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Author Archives: Albertina Correia

SEXO VS AMOR

11 Sexta-feira Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Sexo, pois é, sexo esse que é encontrado  no imediato, que  não pensa, age de forma inconsciente, e pode deixar má ressaca.

O corpo se baralha num mesclado de suposições, para aliviar a tensão de momentos, quiçá também da confusão…

Mas o amor, há o Amor, esse que tudo pede , tudo dá, tudo entende, mesmo quando tudo está aparentemente ausente…

As mãos, não sabendo, vão escorregando por todo o caminho, e devagarinho vão tacteando o que vão encontrando…

Há, o rosto, esse que fecha o olhar serra os lábios, e se deixa deslizar enquanto a musica não acabar…

A musica, essa musica,  que toca sem se ouvir, as notas saem soltas, vão contra tudo que encontram e explodem numa sinfonia cheia de aroma prazer e harmonia…

Há, essa harmonia, que não está de acordo com nada que é suposto, são os olhares em contra mão, e a mão escorregando pelo corpo deitado, exausto mas não cansado…

Assim é o amor, que tudo pode, tudo entende, tudo dá, sem nada pedir que não seja a medida exacta da dose aparentemente  abstracta…

 

A mulher e o seu Mundo

Albertina Correia

 

 

 

PODERIA!?!?!

09 Quarta-feira Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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Poderia até parar, não falar, nem sequer olhar

Poderia imaginar que era mentira, mesmo sendo ironia

Poderia dizer que a vida não é a valer, mesmo estando a acontecer

Poderia fazer de conta, quando o que conta não é nada

Poderia andar neste, ou em outro lugar

Mas o mundo é aqui e agora, e sendo assim, vou continuar a caminhar

Certa que,  tudo penso,  tudo digo, tudo faço, e, sem choro nem lamento

Porque a vida está a acontecer neste preciso  momento…

“A mulher e o mundo”

Albertina Correia

 

 

SE PUDESSE ESCOLHER VOLTARIA A SER MULHER

08 Terça-feira Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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Se eu pudesse escolher, com toda a certeza voltaria a ser mulher…

Já não faz mais sentido evocar o passado, que passou

Dele não mais teremos , apenas e só, se quisermos…

Tudo tem um tempo de luta, que vai ficando para trás

Importante é valorizar o agora e deixar o passado arquivado

Sem nunca esquecer interiormente, quem nos fez estar neste presente…

 

Hoje somos mais nós, já não andamos tristes e sós

A luta de agora e os tempos de outrora

Já nada têm a ver,

Façamos desta herança nossa vivência em permanência

Porque outras vidas que tivemos mais dela não queremos

Hoje apenas se deve assinalar

Para que esta data não se esfume pelo ar…

 

Mulheres e o Mundo

 

Albertina Correia

08/03/2016

 

 

 

 

 

VENCER SEM DEIXAR DE SER

06 Domingo Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Inspirador

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Estamos em pleno Séc. XXI, as metodologias para gerir empresas continuam as de sempre, somando o cunho pessoal de cada um…

Contudo, e, em um tempo que tanto se fala e “reclama” sobre a igualdade de género, o que é facto , é que esta pequena grande diferença está para ficar.

Todos sabemos fazer, mais ou menos bem, negócios, todos sabemos mais ou menos bem, os apresentar, mas nem todos temos os factores CC, nem mais nem menos porque a dose aqui, é de toma única…

Ora, se um factor C= a cunha, já era mau, por premiar isso mesmo, e não a excelência, juntemos agora o outro factor C2 = a “clubite”, que grande bomba atómica…

Se os dois géneros, estão  a concorrer ao mesmo projecto, se está tudo em conformidade, seja a  nível de projecto, seja a nível de qualidade  e preços, eis que, de uma cartada  só, entra o facto C2= “clubite” para matar e rematar o negócio sem dó nem piedade.

É facto, que o género feminino ,  também o poderia fazer, é certo, mas seria um pouco raro  (no meu ponto de vista claro), senão meditemos em conjunto, como ficaria a credibilidade de um mulher, ao fazer o mesmo jogo, e,  convidar o factor de decisão, a  fazer uma boa jantarada e acabarem num “clubite”, selando assim o fecho do projecto?!?!

Já é mau, que assim se faça o “lacre” no masculino, imagine-se agora as mulheres a fazerem “clubites” para selar também os ditos cujos…

O mundo empresarial, é um mundo completamente aliciante, turbulento dinamizante, motivante, fascinante, mas depois juntando alguns factores , os tais  CC’s, torna-se frustrante, desmotivante, desolador…e, assim, entramos numa “guerra” desigual…

Resta avançar para novos projectos, e, esperar que o decisor não se deixe de novo “embebedar” por factores que nada têm a ver com profissionalismo, qualidade, transparência, honestidade…

Ainda bem que este mundo (empresarial)  tem muito de outros factores influênciadores ,  como, o VIG= visão, integridade e  gestão, ainda bem, ainda bem , porque força dos CC, são demolidores, mas por vezes não conseguem aniquilar o VIG…

Ainda assim, é possível  triunfar n’um mundo de Homens , onde todos fazem de conta que a igualdade existe…

Particularidades

Albertina Correia

 

SOMBRAS PRESENTES

03 Quinta-feira Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Foi o melhor tempo, voou com o vento

Destapou planícies e montanhas

Varreu as pegadas impressas

Restando agora sombras de nós, tristes e sós…
Ainda bem que pensei com leveza

Varri a tristeza

E mais só, caminhei pela calçada

Imprimindo meus passos acertados

Deixando para trás outros descompassados…
Outro tempo novo regressou

Entrei nele

Cobri planícies e montanhas esverdeadas

Caminhando sem destino

Saboreando seu caminho…
E de regresso ao meu ninho, fico mais presente

Esquecendo o passado que ficou ausente

Que não fará mais parte do  futuro

Por isso vou caminhando

E com leveza vou meditando…
Afinal são tudo sombras do tempo

Que por vezes nos tiram o Sol

E nós, que nem sempre necessitamos dele

Abraçamos as nuvens

Mergulhamos nas sombras

Reflectimos, discernimos e prosseguimos…
Albertina Correia

Correia, A. (2016). Silêncio. Lisboa: Chiado Editora

OLHAR SOBRE MIM

24 Quarta-feira Fev 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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O tempo passa

Nós que tudo queremos, com ele nada podemos

Ainda assim, olho para mim

O olhar de outrora permanece e enternece

O que fui e o que sou,  em tudo  nada mudou

De menina travessa a mulher discreta

O  olhar que mata e penetra

E a  vontade de estar quase certa…

Correr de novo pela estrada, atirar-me para a calçada

E ficar feliz mesmo que esmurre o nariz…

Esse tempo que já passou comigo tudo deixou

As marcas são as dele

Por fora é o que se vê

Por dentro é sempre bom o  momento

Onde me refugio, e muitas vezes grito ao mundo

Que ele é tudo e sobretudo surdo…

Não tem mal algum

Viajo para lugar nenhum

O que permanece está em mim

A essência é como um jardim

Onde moramos rimos e dançamos

Sem explicações

Viajo no tempo sentada no vento

E olhem de novo para mim, serei feliz até ao fim…

Albertina Correia

 

 

 

 

 

HOJE XXI-II

21 Domingo Fev 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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HOJE

Contrariando as tendências de meio Sec. , hoje, o Sol brilha…

Nem sempre foi assim, e também  não é importante…

Mas o que sempre foi, apenas se nota pela diferênça, por isso fica o registo…

Foram muitos anos, muitos dias,  muitas horas e milhões de segundos

De caminhada feita, registada, de vida contrariada

O que fica é o silêncio, do mundo que carrego dentro…

E, é bom, porque lá, mora a vida que eu sou e quero

E não a que cada um me faz , sempre que seus desejos se alteram

Vou vivendo “duplamente”, a minha vida e a de outra gente

O que conta é o que estå em mim

O que sobra , nao é nada, rescaldos de vida asfixiada,

Em  que faço de conta que acredito em tudo que me é dito

Hahaha, eu nao sou bipolar

Mas se assim  for mais preceptivel

Então serei tudo  isso , e mais o que se achar, para a mim me justificar…

Mas hoje não interessa para nada

Está sol de madrugada, neblina na saida, e chuva na alvorada

E em tudo isto estou Eu,

Envolvida, resolvida, sozinha e acompanhada

Portanto venha tudo do meu universo

Porque ele comigo faz zempre tudo certo…

21/02/1963

Albertina Correia

HISTÓRIAS DO SEC. XIX

09 Terça-feira Fev 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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“A LATA DE SARDINHA”

Naquele tempo (século passado) a vida era dura, quem fosse nascido em berço de ouro, de ouro seria sua vivência, para os que nasceram num berço qualquer, tinham que se fazer à vida.

E fazer à vida não tinha idade, o dinheiro tinha que entrar , fosse  de que forma fosse, dinheiro esse apenas para matar fome.

E foi neste cenário, muito antes  do 25 de Abril de 1974, que Fernanda, a filha  mais velha de sete irmãos , teve que deixar sua cidade pequena, e com 16 anos rumar ao Porto, para servir em casa de Fidalgos (assim se dizia).

Estando ela na estação de comboio, esperando pelo mesmo, que demorava, ou ela de ansiosa chegou cedo demais, que a fome  começou a apertar.

O único dinheiro que tinha eram 2$50 (vinte e cinco tostões), que haviam  sobrado do bilhete de comboio, e foi com este único montante,  que entrou numa mercearia, para com ele comprar algo que lhe matasse a fome, até chegar à casa dos fidalgos no Porto.

Diz rapariga, disse um homem de meia idade de dentro do balcão.

Senhor por acaso vende latas de sardinha em conserva?

Claro que vendo porquê tens dinheiro para comprar?

Vinte e cinco tostões (2$50) chega para uma lata?

Mostra lá o dinheiro, vocês sabem muito.

Quando viu que a miúda não estava mentir pegou no dinheiro e deu-lhe para a mão um lata de sardinha.

Senhor, desculpe, esta lata de sardinha é em azeite ou tomate?É que eu não sei ler, e não gosto de tomate.

Claro que é em tomate , e agora põe-te a andar daqui para fora.

Toda contente Fernanda, veio para fora da estação e começou a abrir a lata, qual o seu espanto quando viu que as sardinhas estavam mergulhadas em tomate.

Muito triste , voltou à loja para reclamar.

Senhor, eu disse que não gostava de tomate, e vossemecê deu-me a sardinha em tomate, eu não gosto e tenho fome.

Olha não querem lá ver a pirralha, abre a lata de sardinha e agora quer que eu a troque era o que havia de faltar.

Mas Senhor, eu disse que não sabia ler, e que não gostava de tomate.

Olha vai fazer queixa à policia, mas põe-te a andar rápido daqui para fora antes que eu me chateie.

Fernanda de cabeça caída, triste,  com fome e sem dinheiro saiu da loja sem dizer mais nada com a lágrima no canto do olho.

Mas, de repente a esperança regressou, avistou ao longe um policia e foi ter com ele a contar o sucedido.

Que tinha ida à mercearia comprar uma lata de sardinha em azeite, e o dono a tinha enganado, dando-lhe uma em tomate.

Que faço agora Sr Policia?

Olha lá pequena, para eu fazer alguma coisa, tens que apresentar queixa naquela esquadra, e apontou para a fim da estação.

E como é que faço isso, perguntou a pequena

Pedes a quem lá estiver para escrever o que se passou, depois pagas e trazes o papel para irmos à mercearia resolver o teu problema.

Mas Senhor, quanto custa o papel que tenho que ir buscar?

A apresentação da queixa custa 2$50 (vinte cinco tostões).

Ora se eu tivesse 2$50, não ia apresentar queixa, comprava outra lata de sardinha,mas desta vez em azeite.

E foi assim a viagem até ao Porto,  sem nada na no estômago desde muito cedo.

Tempos difíceis, onde quem deveria zelar pelo povo, usava o povo.

E se fosse nos dias de Hoje?

Talvez se estivesse a discutir um IPad ou Iphone, ou outra coisa qualquer apenas para matar o tempo, e com os papás a meterem acções em tribunal por abuso.

Correia, A. (2016). Sinais dos Tempos. Lisboa: Chiado Editora

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

HISTÓRIAS DO SEC. XIX

08 Segunda-feira Fev 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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azeitonas“Olhas as azeitonas” hahahahaha

No outro século, as coisas eram bem diferentes, não havia esta frescura de agora, ai tantas horas laborais, ai salário tão baixo, ai queremos os feriados ,haa vou lixar a entidade patronal , e por aí vai…

Mas, em outros tempos, uma  ou outra vez, também havia disto, lixar o patrão, só que, era bem merecido, pois era o tempo em que eles faziam e aconteciam, e, que deu aso ao contrário de agora.

Era apenas um puto em idade escolar (12, 13 anos) , que devido a desvarios e má gestão do pai, foi obrigado, junto a com os restantes  irmãos, irmãs e mãe,  procurar vida em outras paragens.

Deixou a beleza de trás os montes onde eram “Reis”, e viviam como ninguém nessa época,  para dar lugar à maravilhosa cidade invicta, o Porto,  onde chegaram  com uma mão à frente e outra atrás, mas com uma educação Senhorial.

E, foi assim nestas condições que arranjou o que deveria ser o seu primeiro emprego para ajudar a mãe, carregador de fruta.

E pela manhã, mal chegava o camião o patrão ordenava:

João descarrega a carrinha, mas vê te mexes és lento demais.

E João lá ia, descarregando caixas mais pesadas do que ele, até que de cansado começou a fraquejar das pernas e das maozitas.

Anda lá seu mandrião, mexe-te estou à espera dessa caixa faz mais de 10 minutos, não serves mesmo para nada rapaz.

Ai não, não sirvo mesmo para nada ? Então porque me tem aqui? perguntou João, ainda com a caixa na mão.

Olha rapaz estás a tirar-me a paciência, não te mando mais calar ou trabalhar, daqui a pouco levas um tabefe que nem sabes de que terra és.

Ai isso é que sei, sou de Trás-dos-Monte senhor, e as suas azeitonas também não são daqui, olha só para elas, venha cá fora ver…

Eis que o homem, sai com rapidez de trás do balcão da mercearia para a rua, e, qual o seu espanto e indignação, quando vê João do outro lado da rua a rir-se que nem um perdido, e as azeitonas a rebolarem pelos Clérigos abaixo…

hahahahah, nem as azeitonas o suportam senhor, agora vá apanhá-las que eu vou para a ribeira nadar, e assim fugiu às gargalhadas…

Noitinha chegou a casa, quando olhou para a mãe percebeu que algo não estava bem.

Onde andaste João, perguntou ela?

A trabalhar minha mãe,  respondeu.

A resposta da mãe nem se fez esperar, o pão que acabava de cozinhar foi parar direitinho na cara do João.

Espero que quando pensares fazer outra igual à que fizeste hoje, te lembres deste pão e de como ficou a tua cara…

Coisas de outros tempos

Consequências se fosse nos dias de hoje:

Patrão era acusado de trabalho infantil

A mãe era acusada de maus tratos

O patrão talvez levasse nas trombas do  irmão mais velho do João

A Mãe seria confiscada pela ASAI, por fazer pão em casa para vender

O filho era vitima de Booling

Acabaria no psiquiatra/psicólogo com um químico qualquer para Hiper actividade

Os tempos mudaram mesmo

Moral, nem oito nem oitenta, mas parece que o meio termo está a sofrer de autismo no Sec. XXI

Correia, A. (2016). Sinais dos tempos. Lisboa: Chiado Editora

 

 

 

ANORMALIDADES

03 Quarta-feira Fev 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Vamos falar de anormalidade

Que talvez seja a falta de verdade

Mas o que é anormal pode ser sempre igual

E nada quer dizer se o normal tiver que ser…

Afinal quem rotula as anormalidades

São outros que se crêem donos da razão

Por acharem que as suas normalidades

Estão repletas de puras verdades

A deles, porque para os outros são o oposto

E a maior parte do tempo sem rosto

Para aceitar que normal é sempre igual

Quando na verdade uma e outra

Andam de mãos dadas por todo o lado

E o que muda são as circunstâncias

De coisas que agora são e amanhã não!!!…

Correia, A. (2016). Silêncio. Lisboa: Chiado Editora

 

 

 

 

 

 

 

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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