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Category Archives: Sem categoria

PODERIA!?!?!

09 Quarta-feira Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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Poderia até parar, não falar, nem sequer olhar

Poderia imaginar que era mentira, mesmo sendo ironia

Poderia dizer que a vida não é a valer, mesmo estando a acontecer

Poderia fazer de conta, quando o que conta não é nada

Poderia andar neste, ou em outro lugar

Mas o mundo é aqui e agora, e sendo assim, vou continuar a caminhar

Certa que,  tudo penso,  tudo digo, tudo faço, e, sem choro nem lamento

Porque a vida está a acontecer neste preciso  momento…

“A mulher e o mundo”

Albertina Correia

 

 

SE PUDESSE ESCOLHER VOLTARIA A SER MULHER

08 Terça-feira Mar 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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Se eu pudesse escolher, com toda a certeza voltaria a ser mulher…

Já não faz mais sentido evocar o passado, que passou

Dele não mais teremos , apenas e só, se quisermos…

Tudo tem um tempo de luta, que vai ficando para trás

Importante é valorizar o agora e deixar o passado arquivado

Sem nunca esquecer interiormente, quem nos fez estar neste presente…

 

Hoje somos mais nós, já não andamos tristes e sós

A luta de agora e os tempos de outrora

Já nada têm a ver,

Façamos desta herança nossa vivência em permanência

Porque outras vidas que tivemos mais dela não queremos

Hoje apenas se deve assinalar

Para que esta data não se esfume pelo ar…

 

Mulheres e o Mundo

 

Albertina Correia

08/03/2016

 

 

 

 

 

HOJE XXI-II

21 Domingo Fev 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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HOJE

Contrariando as tendências de meio Sec. , hoje, o Sol brilha…

Nem sempre foi assim, e também  não é importante…

Mas o que sempre foi, apenas se nota pela diferênça, por isso fica o registo…

Foram muitos anos, muitos dias,  muitas horas e milhões de segundos

De caminhada feita, registada, de vida contrariada

O que fica é o silêncio, do mundo que carrego dentro…

E, é bom, porque lá, mora a vida que eu sou e quero

E não a que cada um me faz , sempre que seus desejos se alteram

Vou vivendo “duplamente”, a minha vida e a de outra gente

O que conta é o que estå em mim

O que sobra , nao é nada, rescaldos de vida asfixiada,

Em  que faço de conta que acredito em tudo que me é dito

Hahaha, eu nao sou bipolar

Mas se assim  for mais preceptivel

Então serei tudo  isso , e mais o que se achar, para a mim me justificar…

Mas hoje não interessa para nada

Está sol de madrugada, neblina na saida, e chuva na alvorada

E em tudo isto estou Eu,

Envolvida, resolvida, sozinha e acompanhada

Portanto venha tudo do meu universo

Porque ele comigo faz zempre tudo certo…

21/02/1963

Albertina Correia

HISTÓRIAS DO SEC. XIX

08 Segunda-feira Fev 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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azeitonas“Olhas as azeitonas” hahahahaha

No outro século, as coisas eram bem diferentes, não havia esta frescura de agora, ai tantas horas laborais, ai salário tão baixo, ai queremos os feriados ,haa vou lixar a entidade patronal , e por aí vai…

Mas, em outros tempos, uma  ou outra vez, também havia disto, lixar o patrão, só que, era bem merecido, pois era o tempo em que eles faziam e aconteciam, e, que deu aso ao contrário de agora.

Era apenas um puto em idade escolar (12, 13 anos) , que devido a desvarios e má gestão do pai, foi obrigado, junto a com os restantes  irmãos, irmãs e mãe,  procurar vida em outras paragens.

Deixou a beleza de trás os montes onde eram “Reis”, e viviam como ninguém nessa época,  para dar lugar à maravilhosa cidade invicta, o Porto,  onde chegaram  com uma mão à frente e outra atrás, mas com uma educação Senhorial.

E, foi assim nestas condições que arranjou o que deveria ser o seu primeiro emprego para ajudar a mãe, carregador de fruta.

E pela manhã, mal chegava o camião o patrão ordenava:

João descarrega a carrinha, mas vê te mexes és lento demais.

E João lá ia, descarregando caixas mais pesadas do que ele, até que de cansado começou a fraquejar das pernas e das maozitas.

Anda lá seu mandrião, mexe-te estou à espera dessa caixa faz mais de 10 minutos, não serves mesmo para nada rapaz.

Ai não, não sirvo mesmo para nada ? Então porque me tem aqui? perguntou João, ainda com a caixa na mão.

Olha rapaz estás a tirar-me a paciência, não te mando mais calar ou trabalhar, daqui a pouco levas um tabefe que nem sabes de que terra és.

Ai isso é que sei, sou de Trás-dos-Monte senhor, e as suas azeitonas também não são daqui, olha só para elas, venha cá fora ver…

Eis que o homem, sai com rapidez de trás do balcão da mercearia para a rua, e, qual o seu espanto e indignação, quando vê João do outro lado da rua a rir-se que nem um perdido, e as azeitonas a rebolarem pelos Clérigos abaixo…

hahahahah, nem as azeitonas o suportam senhor, agora vá apanhá-las que eu vou para a ribeira nadar, e assim fugiu às gargalhadas…

Noitinha chegou a casa, quando olhou para a mãe percebeu que algo não estava bem.

Onde andaste João, perguntou ela?

A trabalhar minha mãe,  respondeu.

A resposta da mãe nem se fez esperar, o pão que acabava de cozinhar foi parar direitinho na cara do João.

Espero que quando pensares fazer outra igual à que fizeste hoje, te lembres deste pão e de como ficou a tua cara…

Coisas de outros tempos

Consequências se fosse nos dias de hoje:

Patrão era acusado de trabalho infantil

A mãe era acusada de maus tratos

O patrão talvez levasse nas trombas do  irmão mais velho do João

A Mãe seria confiscada pela ASAI, por fazer pão em casa para vender

O filho era vitima de Booling

Acabaria no psiquiatra/psicólogo com um químico qualquer para Hiper actividade

Os tempos mudaram mesmo

Moral, nem oito nem oitenta, mas parece que o meio termo está a sofrer de autismo no Sec. XXI

Correia, A. (2016). Sinais dos tempos. Lisboa: Chiado Editora

 

 

 

HA HA HA ERA A BRINCAR

01 Sexta-feira Jan 2016

Posted by Albertina Correia in Escrita, Sem categoria

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E assim aconteceu Adormeci com 2015, e acordei estremunhada

Com 2016 que com chuva me bridava…

Ficaste ofendida cinderela ?

Começas bem e teu início

Espero que tenhas um fim com principio…

Que te deu, ficaste amuadinha?

Então atiras com chuva e nem sequer é miudinha?

Deixa lá isso, e começa de novo

E faz jus ao teu povo

Que espera arduamente que sejas mesmo imponente

Não te foques no que ficou

Porque esse cumpriu a missão

Agora o testemunho é teu

Inventa, salta, ri, e sai solto por aí

Mas não fiques a chorar

Lava o que tens que lavar e

Recomeça não esquecendo as raízes

Para poderes deixar impresso

O teu fabuloso começo…

Vá lá, de mim terás 366 oportunidades

Mais uma que o teu antecessor

Entao mãos ao trabalho

Caso contrário terás que te haver comigo

Não te darei nenhum sossego

E quero que te juntes a mim

Estejas sempre presente

Não faças do passado, presente

Nem do futuro ausente…

Tu consegues

Carregas em ti a força do universo

Esse que faz sempre tudo certo

Vou confiar mais uma vez

E quiçá para o ano tu consigas de  mim

O que agora esperavas e não tiveste

Apenas porque nada provaste …

Deixa lá não me leves a mal

É que eu sou mesmo exigente

Não te vou largar um minuto

Para já bem vindo 2016

E que não te passe pela cabecinha

Fazer-me a vida negrinha 😉
Albertina Correia

O QUE É O FUTURO?

09 Quinta-feira Jul 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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a-agua-e-a-terra

Mas de e em  verdade, o futuro não existe

É pura imaginação para viver a vida com alguma “razão”

A do outro,  a nossa será ou não

Fazemos projectos, programamos

E pacientemente esperamos

Mas esperamos pelo quê?

Pelo futuro?

Ou que os nossos projectos dêem os frutos certos?

Pois não se sabe, o futuro é mesmo daqui a um milésimo de segundo

Que agora deixou de ser vivido, por não ser bem entendido

E assim nos cansamos atirando para a frente

O presente ausente

Fazendo dele futuro porque não foi resolvido

No milésimo de segundo pretendido

Coisas do universo, e de humanos desumanizados

Que sobretudo fazem planos

Dos segundos que inventamos.

E de futuro se trata a vida

Não a que lá está, mas a que é agora vivida

Gastamos maior parte do nosso tempo

A programar mais adiante

O que de verdade acaba por nunca chegar

Da forma que estávamos a pensar.

Então deixemos o futuro lá estar

A passo e passo lá iremos parar

Sem projectos e sem condições

A fim de vivermos o presente

Fazendo o futuro ausente

Albertina Correia

TRUZ TRUZ

25 Quinta-feira Jun 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Batem á porta, trancados mal esperamos

Não abrimos, ficamos calados

Saber quem é não importa

Ficamos inertes fazendo ouvidos surdos

As batidas se esvanecem

Nem nos preocupamos em saber

Se a porta é para abrir ou apenas deixar bater

De cansados se vão embora

Quiçá bater em outra porta

Talvez tenham mais sorte, e alguém a abra

Em portas fechadas ninguém entra

Mas também ninguém sai

Pode ser o bem e pode nem ser ninguém

É assim,  ilusões provocam confusões

Na dúvida abra-se a porta

Se vier por bem, fique com o que é e não incomode ninguém

Se for indesejado não releve, volte-se para outro lado

Então, de consciência mais tranquila

Abra-se a porta logo na primeira batida…

Albertina Correia

25/06/2015

STOP

22 Segunda-feira Jun 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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O navio está a afundar

As ratazanas correm para o mar

No caminho roem-nos os pés

Comem-nos os olhos,

Cortam-nos as pernas, atam-nos as mãos

E atiram-nos para o chão

Só para se poderem livrar do navio que está a afundar

E a nós quem nos vai salvar?

Olho para direita só  vejo ratos

Olho para a esquerda vejo fezes que nauseia

Olho para o centro, cheira mal por fora e por dentro

O navio com buracos por todo o lado

Já nem dá para estancar  tal a força da água a entrar

Salve-se quem puder

Primeiro o Homem e depois a mulher

As crianças são para definhar num buraco ou em qualquer lugar

Parecemos zombies

E desfragmentados corremos para todos os lados

Crentes que existe outro espaço

Onde  nos devolvam a dignidade

Para que possamos  renascer , num novo amanhecer

Onde a criança será esperança

E que os  homens  nunca mais se possam esquecer

Que deste mundo que fizemos , mais dele não queremos ….

In : Verborreias

Albertina Correia

CHEGA

13 Sábado Jun 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Poiso a caneta

Não escrevo mais a vida de treta

Esta que é a que temos, por a outra desconhecermos

Ou será que escrevemos esta porque é que mais nos afecta?

Entre uma e outra existe um EU

Tentando fazer o equilíbrio

De todo e qualquer assunto desde já adquirido

Mormente se perde na confusão

Do que julga ser a verdade e do que crê ser a sua razão

Entram em conflito

E não se ouve sequer um grito

Estão os três atrapalhados

Sem saber de qual os lados

Que deve andar em frente ou que precisam ficar calados

Mas nem sempre é assim

Um puxa para lá outro puxa para mim

Fazendo pender a balança para o que dá mais confiança

E assim conflituamos

Atordoada por não escrever mais nada

Como se isso fosse a condição

Para calar a mente e o EU sempre em ebulição

Claro que não

Com ou sem papel

Caneta ou pincel

A mente que mente ordenará sempre o que a circunstância

Com ou sem ilusão

Ordenará sempre à mão

Que por sua vez digitará

O que entre uma e a outra melhor se adequará

E então fico assim

Gasto papel , tinta e cetim

Com pensamentos, ilusões,mundos e confusões

Criados por humanos

Que por não saberem ou não quererem

Vivem, morrem nascem

Num mundo por eles inventado

Repleto de confusão do que cremos ser real

Onde tudo é mesmo nada

E nada não tem solução

Para os que escrevem sem aparente razão…
Albertina Correia

11/06/2015

DIA DA CRIANÇA (EU)

01 Segunda-feira Jun 2015

Posted by Albertina Correia in Sem categoria

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Mesmo assim, e fazendo jus a mim mesma, ainda hoje vou subir aquela árvore,
“Roubar” fruta do quintal da vizinha sim ,essa que é uma maluquinha.
Vou fazer questão de tocar nas campainhas e fazer de conta que elas tocaram sozinhas.
Vou saltar muro para o outro lado, mesmo que o joelho fique esmurrado.
Terei de levar lenços de mão, para atar nas feridas e limpar as minhas mãos
Ou não, afinal ser criança é ser, sem se importar porque racionalmente criança está-se a borrifar para a malta
Ha ha ha, e viva a minha criança
Quem quiser pode entrar na dança
Tragam apenas imaginação, cordas, bolas, lenços e algodão
Vamos ser réis e rainhas, os mais pequeninos príncipes e princesinhas.
Vamos fazer saltar o mundo, espalhar risos profundos
Porque afinal ser criança é apenas sermos sem pensar que crescemos …

Albertina Correia

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Sobre Mim

Gosto por viajar, paixão por escrita, delírio pelo universo.

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