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Author Archives: Albertina Correia

EUROMILHÕES PORNOGRÁFICO!?!?!?

11 Terça-feira Out 2016

Posted by Albertina Correia in Diversos

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São  de 166 milhões, a pornográfica quantia que está em jogo…

Ainda pensei  jogar , mas o que eu  pretendo o  dinheiro não pode comprar…Por ser verdade, não joguei e não jogo…

Todos  o fazem na ânsia de o poder ganhar, para resolver este ou aquele problema , fica então  a expectativa de quem joga, desconsiderando a ínfima probabilidade do não, ainda assim, jogam,  e muito…

Mas de mim agora  escrevo,  e desses milhões que não preciso para nada , porque o que eu quero, dinheiro não compra…

Parece até discurso em modo cliché, mas não é, pode-se pensar outras coisas mais, e outras que tais,  como a tal felicidade, amor etc, mas não é…

O que é, para o caso não interessa, mas  também essa tal pornografia não compra …

E assim, esse amontoado de dinheiro que vem  de multidões de pessoas, que não ânsia de ganhar, resolvem é jogar, e assim jogam dinheiro fora, cada semana mais um pedacinho dele, enquanto uma probabilidade ínfima acontece, e nunca é onde deveria (assim dizem)…

Mas este dinheiro todo,  não vai fazer a minha diferença, então que ganhe um outro qualquer, que ache que isso lhe vai resolver algum problema, quando muito vai criar um, eu fico a ver, se me apetecer, até lá, talvez consiga a formula para comprar, o que o dinheiro não pode dar.

A fila dobra a esquina, o povo se acotovela, não vá a maquina fechar e um deles não poder ganhar…

EU E O MUNDO

QUANDO ACABA A RESERVA

11 Terça-feira Out 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Pois é, quando acaba a reserva, o que podemos fazer?

Se temos bomba de abastecimento ao pé de nós, de imediato abastecemos, mas,  e se não temos?

Ficamos parados na estrada, à mercê de quem nos encontrar,  e quiser ajudar…

Ficar à mercê, não é uma boa ideia, porque estamos  em posição inferior, e quase sempre optamos por fazer, o que algumas vezes não é suposto ser…

Em primeiro:

Não é suposto ficar na reserva…

Não é suposto ficar em posição inferior…

Não é suposto optar pelo que não se acha mais adequado…

Por fim:

Não é suposto fazer, o que não é suposto ser, mas, estamos ali parados, sozinhos, por vezes indefesos, com um problema em mãos, suplicando  por uma ajuda, venha ela de onde vier, e, aceitamos…

Então, não paramos para pensar direito, abastecemos de forma indevida, com doses maiores do que as que verdadeiramente necessitamos, ficamos zombies, e mal conseguimos fazer arrancar a viatura…

Então, lá vêm o que é suposto não vir, opiniões, tomadas de decisões com overdose de combustível, ouvidos que só se focam no imediato mais barato, e fica-se anestesiado, deixando que terceiros nos conduzam…

Quando finalmente aparece a dita bomba de abastecimento, já estamos para lá de pedrados, o que vemos está distorcido, o que ouvimos faz eco repetitivo, o que falamos já não é mais nada, que não sejam meras palavras que ecoam na nossa mente, para lá de doente, e crentes que estamos lúcidos, voltamos a atestar a viatura, provocando dupla overdose , e lá  seguimos em modo (in)consciente, por ruas que desconhecemos…

Quando a reserva acaba é assim, ficamos à mercê de quem nos quer conduzir, por meio de tráfego congestionado, em que, tudo que vemos está parado, e, na nossa mente em movimento descontrolado..

Por favor não deixe sua reserva acabar, tem sempre um inteligente por perto,  que se julga gente…

EU E O MUNDO

SILÊNCIO E DISTÂNCIA

10 Segunda-feira Out 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Entre o silêncio e a distância, não existe nada, uma é a outra …

Quando nos silenciamos é porque de algum modo, queremos estar distantes, e quando estamos distantes, ficamos em silêncio…

Quase que chega a ser um paradoxo, porém, os paradoxos, são como os iman’s de carga oposta,  eles se atraem, e um fica no outro, qual distância e qual silêncio…

Distância e Silêncio, não significam solidão, mas sim entrega a nós mesmos, sem out put’s, que fazem interferência…

E assim, podemos ficar  dentro dos nossos pensamentos, enrolar-mo -nos com eles, sem preocupação de tempo e distância, porque um é o outro, e são indissociáveis…

E como tudo que se faz, e/ou pratica, durante muito tempo, vicia, quanto mais distância, mais silêncio, e quanto mais silêncio , mais pensamento, até que um invariavelmente se mescla com o outro , ficando a sintonia com a vida, sem preocupação de mais pensar, porque o pensamento deixa de existir, pois o restante não faz sentido, se o sentido não for apenas o de sentir…

Vamos parecendo melancólicos, nostálgicos, quiçá até tristes, mas os nossos pensamentos, os que verdadeiramente moram lá dentro, que se esvaziam em lagos, esses, são mesmo nossos, são a nossa essência, são a nossa personalidade e a nossa força de vontade.

Não é para entender, é para sentir, para serenar, para distanciar, de tudo que nos rouba a tranquilidade…

Portanto, entre o silêncio e a distância não existe nada, UMA É A OUTRA, indubitavelmente…

EU E O MUNDO

DUALIDADES

06 Quinta-feira Out 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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É isso, o mundo é feito de dualidades, em tudo…

É o bem e o mal,  feio e  bonito, bem e mal sucedido, alto e baixo, rebelde e pacifista, bem ou mal casado, bem ou mal separado, bom ou mau filho, etc, etc, etc…

Quem elegeu tudo isto?

Ser isto ou aquilo, não depende de facto, do que se é, ou realmente é , mas da forma como nos vêm , ou querem ver, dependendo do lugar onde estejamos, e , cultura de onde estamos …

Hoje em dia, mede-se tudo pela mesma bitola, na maioria das vezes, esquecendo quem se é,  de onde se vem, e de onde se está…

Todos temos a nossa historia, que  teimam em julgar apenas pela rama, e  porque sim, apenas devido ao facto de  as pessoas serem vazias por dentro, e terem  que encher com mais do mesmo, ou seja ignorância , ignorância essa,  no sentido de nada saberem acerca do outro , mas sim de si mesmo, por isso falam o que são, por serem demais conhecedores, e não o que somos, porque ninguém é adivinho…

Já alguém provou aquele vinho bem caro, que é suposto ser muito bom, e todos dizem que sim, porque assim está feito  para ser? É,  afinal para atestar se ele é realmente bom, apenas temos que gostar do paladar dele, e, que hoje pode ser um e amanhã pode ser outro, as características técnicas, ficam por conta dos que supostamente sabem…

E isto, acontece em tudo que nos rodeia, aquele quadro, aquela dança, aquela mulher, aquele homem, o sucesso, o insucesso, tudo analisado e escrutinado, do ponto de vista pessoal de cada um…

E assim segue o mundo , cego,  surdo e mudo, do que vale a pena…

E o que vale a pena?

O que vale a pena, somos mesmo nós, cada um, cada célula nossa, cada pensamento nosso, cada vontade, cada desespero, cada lágrima de tristeza ou de alegria, de tudo e de nada, porque nada nem ninguém tem a ver com assuntos de cada um…

Mas, vivemos um Big Brother gigantesco, onde todos somos espionados, nos controlam, dizem o que que fazemos, e nos criticam pelo que é feito…

São as culturas diferentes, e a essência de cada um, que permite subtrair o que não interessa e somar o que vale a pena…

E o que vale a pena, somos mesmo nós, cada célula,  cada sinapse, cada sorriso e cada lágrima, seja de tristeza ou de alegria…

Quando quiserem saber da vida de cada um, calcem primeiro os sapatos dessa pessoa, caminhem por onde ela (pessoa) caminhou, e depois falem, argumente, digam algo que valha a pena, sendo certo, que chegado esse momento,  as palavras ganham outra tonalidade…

E, é assim, o mundo é feito de dualidades porque existem sempre os do contra , esses, que para eles  os tais sapatos nunca  lhes servem…

EU E O MUNDO

 

 

COMO SER “PESSOA” PARA ALÉM DE LIDER?

04 Terça-feira Out 2016

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

≈ 2 comentários

 

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Não sei, gostaria de ter respostas para tudo, e até tenho, mas não tenho as soluções, ou até tenha, mas um Líder, quase sempre  se esquece que também é pessoa , ou até não, mas a “pessoa” vem sempre em último…

E são assim os Lider’s, e quando são mulheres,  com a “casa” às costas como o caracol?

Pois é, têm inveja do caracol, que se passeia em câmara lenta, pelo prados verdejantes, come aqui e ali, e não tem sentimentos, desses que nos fazem crer, que somos pessoas também…

As respostas são sempre as mesmas, mas as mesmas, não são as vidas, e quem as lidera, cada um, é apenas um, que dita, fortalece, enternece, esquece-se, ri, chora, festeja, e esconde-se do mundo das “pessoas” por não poder fazer parte dele, da forma que lhes apetece também…

Sempre esperam deles o melhor, que não fraquegem, que riam quando apetece chorar, que encontrem soluções quando elas nem existem, que tornem tudo tão simples, que de tão simples, ninguém  os entende,  por isso, necessitam de ser “pessoas”…

Os Lideres são assim, vivem repletos de gente, mas solitáriamente acompanhados…

Buscam a vida nas coisas que ninguém vê…

Buscam alegria na alegria das outras pessoas…

Buscam vontade de vencer, porque ninguém os pode ver perder…

São os Líderes, que somam resultados, distribuem por todos, e voltam a ficar sozinhos…

Como ser pessoa para além de Lider?

Talvez não possam ser “pessoas” e tenham que ser apenas Lider’s…

Guardar as lágrimas num lago, para que ninguém delas dê conta…

Quando as pernas não quiserem andar mais, a mente puxa por elas, e lá voltam elas a caminhar…

Acordar quando querem dormir, e não despertar, mas o mundo espera sempre,  que elas façam o que deve ser feito todos os dias…

Lideres mulheres,  lá colocam a maquilhagem, para disfarçar a noite mal dormida, vestem de cores, põem salto alto, e, vão por ai distribuindo bom humor, positivismo e vontade de vencer…

Como ser pessoa também? Era a pergunta, mas decerto ser pessoa para Líder,  é ser isto mesmo, porque o resto as “pessoas” não entendem…

É hora de ir embora, coloca óculos de sol, para tapar olheiras do trabalho, das decisões, de toda a tarefa inerente ao comando, e vai para casa tentar ser “pessoa”, lá consegue a muito custo, porque, por vezes é difícil a descolagem…

Mas, eis que chega a hora de deitar, aí, nesse lugar, Líder pode ser “PESSOA”, ninguém ouve, ninguém vê e ninguém diz nada…E assim Lider adormece, como se nada se passasse, para acordar mais um dia, para a rotina de ser Lider em forma de  pessoa…

“EU E O MUNDO”

OLHAR MEU

02 Domingo Out 2016

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Gosto do olhar dela
É intenso, penetra e inquieta

Deixa-a com os pensamentos à solta

Sem adjectivos qualificativos

Do estado de cada olhar

Seja qual for a direção seja qual for o  lugar

Invade e inquieta
Por não ter como aprender

O que lá dentro se passa e se possa ler
Torna-se intenso em cada pestanejar

Esse que lava a alma

Inquietantemente calma
Ainda assim, gosto do olhar dela

Aquele que é intenso e penetra

Por ser portador de coisas tantas

Que tantas são as coisas que inquieta…
Aquele olhar

Que mais nenhum é similar

Goza-me, irrita-me, desmonta-me

E sai por aí solto ao vento

Soltando lagrimas para fora

E guardando sorrisos para dentro…
Mas aquele olhar traquino,

De mulher criança

Que pula e que dança

Inquieta, acalma e desalma

Deixa transparecer o que ela quiser ser…

A tradução é inalcansavel

Só mesmo a dona o sabe interpretar

E mesmo assim duvida de todos e até de mim

Que faço um esforço hercúleo

Para ser eu a inquietar, penetrar intensificar

Fundindo assim os dois seres

Mergulharem de olhos dados

E adormecerem  alegremente enamorados…

17/04/2016

Albertina Correia

(ELA)

MEDIOCRIDADE PARADOXAL

22 Quinta-feira Set 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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li

 

 

 

Mediocridade é limiar da frustração, por não se conseguir o que os outros têm, em relação a estes…

Falar sobre os outros, e o que os outros têm, até parece fácil, pois que, sempre é visto com os olhos enevoados , já que, não se pode falar do que não se sabe.

Quando ouvimos e lemos, que vão ser aplicadas taxas, “taxinhas“, e “taxões”, a quem mais acumula riqueza, quase me apetece fugir, só que,  para lado nenhum, a somar a isso,  lá vem a mediocridade ao de cima, com o foco, de apenas ser mais igual , mas, para baixo, já que subir, não faz parte do dicionário destes, e, dá trabalho.

…

Claro que deve haver equidade, mas não é porque os outros têm mais , que devem pagar mais, se é para sermos mais iguais uns aos outros, então que façamos todos o mesmo, ou mais do mesmo, ser medíocre.

Fico perplexa, com determinados catedráticos (ainda bem que sou uma simples ignorante pensante), e pessoas comuns ressabiadas, quando começam a debitar verborreias mentais, sem saber do que falam, e como não sabem o que dizem, nem dizem o que sabem, trocam os “alhos com os bugalhos”.

E, o paradoxo da mediocridade começa aqui mesmo,  quando os medíocres têm a perfeita noção que se devem aplicar  taxas a quem tem um património superior a  500.000,00 €, por ser uma quantia exorbitante (dizem), e ao mesmo tempo, como são coitadinhos ( o mesmo que dizer medíocres) não saberem, e, não terem sequer noção de tamanha quantia porque nunca a tiveram (dizem) wtf…

Existe maior paradoxo do que este? Sim, aplicar, porque 500.000,00 € é uma exorbitância, mas por mediocridade opcional, ou não,   não se sabe  o que é essa exorbitância,  porque nunca se teve (em que ficamos?)….

Chegados a este ponto, é eficaz afirmar, que este paradoxo da  mediocridade , anda sempre paredes meias com aquela “coisa” chamada de INVEJA, e, quem é propenso à inveja é porque é propenso à prosperidade, e ainda bem…

Em fase final, convém ressalvar,  que os vigaristas, maltrapilhos, ladrões de gravata, e sugadores dos nossos impostos, são os tais, a quem se devem aplicar as referidas taxas “taxinhas” e “taxões“, sim , esses mesmos, que os medíocres confundem, com as pessoas que venceram na vida, apenas por fazerem de modo diferente,  e/ou,  se preferirem , tiveram outras ambições, portanto nada mais justos do que  gozar delas (ambições)…

Abram as palas dos olhos para os verdadeiros capitalistas, eles comandam o país, mandatados por cada voto nosso, e nos manobram como se de marionetas nos tratasse-mos …

EU E O MUNDO

Albertina Correia

 

CASAR, QUE MARAVILHAS/IMPLICAÇÕES!!??!!

16 Sexta-feira Set 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

≈ 1 Comentário

 

li

Quem opta por se casar, tem que contar com todos os riscos inerentes, sejam eles bons ou menos bons.

Basta admirarmos uma camiseta, boa ou menos boa, o principio é sempre o mesmo, um botão que penetra na casa, para assim a deixar abotoada, ou não, mas confortável, está sempre em sintonia e harmonia, para o bem estar do todo.

A casa, é sempre do tamanho do botão ou vice versa, quando não o são, as pontas da camiseta nunca estão direitas, ora tomba para um lado, ora tomba para outro, muitas vezes deixando-nos até descompostos, provocando assim desequilíbrios …

Mas, partindo do principio que está tudo harmónico, seja inverno ou seja verão, ela está sempre casada, parte esquerda com a direita da camiseta, e vice versa, e se verificarmos, muitas vezes devido a posições, percebemos por exemplo que um lado pode transpirar mais que outro fazendo por vezes uma mancha incomoda na dita cuja, e não é por isso que se anda apenas com metade da camiseta, estão casadas , LEMBRAM-SE?

Estão ali para o que der e vier, mudam a posição, desabotoam-se se for o caso, mas não se deixam, isto é um casamento  perfeito.

Na vida real não é diferente, quem opta por casar, deve ter isto sempre presente, perceber que umas vezes vai haver “calor ” e ouras “frio” mas as duas partes estão sempre lá, e não podem nem devem contar com remendos, porque os remendos, que não façam parte de uma qualquer moda (goste-se ou não) ficam sempre mal…

Chegados a este ponto, temos que perceber que casar, é mais que voar, que viver, que “morrer“, que trabalhar, que ser e estar, que construir, que chorar, etc, CASAR, é tudo isto mas  no corpo de um só, tal camiseta com as suas casas e seus botões formando o uno …

E, quando as coisas não correm assim tão bem, é tal como a camiseta, não vale de nada estendê-la,  bem lavada ou menos bem lavada, no estendal do vizinho, porque o assunto, apenas diz respeito a  um corpo, só que, com duas almas “abotoadas”…

Em modo finalização, afirmo que, quando assim não for, ou não se pretenda que seja, então não se case, ou descase-se, não existe melhor sensação do que andar livre, de peito ao vento, ou abotoada de mão dada, não existe intermédio, não existe mesmo, esse, é o faz de conta, o tal politicamente e socialmente correcto…

Existe quem se queira enganar, mas como tudo, isso também tem um prazo de validade…há pois, claro que sim, as camisetas também se gastam e os botões partem !!!… (…)

EU E O MUNDO

Albertina Correia

LIDERANÇA NÃO TEM GÉNERO

12 Segunda-feira Set 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Ser lider, não se aprende, é-se por inerência.

Os métodos existem, porque vendem, ou para simples orientação, pois que, ainda que teoricamente, também acrescentam ou retiram, e, seja um ou seja outro, ambos são uma forma de aprendizado.

Quem  lidera, sabe que está sempre na linha da frente, sabe que contam consigo, sabe que não pode falhar, e/ou não deve falhar, ainda que por vezes, a falha tenha que ser  transformada em combustível motivador, para quem lidera.

Não sei muito bem, se em algumas vertentes da nossas vidas , como a empresarial,  compensa ser lider, mas, sendo que não se escolhe, entre o dever ser, e o que é inato,  existirá sempre o livre arbítrio, ainda que, tendencialmente , estes  sejam encaminhados intuitivamente/externamente,  para o comando.

Se juntarmos a tudo isto o facto de a  liderança ser no feminino, a coisa toma outra proporção, porque existe um equilibro que tem que ser feito , entre o “Eu” de cada uma, e os “Eu’s” de todos os outros, que, estão em grande maioria, no género oposto, e muito poucos sabem/entendem, o que é esta coisa de liderar no feminino, sendo que,  por vezes, (diria que muitas) é grandemente confundido com outros assuntos, que para este artigo não são chamados.

…

Não, não vou escrever, sobre o que o género feminino tem que fazer, depois de sair de sua empresa, essa matéria não interessa para este caso, e serve sempre de desculpa ou alavancagem,  para fazer crer que este género é quase super género, treta…

Todos somos super, se assim optarmos por ser, não podemos é confundir responsabilidades intrínsecas femininas, e masculinas, e o que cada uma tem que gerir ao seu melhor nível (ou pelo menos assim deveria ser), depois , claro está, temos o peso da cultura  machista, com tendências sempre iguais, apenas com alguns contornos diferentes, para assim a camuflar, mas também eles, muitas vezes, sofrem em silêncio por causa deste peso cultural…

Com tudo isto, não posso atribuir culpas a nenhum dos géneros, até porque cabe a cada um(a), ocupar o lugar que acha que deve, a fim de poder, de esta, ou daquela forma, alterar o estado das coisas, porque, a força nunca foi boa conselheira.

Posto isto,   posso também argumentar com este velho ditado “que quem quer vai, quem não quer fica”,  quem vai sabe para, e como vai, quem fica, sabe onde fica e porque fica, os lamentos, ficam por conta das inconstâncias circunstanciais,  que cada um queira exercer sobre si mesmo  …

Chegados a este ponto, devo dizer que, liderar seja qual for o género, seja qual for o lugar do planeta, tem sempre as suas vicissitudes, pelo que, cada um deve agir, interagir do seu melhor modo , neste caso em Modo  Lider, e, contra este facto, não existe qualquer argumento.

…

Sim, é verdade mulheres, que somos mais “escravizadas”, atenção que não escrevo sobre as esposas dos lider’s, mormente confundidas com lider’s, e, na maioria das vezes por  atribuição própria, escrevo sim, sobre as verdadeiras lider’s, as que estão sozinhas no comando, e, que silenciosamente fazem o seu percurso , caminhando como se andassem em telhados de vidro, e liderando como se não houvesse amanhã, muitas vezes, “esquecendo” os seus afazeres, inerentes à sua condição, resultantes da sua natureza  inata , fazendo-as até sofrer, e, culpar por serem assim, mas no outro dia passa, porque amanhã é sempre um novo dia, e, com os novos dias vem sempre a esperança e a bonança…

…

Esta coisa de liderar é simples, que de tão simples, complica quem não está no alinhamento, esses que normalmente falam sem conhecimento de causa, escrevem como se fossem juízes em  causa própria, não se importando minimamente em ouvir os reais testemunhos…

Mas o mundo é assim , existem os lider’s, e, os liderados, estes últimos tendem sempre a levar a si, o acto de bem saber liderar, os tais que se confundem com o Chico Espertismo…

EU E O MUNDO

Albertina Correia

“A VIDA SOCIAL EXIGE UMA BOA QUANTIDADE DE FINGIMENTO” (Simon Blackburn)

11 Domingo Set 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Pudera os que desta premissa não compactuam, tudo fazerem e serem, sem que por isso fossem sujeitos a julgamento, também ele, baseado em realidades do falseamento social, que exige que todos sejamos actores de filmes de segunda categoria, onde os protagonistas já nem distinguem  o que é cena, ensaio ou verdade, mas de facto,  isto  se passa na sua totalidade …

Ainda assim, alguns se recusam a ser mais iguais, e delegam os papeis atribuídos, a quem deles fizer melhor serventia, contudo,  e porque assim esta construído de forma basilar a  falsidade que se impõem, existem sempre os resistentes, que, ao se assumirem como tal, lhes  acarreta, aos olhos dos outros, doses de debilidade, de falta de credibilidade, de irresponsabilidade de doidice incurável,  e por ai vai….

Por certo, não  é fácil, mas, ou se escondem dentro de 4 paredes, e esquecem que existe um mundo diferente fora de seus cérebros, ou se soltam para arena, tentando fazer o seu melhor, que na maioria das vezes resulta muito mal para o equilíbrio mental de quem não ama o fingimento, e tem consciência de que ele existe…

Chegados aqui, a debilidade mental colectiva  que se impõem, levando a extremos de fingimento social,  passa a ser a derradeira verdade do nosso construto ético deste Sec. XXI, paredes meias com tudo o que não deveria ser…

Como se resolve esta situação, aparentemente  sem solução?

Pois não se sabe, até porque, somos circunstanciais e não estanques, mas, talvez caiba dentro desta sociedade mais que um mundo, em que, cada um escolhe em qual coabitar, e  assim criar uma rede de pessoas que digam apenas o que pensam e sentem, sem se importarem com as convenções protocolares, produto do fingimento social, esse, que já não faz  parte da sua realidade circunstancial …

EU E O MUNDO

Albertina Correia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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