e para sempre , tudo certo desse errado
Não aos olhos do homem
Mas aos olhos desse manipulador
Que ao invés de criar paz
Criou ódio e desamor
Lançou sobre a terra
Homens e mulheres,
Fez e desfez, usou e abusou
Apenas para testar o que ele em sua verdade conseguia dominar
E dominou cada pedacinho de tudo
Pensou cada pormenor
Para se poder infiltrar e infligir dor
E sair devagarinho
Como se ele fosse um santo e não um qualquer mesquinho
Ordenou que homem mentisse
Ordenou que animais rastejassem
Que os sol e a lua se separassem
Dividiu as trevas do dia
Fez tudo de caso pensado
Para que do certo tudo saísse errado
E saiu, mas foi tudo como ele previu
Ainda assim
Se julga perfeito, por achar que o homem saiu do seu jeito
Agora que ele é, o que o teu Deus dele fez
Arrumou-se num céu qualquer
Culpando todos os dias o homem
Por se ter entregue ao pecado
Levando a sua intenção por uma Eva
Que afinal também foi sua invenção
Afinal de que se queixa esse teu Deus?
Tudo saiu como ele previu
Se existem culpados
Por tais fados tão mal fadados
Ao teu Deus se devem
Porque a terra antes de ser recriada
Não precisava de um Deus imperfeito
Para espalhar desordem e caus
E reinar como se fosse um Deus…

(Genesis)
In : Bíblias

Por : Albertina Correia

LER ALÉM

28 Terça-feira Abr 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Estou assustada de tudo o que escrevo
E que não entendo nada

Não, não é verdade
Para mim tudo faz sentido, mesmo que não tenham percebido
E tudo que escrevo e registo em algum lugar me foi dito
Pois que não posso escrever, sobre coisas que não sei
Por isso vou acreditar que estive em outro lugar
Esse que me alimenta a alma me deixa calma
Me faz tropeçar em palavras
Com medo que elas desapareçam
E eu não as consiga organizar, da forma que me estão a chegar

Fico arrepiada
Digo e escrevo coisas que não percebo nada
Mas não é verdade, tudo tem um sentido
Apenas me faltam grafismos
Para descrever de verdade
Tudo que vou escrevendo da minha realidade

O mundo esqueceu-se
Que palavras pouco ou nada dizem
É necessário saber coloca-las
De uma forma que não se atrapalhem
E que para quem as escreve e vê
Faça sentido para quem as lê

Fecho os olhos
Sinto a alma
Fala para mim e me faz escrever memórias sem fim
Tenho a mão cansada
Mas não consigo ficar parada
O pensamento corre e não falha
Atropela-se a si mesmo
Buscando mil expressões
Para resolver dizer, e me possa fazer entender

Que estranho
Será ou não?
Não, não é
Escrever é assim mesmo, e terá que ser
Mesmo que com a mão a doer
Mudo de posição
Mas não posso mudar de mão
Certo é que não posso parar
Nem que a tinta esteja a acabar

Estou assustada
A mão não fica parada
Escreve mundos sem fim
Esperando que eu entenda
De onde vem tanta vontade de escrever a minha verdade

Vou parar, vou mudar de lugar
Hoje fui longe demais
E demais é no alem aquele ao virar da esquina
Fazendo-nos imaginar que o agora
Nada tem do alem
Mas é la que quero ficar
Sei ser la o meu lugar
Onde ninguém me aborrece
Me lê, entende e me compreende
Não fazem perguntas, porque as respostas ja são defuntas

E, é no alem que a vida muda de frequência
Deixando-nos inquietos
Para esta vida estúpida
De parvos e de parvoíces
Que só nos sabem trazer chatices

Chego
Fico aqui
Já escrevi o que um dia em algum lugar vivi
E, de mente a fervilhar
Vou pensar para outro lugar
Não me apetece estar mais aqui
Porque o aqui, não tem o aí e o aí
É o meu mais alem
Onde me posso encontrar
Mesmo que não esteja Ninguém nesse lugar…

25/04/2015
Albertina Correia

UM ABRIL DE LIBERDADE REPLETO DE VAIDADE

26 Domingo Abr 2015

Posted by Albertina Correia in Escrita

≈ 1 Comentário

PRIMAVERA

HOJE SONHANDO A LIBERDADE NUM MUNDO REPLETO DE VAIDADE

Hoje estou sentada sobre a minha alvorada

Olhando o infinito, que não é mais que este meu sitio

Esse, onde me refugio, escondo e iludo
Que o mundo é tudo, e sobretudo SURDO

E, sobre a alvorada
De alma molhada
Deixo que escorregue sobre a vida inibida
Que não está, nem me será devolvida

Então
Afogo-me na ilusão de querer o mundo na palma da minha mão
Para dar ao que sofrem, vidas e mundos
Liberta de escravos e vagabundos

Choro em silêncio, no espaço e no meu tempo
E não vou gritar
Porque ninguém vai acordar

Por isso sonho na minha alvorada
Com este mundo de fachada
Onde todos sonham que sonham
Mas ninguém sabe sonhar mais nada
Para este meu mundo algemado, acorrentado fechado
Esperando apenas ser libertado
Quando este tiver morrido
E o verdadeiro mundo tiver nascido

Até lá vou esperando
Lucida da minha razão
Escrevendo sempre para ti
Esperando que leias e interpretes
Ajudes a trazer o que faz falta
Para explodir os idiotas
Enterrá-los debaixo do nada
Como se de esse nada se fizesse a minha alvorada
Que um dia estou certa
Não mais precisara nascer porque este mundo não mais precisará de a ter

Sonho sim, acordada, a dormir
E cansada escrevo meu novo devir
Que vem da minha razão
Que ninguém a entende e muito menos a compreende

Não me interessa
Não preciso viver à pressa
A vida e o mundo é agora
E, agora estou aqui
Escrevendo o que sinto o que vejo e vi
Não importando se foi sonho ou realidade
Porque nada que temos ou vemos é verdade
Mas apenas ilusão
De mentes que vêm com os olhos
Mas não vêm com o coração

Amanhã virá de novo a alvorada
Quiçá ja não estarei tão cansada
Deste mundo que de mim não sabe mesmo nada

Estou assim
Hoje escrevo mais um pouco de mim
Com ou sem razão
Ē a minha forma de vida e a dos outros não

Estaremos em polos opostos
Gritando cada um para seu lado
Esperando que o universo nos junte e nos funda
Recrie uma nova formula

Onde os escravos vagabundos e outros mundos
Sejam reis e não sejam defuntos

Aguardarei até amanhã
E amanhã logo se verá!!!!

25/04/2015
ACorreia

RELANÇAMENTO DO LIVRO “FOLHAS SOLTAS” FNAC DO NORTESHOPPING

25 Sábado Abr 2015

Posted by Albertina Correia in Eventos

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FNAC NORTESHOPING

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Com Anabela 😉

Relançamento do livro Folhas Soltas 10660138_1622852707962090_994348421607360087_n 11011831_1622892077958153_3976758966984348000_n 11037180_447527915414275_8918194921160931900_n 11115917_677201875758372_1760999238_n  11118431_677550995723460_223215684_n 11119384_677550855723474_805050494_n 11121530_677201712425055_574990128_n  11127690_677551359056757_1831742808_n 11127938_677550759056817_1005802680_n 11129907_1593814544205506_3841842144467306479_n 11139768_981286195217147_2037013722336349127_n 11156114_981285625217204_1575090969600650145_n  11156792_677201559091737_740225512_n 11159541_981284681883965_7083201663782468005_n 11160378_677552125723347_916930369_n 11160504_677551689056724_1482932043_n 11164167_677550929056800_973647884_n 11165951_677551782390048_1024223177_n 11166046_677551889056704_1641886046_n 11169111_677201849091708_2114422897_n 11173578_677551605723399_1025194717_n 11173666_677550799056813_2093881469_n 11174869_447528175414249_1973760569905008427_n 11178254_981285361883897_2199646978705393520_n 11178255_981285705217196_2067212269401876357_n 11178327_1593814487538845_486808832635765427_n 11178522_677201702425056_1278428333_n 11178666_677201962425030_1043480701_n 11180056_677551792390047_199079412_n 11180102_677552142390012_520849202_n 11180599_981287688550331_3756997964189494993_n 11185486_677201462425080_311289655_n 11185695_677550625723497_1819309747_n 11185825_677551252390101_1781159848_n 11185837_677201752425051_2082071561_n 11185860_677201535758406_1841797962_n 11186292_677551345723425_1220164596_n 11186416_677201465758413_1398753540_n 11193298_981288018550298_6083640014454551269_n

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