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Author Archives: Albertina Correia

#World #Peace #Universe

27 Domingo Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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A CHUVA DA VIDA

26 Sábado Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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Era hora de deitar
Olhava-se o céu por debaixo do plástico

Estava escuro,

Mas as estrelas, ainda assim, conseguiam romper a noite

As pessoas passavam, ora de um, ora de outro lado…

E ela ria e sorria, enquanto a morrinha caía…
O barulho dos transeuntes ia-se esfumando

À medida que a noite ia avançando…

De cansada, lá adormeceu, debaixo do céu

Onde o que as separava era apenas um plástico

Encharcado com  gotas de múltiplas cores

Cores essas, que reflectiam alimentavam a sua imaginação

De uma presumível cama montada em cima do chão…
Era suposto ser infeliz, a petiz

Pois que quem dorme no chão

Possivelmente não deveria estar contente…

Mas ela não estava, porque ela era

E até a noite cretina, debaixo da neblina

Fazia parte do seu universo

Onde ela se sentia em casa , mesmo que a casa

Fosse em céu aberto…
Pela manhã não havia a tal rotina

Mas havia sorrisos, cevada e pão quentinho

Havia também a Avó que a abraçava com o olhar

E dentro das suas possibilidades nada lhe deixava faltar…
Os bens materiais não se colocavam

Porque o rei do pedaço , era o céu e o espaço

Esse, onde tudo  acontecia, enquanto a noite também dormia…

E quando o Sol acordava

Outra vida regressava

Tempos de outros tempos, enquanto este tempo tardava…
Eu e o Mundo

Albertina Correia

A GERAÇÃO LIKE

23 Quarta-feira Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Diversos, Sem categoria

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like

Com toda a certeza, vivemos um novo paradigma, porém, os jovens não o sabem, porque só conhecem o que existe, e, os mais antigos, andam às aranhas por não se saberem posicionar.

Eu não sei se este novo paradigma, não assumido, mas existente, é bom  ou menos bom, o que sei é que, é uma geração tecnologicamente perto e abrangente, e fisicamente distante e insípida.

Confundem os sentimentos, por não saberem a cor deles.

Confundem o trabalho, por acharem que tudo se resume a tecnologia.

Confundem a indumentaria, por acharem que não precisa de ser alterada, e decerto não, mas para entrarem no paradigma dos antigos, tem que ser com essa chave de cesso.

Confundem o amor, amizade,  com os famosos LIKES

Gostam de aparecer num qualquer canal de youtube apenas porque sim, na televisão apenas para dar nas vistas, nas revistas para serem lidos e comentados, enfim, uma questão apenas de “imagem”, que  o universo nos guarde desta verborreia.

Estamos todos em modo deslocado, mas para já, quem manda, sobrepõe-se a quem deve “obedecer”.

É a geração dos LIKES, que nem sequer estão à rasca, pois essa a “à rasca”,  é a mãe dos likes.

“Lika-se” tudo, e se não se “likar” entram em depressão, por acharem que não são bem aceites no mundo deles, esse,  que nem sequer existe, só  mesmo na cabecinha  deles.

A geração dos likes, não tem iniciativa que não seja carregar no botão, para isso precisam de estar bem instalados, e, para sair deste estado, para eles é o mesmo que a  morte cerebral.

E se faltar o tal WI-FI? Pois é, a pirâmide de Maslow há muito que deixou de ser como é, pois que, a necessidade básica passou a ser o  WI-FI, e não os bens essenciais.

OMG, estou sem rede, como posso dar like ? Socorro, acudam, vou morrer estou com falta de ar, porque não posso “likar” hahaha

Hoje em dia é assim, estamos num turbilhão de emoções e sensações dispares, tanto no conteúdo como na matéria, e nada mais será como antes, para fazer  uma simples apreciação, ou se quisermos o antigo piropo, é necessário um deste utensílios, Ipad, Imac, Iphone, PC, Wi-Fi, e os respetivos aplicativos, hó, esses maravilhosos aplicativos, ele é o whatsApp, facebook, o linkedin,  viber, BE, twiter,  Instagram, entre tantos outros que existem e tantos outros que se estão, e, vão  inventar…

Bom, desejo sorte a todos os “likistas” sem eles o mundo não era o mesmo… 😉

Eu e o Mundo

Albertina Correia

EM CAMARA LENTA

22 Terça-feira Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Diversos

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Não posso deixar de escrever sobre o que está a acontecer…

Estamos a ser triturados em camara lenta, até que de tão triturados, tudo acabe por parecer normal e até banal…

Os media todos os dias, e com atentados destes, nos comem os miolos até à exaustão, fazem debates , com as pergunta  e respostas mais estapafúrdias que se possam imaginar, sempre em modo negativismo e sensacionalismo…

O mundo de facto mudou, e nós continuamos na mesma…

Mas que merda é esta agora de colocar as cores conforme quem morre?

Mas que sentido tem isso, ou na prática para que serve?

Solidariedade? Essa já todos temos, tanta que já nem sabemos….

Estes gajos vestidos de preto armados até aos dentes, em nome da podridão, que pretedem de facto?

Oiço tantos “iluminados” que mais valia estivessem calados, mas não os oiço dizer porque está isto a acontecer?

Ninguém consegue falar com esses merdas de preto?

Onde está o poder de quem o tem? Porque ainda não foram selecionados para abate a Alemanha e Reino Unido?

Quem sao os terroristas verdadeiros? Que merda está a contecer que ninguem diz nada, acendem-se velinhas, partilham -se corzinhas, atiaram-se florzinhas, mas e o resto, cagar bombas no epicentro NÃO?

Estamos parados esperando o quê, que eles tenham uma overdose e comecem a vomitar bombas sem parar?

Bem, isto está para lá do permitido pelo equilibrio,  e , por conta desse alá, que por querer demais lá, querem-nos pôr em modo “ala que se faz tarde”…

Algo me diz, que isto nao passa de ensaios, para os verdadeiros terramotos, vai ser o salve-se quem puder, mas a minha pergunta continua QUE QUEREM ESSES GAJOS?

Dominar o mundo? Mas que mundo?

Que Alá seja grande, e ponha ordem se conseguir…
RIP PARA O UNIVERSO

Eu e o Mundo

Albertina Correia

#SILENCE

20 Domingo Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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No silêncio que trago dentro

Caminho em segredo e sem medo…

Pensando que estar só é uma fatalidade

Na verdade é alivio por não ter que fazer de conta

Que o que conta é um vazio…

Então levo e trago meu silêncio

Que grita muitas vezes lá dentro

E em surdina me alegra a alma,

Então viajo universo fora pausando em cada maré

Descanso, repenso e sigo em frente

Ou então fico ali, admirando o mais além

Porque dentro do silêncio e do maravilhoso tempo

Sobra sempre mais espaço para abraçar o meu mundo

Que na verdade é pura vida,  e não defunto…

Vocês que tudo sabeis, dele não mais tereis…

Então aproveito cada momento

Sozinha ou acompanhada mas de alma reconfortada

E , sim sou feliz

E não vale a pena olhar de lado nem trocer o nariz…
Eu e Mundo

Albertina Correia

OUVI DIZER QUE…

18 Sexta-feira Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Inspirador

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qqqqqqq

Ouvi dizer que o mundo vai acabar, mas há muito que isso aconteceu aqui mesmo neste lugar.

Vivemos, e a maioria de nós sem fazer o que queremos.

Continuamos de pé, fazendo o que nos ordenam, e sem consciência de que já não o pretendemos.

Sabemos o ser certo ou errado, para desta vida termos o melhor, sem nos ajoelharmos perante monstros que nos tolhem e nós nem replicamos.

A vida precisa ficar vadia, sem conceitos nem pré-conceitos, que nos amarram nos fartam, não nos deixando ser nós, e nós disso estamos fartos.

Então que fazemos?

Fazemos apenas fazendo, viver é muito mais do que está a acontecer…

A tecnologia da informação nos sufoca, e em vez de nos acalmar, deixa-nos mesmo a desnortear.

Desnorteados, corremos para todos os lados, sem saber ao certo , quem certo está ou errado.

É urgente encontrar o caminho de regresso a cada ninho, onde estamos seguros e livres, e ninguém nos intoxica com verborreias diárias, que  todos fazem que acreditam, e de faz de conta vão vivendo como se de realidade se tratasse.

Mas eu ouvi com convicção , que o mundo está por um fio, mas não me interessa, pois não quero viver com pressa, já nada podemos fazer, e do que podemos já nada fazemos.

Então a culpa é mesmo nossa, inventamos de tudo e mais alguma coisa, e agora saturados comunicámos sentados , enquanto a vida vadia passeia lá fora, alheia ao nosso autismo transformado em conformismo.

Todos os dias tento estar em modo diferente, de tudo que faz toda a gente, passando muitas vezes por doida, mas eu não me importo, afinal, ouvi dizer que o mundo ia morrer, se assim for, quero ir com ele, sem me arrepender pois que fiz tudo que havia para fazer, sem choros nem lamentos vivi intensamente a minha vida e não a de outra gente.

E viva o universo que faz sempre tudo certo, se ele quiser morrer é porque tinha mesmo que ser.

Hoje é assim, se houver amanhã , então logo se verá!!!…

Eu e o Mundo

Albertina Correia

 

 

 

 

 

Imagem

PARA LÁ DO INFINITO

17 Quinta-feira Mar 2016

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Não importa o tempo

Nem tu nem eu nem o vento

Não importa se estamos longe

Perto aqui ou no deserto

Não importa por onde vamos

Se ficamos ou paramos

Importa estar  pensar

E escrever até a mão doer

Importa deixar aqui,

Todas as palavras que escrevo e escrevi

Não as quero levar comigo

Por isso tudo deixo escrito

Não quero ir cheia de coisas por dizer

E factos por acontecer

E caminharei solta leve e  intensa

Pela estrada inventada sem margem e sem viragem

Seguirei o caminho certo

De mim nada ficará que não sejam palavras

Escritas e inventadas

De vivências e de vidas passadas

Que hoje são o presente

Porque  amanhã já não sei como  será…

 

Eu e o Universo

Albertina Correia

 

 

 

 

Escrito por: Albertina Correia | Filed under Escrita

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QUE TEMPO ESTE!!!

16 Quarta-feira Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita

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Existe um tempo para tudo,

E com ele, muitas vezes nada fazemos

Corremos incessantemente em busca da corrente

A corrente é para onde todos vão, eu NÃO

Sou contra a maré

Quando ela vai eu fico

Quando ela vem eu vou

Não me interessa, gosto de viver sem pressa

Afinal isto aqui é uma questão desse tal tempo

Onde de vez em quando arranjamos mais dele

Para depois, dele não querermos…

Que assunto mais estapafúrdio

Estas coisas de escrita e de pensamentos

Revolto e envoltos no tempo

Fazendo-nos querer que este mundo é somente para viver…

Mas não é, esta frase é para ir conta a maré

Pôr a pensar no impensável e no pouco provável

Provavelmente a tarefa nem é diferente

Pensamos porque somos e estamos

Sem consciência do que  verdadeiramente se é

Portanto recuso-me a ser mais igual

Prefiro contrariar corrente

Que me deixa aqui e leva consigo a gente…

Hoje é assim ,amanhã logo se verá…

 

Em Volta do Mundo

Albertina Correia

 

 

 

AS EMOÇÕES

15 Terça-feira Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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MEU EU

 

Não está em mim viver presa a emoções

Que sendo ou não mais nobres

Me encharcam, sufocam e matam…

As emoções são como vulcões adormecidos

Que depois da confusão voltam a ficar dormidos…

As emoções são apenas nossas

Delas fazemos o que queremos

A invasão não está na ordem do dia

E a ordem do dia é dizer sempre não

Não

A tudo que nos turva

A tudo que nos confunde

A tudo que dentro não é claro

E que viva a emoção, ela será sempre a minha razão

Mas na dúvida, o melhor será sempre um NÃO…

 

A Mulher e o Mundo

Albertina Correia

 

 

 

 

“DESISTIR OU PERCEBER QUE NÃO VALE A PENA, EIS A QUESTÃO”

14 Segunda-feira Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Diversos

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Como se percebe que algo não vale a pena?

E porque se desiste?

Normalmente desiste-se porque não vale a pena (digo eu)…

Mas, valer a pena ou não valer, não tem a ver com o outro mas apenas com quem decide.

Somos todos iguais e todos diferentes, no querer, como querer,  como manter etc, no intervalo de tudo isto, existe a grande questão, que para mim não chega a ser questão.

Para perceber que não vale a pena, insiste-se e depois desiste-se?

Ou simplesmente se desiste… E, se simplesmente se desiste, é porque não valia a pena. Para quê maltratar a alma, apenas para alimentar questões terrenas, de frases majestosas , que por não dizerem grande coisa, apenas laçam discussão “ideologicamente filosófica”…

E, quando entramos nas questões e ordem ideológica e filosófica, não se chega a lugar algum, pois que, a  argumentação, de tão rica que é, justifica até o injustificável, e se juntarmos um leitor de mentalidade fertil, então ninguém mais pára o tema , seja ele qual for.

Mas seja como seja, desiste-se porque não vale a pena, e,  passa por não ter a percepção se poderia ou não tentar, por isso,  é que existem arrependimentos e alegramentos.

O que mais tarde se acha, sobre tudo e sobre nada do que se passou, já não tem a ver com o momento passado, mas sim, com o que na altura de ponderar sobre o assunto, a circunstancia já seja  outra, e,então tudo volta de novo a mudar.

Portanto, se acha que vale a pena,  não desista, e se acha que não vale a pena nem tente perceber os porquês, pois que isso seria apenas para tentar arranjar uma resposta para si, justificando outrem.

Valendo ou não a pena fica a dica confusa e difusa

A mulher e o Mundo

Albertina Correia

 

 

 

 

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